Notícias

  • AVISO IMPORTANTE

    CANCELAMENTO

    Prezados Senhores,

    Comunicamos a todos o cancelamento do nosso MEETING que seria realizado no próximo dia 26/02/2016 (sexta feira) , em breve enviaremos comunicado com nova data.

    Atenciosamente,

    Secretaria/SINDILEQ-PE
    Fone: (81) 3471-0453/3497-0461
    Rua Noruega, 523 loja 5 Imbiribeira 
    E-mail: secretaria@sindileq-pe.org.br

  • Encontro Mensal

  • Palestra Gestão de Custos

    Programe-se!

    O SINDILEQ-PE em parceria com o Grupo Ser Educacional convida todos para participarem da palestra sobre Gestão de Custos, que acontece nesta quarta (24), às 16h, na sede do sindicato, com o palestrante e consultor em Gestão Empresarial Flávio Félix Ferreira, mestre em Gestão e Sustentabilidade e executivo em empresas como Colgate, Faber-Castell, Mash, UPE e Uninassau,

    OBS: Será entregue certificado aos participantes ao final da palestra.

    Participem!!!!

    Atenciosamente,

    Secretaria/SINDILEQ-PE
    Fone: (81) 3471-0453/3497-0461
    Rua Noruega, 523 loja 5 Imbiribeira 
    E-mail: secretaria@sindileq-pe.org.br

  • Sindileq - PE discute gestão e controle do fluxo financeiro em meeting

    O Sindicato dos Locadores de Equipamentos, Máquinas Ferramentas de Pernambuco – Sindileq - PE reuniu na sexta (29) associados e parceiros para discutir sobre planejamento financeiro, fluxo de caixa e contas a receber/pagar. O primeiro meeting mensal de 2016 aconteceu no restaurante Ponteio e contou com participação do professor e mestre da Uninassau – Grupo Ser Educacional, Marcelino José Caetano.

    Durante o encontro foram abordadas questões referentes ao tema como o cenário econômico dos últimos anos no país e a importância e definição de volume do capital de giro. "O fluxo de caixa é uma ferramenta simples e importante para a rotina da empresa. É preciso ajustar o fluxo com o cenário atual e as projeções precisam se adequar à realidade da empresa", explicou o professor. Além disso, Marcelino afirmou que o fluxo tem que se adequar à demanda e à sazonalidade.

    "A ferramenta dá condição de você acompanhar de forma dinâmica a situação econômica da empresa", revelou ele. Há mais de um ano o Sindileq - PE promove o meeting mensal para todos que fazem parte do cenário de rental, reunindo diversas empresas de locação de máquinas e equipamento de Pernambuco. "Tudo o que a gente ouve, aprende nos encontros são aplicados no dia a dia da empresa. Irei tentar implementar alguns tópicos tratados durante o encontro", informou Claudio Chaud, diretor da Alutec Equipamentos.

     

  • Sindileq - PE é matéria da Folha de Pernambuco

    O Sindileq-PE comenta sobre como a crise afeta o setor de locações de máquinas na construção civil, em matéria da edição desta segunda- feira da Folha de  Pernambuco. Nosso presidente João Carvalho avalia dados do setor e reitera aumento da inadimplência dos contratantes.

  • Reunião da Câmara Setorial de Geradores e Compressores


    Prezados Senhores,

    O SINDILEQ-PE - Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco promove reunião da Câmara Setorial de Geradores e Compressores, que será realizada no dia 27/01/2016 (quarta-feira)  às 16h30min na sede do sindicato, e tem o prazer de convidá-los para o evento que terá a seguinte pauta:

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    - Contratos;

    - Mão de Obra;

    - Custos Operacionais;

    - Treinamento de Mão de Obra;

    - Produtividade;

    - Dificuldades;

    - Pontos Desfavoráveis;

    - Outros assuntos de interesse geral.

     

    Atenciosamente,

     

    Secretaria/SINDILEQ-PE

    Fone: (81) 3471-0453/3497-0461

    Rua Noruega, 523 loja 5 Imbiribeira 

    E-mail: secretaria@sindileq-pe.org.br

    Site: www.sindileq-pe.org.br

     

  • Palestra sobre Recuperação Judicial


    Prezados Senhores,

    O SINDILEQ-PE em parceria com o departamento jurídico convida todos para palestra sobre recuperação judicial ,que será realizada na nossa sede, sito a Rua Noruega, 523 loja 05/06 – Imbiribeira – Recife.

    Título: Recuperação Judicial 

    Participantes:

     

    Tulio Vilaça e Tiago Lins, ADC Advogados, escritório com ampla atuação em Recuperação Judicial.

     

    João Rogério Alves Filho, economista, sócio da PPK Soluções, consultoria econômico-financeira com ampla atuação em Recuperação Judicial.

     

    Data: 28/01/2016 (quinta-feira)

     

    Horário: 16h30min

     

    Conteúdo:

    ·  Apresentação

    ·  O Objetivo da Lei de Recuperação Judicial

    ·  Como se dá o ajuizamento de um processo de Recuperação Judicial

    ·  A evolução dos entendimentos do judiciário sobre as principais questões - jurisprudência dominante

    ·  Requerer uma Recuperação Judicial diminui bastante seus efeitos negativos perante o mercado

    ·  Mitos da Recuperação Judicial - O que de fato acontece?

