Copom mantém taxa Selic em 13,75% e preocupa construção

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu, nesta quarta-feira (21), manter a taxa de juros Selic em 13,75% ao ano (a.a). O índice segue sem alterações desde agosto de 2022.

Em nota, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) destacou que a decisão afeta o desempenho da atividade produtiva no país e impacta diretamente o setor da construção.

“Lamentamos que a taxa seja mantida, mais uma vez, nesse patamar exorbitante. Isso está claramente afetando o desempenho da atividade produtiva no país, justamente ela que gera renda e emprego. Particularmente, a indústria da construção está sendo muito impactada por esse juro elevado”.

Dados divulgados pela CBIC mostram a queda de 30,2% dos lançamentos imobiliários nos primeiros três meses deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. A entidade ainda destacou que deve revisar a projeção de crescimento do setor para 2023. “O cenário com menor pressão inflacionária, a melhoria das expectativas e a redução de incertezas com a aprovação do arcabouço fiscal pela Câmara dos Deputados demonstra que ou reduzimos os juros ou continuaremos a atrasar o crescimento do país”, disse a entidade.

De acordo com a economista da CBIC, Ieda Vasconcelos, a taxa de juros elevada é o principal problema que vem sendo enfrentado pela construção. “É certo que no atual patamar a taxa desestimula os investimentos produtivos. O desempenho do mercado imobiliário reflete isso. Dados do Banco Central indicam que a caderneta de poupança, uma das principais fontes de financiamento imobiliário, já perdeu, nos primeiros cinco meses de 2023, mais de R$ 56 bilhões. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança apresentaram queda de 34,6% em abril, em relação a março deste ano. Dados preocupantes e que adia para agosto a expectativa do início do ciclo de afrouxamento monetário”, disse.

Clique aqui e confira o estudo produzido pela economista da CBIC. 

A ação integra o projeto “Inteligência Setorial Estratégica”, realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional) e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional).

Fonte: https://cbic.org.br/copom-mantem-taxa-selic-em-1375-e-preocupa-construcao/

Mercado imobiliário desacelera e lançamentos têm queda de 44% no 1TRI

Unidades residenciais lançadas no primeiro trimestre de 2023 sofreram queda de 44,4% comparadas ao trimestre anterior. Apesar da queda significativa, o setor não está com falta de demanda, nem de estoque, de acordo com o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins. Segundo ele, o mercado imobiliário está saudável e equilibrado, o que existe é a falta de confiança do empresário do setor.

A informação foi divulgada durante coletiva de imprensa, nesta segunda-feira (29). O levantamento faz parte do estudo Indicadores Imobiliários Nacionais do 1º trimestre de 2023, realizado pela CBIC e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional), em parceria com a Brain Inteligência Estratégica.

O primeiro trimestre de 2023 demonstrou uma desaceleração do mercado imobiliário, que registrou queda nos lançamentos, vendas, oferta final, e no programa Minha Casa, Minha Vida. De acordo com a CBIC, a insegurança dos incorporadores em investimentos privados é consequência de fatores como a alta taxa de juros; a escassez e o encarecimento de recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) para o financiamento; da necessidade de revisão dos tetos para contratação com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e da adequação da curva de subsídios.

A queda no número de lançamentos reflete diretamente no número de contratações futuras, segundo a entidade. “Precisamos ter atenção a partir dessa queda porque o movimento seguinte pode ser o menor número de vendas e, consequentemente, uma menor geração de empregos”, disse Martins.

Matéria completa: https://cbic.org.br/mercado-imobiliario-desacelera-e-lancamentos-tem-queda-de-44-no-1tri/
Fonte: cbic.org.br

Confira as principais pautas da Agenda Legislativa da Construção 2023

Com a presença de deputados e senadores, a Agenda da Construção 2023 foi lançada, nesta quarta-feira (10), pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Entre as principais pautas debatidas com os parlamentares estão as sugestões para o programa Minha Casa, Minha Vida, além das Reformas Administrativa e Tributária.

