Palestra de Anderson Rossi com tema sobre Funil de Vendas.

Palestra ministrada por Anderson Rossi, sobre Funil de Vendas, que reuniu vários amigos e Associados do Sindileq-PE. Momento de muito aprendizado e troca de experiências. Obrigado pela presença de todos, em especial as nossa Empresa Madrinha Fortequipe, patrocinadora do Evento e também as demais Empresas Madrinhas Sisloc, Vibromak, Mtower pelo o apoio. Agradecimentos também a nossa parceira Analoc.

Confira palestra completa: https://www.youtube.com/live/uQ9zX9ebEM0

Palácio Locação de Máquinas – 30 ANOS.

Parabéns, Palácio Locação de Máquinas. Uma empresa com experiência no mercado de locação de máquinas e equipamentos para a construção civil e industrial, atenta as transformações e as novas relações na cadeia produtiva do setor, tendo como principal objetivo manter e promover a melhoria contínua da qualidade dos nossos serviços e produtos para satisfação de nossos clientes.
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O SINDILEQ-PE, em nome de todos os nosso Associados, representado pelo o nosso Presidente William Marcel e nosso Vice, Cláudio Chaud. Esteve na Celebração de 30 anos da Palácio Locação de Máquinas, onde prestamos nossa homenagem, com a entrega da Placa.

Premiação – FORTEQUIP

Nos dias 24 e 25 de maio, em São Paulo, durante renomada e importante Feira da Loja do Construtor, evento super importante que reúne exclusivamente franqueados do setor, premiou a nossa Empresa Madrinha, a FORTEQUIP, com os Selos de Fornecimento e Produto no Ano de 2023 em uma votação envolvendo todos os franqueados da rede Casa do Construtor.
Parabéns.

PIB da construção cresce 0,7% no segundo trimestre

O Produto Interno Bruto (PIB) da construção cresceu 0,7% no 2º trimestre de 2023, em comparação com o primeiro trimestre do ano. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (1º).

De acordo com a economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, a construção registrou queda de 0,7% no 1º trimestre, comparado aos últimos três meses de 2022. Ieda destacou a retomada do crescimento do setor. “Mesmo diante de um cenário adverso nos primeiros seis meses do ano, com taxas de juros elevadas, dificuldades no mercado de padrão econômico, incertezas em relação a economia, a construção volta a crescer, ainda que de forma modesta”, destacou.

O PIB do Brasil cresceu 0,9% no 2º trimestre, em relação aos três meses imediatamente anteriores, superando as projeções que chegavam à alta de 0,3%. Ao contrário do que aconteceu nos primeiros três meses do ano, quando o destaque do crescimento foi a agropecuária, no 2º trimestre o desempenho positivo da economia foi devido ao crescimento de 0,9% da indústria e de 0,6% do setor de serviços. Todos os segmentos da indústria registraram desempenho positivo, com destaque para a indústria extrativa, que cresceu 1,8%, e a indústria da construção, que cresceu 0,7%.

“Sem dúvidas essa é uma notícia positiva.  Mas para que o país alcance um crescimento sustentado, necessariamente a construção civil precisa acelerar o seu ritmo de crescimento. O país não cresce de forma sustentada sem passar pela construção”, enfatizou a economista.

Ieda lembrou que a construção trabalha num patamar acima do período anterior à pandemia da Covid-19. Mesmo assim, as atividades continuam abaixo do pico registrado em 2014. “Enquanto a economia nacional se encontra em um patamar 7,4% maior do que no final de 2019, a construção está 15,61% acima do patamar pré-pandemia. Apesar disso, o setor ainda está 20% inferior ao seu pico alcançado no início de 2014”, explicou.

A ação integra o projeto “Inteligência Setorial Estratégica”, realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional) e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional).

Fonte: https://cbic.org.br/pib-da-construcao-cresce-07-no-segundo-trimestre/?utm_campaign=cbic_hoje_01092023&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Construção é + define agenda comum para combater o déficit habitacional no país

O grupo Construção é +, composto por representantes de 14 entidades da cadeia produtiva do setor da construção, se reuniu nesta sexta-feira (04/09), em São Paulo, para tratar de uma agenda comum para combater o déficit habitacional brasileiro, promover a industrialização no setor e discutir a reforma tributária.