    ·  Debate (sanar dúvidas)

     

  • Retrospectiva 2015 Sindileq - PE

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  • Brasil precisa de 500 bilhões de dólares para preencher lacuna de investimentos em infraestrutura


    De acordo com o levantamento, que defende a atuação do setor privado como vital na busca de maior eficiência na gestão dos projetos, seriam necessários 500 bilhões de dólares para preencher a lacuna de investimentos em infraestrutura no Brasil.O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) apresentou na última semana em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) um estudo sobre os caminhos para a atração de capital estrangeiro para investimentos no setor de infraestrutura.

    Para que o investimento em infraestrutura seja da ordem de 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, são necessários outros 110 bilhões de dólares ao ano, o que representa 0,3% de todo o investimento em infraestrutura previsto para o mundo até 2030.

    Em 2014, os investimentos no setor foram de R$ 130,9 bilhões e, para 2015, a previsão é de que o valor chegue a R$ 106,4 bilhões, representando queda de 19% em termos nominais.

    Para o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto, o Brasil não pode ficar mergulhado indefinidamente na recessão. “É na expansão da infraestrutura que estão as maiores oportunidades para o país voltar a crescer de forma sustentada. Precisamos agir urgentemente para que estas oportunidades efetivamente se concretizem”, disse.

    Já para o diretor do FGV Management, Paulo Lemos, a demanda do país por obras nesse segmento é grande, mas é preciso tornar o ambiente de negócios mais favorável e facilitar as decisões dos agentes econômicos. “O Brasil precisa definir uma política fiscal e segui-la a risca por vários anos”, completa.

    O estudo destaca ainda que existe funding no mundo disponível e querendo investir no Brasil, mas faltam bons projetos. “Nós não conseguimos ter a competência necessária para atrair o capital estrangeiro. Precisamos criar imediatamente um PMO para infraestrutura. O setor privado precisa contribuir para a melhoria da qualidade dos projetos do poder público”, explica o professor da FGV, Robson Gonçalves.

    Fonte:  Portal PINIweb

  • Jantar de Confraternização

  • Palestras


    Prezados Associados,

     

    O SINDILEQ-PE - Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco promove palestras, que serão realizadas dia 24/11/2015 (terça-feira) na sede do sindicato, segue horário e tema abaixo:

     

    Palestrante: João Carvalho – Presidente/SINDILEQ-PE

    Tema: Alinhamento – Seminário e perspectiva a curto prazo;

    Horário:16h00min.

     

    Palestrante: Charbel Maroun – Farias Janguiê e Maroun Advogados

    Tema: Como receber dividas de consórcios e outros devedores;

    Horário: 17h

     

    Secretaria/SINDILEQ-PE

    Fone: (81) 3471-0453/3497-0461

     

     

  • “Infraestrutura é o ponto zero do crescimento do Brasil” diz Ministro da Fazenda


    O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, discutiu as linhas gerais do Programa Público Avançado (PPP+) com a indústria da construção e qualificou o setor como parceiro importante para a retomada dos investimentos em infraestrutura planejados pelo governo federal para 2016.

    Levy participou de reunião institucional organizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), com vistas a conhecer as expectativas e preocupações do setor em torno do programa de concessões do governo. O encontro foi realizado em São Paulo,para um público estimado em 80 pessoas. O titular da Fazenda afirmou que interessa ao governo federal aumentar a concorrência nos projetos e melhorar o ambiente de negócios, para estimulara retomada dos investimentos. Segundo ele, uma das preocupações é melhorar a qualidade dos projetos e contratos tanto no setor público, quanto naqueles associados à parcerias com a iniciativa privada, com vistas a ter segurança e transparência. “Projeto tem que ser bom, bem estruturado, e estar em um ambiente jurídico que permita-lhe serbom e ser executado sem muita incerteza. Diminuir riscos permitirá o financiamento privado como umaalternativa factível, que vai ampliar a capacidade de financiamento de projetos”, resumiu.

    O ministro propôs à CBIC aprofundar o diálogo com a criação de um grupo de trabalho. Nossa preocupação é encontrar saídas para recuperar odesempenho, conquistar melhores resultados eoportunidades para o setor”, diz José Carlos Martins,presidente da CBIC. Levy havia recebido dirigentesda construção civil na terça-feira, 3/11, em Brasília.“Nós vemos nas PPPs e concessões não apenasuma saída para as empresas, mas para o Brasil. É uma saída para reduzir o tamanho da máquina pública e recuperar o investimento, além de melhorar a prestação do serviço público”, diz Martins.
     