Um dos assuntos de maior relevância para o setor é a reformulação do programa Minha Casa, Minha Vida, cujo relator da medida provisória, deputado Fernando Marangoni (União-SP), afirmou que deverá entregar o seu parecer na próxima semana.

Além do programa habitacional, a CBIC defende em sua Agenda Legislativa outras pautas importantes para o setor, entre elas estão:

Fundo de Garantia do Tempo de Serviço

O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), além de oferecer segurança financeira ao trabalhador em situações de desemprego, é um recurso importante para investimentos em habitação, contribuindo para a realização do sonho da moradia digna e para o desenvolvimento social e econômico do país.

Durante o evento, o deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) defendeu a atuação da subcomissão da Câmara, da qual integra, onde são analisadas as pautas voltadas para o Fundo. “Há um compromisso do deputado Arthur Lira (presidente da Câmara) de não votar nada de FGTS até que a comissão apresente seu relatório final para que a gente possa preservar o Fundo, sobretudo para a construção e para o saneamento”, afirmou.

Dentro da pauta, a CBIC defende que os compradores possam usar o FGTS mês a mês para quitar parte de sua prestação habitacional, o que aumentaria a capacidade de compra das famílias.

 

Obras paralisadas e Nova Lei de Licitações

Com ajustes feitos à nova Lei de Licitações, a CBIC acredita que os problemas das obras paralisadas podem ser minimizados, dado que uma parcela importante do acervo de obras paralisadas no país se origina da interrupção do fluxo orçamentário e financeiro para custear as obrigações de pagamento.

“A partir de 2024 teremos uma nova lei de licitações que eu tenho certeza de que nós vamos enfrentar e minimizar muito essa questão”, apontou o deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), presente no evento.

 

Desoneração

A desoneração da folha de pagamentos alcança setores com alto índice de empregabilidade e a CBIC acredita que é de suma importância a sua manutenção. O benefício, que acaba este ano, visa evitar a demissão nos setores que mais empregam no país, entre eles a construção.

“O maior desafio não é arrecadar mais e, sim, empregar mais. Meu trabalho é para que, no segundo semestre do ano, a gente consiga oferecer ao setor produtivo essa resposta, com previsibilidade e segurança jurídica”, destacou o senador Efraim Filho (União-PB), durante a apresentação da Agenda.

Reforma Tributária

Para a CBIC, o Brasil precisa de uma reforma tributária ancorada em uma visão estrutural de país, tendo como objetivo final o fortalecimento da economia com maior justiça social. Para isso, a entidade defende que sejam observados princípios que evitem desequilíbrios e prejuízos substanciais ao investimento e, sobretudo, ao trabalhador

“Reforma tributária tem que ser feita para melhorar a vida de quem paga imposto e não de quem arrecada o imposto. Reforma Tributária é para melhorar a vida de quem produz”, defendeu Efraim Filho.

Para baixar Agenda Legislativa: https://brasil.cbic.org.br/agenda-legislativa-da-construcao-2023

Fonte: https://cbic.org.br/confira-as-principais-pautas-da-agenda-legislativa-da-construcao-2023/

Governo vai analisar 106 obras paradas e recém-iniciadas e definir quais serão concluídas na gestão Raquel Lyra

O governo de Pernambuco vai analisar 106 obras paralisadas ou recém-iniciadas para fazer um diagnóstico das construções que poderão ser concluídas na gestão de Raquel Lyra (PSDB). São 50 obras abandonadas e 56 que começaram a ser feitas a partir de junho de 2022, no final da gestão do ex-governador Paulo Câmara (PSB).

Para fazer o diagnóstico foi criado um grupo de trabalho entre a Secretaria da Controladoria-Geral do Estado (SCGE) e a Secretaria da Casa Civil para analisar cada projeto. O plano de trabalho foi apresentado nesta sexta (27), na sede da SCGE, no Espinheiro, Zona Norte do Recife.

De acordo com a secretária Érika Lacet, as 50 obras paralisadas representam um volume de R$ 2,3 bilhões que foram contratados pelo governo anterior. As outras 56, que foram iniciadas em 2022, representam R$ 437 milhões contratados no ano passado, no apagar das luzes do governo Paulo Câmara.