Integrante do grupo, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) participou da reunião representada pelo presidente Renato Correia e pelo presidente do Conselho Consultivo da entidade, José Carlos Martins.

Conheça as entidades que integram o grupo, formado em 2022:

  • Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto – ABCIC
  • Associação Brasileira das Indústrias de Vidro – ABIVIDRO
  • Associação Brasileira de Cimento Portland – ABCP
  • Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas – ABRAFATI
  • Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias – ABRAINC
  • Associação Brasileira da Indústria Materiais de Construção – ABRAMAT
  • Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos – ABRAVIDRO
  • Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio – AFEAL
  • Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção – ANAMACO
  • Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos – ANFACER
  • Associação Nacional da Indústria Cerâmica – ANICER
  • Câmara Brasileira da Indústria da Construção – CBIC
  • Associação Brasileira do Drywall – DRYWALL
  • Secovi-SP

    Fonte:https://cbic.org.br/construcao-e-define-agenda-comum-para-combater-o-deficit-habitacional-no-pais/?utm_campaign=cbic_hoje_04082023&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Para setor de construção, corte da Selic é positivo, mas não pode parar

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) considerou positiva a redução em 0,5 ponto porcentual na taxa básica de juros, mas defende que o movimento de cortes tenha continuidade nos próximos meses. A Selic caiu de 13,75% para 13,25%, conforme decisão de ontem (2) do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

“Esperamos que esse processo de redução seja continuado para que os investimentos possam voltar a acontecer e gerar cada vez mais emprego e renda no País”, afirmou o presidente da CBIC, Renato Correia, conforme destaca matéria desta quinta-feira da Agência Estado – Broadcast.

Correia considerou positivo o corte de 0,5 ponto porcentual na Selic e apontou que os juros altos vinham prejudicando o setor. “0 início do ciclo de queda da taxa Selic é uma notícia muito positiva para todo o setor produtivo, que há muito padece com taxas tão elevadas. A indústria da construção tem sentido de forma amarga os efeitos dos juros altos”, declarou.

Fonte:https://cbic.org.br/para-setor-de-construcao-corte-da-selic-e-positivo-mas-nao-pode-parar/?utm_campaign=cbic_hoje_03082023&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Governo retoma Estratégia BIM BR em programas habitacionais

A partir de 2024, o uso de tecnologia integrada deve ser utilizada em programas governamentais de habitação, mobilidade e infraestrutura para reduzir os custos, o tempo de conclusão de obras e contribuir com a descarbonização da indústria da construção. A informação foi apontada pelo governo federal, em reunião interministerial na sede do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), na última segunda-feira (31).

A estratégia nacional de disseminação do BIM (Building Information Modelling  – em português, Modelagem da Informação da Construção) já faz parte da agenda da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) desde a assinatura do primeiro decreto sobre o tema. O texto do Decreto Nº9.377, de 17 de maio de 2018, foi assinado naquele ano pelo então presidente Michel Temer e anunciado pelo ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços à época, Marcos Lima, durante a 90ª edição do Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC) da CBIC, realizado em Florianópolis-SC.

A metodologia utiliza ferramentas que visam melhorias nos processos de produtividade em projetos públicos ou privados, contribuindo com uma maior previsibilidade, transparência e ampliando a agenda sustentável do setor. A proposta do governo é fomentar as pautas sobre o tema e introduzir o processo em grandes construções como no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), destacou o  diretor de Desenvolvimento da Indústria de Bens de Consumo Não Duráveis e Semiduráveis do MDIC, Rafael Codeço, durante reunião interministerial.

A notícia da reestruturação do Comitê Gestor de BIM, com a publicação do decreto até outubro de 2023, foi recebida com boas expectativas e deve ser comemorada pelo setor, apontou o presidente da Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (COMAT) da CBIC, Dionyzio Klavdianos. “É importante frisar que a implementação em BIM em obras públicas já é uma realidade no Brasil. Daremos continuidade nos trabalhos da COMAT e buscaremos formas de nos unir e ajudar o governo no esforço da disseminação do tema”, apontou.

Klavdianos apontou que a CBIC está em fase de ajustes sobre a nova fase do BIM e frisou o papel determinante que a entidade teve na difusão do BIM e sua assimilação pelas construtoras no seu primórdio, através da elaboração e publicação de guias, arregimentação de um quadro amplo de especialistas que viajaram por todo o Brasil divulgando a importância da inovação em sindicatos e associações de classe, aproximando-se do governo federal e ajudando na formulação da proposta de adoção da metodologia em obras públicas e na criação do BIM Fórum Brasil.