    SEGURANÇA E CONCORRÊNCIA
    Em linhas gerais, o governo trabalha em um projeto de lei que imponha mais agilidade e eficiência na contratação de empreendimentos públicos e trará, como novidade, o conceito do empreendimento privado de utilidade pública. A proposta deve estabelecer critérios e formatos para tais projetos, incluindo a previsão de um procedimento legal para o fomento público empresarial. “A lei se fixará em empreendimentos de relevância nacional e não apenas em empreendimentos públicos”, esclareceu Fabrício Dantas. O secretário-executivo adjunto acompanhou o ministro e participou do debate. Segundo ele, a proposta de legislação não substituirá os marcos legais em vigor: a ideia é ter instrumental para formatar projetos diferenciados, porém, em harmonia com a regulação existente. “É importante que as empresas sintam-se seguras para realizar investimentos e queremos dar essa segurança. A principal demanda que enxergamos é melhorar a infraestrutura, tendo como foco estimular atividades econômicas que alavanquem outras atividades econômicas”, disse. “O ministro nos encomendou legislações voltadas à desburocratização”.
    A indústria da construção tem se preparado para colocar-se como player atuante nesse segmento. Além de estudos técnicos, realizados pelo consultor Gesner Oliveira, a CBIC tem realizado encontros regionais para discutir oportunidades de negócios e a modelagem ideal para que mais empresas possam disputar as licitações de projetos de concessões e PPPs. A expectativa dos empresários é que haja um esforço do governo para a melhoria do ambiente de negócios, com maior segurança jurídica e estímulos para o investimento privado, especialmente no que diz respeito à modelagem de projetos e acesso ao crédito – há uma preocupação com a formação de funding e garantias. “Temos capacidade para participar desses projetos e estamos nos preparando para uma atuação mais forte”, afirmou o presidente da Apeop, Luciano Amadio. Presidente da Comissão de Obras Públicas (COP) da CBIC, Carlos Eduardo Lima Jorge defendeu a criação de modelagens que permitam a participação de um número maior de empresas. “É importante esse diálogo institucional com o governo”, comentou. “Concessões e PPPs tornaram-se um caminho para o desenvolvimento do Brasil e do nosso setor também. É o futuro”.

    Fonte: Alec
  • AVISO IMPORTANTE

    AVISO

    Comunicamos a todos que na próxima terça (17) às 16h30, haverá reunião do setor jurídico com a presença do nosso advogado Dr. Guilherme, que estará à disposição para atendimento particular aos associados na SEDE DO SINDILEQ-PE.

    PAUTA: Assuntos de interesse geral.

    Contamos com a presença de todos, participem!!!!!

    Atenciosamente,

    Secretaria/SINDILEQ-PE
    Fone: (81) 3471-0453/3497-0461
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  • Economia verde avança no setor da construção civil


    Os chamados prédios verdes estão colorindo cada vez mais as cidades e ganhando força como um setor ativo da construção civil. Isso porque esse tipo de empreendimento, que inclui uma série de materiais e práticas menos prejudiciais ao meio ambiente, ainda ajuda o consumidor na economia de energia. Um estudo realizado pela consultora Ernst & Young em 2013 revelou que o número de edificações certificadas com o selo Leed – que atesta o nível de sustentabilidade – já representa 10% do PIB da construção civil no País. A maior feira nacional de negócios do setor, a Green Building Expo, recebeu 10 mil visitantes e reuniu mais de 100 empresas expositoras do mercado nacional e internacional na última edição.

    Pelo otimismo dos profissionais, parece que esse pensamento verde não é apenas uma brisa passageira. A arquiteta Ingrid Dahm trabalha com projetos de baixo impacto ambiental desde 2006, ano em que fundou o escritório de arquitetura Cuboverde em Porto Alegre, junto com um sócio. “Quando começamos, as pessoas achavam uma bobagem. Hoje, nos procuram porque fazemos justamente isso”, assegura Ingrid. Na lista de projetos, a empresa tem desde casas residenciais e restaurantes até grandes empreendimentos. Um deles é o Partec Green, prédio comercial de 11 andares e 21 mil metros quadrados que integrará o Tecnosinos. A construção foi projetada visando a eficiência energética, uma exigência dos clientes. “Tem empresas hoje que dão preferência por alugar uma sala em um prédio com certificação, então é interessante para a questão comercial”, avalia a arquiteta.

    Há mais de 10 anos no mercado de materiais de construção sustentáveis, Paulo Guimarães observa que o setor, apesar de muito novo, vem ganhando mais adeptos entre os especialistas e a população. “No momento em que os profissionais da área e do poder público se conscientizarem da grande importância que as construções sustentáveis têm para a sociedade e para a natureza, haverá uma revolução, principalmente nos grandes centros urbanos”, acredita o engenheiro civil e proprietário da Ecotelhado, empresa porto-alegrense que produz materiais como telhados verdes, jardins verticais e sistemas integrados de esgoto. Por ser uma das pioneiras do ramo no Rio Grande do Sul, a empresa cresceu rapidamente e hoje tem clientes em vários estados do Brasil e países da América do Sul e Central.

    Não é preciso investir muito dinheiro para a construção de uma casa mais sustentável, garante Ingrid, apontando que existem práticas simples de integrar às edificações. “Por exemplo, nós analisamos primeiro onde estamos inserindo o projeto. Cada região tem suas características, e nós usamos o material local”, explica. Outra medida acessível é o cuidado com a posição das janelas, de forma a diminuir o calor no interior do prédio.

    Além de trazer menos danos ao meio ambiente, medidas sustentáveis, se bem aplicadas, contribuem para a economia de energia das construções, diminuindo os valores nas contas de água e luz ao longo do tempo. Materiais como o telhado vegetado reduzem a velocidade de escoamento da água da chuva para rede pública, produzem oxigênio e melhoram o conforto térmico no interior de ambientes, gerando menos consumo de ar-condicionado, por exemplo. Sistemas que reutilizam a precipitação da chuva para o consumo ou integram a água de esgoto tratada para irrigação são fáceis de instalar e acessíveis economicamente.

    Há ainda tecnologias de maior investimento financeiro que potencializam a eficiência energética, como o painel fotovoltáico, usado para produção de energia elétrica, e o painel solar, voltado ao aquecimento da água. Opções mais avançadas, como elevadores inteligentes e iluminação de alta eficiência também começam a aparecer no mercado brasileiro. “Nesse caso, a proposta é fazer uma conta ao inverso. Pagar a mais pela tecnologia, mas com o tempo começar a render lucro”, explica Ingrid. Para Guimarães, “é necessário um projeto com especialistas em arquitetura sustentável para que as técnicas sejam bem aplicadas.”