“A gente vinha acompanhando esse problema há muitos anos e o governo nunca enfrentou o problema. Vamos pegar toda a documentação para analisar a execução desses contratos, o que falta para concluir e se vale a pena finalizar”, afirmou a secretária.

A previsão é de que o trabalho seja finalizado em até 40 dias. Depois do diagnóstico, a governadora Raquel Lyra é quem vai decidir quais obras serão tocadas, levando em conta a viabilidade, a importância socioeconômica e as estruturas que, após anos se deteriorando, ainda têm serventia.

Fonte: https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2023/01/27/governo-vai-analisar-106-obras-paradas-e-recem-iniciadas-e-definir-quais-serao-concluidas-na-gestao-raquel-lyra.ghtml

Construção civil cresce, mas taxa de juros preocupa

Os resultados da economia brasileira e seus impactos na construção civil foram analisados hoje (10) pela economista Ieda Vasconcelos, da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC). Para a compreensão do atual cenário, a economista explicou que, pelo segundo ano consecutivo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é o indicador oficial de inflação no País, encerrou acima do teto da meta. Em 2022, o teto da meta era de 5% e o IPCA fechou em 5,79% (e o centro da referida meta era 3,5%).

Ieda destacou que a inflação do ano passado só não foi ainda maior em função da desoneração dos preços dos combustíveis, que tiveram as alíquotas de impostos federais zeradas. A economista afirmou que, para ajudar a conter a inflação, a taxa Selic foi elevada, encerrando o ano passado em 13,75%, o que correspondeu a um aumento de 11,75 pontos percentuais, já que em março/21 ela estava em 2%.

Os resultados do mercado de trabalho também tiveram destaque. O país encerrou 2022 com a criação de mais de 2 milhões de novos empregos com carteira assinada. Assim, o número de trabalhadores formais, no conjunto de atividades, passou a ser de 42,7 milhões. Em 2021, o Brasil também gerou quase 2,8 milhões de novos empregos. Ou seja, em dois anos foram criados 4,8 milhões de empregos, elevando o número de trabalhadores com carteira assinada.

A economista também destacou que o PIB Brasil registrou o segundo ano consecutivo de alta. Depois de crescer 5% em 2021, cresceu cerca de 3% em 2022. Ela destacou ainda que, no terceiro trimestre do ano passado, estava em seu maior nível de atividades desde 1996.

O setor da construção civil, que vivencia um ciclo de crescimento iniciado no segundo semestre de 2021, cresceu cerca de 7% no ano passado. Com isso, o setor acumula crescimento de cerca de 18%. Mas isso não recompõe a perda observada no período de 2014 a 2020, que foi de 28%. Ou seja, apesar de o setor da construção estar acima das atividades do período pré-pandemia em cerca de 16%, ela ainda está quase 20%  abaixo do pico de atividades registrado em 2014.  Ieda Vasconcelos destacou que, neste ciclo de crescimento, a construção já gerou mais de meio milhão de novos empregos com carteira assinada.

Para 2023, a economista ressaltou os desafios existentes.  Ela informou que as estimativas para a inflação continuam ganhando força, desde o início de janeiro e estão sinalizando mais um ano de alta superior ao teto da meta.  Destacou que o IPCA aumentou 0,53% em janeiro/23 em relação ao mês anterior, em sua quarta elevação consecutiva. Em outubro/22 a sua variação foi de 0,59%, em novembro foi de 0,41%, em dezembro apresentou alta de 0,62% e em janeiro 0,53%. Com esse resultado, o IPCA acumulou, nos últimos 12 meses encerrados em janeiro/23, alta de 5,77%.  Essa foi a menor inflação acumulada em 12 meses desde fevereiro/21 (5,20%).

A economista ressaltou que o centro da meta inflacionária para o ano 2023 é de 3,25%, podendo variar 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Assim, o teto da inflação do País, neste ano, é de 4,75%.  Nas últimas semanas a Pesquisa Focus, realizada pelo Banco Central, tem aumentado as estimativas para o fechamento do IPCA em 2023. O levantamento realizado no dia 3 de fevereiro estimou que o indicador encerrará o ano em 5,78%, ou seja, acima do teto da meta.