O tema tem interface com o projeto “Inteligência e Estratégia para o Futuro da Construção”, da Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (COMAT/CBIC), em correalização com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional).

Fonte: https://cbic.org.br/governo-retoma-estrategia-bim-br-em-programas-habitacionais/?utm_campaign=cbic_hoje_03082023&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Programa Morar Bem Pernambuco pode inspirar outros estados

Representantes do governo e do setor da construção do estado de Pernambuco ressaltaram no Quintas da CBIC desta quinta-feira (27/07) a importância da modalidade Entrada Garantida, do Programa Morar Bem Pernambuco, lançada no dia 24/7 pela governadora Raquel Lyra, como instrumento de combate ao déficit habitacional e inspiração para outros estados do país.

Moderado pelo presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato Correia, o Quintas contou com a presença da secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Pernambuco, Simone Nunes, que apresentou a nova modalidade do programa.

O dirigente, que participou da cerimônia de lançamento do Entrada Garantida em Pernambuco, ressaltou a importância da complementação do subsídio pelo estado ao programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) do governo federal para o combate ao déficit habitacional. “Temos que valorizar essas ações dos governos estaduais em complemento ao bem-sucedido programa do governo federal para incrementar a produção de habitação de qualidade no país”, reforçou Renato Correia.

Ao apresentar o programa lançado em março deste ano, primeiro do Norte e Nordeste a apresentar uma política de subsídio complementar ao MCMV, a secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Pernambuco, Simone Nunes, destacou que a ação do governo de Pernambuco complementa o programa do governo federal, dando mais amplitude e atingindo de forma mais efetiva o déficit habitacional.

Programar Morar Bem Pernambuco

O programa Morar Bem Pernambuco é baseado em três pilares: construção de moradias, regularização de propriedade e retomada de obras.

Com um déficit habitacional de 320 mil moradias, 70 mil só no Recife, o governo identificou que 70% dos imóveis comercializados em Pernambuco eram destinados a famílias com renda de até dois salários-mínimos. Para solucionar o problema dessas famílias que não conseguiam fazer poupança, o governo lançou a modalidade Entrada Garantida para subsidiar até R$ 20 mil para a entrada na compra de imóveis de até R$ 190 mil inseridos no MCMV.

Além da redução do déficit habitacional, Simone Nunes reforça que a nova modalidade será responsável pela construção de novos habitações e pela geração de empregos na construção.

“Colado no recorte do MCMV, os recursos aportados pelo estado será uma turbina propulsora para que mais recursos do FGTS sigam para Pernambuco”, ressaltou Simone Nunes. A modalidade é destinada às famílias residentes no Estado de Pernambuco, com renda familiar de até 2 salários-mínimos que buscam o primeiro imóvel, para imóveis novos de até R$ 190 mil, vinculados a empreendimentos MCMV já aprovados pela Caixa. O cadastramento das famílias pode ser feito pelo portal da CEHAB, acessando o ícone do Programa Morar Bem Pernambuco.

Pelo programa, o primeiro aporte do Estado é de R$ 200 milhões. A expectativa é de que pelo menos 10 mil famílias sejam atingidas nos 12 primeiros meses do programa. “Em quatro anos, o objetivo é alcançar pelo menos 40 mil famílias e diminuir gradativamente o déficit habitacional em Pernambuco”, salientou Simone Nunes.

Numa rápida simulação, a secretária apontou que se o governo Pernambucano já tivesse esse programa, ao invés de R$ 2 bilhões de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), teriam R$ 4 bilhões.

A expectativa do governo é de que a modalidade incentive a geração de mais de 72 mil empregos diretos e indiretos em quatro anos, com previsão de investimento total na construção pernambucana de mais de R$ 4 bilhões anualmente, em parceria com o MCMV do governo federal.

“Esperamos que a nossa experiência possa contribuir, motivar e encorajar outros estados. Acreditamos que com a união de esforços do setor da construção e do poder público estadual e federal só quem sai ganhando é o povo brasileiro”, salientou.