    Procura pela certificação Leed vem crescendo no Brasil

    Um dos medidores que atestam o interesse crescente pela arquitetura de baixo impacto ambiental é o aumento no interesse pelo selo Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), uma das certificações internacionais que comprovam que as construções são verdadeiramente sustentáveis. No Brasil, a certificação é realizada pela Green Building Council a qual é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a fomentar o crescimento do ramo, além de promover a maior feira de arquitetura sustentável do País.

    Segundo o diretor, Felipe Faria, a organização está perto de anunciar o total de mil empreendimentos certificados em quase todos os estados do País, o que comprova o interesse de empresários dos mais diversos setores. “Hoje, esses projetos deixaram de ficar restritos às edificações corporativas de alto padrão e passaram a abranger tipologias diversas, desde centros de distribuição até escolas e bibliotecas públicas”, afirma.

    Para ser certificada com o Leed, a construção precisa atingir metas em categorias como eficiência do uso da água, qualidade do ar, materiais e recursos. O profissional de arquitetura escolhe entre uma série de sugestões de práticas sustentáveis que o ajudam a cumprir o necessário. Assim, na questão da água, por exemplo, o prédio deve ser ao menos 20% mais eficiente que uma edificação convencional. À medida que a eficiência aumenta, o nível da certificação também sobe. “Como o Leed é baseado em metas de desempenho, ele evita influenciar uma tecnologia em detrimento de outra”, explica Faria.

    Além de economicamente interessante para a construção, o selo valoriza comercialmente a propriedade. “Ela muda o patamar do empreendimento e não custa mais, se houver planejamento desde o início. Como todos hoje em dia usam a palavra sustentável, a certificação comprova que de fato é”, avalia a arquiteta Ingrid Dahm.

    A organização vê com otimismo o aumento do interesse pela certificação, inclusive por órgãos públicos, mas destaca que ainda existem dificuldades a serem superadas para o crescimento do setor. A falta de diálogo entre os profissionais envolvidos na construção e o pensamento imediatista do setor são alguns dos obstáculos apontados.

    Fonte: Portal Obra 24 horas, original Jornal do Comércio.

  • BNDES reativa linha Finame Moderniza BK – 500 milhões a disposição

    O BNDES reativou este mês a linha Finame Moderniza BK, destinada à modernização de equipamentos. A linha é voltada para empresas de todos os portes e faturamentos, e vai ao encontro da necessidade da indústria de adequação à NR 12. O banco colocou à disposição R$ 500 milhões. O crédito estará disponível até 31 de março de 2016.
    O Programa BNDES Finame de Modernização de Máquinas e Equipamentos está substanciado na Circular 37/2015, publicada pelo BNDES em 14 de setembro, podem pleitear financiamentos tanto os proprietários das máquinas quanto os prestadores de serviços de modernização. A forma de financiamento é indireta, feita por meio de agente financeiro.
    Os itens financiáveis são serviços de engenharia e aquisição de peças e componentes (o valor das peças e componentes não poderá ultrapassar 40% do cobrado pelos serviços de engenharia e deverá respeitar o conteúdo nacional de 60%).
    De acordo com o coordenador de Inteligência de Mercado da Fiero, Elmir Marques, a linha de crédito é uma excelente oportunidade para o industrial rondoniense em investir na modernização de sua empresa. “O financiamento facilita a incorporação de novas tecnologias que otimizem a performance das indústrias, gerando um aumento na capacidade de produção e da produtividade para a economia nacional”, explicou.
    Condições de financiamento:
    – Taxa de juros: TJLP (6,5% a.a.) + Remuneração BNDES (2,0% a.a.)+Taxa de Intermediação Financeira (0,1% a.a. para MPMEs e 0,5% a.a. para as demais)+Remuneração Agente Financeiro (a negociar);
    – Participação do BNDES no financiamento: até 70% para MPMEs e até 50% para demais, com possibilidade de ampliação para até 90% a taxa de juros mais alta (baseada na SELIC);
    – Limite do financiamento: mínimo de R$ 250 mil e máximo de R$ 20 milhões;
    Serão admitidos financiamentos em valor mínimo de R$ 100 mil nas operações destinadas à conversão da máquina ou equipamento sem dispositivo de segurança para adequação aos requisitos de segurança do trabalho estabelecido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT e pela Norma Regulamentadora nº 12 (NR 12) do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, e suas alterações.
    – Prazos: até 48 meses no caso da empresa ser proprietária da máquina ou até 18 meses no caso do prestador de serviço de modernização.
    O prazo de vigência deste Programa está previsto até 31 de março de 2016.
    Para solicitar o financiamento o interessado deverá dirigir-se a Instituição Financeira Credenciada, com a especificação técnica do bem a ser financiado. A instituição informará qual a documentação necessária, analisará a possibilidade de concessão do crédito e negociará as garantias.
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    Fonte: FIERO – 30/09/2015

  • Conselho aprova liberação de R$ 8,1 bilhões do FGTS para a faixa 1 do MCMV

    O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou no dia 7 de outubro a destinação de R$ 8,1 bilhões do lucro do fundo no período 2015-2016 para a faixa 1 do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). Os recursos, que somam R$ 3,3 bilhões neste ano e R$ 4,8 bilhões em 2016, deverão aplicados a “fundo perdido”, sem retorno para o FGTS.