Em relação a Selic, Ieda Vasconcelos ressaltou que o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, em sua primeira reunião do ano 2023, manteve a taxa Selic em 13,75% a.a., conforme já era aguardado pela maioria dos analistas.   Destacou que as estimativas, de uma forma geral, não sinalizam redução da Selic antes do segundo semestre de 2023.  “No final do ano passado, acreditava-se que a referida taxa poderia iniciar o seu ciclo de queda em julho, ou agosto.  Entretanto, com as perspectivas para a inflação ainda em alta, as projeções de mercado já indicam o mês de setembro como o início do recuo da taxa”, afirmou.

A economista ainda lembrou as várias consequências da Selic elevada sobre a dinâmica da economia, como o aumento dos juros cobrados pelos bancos, a redução dos investimentos produtivos e a queda do consumo da população.

Sobre o custo da construção os números mostraram aumento de 0,46% do INCC no primeiro mês deste ano, o que correspondeu a sua maior alta desde julho/22 (0,86%).  Esse resultado foi influenciado especialmente pelo incremento do custo com a mão de obra, que registrou variação de 0,70%, enquanto o custo de materiais e equipamentos cresceu 0,05% e o custo com serviços apresentou alta de 1,02%.

“O custo com materiais e equipamentos vem registrando variações mais modestas desde os últimos cinco meses do ano passado, com resultados negativos em agosto, setembro, outubro e dezembro.  Vale lembrar a importância desse comportamento do custo com insumos, depois de mais de dois anos preocupando a construção civil com fortes elevações”, disse Vasconcelos.

A economista destacou que a construção civil continuará crescendo em 2023, como resultado do ciclo de negócios já em andamento. Além disso, também existem expectativas positivas, como o Programa Minha Casa Minha Vida. Entretanto, ela destacou que isso não significa ausência de desafios. “Nesse momento, o maior deles é o elevado patamar da taxa de juros”, concluiu.

Fonte:https://cbic.org.br/construcao-civil-cresce-mas-taxa-de-juros-preocupa/

Fazendas fotovoltaicas e o mercado de locação de bens móveis oportunidade e risco.

Em 2015, o Governo Federal criou o Programa de Incentivo à Geração de Energia Distribuída, despertando em investidores o interesse pelo assunto e, em 2021, já existiam 4.000 fazendas fotovoltaicas instaladas. Investidores compraram ou arrendaram centenas de hectares de terras e o Brasil tornou-se um celeiro de fazendas solares. Muitas delas já estão em operação, outras em construção.

É um mundo de oportunidades para o setor da locação? Pode ser se todos os cuidados não só no momento de elaborar o contrato, mas na negociação, forem levados em consideração, caso contrário pode ser uma série incessante de dor de cabeça e prejuízos sem fim.

Confira entrevista com a Helena Zago da Arlug no link: https://alec.org.br/wp-content/uploads/2023/01/RENTAL-NEWS-Jan-Fev-2023.pdf

Fonte da Matéria: RENTAL NEWS – Jan/Fev-2023

Os males que os desperdícios fazem ao negócio de locação de equipamentos para construção civil e muitos locadores não enxergam.

A evolução tecnológica na construção civil e, por conseguinte, no segmento de locação de equipamentos
para este setor é notável, mas apesar deste progresso, tem-se perdas de até 70%. Grande parte dessas perdas ocorrem por falta da utilização de um modelo de gestão eficaz. Evidencia-se, neste cenário, uma carência que eleve os locadores à maior produtividade.

Se desenvolveu, a partir da indústria japonesa, o lean thinking (Mentalidade enxuta), modelo de gestão que tem por objetivo eliminar ou reduzir ao máximo os desperdícios.

Considera-se desperdício tudo aquilo que é feito, mas não adiciona valor ao produto ou serviço. Sua utilização é sucesso em várias atividades além da indústria, como administração pública, hospitais, e setor agrícola. Suas ferramentas localizam desperdícios importantes, nem sempre considerados normalmente.

