16º Tendências no Mercado da Construção

Marque presença no evento mais esperado do ano. Tudo sobre as vendas e projeções e a revolução que o ESG traz para o setor da construção

O 16º Tendências no Mercado da Construção será transmitido exclusivamente aqui, no site do evento.

A programação contará com a divulgação da nova edição do Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção, a ser proferida pelo consultor Mário Miranda, e com a palestra de Renata Faber, Head de ESG na Revista Exame e analista de ESG na BTG Pactual, que falará sobre os impactos e perspectivas do conceito ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa) nas corporações, na sociedade e na economia.

O Tendências no Mercado da Construção terá também a avaliação sobre o mercado de máquinas e equipamentos com o foco em ESG feita pelo consultor Yoshio Kawakami; e uma apresentação do Instituto Brasileiro de Autorregulação do Setor de Infraestrutura (IBRIC), ministrada por seu Presidente, Sergio Etchegoyen, e pelo Diretor de Sustentabilidade, Sergio Leão,  que abordará como a sustentabilidade e a integridade podem contribuir para o fortalecimento das empresas que atuam na área de infraestrutura.

Para os debates sobre os diversos assuntos discorridos durante a programação foram convidados Eurimilson Daniel e Silvimar Fernandes Reis, vice-presidentes da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema).

Já o Núcleo Jovem da Sobratema revelará as marcas de equipamentos mais bem avaliadas no Destaque Pós-Venda 2021. A homenagem abrange as seguintes categorias: Equipamentos de Perfuração; Plataformas para Trabalho em Altura e Empilhadeiras; Equipamentos para Terraplenagem; Guindastes e Gruas; e Equipamentos de Concreto (fabricação, transportes e bombeamento).

Faça sua inscrição para ter acesso gratuitamente a transmissão do evento que ocorrerá no dia 25 de novembro às 15 horas.

Avise aos amigos, aos colegas de profissão e participe!

 

Os certificados de participação serão disponibilizados, dia 25/11, ao final do evento.

Tudo o que você precisa saber sobre a LGPD

O que é a LGPD?

A Lei Geral de Proteção de Dados (13.709/2018) tem como principal objetivo proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural. Também tem como foco a criação de um cenário de segurança jurídica, com a padronização de regulamentos e práticas para promover a proteção aos dados pessoais de todo cidadão que esteja no Brasil, de acordo com os parâmetros internacionais existentes.

A lei define o que são dados pessoais e explica que alguns deles estão sujeitos a cuidados ainda mais específicos, como os dados pessoais sensíveis e dados pessoais sobre crianças e adolescentes. Esclarece ainda que todos os dados tratados, tanto no meio físico quanto no digital, estão sujeitos à regulação. Além disso, a LGPD estabelece que não importa se a sede de uma organização ou o centro de dados dela estão localizados no Brasil ou no exterior: se há o processamento de informações sobre pessoas, brasileiras ou não, que estão no território nacional, a LGPD deve ser observada. A lei autoriza também o compartilhamento de dados pessoais com organismos internacionais e com outros países, desde que observados os requisitos nela estabelecidos.

Consentimento

Na LGPD, o consentimento do titular dos dados é considerado elemento essencial para o tratamento, regra excepcionada nos casos previstos no art. 11, II, da Lei.

A lei traz várias garantias ao cidadão, como: poder solicitar que os seus dados pessoais sejam excluídos; revogar o consentimento; transferir dados para outro fornecedor de serviços, entre outras ações. O tratamento dos dados deve ser feito levando em conta alguns requisitos, como finalidade e necessidade, a serem previamente acertados e informados ao titular.

Quem fiscaliza?

Para fiscalizar e aplicar penalidades pelos descumprimentos da LGPD, o Brasil conta com a Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais, a ANPD. A instituição terá as tarefas de regular e de orientar, preventivamente, sobre como aplicar a lei. No entanto, não basta a ANPD (Lei nº 13.853/2019) e é por isso que a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais também prevê a existência dos agentes de tratamento de dados e estipula suas funções, nas organizações, como: o controlador, que toma as decisões sobre o tratamento; o operador, que realiza o tratamento, em nome do controlador; e o encarregado, que interage com os titulares dos dados pessoais e a autoridade nacional.