    A medida direciona outros R$ 500 milhões, relativos à parcela do mutuário, para o MCMV. Segundo o Ministério do Trabalho e da Previdência Social, este valor não será a “fundo perdido”, uma vez que retornará ao FGTS em até 10 anos se remunerados em Taxa Referencial (TR) mais 5% ao ano.

    Atualmente, o rendimento do FGTS é de 3% mais a TR, e o Projeto de Lei (PL) 1358/2015 em trâmite no Senado estabelece que a remuneração do fundo aumente de forma gradual até chegar a cerca de 6%. O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e outras entidades do setor da construção, propõe um projeto substitutivo ao PL, com o objetivo de equiparar os rendimentos do fundo aos da Poupança sem a necessidade de se elevar o custo dos financiamentos à habitação, ao saneamento e à infraestrutura.

    O valor do lucro do FGTS liberado a fundo perdido neste ano financiará o subsídio de 80 mil moradias já contratadas.

    Fonte: Baseado em notícia do Portal PINIweb

  • IV Loc Nordeste reúne fabricantes de máquinas, equipamentos e locadores de todo o país

    Evento bienal aconteceu nesta quinta (22) no Centro de Convenções de Pernambuco

    O Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco - Sindileq-PE promoveu nesta quinta (22) o IV Loc Nordeste, encontro bienal que reuniu fabricantes de máquinas e equipamentos e locadores de todo o país. O seminário aconteceu no Centro de Convenções de Pernambuco - Auditório do Brum, dentro da programação das feiras Fimmepe Mecânica Nordeste, Forind Nordeste e Movimat Nordeste.

    Considerando o cenário econômico atual, o Sindileq-PE trouxe ao seminário os impactos da desaceleração da economia para o setor tanto para a indústria como para os locadores, além de buscar soluções e compartilhar estratégias de sucesso em paralelo a uma mostra da indústria, objetivando potencializar oportunidades de negócios. Durante o evento, foi lançada a edição do Guia de Máquinas e Equipamentos 2016, ferramenta importante para o setor.

    A programação contou com um painel de palestras voltadas para o mercado de locação. Durante o seminário, Paulo Esteves, diretor da Solaris Equipamentos, abordou pontos da gestão na locação. "Precisamos ter consciência de que o mercado não está tão ruim como todo mundo imagina. Existem saídas, alternativas e também é necessário mudar o mindset, porque viemos de um processo de muita aceleração econômica", destacou Esteves.

    De acordo com o diretor, o momento atual "é uma adaptação a um tempo de mais escassez em que é preciso ser mais criativo, reinventar o negócio e trabalhar melhor, fazer o básico bem feito".  E ainda acrescentou: "Muitas vezes, pensamos em estratégias mirabolantes, e no final, a resposta está dentro de casa. É preciso melhorar os processos, ser mais eficiente, evitar desperdício, "varrer" mais o mercado porque as oportunidades ainda existem".

    O cenário de locação e suas perspectivas foi discutido por Eurimilson Daniel, diretor da Escad Rental e Vice Presidente da Sobratema. A programação também contou com um fórum debate com a participação de Reynaldo Fraiha, presidente da Analoc (Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes dos Locadores de Máquinas, Equipamentos e Ferramentas), onde foram colocadas questões de interesse do setor de locação. Jairo Martiniano, coach e sócio da Talentos Nordeste encerrou o seminário com o tema sobre como motivar pessoas e gerenciar processos em tempos difíceis e destacou pontos estratégicos de motivação dentro das empresas.

    "Temos ainda tem um problema sério de lideranças que não sabem motivar as pessoas, não sabem fazer com que as pessoas trabalhem e tenham um ambiente agradável para trabalhar. Apesar de todo o processo difícil, eu posso ainda dificultar mais quando eu sou um gestor que não foco nas pessoas, que não gero confiança, que não acompanho, enfim, que não faço meu trabalho como gestor como deveria ser", explicou Martiniano. De acordo com ele, os processos não acontecem quando as pessoas estão desmotivadas, estão em um ambiente em que não gostariam de estar. "Não dá pra gente hoje trabalhar com pessoas que estão de passagem ou como ocupação. Precisamos de pessoas que estejam engajadas e este engajamento só se dá através da motivação da vontade de fazer", completou.

    Com edições realizadas em 2010, 2011 e 2013, O Loc Nordeste tem a proposta de discutir temas de interesse da categoria, analisar as condições de mercado e reforçar as relações comerciais e ampliar a base de clientes. “Os temas abordados nesta edição foram temas realistas e atuais. Este seminário une quem momentaneamente quem estava distante do grupo diante de incertezas do mercado. Conseguimos unir uma boa parte do segmento para compartilhar o momento atual e a união da classe é fundamental", ressaltou João Carvalho, presidente do Sindileq - PE. 

  • Sindileq - PE promove o IV Loc Nordeste nesta quinta (22)


    Encontro bienal acontece no Centro de Convenções de Pernambuco e reúne fabricantes de máquinas, equipamentos e locadores de todo o país

    O Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco - Sindileq-PE promove no dia 22 de outubro o IV Loc Nordeste, encontro bienal que reúne fabricantes de máquinas e equipamentos e locadores de todo o país. O seminário acontece no Centro de Convenções de Pernambuco - Auditório do Brum, dentro da programação das feiras Fimmepe Mecânica Nordeste, Forind Nordeste e Movimat Nordeste, que acontecem entre os dias 20 a 23 de Outubro, das 16h às 22h, também no Centro de Convenções de Pernambuco.