Animado com a modalidade Entrada Garantida, o presidente da Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab), Paulo Lira, destacou que mais de 10 mil pessoas já efetuaram inscrições para o programa. “A consequência é a geração de empregos e uma arma para combater o déficit habitacional”, disse.

“Temos bons frutos para colher com o programa e o objetivo é alcançar a meta colocada pela Simone [Nunes]”, enfatizou o secretário Executivo de Políticas Urbanas e Habitação de Pernambuco, André Fonseca.

O vice-presidente da Região Nordeste da CBIC, Guilherme Araújo Fortes, apontou como essencial o convênio firmado com a Caixa, para que sirva de modelo para ser copiado pelos outros estados.  Sobre a estratificação da base de dados de Pernambuco, questionado por Guilherme Fortes, Simone mencionou que ela foi fornecida pela Secretaria Nacional de Habitação e pela Superintendência da Caixa Econômica Federal de Pernambuco.

“A governadora Raquel Lira vem fazendo uma grande revolução administrativa no estado. É um programa espetacular que vai gerar emprego e renda”, apontou a vice-presidente da CBIC e do Sinduscon-PE, Betinha Nascimento, completando que “foi uma decisão política. É um programa que veio para ficar”.

Renato Correia destacou que o programa quebra um grande paradigma, de que os estados do Norte e Nordeste não têm dinheiro para fazer aporte de poupança.

“Estamos iniciando um novo modelo de habitação popular no país. Nossa missão é transformar essa ideia em um projeto nacional”, enfatizou o presidente do Sinduscon-PE, Antônio Cláudio Sá Barreto Couto.

Já o presidente da Ademi-PE, Rafael Simões, salientou o alívio que o programa trouxe para o setor em Pernambuco, que é ter um programa de quatro anos. “Levantamento indica que de 2015 a 2022 estava orçado R$ 106 bilhões do FGTS para o Nordeste e foi executado R$ 65 bilhões. Cadê os R$ 41 bilhões? Foram produzidas 100 mil unidades habitacionais, gerados 90 mil empregos e 300 mil pessoas beneficiadas. Se esse recurso estivesse aqui, teriam sido produzidas 163 mil habitações, gerados 147 mil empregos e beneficiado 527 mil famílias.

Ao citar pesquisa da Brain, Renato Correia apontou dois gargalos: a condição da poupança, que agora está sendo resolvida em Pernambuco, e a comprovação da renda, por causa da informalidade. O dirigente aproveitou para convidar o grupo a pensar em como combater a questão da informalidade.

Construção é essencial para o crescimento sustentável do país

“A construção representa 50% do investimento da economia. Isso significa que o Brasil não cresce de forma sustentável sem um desempenho positivo da construção civil”, afirmou a economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, ao encerrar a reunião-almoço realizada nesta segunda-feira (10/07), na sede do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS), com a presença do presidente da entidade, Renato Correia.

Coordenado pelo presidente do Sinduscon-RS, Claudio Teitelbaum, o evento contou com dirigentes empresariais de peso da construção civil nacional e gaúcha que analisaram desafios, prioridades, relação do setor com o poder executivo e legislativo nacional e as perspectivas para economia e para a atividade da construção civil.

Renato Correia detalhou as prioridades de sua gestão à frente da CBIC (2203-2026), com destaque para projetos como o programa de melhoria da segurança empresarial, desenvolvimento da comunicação setorial, reorganização institucional, atração de investimentos e atração política com o poder público do ecossistema e engajamento político das bases.

Como grandes desafios a serem enfrentados pela atividade da construção civil citou a falta de previsibilidade de funding imobiliário, a falta de mão de obra especializada e a redução de novos entrantes no mercado de trabalho do setor e a disseminação do tema ESG, desenvolvendo fortemente conceitos de compliance, sustentabilidade e governança corporativa. Enfatizou que a construção tem muito a entregar à sociedade. “Somos instrumentos deste país para fazer habitação, saneamento, escola, hospital, creche, estradas, entre tantos outros produtos fins de nossa atividade”, disse.

O presidente Claudio Teitelbaum, antes de passar a palavra ao José Carlos Martins, hoje presidente do Conselho Consultivo da CBIC, prestou uma homenagem pelos nove anos de comando como presidente da Câmara, de 2014 até a atual gestão, chamando ao palco os ex-presidentes do Sinduscon-RS que participaram de singular trajetória, para a entrega de uma placa.  José Carlos Martins agradeceu o reconhecimento abordando parte dos seus feitos e reforçando os desafios a serem ainda enfrentados.