Ohno (1997), um dos pioneiros na criação do modelo, menciona sete fontes de desperdício, as quais, no segmento de locação de equipamentos para construção civil, pode-se exemplificar: superprodução (itens locados raramente ou serviços nunca contratados), esperas (aguardar conserto ou liberação de um equipamento), transporte (movimentações desnecessárias de equipamentos e pessoas), processamento incorreto (atividades realizadas sem padrão definido), estoques desnecessários (peças de reposição ou mesmo máquinas em excesso), movimento (manuseios desnecessários realizados pelo pessoal), equipamentos de locação defeituosos.

Atualmente tem-se adicionado à essas fontes de desperdício, também, a sobrecarga dos equipamentos ou
do pessoal. Por meio das ferramentas do modelo de gestão “pensamento enxuto” pode-se reduzir, em valores médios, os custos em 30%, recursos em 25% e problemas com os clientes em 50%, dentre outros ganhos. Estes resultados também podem ser alcançados pelo segmento de locação de máquinas com a utilização deste modelo. Verifica-se, então, grandes oportunidades para os locadores que seguirem esse caminho.

Fonte da Matéria: Revista RENTAL NEWS – Edição Jan/Fev de 2023

Tendências da construção civil para 2023

A construção civil está passando por uma retomada e projeta um cenário positivo para o próximo ano. Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a construção civil brasileira surpreendeu em 2022 e foi responsável por grande parte da economia, preservando empregos e progredindo no PIB. Para 2023, a expectativa é de novas tendências que proporcionem mais movimentações no setor.

De acordo com Tatiana Fasolari, vice-presidente da Fast Engenharia, maior empresa de overlays da América Latina, o avanço tecnológico proporciona também evolução na área da construção civil. “Todo processo de construção e planejamento dos nossos projetos depende de internet. Uma conexão de última geração, como o 5G, nos ajuda a melhorar decisões matemáticas do planejamento digital e a captar máquinas e equipamentos utilizados nas construções”, avalia.

Outro avanço que deve ganhar mais protagonismo na área são as Construtechs. Segundo dados do Mapa das Construtechs e Proptechs, no Brasil as smart homes cresceram 235% nos últimos 5 anos, projetando tecnologia, sustentabilidade e acessibilidade ao mercado. “As evoluções tecnológicas mescladas com sustentabilidade são o futuro do ramo, sendo necessárias para equilibrar os ambientes modernos em que vivemos, em conjunto com as necessidades sustentáveis atuais”.

As Cidades Inteligentes (smart cities) também estão entre as tendências. O conceito descreve cidades criativas e sustentáveis, onde são utilizadas tecnologias para construir um processo de planejamento que envolve a população.

Construções provisórias também são um foco para o próximo ano devido à sua sustentabilidade nos negócios. Elas garantem a reutilização de todo material empregado, sem a produção de resíduos e com uma redução significativa de custos. A tecnologia provisória já esteve presente em inúmeros torneios esportivos como a Copa do Mundo e agora começa a ganhar espaço em outros segmentos do setor.

“Ações sustentáveis são um caminho inevitável para o mundo dos negócios. Quanto maior a consciência da mudança, melhor será a imagem da empresa entre seus clientes e a sociedade. Essa tendência é extremamente sustentável já que garante a reutilização de praticamente todo material, redução de custo na construção e facilita a manutenção da equipe após os eventos. O desafio deste modelo de negócio é executar projetos dentro dos prazos estipulados pelos comitês locais, que normalmente são extremamente curtos. A gestão e experiência da equipe é fundamental, afinal, não podemos atrasar nem um segundo sequer”.

Fonte da matéria: https://piniweb.com.br/tendencias-da-construcao-civil-para-2023/

Confraternização + Assembleia do Sindileq-PE

No último dia 15, tivemos a Confraternização e Assembleia para de nova Diretoria. E semanda passada, houve a primeira reunião de transição para a nova diretoria. O momento também contou com os prestadores de serviço na área de administração e comunicação.