     

    Nesta edição, considerando o cenário econômico atual, o Sindileq-PE traz ao seminário os impactos da desaceleração da economia para o setor tanto para a indústria como para os locadores, além de buscar soluções e compartilhar estratégias de sucesso em paralelo a uma mostra da indústria com vistas, objetivando potencializar a oportunidade de negócios. Durante o evento, será lançada a edição do Guia de Máquinas e Equipamentos 2016.

     

    Com edições realizadas em 2010, 2011 e 2013, O Loc Nordeste tem a proposta de discutir temas de interesse da categoria, analisar as condições de mercado e reforçar as relações comerciais e ampliar a base de clientes. O seminário é gratuito e para participar é necessário realizar o cadastro prévio do seminário no site da Mecanicane (http://www.mecanicane.com.br) ou no local. Os participantes que se inscreverem com antecedência poderão participar de uma visita técnica e de uma rodada de negócios.

     

    Confira a Programação completa do IV Loc Nordeste:

     

    PROGRAMAÇÃO

    17h40-18h Abertura / Lançamento do Guia de Equipamentos 2016  João Carvalho - Presidente do Sindileq-PE

    18h-18h40 Gestão na locação - Paulo Esteves - Diretor da Solaris Equipamentos

    18h40-19h20 O cenário de locação e suas perspectivas - Eurimilson Daniel - Diretor da Escad Rental e Vice Presidente da Sobratema

    19h20-19h40 Fórum Debate

    19h40-20h00 Intervalo

    20h-20h40 Como motivar pessoas e gerenciar processos em tempos difíceis - Jairo Martiniano, palestrante e sócio da Talentos Nordeste

  • Novo site de cálculo e divulgação do Custo Unitário Básico da Construção


    Entrou em 13 de outubro no ar o novo site de cálculo e divulação do Custo Unitário Básico da Construção, desenvolvido pelo Banco de Dados da CBIC.  Ele conta com a participação de 26 Sinduscons do Brasil de quase todos os estados. O objetivo  é continuar facilitando o processo de cálculo do referido indicador, trazendo uniformidade e transparência ao processo. Para utilizar o sistema do cálculo do CUB, os associados devem entrar em contato com o Banco de Dados da entidade, pelo e-mail bancodedados@cbic.org.br, com Ieda Vasconcelos e Daniel Furletti. O público em geral pode acessar os resultados do indicador pelo link http://www.cub.org.br/cub-m2-brasil

    Fonte: 
    baseado em notícia da CBIC
     

  • AVISO IMPORTANTE:

    Prezados Senhores,

    Comunicamos a todos o cancelamento do nosso MEETING que seria realizado no próximo dia 09/10/2015 (sexta feira) , em breve enviaremos o comunicado com nova data.

    Atenciosamente,

    Secretaria/SINDILEQ-PE
    Fone: (81) 3471-0453/3497-0461
    Rua Noruega, 523 loja 5 Imbiribeira 
    E-mail: secretaria@sindileq-pe.org.br

  • Loc Show Nordeste 2015

  • Sindileq - PE promove o IV Loc Nordeste em outubro

  • Investimento estrangeiro em obras de infraestrutura sobe cinco vezes em 2015

    Alta ocorreu de janeiro a julho deste ano em relação ao mesmo período de 2014

    Enquanto o ingresso de investimento estrangeiro direto caiu significativamente de janeiro a julho deste ano, os aportes de estrangeiros em obras de infraestrutura no país cresceram fortemente. O investimento em infraestrutura saltou quase cinco vezes entre janeiro e julho na comparação com igual período do ano passado, atingindo US$ 457 milhões. O movimento de alta começou a ser percebido nos últimos meses do ano passado.

    Segundo o presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), José Carlos Martins, uma das explicações para esse crescimento da presença estrangeira nesse mercado é a operação Lava-Jato, que tem investigado uma série de grandes empreiteiras nacionais. Com isso abre-se espaço no mercado para empresas médias e para estrangeiros.

    Martins diz que identificou neste ano um movimento mais forte de busca de informações por estrangeiros interessados em entrar no mercado brasileiro de infraestrutura. A CBIC trabalha para ajudar essas empresas a entenderem as especificidades brasileiras e estimula parcerias.

    O executivo diz que com a desvalorização do real ante o dólar, os ativos brasileiros ficaram baratos para os estrangeiros, o que pode ter sido um estímulo, mas lembra que o momento é de muita indefinição na economia brasileira, o que atrapalha.

    Para Helcio Takeda, sócio da Pezco Microanalysis, consultoria especializada em infraestrutura e em setores regulados, o dólar é um fator que barateia e torna mais atrativo o Brasil para os investimentos estrangeiros. Mas o Brasil ainda não tinha perdido o grau de investimento pela agência Standard&Poor’s, a situação política estava menos deteriorada do que agora e havia percepção relativamente positiva com o lançamento do PIL (Programa de Investimento Logístico).

    “A perda do grau de investimento muda a configuração do custo de capital das concessões. Uma dúvida que surge é se o governo vai mexer na taxa de retorno dos projetos anunciados no PIL em junho”, comenta o economista.