Com relação à administração de riscos e falhas, o responsável por gerir dados pessoais também deve redigir normas de governança; adotar medidas preventivas de segurança; replicar boas práticas e certificações existentes no mercado; elaborar planos de contingência; fazer auditorias; resolver incidentes com agilidade, com o aviso imediato sobre violações à ANPD e aos indivíduos afetados.

As falhas de segurança podem gerar multas de até 2% do faturamento anual da organização no Brasil – limitado a R$ 50 milhões por infração. A autoridade nacional fixará níveis de penalidade segundo a gravidade da falha e enviará alertas e orientações antes de aplicar sanções às organizações.

Fonte: https://www.serpro.gov.br/lgpd (texto com adaptações/atualizações)

EM DOIS DIAS, SMART.CON APRESENTA TODA A GAMA DE NOVAS SOLUÇÕES E TENDÊNCIAS DO MERCADO DE QUATRO PILARES DA CONSTRUÇÃO

Matéria retirada do site: sobratema.org.br

A Smart.Con, plataforma pioneira de disseminação de conhecimento em novas tecnologias e inovação, foi aberta nesta terça-feira, dia 6 de julho, com as apresentações de Marcello da Costa, Secretário Nacional de Transportes Terrestres, que trouxe um panorama da área de infraestrutura logística no país, ressaltando os esforços do Ministério da Infraestrutura para modernizar os diferentes modais, e de Guilherme de Paula Correa, Coordenador de Inovação Industrial do Ministério de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovações, que falou sobre os programas e atividades da pasta para ampliar o uso de novas tecnologias no país e no setor da construção.

Afonso Mamede, presidente da Sobratema, parceira institucional do evento, reforçou que o setor da construção passa por forte transformação nos sistemas construtivos, equipamentos, materiais e softwares, que afetam diretamente os costumes, a legislação e o relacionamento com os clientes e com os trabalhadores. “Para apresentar toda a gama de novas soluções e tratar das tendências do futuro do segmento, que estamos abrindo hoje a Smart.Con. Com o mundo globalizado, grandes, médias e pequenas empresas já fazem uso destas tecnologias buscando maior produtividade, qualidade, segurança e sustentabilidade”.

Na área de equipamentos, segundo Mamede, a modalidade do rental tem crescido bastante e se tornado uma boa opção tanto para quem oferece quanto para quem contrata. Conforme o Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção, nos últimos 30 meses, esse segmento cresceu 50%, confirmando no Brasil, a tendência mundial do pagamento pelo uso do bem em substituição à posse do bem. “Com essa demanda crescente, o rental está muito atraente e os fundos financeiros nacionais e internacionais têm feito pesados investimentos nesta área. Um exemplo é que, até 2019, poucas empresas de rental da linha amarela tinham uma frota superior a 400 equipamentos. Hoje, há frotas superiores a 2 mil máquinas”, ponderou.

Para Rolf Pickert, diretor geral da Messe Muenchen do Brasil, a proximidade com os diversos players do mercado é importante para que o evento cumpra com sucesso seus principais objetivos: conectar pessoas e gerar negócios. Em sua primeira edição, o evento virtual abrigará mais de 30 horas de conteúdo em uma extensa grade de palestras dividida em quatro pilares (Engenharia, Infraestrutura, Real Estate, e Rental). São 33 painéis simultâneos e mais de 70 palestrantes.

O painel de abertura debateu ‘O Futuro da Construção Inteligente em um mundo 4.0’. Já a sessão plenária do dia 7 de julho tem como tema ‘Como tecnologia e inovação apoiam as iniciativas pública e privada para projetos de construção no Brasil’.

Os visitantes tem ainda a oportunidade de visitar os estandes virtuais dos patrocinadores, conversar em tempo real com as empresas e acompanhar tudo o que existe de mais atual em relação tendências e novidades para o setor da construção.