O coordenador de Relações Institucionais da CBIC, Luis Henrique Cidade, apresentou a importância da interação do setor, por meio de suas entidades representativas, na Câmara dos Deputados e Senado Federal. “Tramitam no Congresso Nacional mais de 40 mil proposições. A CBIC monitora mais de 3 mil. Um movimento complexo e necessário”, salienta Cidade.  Na pauta de prioridades da construção no Congresso Nacional destacou a Reforma Tributária (PEC 45/2019) e o Marco Legal das Garantias (PL 4188/2021). Para ele, o setor tem direito e dever de apresentar os obstáculos que inibem suas contribuições ao crescimento econômico e social do país. “Isso passa por um diálogo constante com os representantes do Congresso Nacional”, ressalta.

A economista Ieda Vasconcelos aprofundou-se no cenário da economia nacional e desempenho da construção. Segundo ela, os principais indicadores macroeconômicos nacionais (inflação, juros, PIB, cambio) provocaram uma reflexão de expectativas da economia para patamares mais positivos, devendo superar 2% neste ano. Um cenário inverso acontece com a construção, que deverá crescer, mas em níveis mais modestos do que projetos no início do ano.

Nos primeiros três meses do ano, a construção foi um dos setores que apresentou maior retração. Foram fatores determinantes para esse baixo desempenho registrado no primeiro trimestre: elevada taxa de juros; demora nas novas condições no programa de habitação de interesse social; queda mais acentuada de lançamentos imobiliários, e ciclo muito grande de aperto monetário. “A queda do setor interferiu negativamente no resultado dos investimentos nos primeiros meses de 2023, o que implica em sinal de alerta quanto a um crescimento sustentável no país”, salienta a economista ao apresentar uma relação entre o crescimento do PIB, do consumo da família e do Governo contra uma retração do investimento. “O crescimento de forma sustentável passa pela construção civil, concluiu.

Fonte:https://cbic.org.br/construcao-e-essencial-para-o-crescimento-sustentavel-do-pais/?utm_campaign=cbic_hoje_10072023&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

ANALOC RENTAL SHOW 2023

Entre os dias 12 a 14/07 aconteceu a ANALOC RENTAL SHOW, em Curitiba.

Com apenas 60 anos de operação no Brasil , o rental brasileiro têm evoluído aos passos do rental mundial mas com a criatividade e a resiliência do empreendedor brasileiro que deu a esse segmento uma identidade própria.

Empregamos 210 mil trabalhadores, consumimos 30% da produção da linha amarela e 90% da linha leve de ferramentas e representamos 0,17% do PIB nacional.

Nossa missão agora é realizar a tão sonhada feira de exposição genuína para locadores de equipamentos, projeto que já foi realizado há alguns anos por outras entidades mas que ao longo dos anos perdeu força e deixou de existir.

Para esse desafio a Analoc criou uma aliança com os LocadoresBR, uma organização corporativa independente criada por locadores e agentes do segmento com intuito de promover uma comunicação empresarial de forma prática e inovadora.

Nossos Associados estiveram presentes. Muito obrigado a todos.

Nossas Empresas Madrinhas também estiveram presentes. Fortequipe, Vibromak e MTower.

Economia de locação na construção civil ajuda a impulsionar o setor no país

Tendência de aluguel de equipamentos é um dos destaques do Concrete Show, evento da cadeia construtiva que acontece em agosto

A notável expansão do mercado de locação no país tem sido impulsionada por uma nova geração de consumidores que prioriza o acesso à utilização de bens móveis e deixa de lado o conceito de propriedade. No setor de construção civil, não é diferente. De acordo com a Associação Brasileira de Locadores de Equipamentos e Bens Móveis (ALEC), estima-se que existam aproximadamente 20.000 locadoras no Brasil apenas na área de equipamentos de linha leve.

“O cenário atual do mercado de locação no país é promissor. O segmento teve um forte crescimento em 2020 e 2022, acompanhando o ritmo da construção civil que registrou um aumento de 17,7%, em comparação com os 8,2% da economia brasileira no mesmo período. Além disso, o surgimento de muitas locadoras novas e a geração de mais de 210 mil empregos evidenciam o aquecimento desse mercado”, afirma o presidente da ALEC, Alexandre Forjaz.