    Takeda acredita que os recursos que entraram no país para obras de infraestrutura devem ter sido mais concentrados em operações nas quais os estrangeiros entraram comprando participações em empresas brasileiras. Segundo ele, provavelmente parte das empresas nacionais tiveram problemas de caixa decorrentes dos problemas do mercado gerados pela Operação Lava-Jato, como paralisação de obras, além da própria queda na atividade econômica.

    Outra hipótese levantada pelo economista e consultor é que empresas nacionais buscaram parcerias com estrangeiras, formando caixa e se preparando para participar de novos projetos de infraestrutura.

    Para Martins, da CBIC, o aumento na presença de estrangeiros no Brasil é bem-vinda, mas é preciso cuidar para que eles estejam submetidos às mesmas regras que as empresas nacionais, para não haver desvantagem competitiva.

    Martins também defende que o governo cuide de obter garantias dessas empresas, minimizando os riscos de elas entrarem no país e, sem concluir suas obras, simplesmente saírem do Brasil e não serem mais localizadas.

    Fonte: Baseado em matéria da CBIC/Fatoonline

  • Sindileq - PE promove o IV Loc Nordeste em outubro

    O Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco - Sindileq-PE promove no dia 22 de outubro o IV Loc Nordeste, encontro bienal que reúne fabricantes de máquinas e equipamentos e locadores de todo o país. O seminário acontece no Centro de Convenções de Pernambuco - Auditório do Brum, dentro da programação das feiras Fimmepe Mecânica Nordeste, Forind Nordeste e Movimat Nordeste, que acontecem entre os dias 20 a 23 de Outubro, das 16h às 22h, também no Centro de Convenções de Pernambuco.

     

    Nesta edição, considerando o cenário econômico atual, o Sindileq-PE traz ao seminário os impactos da desaceleração da economia para o setor tanto para a indústria como para os locadores, além de buscar soluções e compartilhar estratégias de sucesso em paralelo a uma mostra da indústria com vistas, objetivando potencializar a oportunidade de negócios. Durante o evento, será lançada a edição do Guia de Máquinas e Equipamentos 2016.

     

    Com edições realizadas em 2010, 2011 e 2013, O Loc Nordeste tem a proposta de discutir temas de interesse da categoria, analisar as condições de mercado e reforçar as relações comerciais e ampliar a base de clientes. O seminário é gratuito e para participar é necessário realizar o cadastro prévio do seminário no site da Mecanicane (http://www.mecanicane.com.br) ou no local. Os participantes que se inscreverem com antecedência poderão participar de uma visita técnica e de uma rodada de negócios.

     

    Confira a Programação completa do IV Loc Nordeste:

     

    17h40 -18h Abertura / Lançamento do Guia de Equipamentos 2016 |  João Carvalho - Presidente do Sindileq-PE

     

    18h - 18h40 Gestão na locação | Paulo Esteves - Diretor da Solaris Equipamentos

     

    18h40 - 19h20 O cenário de locação e suas perspectivas | Eurimilson Daniel - Diretor da Escad Rental e Vice Presidente da Sobratema

     

    19h20 - 19h40 Fórum Debate

     

    19h40 - 20h Intervalo

     

    20h - 20h40 Como motivar pessoas e gerenciar processos em tempos difíceis | Jairo Martiniano, palestrante e sócio da Talentos Nordeste

  • Investir no Brasil dá muito lucro

    Em busca de bons negócios, fundos asiáticos investem pesado no Brasil

    O Brasil tem atraído os Fundos Soberanos de Cingapura.

    Rubens Serra e José Henrique Azeredo, sócios da B2L Investimentos S/A, estiveram recentemente naquele país do sudeste asiático participando da apresentação de um novo empreendimento imobiliário no nordeste brasileiro. Promovido por um grupo de investidores asiáticos que já possuem projetos realizados no Brasil, o evento contou com cerca 1.100 participantes – em sua maioria de Cingapura mas com presenças significativas da Tailândia, Malásia e Hong Kong.

    O resultado superou as expectativas. Investir no Brasil gera alta lucratividade. Para efeitos de comparação, hoje a rentabilidade de um investimento local, em Cingapura, é em geral de 1% ao ano, já no Brasil, o rendimento supera 12% ao ano.

    E se engana quem pensa que, por causa do atual cenário de crise, os investimentos estão sendo reduzidos no Brasil. De acordo com Serra, os investidores via Fundos Soberanos não estão preocupados com a situação de nossa economia, pois a visão deles é de que a crise não é econômica, mas sim política e passageira. O sucesso deste evento em Cingapura comprova isso. “Foram levantados cerca de US$ 12 milhões para um empreendimento imobiliário no nordeste brasileiro. O discurso deles é que o melhor momento para se investir no Brasil é agora, já que os ativos estão mais baratos”, explica Serra, sócio gestor da B2L.

    Outros Fundos estão fazendo grandes negócios no Brasil. Recentemente o Fundo Soberano de Cingapura (GIC) adquiriu uma fatia de 13% do capital da Rede D’Or, maior grupo hospitalar do país, por US$ 1 bilhão, segundo fontes do setor. E a Temasek, empresa de investimentos de Cingapura, fechou negócio com a Klabin, empresa brasileira de papel e celulose. Ao lado do grupo Ligna, a companhia se comprometeu a investir até US$ 550 milhões (cerca de R$ 1,27 bilhão) em debêntures conversíveis em ações da companhia.

    De acordo com a Associação Internacional dos Fundos de Investimento (IIFA, na sigla em inglês), no final de 2013, o patrimônio administrado pelos fundos de investimento em todo o mundo era o equivalente a R$ 72,32 trilhões.