Índice de infraestrutura retoma patamar pré-pandêmico

Matéria retirada do site: analoc.org.br
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Segundo o índice Abdib-Vallya, retomada foi puxada pelo crescimento simultâneo das maiores economias mundiais, determinante para a recuperação do setor de transporte

Composto por variáveis para os setores de rodovias, ferrovias, aeroportos, portos, energia elétrica e telecomunicações, o índice Abdib-Vallya de Infraestrutura registrou crescimento de 1,51% em maio de 2021 quando comparado a abril deste ano, excluindo os efeitos sazonais, retomando ao patamar do período pré-pandêmico.

Foram necessários 12 meses de recuperação, de junho de 2020 a maio de 2021, para recuperar o estrago ocorrido em março, abril e maio de 2020 como consequência dos efeitos da pior crise sanitária da História recente.

A retomada ocorreu, principalmente, pelo crescimento simultâneo das maiores economias mundiais, sendo determinante para a recuperação do setor de transporte de cargas.

No acumulado de 2021 sobre o mesmo período de 2019, os setores de ferrovias e portos, por exemplo, apresentam um crescimento de 5,36% e 15,86%, respectivamente.

Já os setores de rodovias e aeroportos, ainda muito influenciados pela redução de movimentação de pessoas, apresentam baixas de 7,41% e 43,69%, considerando a mesma base de comparação.

Por fim, o setor de energia, importante termômetro da economia brasileira, segue em patamar superior ao nível pré-pandêmico desde janeiro de 2021.

O único segmento dentre os consumidores de energia que ainda sofre os efeitos da alteração da matriz econômica é o comercial, que foi muito afetado pela mudança no comportamento do consumidor e retomada ainda bastante fracionada.

Saiba mais em https://www.grandesconstrucoes.com.br/

Fonte: Revista Grandes Construções

Governo usa R$ 2,8 bi em máquinas por possível toma lá dá cá com municípios

*Foto meramente ilustrativa

Recentemente, foi publicado na página da UOL uma matéria com o tema: Governo usa R$ 2,8 bi em máquinas por possível toma lá dá cá com municípios… – Veja aqui a matéria na íntegra:

https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2021/04/11/governo-compra-r-28-bi-em-maquinario-para-toma-la-da-ca-com-prefeituras.htm

Fonte e imagem: UOL

A ANALOC não entende que a doação de máquinas para construção civil aos municípios como ferramenta política possa contribuir com as melhores práticas e resultados operacionais.

Isso porque há empresas de locação de equipamentos de linha amarela qualificadas em todo Brasil para atender essa demanda específica, com mão de obra treinada e todas as normas de segurança seguidas, garantindo produtividade e o melhor emprego dos recursos públicos. Caso contrário, os investimentos não terão o retorno almejado e corre-se o sério risco de desperdício de verbas importantes, gastas desnecessariamente.

Experiências como essas em governos anteriores apresentaram inúmeros equívocos: controles incorretos, incapacidade técnica na operação dos equipamentos e falta de manutenção nas máquinas, tornando-as improdutivas.

Já vivemos essa experiência e o resultado foi péssimo, tanto em produtividade quanto financeiramente para todos os municípios que implantaram essa modalidade de negócio.

Portanto, tornou-se imprescindível deixarmos aqui registrada nossa opinião.

A Analoc coloca-se à disposição para ajudar no que for necessário para garantir o correto emprego das verbas públicas através de estudos e informações sobre as operações em questão.

Pres.José Antônio Souza de Miranda Carvalho

Comitê

Reynaldo Frahia/Paulo Carvalho/Eurimilson Daniel

Benefícios da Locação: Entenda as vantagens de locar.

1 – Disponibilidade imediata dos Equipamentos
Você consegue obter os equipamentos na velocidade que os seus negócios necessitam. Em casos de demanda emergencial, a locação é a solução mais adequada , principalmente porque você se libera do problema e conta com a garantia que a LC SOLDAS tem para oferecer.

2 – Facilidade de Gerenciamento
Empresas que passam por crescimento acelerado encontram dificuldades de gerenciamento. Para elas a locação de máquinas de solda se traduz em estratégia para vencer este empecilho. E ainda, empresas com equipamentos descentralizados têm dificuldades em gerenciar o parte do equipamentos, transportar equipamentos para lugares diferentes e fazer a manutenção. Na locação tudo isto está incluso como serviço agregado.