Conheça a nova Diretoria:

DIRETORIA SINDILEQ-PE (2023-2024)

PRESIDENTE:
 William Marcel (Locadora Nordeste)
VICE-PRESIDENTE: Cláudio Chaud (Alutec)
DIRETOR FINANCEIRO: Tiago Epaminondas (Casa do Construtor)

CONSELHO FISCAL
Eduardo Duque (Rentare)
Mário Pétrônio (Codequip)
Henrique Costa (Zeta)

Os presidentes do Sinduscon-PE, Érico Furtado Filho, e da Ademi-PE, Avelar Loureiro receberam o governador de Pernambuco, Paulo Câmara.

Os presidentes do Sinduscon-PE, Érico Furtado Filho, e da Ademi-PE, Avelar Loureiro Filho, receberam nesta segunda-feira, 12, na sede do sindicato, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, que esteva acompanhando pelos secretários Tomé Franca (Desenvolvimento Urbano e Habitação), Décio Padilha (Fazenda), Marcelo Bruto (Executivo de Parcerias e Estratégias da Secretaria de Planejamento e Gestão), Bruno Lisboa (diretor-presidente da Companhia Estadual de Habitação e Obras – Cehab) e pelo diretor de Parcerias e Concessões da Secretaria de Planejamento e Gestão, Marcelo Sandes.

Na ocasião, foi feita uma apresentação sobre a atualização do Programa Estadual de Subsídio à Habitação de Interesse Social – PESHIS, ocorrida a partir da Lei nº 17.812, de 9 de junho de 2022, cuja regulamentação ocorreu através do Decreto nº 53.503, de 2 de setembro de 2022. Com isso, o programa ganhou o objetivo de fomentar a habitabilidade, emprego e renda, com público-alvo com renda de até 2 salários-mínimos e prioridade para famílias desabrigadas que tenham perdido o seu único imóvel em razão de situação de emergência ou de estado de calamidade pública reconhecido pela União e/ou Governo do Estado.

Durante a reunião-almoço, o governador assinou ainda Edital de Chamamento Público n. 001/2022, abrindo o credenciamento, mediante certame público, de empreendimentos habitacionais urbanos estruturados pela iniciativa privada junto ao agente financeiro do Programa Casa Verde e Amarela – PCVA ou que vier a sucedê-lo.

Além de abordar as novidades do PESHIS, o governador fez um pequeno resumo sobre a sua gestão à frente do estado, que se encerrará ao final deste ano.
O encontro foi acompanhado pelos construtores associados às duas casas.

Créditos da Matéria: @sindusconpe

M&T Expo – Feira Internacional de Equipamentos para Construção e Mineração

De 30 de agosto a 2 de setembro, aconteceu a M&T Expo – Feira Internacional de Equipamentos para Construção e Mineração, o mais importante evento do segmento na América Latina. Parte da rede internacional bauma, a feira promove o desenvolvimento do setor com foco na realização de negócios, disseminação de conhecimento sobre inovações e a promoção de networking.
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A solenidade de abertura foi iniciada com a mensagem de Rolf Pickert, CEO da Messe Muenchen do Brasil, agradecendo as autoridades presentes, aos patrocinadores, apoiadores, associações, entidades de classe e demais envolvidos na realização da M&T Expo. O executivo também fez uma breve introdução ao cenário presente dos setores de máquinas e mineração, apresentando dados de crescimento que tiveram desempenho histórico no primeiro semestre de 2022.
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A feira foi um sucesso e entregou toda a expectativa gerada. Dando sequência na programação de conteúdo altamente qualificado, a M&T Expo sediou, pela manhã, o segundo dia do Fórum Inovações e Tendências da Construção, Fórum de Infraestrutura e o 8º Congresso Nacional de Valorização do Rental – promovido pela Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas (Analoc).
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Essa retomada dos eventos é de suma importância para o segmento e cada vez mais, a cada ano, vem mostrando eventos cada vez melhores.
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O Evento também foi palco de uma importante reunião das Entidades da Analoc, reunindo seus representantes e reforçando a importância da união, do compartilhamento de experiência, visando sempre o melhor para todos os envolvidos. Encerrando com a solicitação do Planejamento Estratégico 2023 das entidades. Maravilhoso e enriquecedor momento.