Ele também alerta que para enfrentar a competitividade deste mercado é fundamental que as locadoras mantenham-se atualizadas, com o investimento em capacitação da equipe, o estabelecimento de parcerias estratégicas e oferta de soluções personalizadas aos clientes. “O conceito de locação vem sendo consolidado e seus inúmeros benefícios são cada vez mais evidentes”, disse o presidente da ALEC. Entre as vantagens da locação para as construtoras, por exemplo, estão a redução de custos de aquisição e manutenção, a otimização de logística e do espaço para armazenagem e ainda a sustentabilidade, uma vez que alguns equipamentos são utilizados poucas vezes em relação a sua vida útil.

O perfil das empresas locadoras associadas à ALEC engloba desde pequenas e médias empresas familiares até grandes corporações do setor de locação de equipamentos. Essas empresas buscam aprimorar seus negócios por meio do acesso a uma rede de contatos, participação em eventos, capacitação e treinamento, além do suporte da associação na defesa de seus interesses.

Essa tendência de locação de equipamentos para a construção civil será uma das temáticas de destaque do Concrete Show, evento da cadeia construtiva, que acontece de 8 a 10 de agosto no São Paulo Expo, na capital paulista. No Congresso ‘Construindo o Conhecimento’ será realizado o seminário ‘Alugar São Paulo’, organizado pela ALEC, para debater as perspectivas deste segmento. As informações sobre a programação completa e as inscrições para o ‘Construindo o Conhecimento’ estão disponíveis no site do evento.

“A expectativa para a participação nesta edição do Concrete Show é muito positiva, considerando os dados do mercado e a importância do evento para o setor de construção civil e de locação de equipamentos. A ALEC pretende apresentar os desafios e oportunidades do setor, onde serão abordados temas relevantes como Perspectivas e Tendências para o Setor da Construção Civil, Cases de Sucesso, Ponto de Equilíbrio na Manutenção da Frota, Passo a Passo de Combate à Fraude, uma das grandes dores dos locadores e muito mais”, revela Forjaz.

Concrete Show 2023

Data: 8 a 10 de agosto de 2023.

Horário: das 13 às 20 horas.

Local/Endereço: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes na altura do km 1,5, Jabaquara, São Paulo.

Copom mantém taxa Selic em 13,75% e preocupa construção

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu, nesta quarta-feira (21), manter a taxa de juros Selic em 13,75% ao ano (a.a). O índice segue sem alterações desde agosto de 2022.

Em nota, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) destacou que a decisão afeta o desempenho da atividade produtiva no país e impacta diretamente o setor da construção.

“Lamentamos que a taxa seja mantida, mais uma vez, nesse patamar exorbitante. Isso está claramente afetando o desempenho da atividade produtiva no país, justamente ela que gera renda e emprego. Particularmente, a indústria da construção está sendo muito impactada por esse juro elevado”.

Dados divulgados pela CBIC mostram a queda de 30,2% dos lançamentos imobiliários nos primeiros três meses deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. A entidade ainda destacou que deve revisar a projeção de crescimento do setor para 2023. “O cenário com menor pressão inflacionária, a melhoria das expectativas e a redução de incertezas com a aprovação do arcabouço fiscal pela Câmara dos Deputados demonstra que ou reduzimos os juros ou continuaremos a atrasar o crescimento do país”, disse a entidade.

De acordo com a economista da CBIC, Ieda Vasconcelos, a taxa de juros elevada é o principal problema que vem sendo enfrentado pela construção. “É certo que no atual patamar a taxa desestimula os investimentos produtivos. O desempenho do mercado imobiliário reflete isso. Dados do Banco Central indicam que a caderneta de poupança, uma das principais fontes de financiamento imobiliário, já perdeu, nos primeiros cinco meses de 2023, mais de R$ 56 bilhões. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança apresentaram queda de 34,6% em abril, em relação a março deste ano. Dados preocupantes e que adia para agosto a expectativa do início do ciclo de afrouxamento monetário”, disse.

Clique aqui e confira o estudo produzido pela economista da CBIC. 

A ação integra o projeto “Inteligência Setorial Estratégica”, realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional) e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional).

Fonte: https://cbic.org.br/copom-mantem-taxa-selic-em-1375-e-preocupa-construcao/