3 – Benefício Fiscal
A locação é contabilizada como OPEX (despesa operacional) e não CAPEX (investimento) permitindo assim total abatimento na base de cálculo do Imposto de Renda para empresas com regime tributário “Lucro Real”.

4 – Facilidade de Contratação
É muito mais fácil contratar um serviço de locação do que a compra de ativos. O risco é menor, a responsabilidade é menor, o valor envolvido é menor e a burocracia também. Sem contar a flexibilidade de adaptar o contrato às novas necessidades.

5 – Tempo de Parada
Todos os equipamentos está sujeitos a eventuais falhas. Nessa situação, a empresa locadora substitui o equipamento, minimizando o tempo ocioso do funcionário e eliminando os custos de reparação.

6 – Manutenção
Ao alugar um equipamento você se beneficia da manutenção, porque fica livre dos chamados técnicos, da inventariação de peças sobressalentes, e dos registros de manutenção. Na locação a manutenção está inclusa por todo o período do contrato.

7 – Equipamentos Obsoletos
Ao comprar uma máquina, é fato que a tecnologia do equipamento estará obsoleta ao tempo, o que torna as empresas menos competitivas. Existe sempre o risco de atrasar algum trabalho com a utilização de equipamentos próprios obsoletos, além da perda de produtividade geral da empresa. Use as melhores, mais eficientes máquinas  do mercado alugando os modelos que a LC SOLDAS tem sempre disponível os seus clientes.

8 – Controle de Custos
É difícil avaliar os custos reais da aquisição de equipamentos. Muitos são os estudos mas de difícil aplicação, onde são considerados todos os custos ocultos envolvidos na aquisição. Tempo do operador  parado aguardando manutenção, compra de peças de reposição e contratação de empresa de assistência técnica, gerenciamento de contrato de manutenção, são só alguns dos problemas que geram custos elevados em uma linha de equipamentos próprio. Na locação, a fatura do aluguel é o único elemento a ser contabilizado.

9 – Libera Capital
O recurso do aluguel de equipamentos libera o capital para outras aplicações. Ao comprar equipamentos existe necessidade de imobilização de capital. Com a locação não há necessidade de disponibilizar uma grande quantia, permitindo que a empresa possa utilizar este dinheiro em algo mais vantajoso ao seu próprio negócio.

Sindileq-PE conversa com Sinduscon PE e alinha novidades.

Na manhã da última terça-feira(23), Kelly Souza, Presidente do Sindicato dos Locadores de Equipamento, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco – SINDILEQ-PE e Diretora Executiva da SóFixação Comércio, Serviços e Locação esteve em reunião com Érico Cavalcanti Furtado Filho, Presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Pernambuco – SINDUSCON-PE.

Entre vários assuntos abordados, a reunião serviu para alinhar algumas possíveis parcerias e apresentar novidades para os Associados do SINDILEQ-PE. Em breve vamos divulgar.

Mais uma importante iniciativa do SINDILEQ-PE, na Gestão da reeleita Presidente Kelly Souza, em busca de geração de negócios e oportunidades para Associados.

KELLY SOUZA REELEITA PRESIDENTE DO SINDILEQ-PE

Na última terça-feira(23), aconteceu o Assembleia Ordinária e Extraordinária do Sindicato dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco – SINDILEQ-PE. Em respeito as determinações e cuidados contra a COVID-19, o evento foi totalmente online, através de plataforma de reuniões virtuais.

A Assembleia teve duração de aproximadamente 2 (duas) horas e no seu ponto máximo elegeu Kelly Souza para o seu segundo mandato frente a Presidência do Sindicato, em decisão unânime. Kelly Souza que já vinha da Gestão anterior (2019/2020) executando um ótimo trabalho frente ao Sindicato, sendo responsável por diversas novas parcerias, captação de novos Associados, implementação de ações de marketing e geriu com responsabilidade o Sindileq-PE diante os desafios de um ano com Pandemia Global conseguindo bons avanços, mesmo diante do cenário de instabilidade, adotando medidas que deram sustentabilidade ao Sindicato. Amparada por uma Diretoria forte e competente que também foi fundamental para alcançar os resultados anteriormente citados, finalizou a sua gestão com êxito.

Agora, reeleita, Kelly Souza busca continuar os bons resultados. “Gostaria de agradecer a todos pela confiança e conto com a ajuda de todos para cada vez mais levantar o nome do Sindicato e fortalecer a categoria.” Finalizou a Presidente.

Com o mandato de 2021 a 2022, Kelly Souza ainda enfrentará uma gestão diante da Pandemia da COVID-19, mas confiante que será um ano produtivo. No seu atual mandato, buscará implementar novas estratégias visando mais benefícios para os Associados, cujo objetivo é fortalecer a base de atuais associados e captar novos, além de outros parceiros e empresas madrinhas.

Além da eleição para Presidência e nova Diretoria, foram votados outros elementos do Estatuto. Uma dessas mudanças foi o novo número de participantes para compor a Diretoria, agora com apenas três cargos: Presidente, Vice-Presidente e Diretor Financeiro.

DIRETORIA SINDILEQ-PE (2021-2022)
PRESIDENTE: Kelly Souza (SóFixação Comércio e Serviços Ltda)
VICE-PRESIDENTE: Eduardo Duarte (Moura Duarte Locações)
DIRETOR FINANCEIRO: Gilberto Nogueira (Apoio Locações)

CONSELHO FISCAL
André Abrantes ( Vibromaq)
Cláudio Chaud ( Alutec)
Thiago Assis (Locape)

GOVERNO, FAÇA A SUA PARTE PELO POVO BRASILEIRO!

GOVERNO, FAÇA A SUA PARTE
PELO POVO BRASILEIRO!

O Brasil tem um povo forte, acostumado a viver sob duras condições, mas a instabilidade atual acena para um futuro alarmante.

O que estamos vivenciando é uma crise sem precedentes. Os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário precisam exercer suas funções de forma apartidária, visando sempre em primeiro lugar o bem estar da população.

A reforma administrativa, bem como a simplificação tributária não avançam no Congresso e, enquanto isso, temos 14 milhões de desempregados e essa estatística aumenta diariamente.

A pandemia do coronavírus desestabilizou o país inteiro, a população está com medo e é imprescindível a imunização de todos, independente da procedência da vacina, desde que autorizada pela ANVISA. Não é uma questão política, é uma questão sanitária.

Em nosso setor, temos mais de 20.000 locadoras de equipamentos para construção civil e geramos mais de 70.000 empregos. Para que possamos continuar a contribuir com a economia brasileira é fundamental termos confiança, não só nós, mas todo o país.

O momento exige liderança, mobilização, harmonia e ação.

Estamos dispostos a contribuir sempre com propostas, planejamento e trabalho.

Acreditamos no Brasil!

ABELME – Associação Baiana Das Empresas Locadoras De Máquinas e Equipamentos

ABRASFE – Associação Brasileira de Fôrmas, Escoramentos e Acesso

ALEC – Associação Brasileira de Locadores de Equipamentos e Bens Móveis

ANALOC – Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas

ANALOC SUL – Associação Representante das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas, Ferramentas dos Estados de SC, PR e RS

APELMAT – Associação Paulista dos Empreiteiros e Locadores de Máquinas de Terraplenagem, Ar Comprimido, Hidráulico e Equipamentos de Construção Civil

SELEMAT – Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos e Máquinas de Terraplenagem do Estado de São Paulo

SINDILEQ-CE – Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas do Estado do Ceará

SINDILEQ-GO – Sindicato dos Locadores de Equipamentos Máquinas e Ferramentas do Estado de Goiás

SINDILEQ-MG – Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas Ferramentas e Serviços de Minas Gerais

SINDILEQ-PE – Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco

SINDILEQ-RJ – Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas do Estado do Rio de Janeiro

SOBRATEMA – Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SETOR DE CONSTRUÇÃO APRESENTA TENDÊNCIA DE CRESCIMENTO EM 2021

O setor de construção tem uma perspectiva positiva no próximo ano, com uma expectativa de crescimento advinda não apenas do setor imobiliário, mas também pela infraestrutura. Isso porque o Brasil pode aproveitar os recursos de investidores internacionais, que já iniciaram o movimento de retorno ao país. Essa foi uma das principais avaliações dos debatedores do Tendências no Mercado da Construção, realizado nesta quinta-feira, dia 26 de novembro.

O evento estratégico, que reuniu virtualmente um público de mais de 1500 pessoas, contou no debate com a participação de Afonso Mamede, presidente Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema), Carlos Silveira, presidente do Conselho Superior do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo (Sinicesp), Eurimilson Daniel, vice-presidente da Sobratema e diretor da Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes dos Locadores de Máquinas, Equipamentos e Ferramentas (Analoc) e do economista Luis Artur Nogueira. Houve ainda as palestras do consultor Mario Miranda e de Yoshio Kawakami, consultor da Raiz Consultoria e colunista da Revista M&T.

“O setor privado está investindo atualmente no setor. Mas, a infraestrutura depende também do investimento público, que passa por uma série de dificuldades no atual cenário político-econômico. Então uma saída é o investimento estrangeiro, só que existe uma condicional importante, a garantia de segurança jurídica”, disse Mamede.

Nogueira lembrou que o setor de infraestrutura tem cerca de cinco mil obras paralisadas e acrescentou que existe muitos recursos sobrando no mundo para serem alocados para o setor de infraestrutura no Brasil, porém, além da segurança jurídica, é preciso garantir previsibilidade e paz política.

Para Silveira, o investimento em infraestrutura é o grande indutor do desenvolvimento e do progresso. “Por exemplo, a safra brasileira produzida no interior precisa chegar aos portos. Ou seja, há uma necessidade muito grande na área de infraestrutura”, afirmou. Ele ainda ponderou sobre a importância de se ter uma política de desenvolvimento no setor de equipamentos para construção, por meio da transferência de tecnologia, o que propiciará a nacionalização, aprimorando o conhecimento técnico e científico da indústria, além de baratear os custos e preços.

Na avaliação de Daniel, essa transferência de conhecimento beneficiará, por exemplo, a área de pós-venda dos fabricantes e dos dealers, agilizando o atendimento dos usuários, com disponibilidade de peças.

Economia

Nogueira apresentou ainda avaliações sobre a economia global, cuja a expectativa é de expansão de 5% em 2021. Ele projeta que a China deva alcançar uma alta de 8%, enquanto os países latino-americanos devem crescer abaixo da média mundial. No caso do Brasil, ele projeta uma queda do PIB de 5%, com uma grande desigualdade entre os setores, e uma recuperação em 2021, com alta de 3,5% e, em 2022%, de 3%.

Em sua apresentação, Kawakami avaliou que este ano foi bastante peculiar, com empresas não sofrendo com a crise, outras perdendo um pouco ou muito do seu faturamento no início da pandemia, mas depois alcançando uma recuperação parcial ou total. “A sequência, em 2021, também carregará esse aspecto. Será preciso olhar para as questões particulares de cada empresa para fazer seu planejamento”, disse.

Além disso, ele ainda ressaltou que, diferentemente deste ano, no qual o mundo virtual foi o protagonista, em 2021, o mundo “real” estará mais em evidência, com a retomada das atividades em geral, o aumento dos investimentos e dos negócios.

Estudo de Mercado

O mais novo e inédito Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção foi apresentado por Mario Miranda. A estimativa é de uma alta de 22% na comercialização de máquinas da linha amarela (movimentação de terra) ante 2019, chegando a 19,6 mil unidades vendidas contra 16 mil unidades comercializadas no ano anterior. As vendas totais de equipamentos para construção devem crescer 14% em 2020 em comparação a 2019, alcançando 30,8 mil unidades comercializadas neste ano.

Para 2021, o Estudo espera um aumento de vendas da ordem de 20% no segmento de máquinas da linha amarela e de 25% para todo o setor de equipamentos para construção. Segundo Miranda, em relação as expectativas para o próximo ano, 67% das construtoras e locadoras estão otimistas com a economia brasileira, 70% estão otimistas com o setor da construção e 86% estão otimistas com sua empresa.

Pós-Venda 

O Tendências no Mercado da Construção trouxe o anúncio das marcas melhor avaliadas do Destaque Pós-Venda Sobratema 2020. Essa é a sexta edição do projeto, criado pelo Núcleo Jovem da Sobratema.

Os homenageados (em ordem alfabética) foram:

  • Equipamentos de Concreto (fabricação, transporte e bombeamento): Fiori, Liebherr, Putzmeister e Schwing-Stetter
  • Equipamentos de Perfuração: Furukawa, PW Hidropneumática, Sandvik e Wolf
  • Equipamentos de Terraplenagem: Bobcat, Doosan, Sany, SDLG e Volvo
  • Equipamentos Guindastes e Gruas: Luna ALG, Liebherr, Sany e Terex
  • Equipamentos para Trabalho em Altura e Empilhadeiras: Clark, Genie, JCB e Toyota

O 15º Tendências no Mercado da Construção é uma realização da Revista M&T, e contou com o patrocínio ouro da Metso, Totvs e Volvo, patrocínio prata de Atlas Copco, Case Construction Equipment, Epiroc, Genie, JCB, JLG, John Deere, Komatsu, New Holland Construction e Sotreq/Caterpillar e apoio da BW Expo, Summit e Digital 2020, M&T Expo e Smart.Con.

Para rever o Tendências do Mercado da Construção, basta acessar este link.

Link da matéria: https://www.sobratema.org.br/Noticias/Exibir/324547

A Analoc em parceria com a Sisloc, criou um sistema chamado Renabem (Registro Nacional de Bens Móveis).

Renabem – Registro Nacional de Bens Móveis

A Analoc em parceria com a Sisloc, criou um sistema chamado Renabem (Registro Nacional de Bens Móveis).
Disponível em formato web, mas compatível na versão mobile. O Renabem será um grande aliado contra o roubo de máquinas, o sistema vai reunir diversos dados que vão ajudar quem enfrenta problemas constantes de roubos de máquinas da linha amarela.

A plataforma funcionará de forma colaborativa. Os dados serão alimentados pelos proprietários das máquinas que, porventura, tenham sofrido roubos de máquinas ou tentativas. O sistema irá apresentar também qual tipo de máquina foi roubada, além do dia, hora e local.

Os locadores e fabricantes poderão cadastrar também todas as máquinas, independente de terem sido roubadas. O sistema precisa ter a maior massa de dados possível. O cadastro é feito com número de série, fabricante, grupo, patrimônio, Renavam e chassi.

O Renabem permitirá que todos os usuários consultem as ocorrências de roubo dentro da plataforma. O Presidente da Analoc, José Antônio, explicou que hoje locadores e fabricantes possuem suas próprias informações, mas não conversam entre si quando há casos de roubos. O aplicativo vai ajudar a compilar os dados para as seguradoras públicas e privadas. “O Renabem não conseguirá evitar os roubos, obviamente, mas pretende divulgar rapidamente e com grande abrangência territorial a ocorrência de um sinistro, dificultando a circulação e a comercialização de máquinas roubadas em todo o país”, explica o Presidente.

Além das notificações, medidas preventivas, o Renabem vai ter um campo personalizado dedicado às ocorrências das máquinas. O Presidente José Antônio adianta que empresas do segmento vão ter um canal único de comunicação. O objetivo da criação dessa plataforma é gerar comunicação entre proprietários de máquinas (locadores ou não), fabricantes e principalmente autoridades de segurança.

Estima-se que a ação dos ladrões provoque um prejuízo de pelo menos de R$100 milhões/ano, o que se reflete no preço dos fretes e seguros. A plataforma também irá ajudar bastante a segurança de máquinas em regiões mais remotas devido ao sistema de rastreamento.

Renabem (Registro Nacional de Bens Móveis) foi lançado no dia 19 de outubro de 2020. Locadores e fabricantes que tiverem interesse em fazer cadastro na plataforma, pagarão uma anuidade de R$1.200,00. Adesões feitas até o dia 31/12/2020 terão descontos promocionais de 60% – R$480,00 no primeiro ano de uso.

O pagamento é feito através da Sympla: https://www.sympla.com.br/renabem—registro-nacional-de-bens-moveis__1023827  por meio de cartão de crédito ou boleto.

Clique aqui, acesse o site http://renabem.com.br  e cadastre suas máquinas via web, não perca tempo!

Qualquer dúvida é só entrar em contato nos canais de comunicação ou telefone da Analoc: (31) 3375-8485.