    Os fundos de investimentos canalizam a poupança de milhões de poupadores particulares em todo o mundo e desempenham um papel-chave no financiamento de empresas dos mais variados setores, como mineração, energia renovável, imobiliário, entre outros.

    A B2L Investimentos atua junto a empresas e fundos de investimentos. Seu grande diferencial é a parceria com os maiores fundos nacionais e estrangeiros,observando e prospectando o movimento de médias empresas em 25 estados brasileiros.

    “Eu acredito que no mundo ainda temos situações de sobra de dinheiro. O que falta são bons negócios. Aquele que tiver um bom negócio na mão terá uma ferramenta e tanto. E não necessariamente terá que se desfazer de sua empresa;ele pode apenas trazer um sócio ou fundos que injetem recursos para incrementar o negócio. Os fundos continuam buscando boas oportunidades no mundo inteiro e com o Brasil não é diferente. Eles estão animados, querendo conhecer mais o país”, explica Rubens Serra.

    Há dois meses, em visita ao Brasil, o vice-premiê e ministro das Finanças de Cingapura, Tharman Shanmugaratnam, já havia declarado que empresas e o Fundo Soberano de Cingapura (GIC) estão interessados no plano de investimentos brasileiro de infraestrutura. “O mais importante foi me encontrar com líderes empresariais brasileiros que têm relações com Cingapura e a Ásia, e com executivos de Cingapura que veem oportunidades no Brasil. As melhores oportunidades de investimentos estão nos períodos de dificuldades”, observou. Nesta mesma época, foram anunciados grandes negócios envolvendo o GIC no Brasil.

    Fonte: baseada em matéria da Revista Grandes Construções

  • Intenção de investimentos sobe 3,6%

    O indicador de intenção de investimentos na indústria avançou 3,6% no terceiro trimestre de 2015 em relação ao segundo trimestre deste ano, informou ontem a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ainda assim, o índice atingiu os 86,0 pontos, o segundo menor nível da série histórica, iniciada no terceiro trimestre de 2012. Em relação ao terceiro trimestre de 2014, o indicador recuou 19,6%.

    Por estar abaixo dos 100 pontos, o indicador sinaliza que o número de empresas industriais que pretendem reduzir investimentos nos próximos 12 meses (33%) é maior do que a parcela das que planejam elevar os aportes (19%) nesse horizonte O pior momento, porém, ocorreu entre abril e junho deste ano, quando essas fatias eram de 35% e 18%, respectivamente.

    “A alta do indicador na margem é discreta se comparada à queda observada nos seis trimestres anteriores. Caso esta tendência de alta seja confirmada no próximo trimestre, o resultado estaria sinalizando uma diminuição da magnitude das taxas negativas daqui por diante. No segundo trimestre de 2015, a Formação Bruta de Capital Fixo, das Contas Nacionais, recuou 12,3% frente ao mesmo trimestre do ano anterior”, destacou o superintendente adjunto de Ciclos Econômicos da FGV, Aloisio Campelo.

    A divulgação de um indicador de intenção de investimentos na indústria é uma novidade em relação aos relatórios anteriores produzidos pela FGV. Até o segundo trimestre deste ano, a instituição anunciava apenas as parcelas de quem pretendia investir mais ou menos, além de fazer um balanço dos aportes nos 12 meses anteriores ao período de referência.

    Sondagem de Investimentos é um levantamento estatístico trimestral que fornece sinalizações sobre o rumo dos investimentos produtivos no setor industrial para os próximos 12 meses. Foram coletadas informações de 868 empresas entre os dias 1º de julho e 31 de agosto.

    Fonte: Diário do Comércio

  • Loc Nordeste 2015

  • Indústria abre 2,5 mil vagas de capacitação empresarial em setembro


    Cursos e palestras do Programa de Desenvolvimento Associativo acontecerão em 17 estados. Fruto de parceria entre CNI, Sebrae e federações, iniciativas serão organizadas pelos sindicatos industriais

    Sindicatos empresariais de 17 estados brasileiros oferecerão, com o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI), das federações estaduais de indústria e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), 2,5 mil vagas em iniciativas de capacitação para empresários ao longo de setembro. Os cursos são gratuitos e têm no máximo oito horas de duração. Santa Catarina tem o maior número de vagas, com 480 oportunidades, seguido Paraná, com 330 vagas e Mato Grosso, com 270.

    O principal objetivo é orientar empresários sobre temas importantes do cotidiano, como normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho; adequação à legislação trabalhista, ambiental e tributária; redução de custos com energia elétrica e formas para promover a internacionalização das indústrias brasileiras.

    As ações compõem o Associa Indústria, eixo do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA) criado pela parceria entre a CNI e o Sebrae, voltado para a oferta de serviços gratuitos para empreendedores. As atividades acontecerão em 51 municípios, entre capitais e em cidades do interior. Cada evento pode ter até 30 inscritos, com exceção do Dia do Empresário, no qual até 150 líderes do setor produtivo participam de uma palestra e um debate sobre temas de interesse do setor.

    Para mais informações sobre datas, disponibilidade de vagas e como participar, procure o sindicato empresarial que representa o seu setor, a federação da indústria ou o Sebrae do seu estado.

    SAIBA MAIS – O Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA) foi criado em 2007 como instrumento da CNI e das federações de indústrias para fortalecer a representação sindical empresarial. Além das iniciativas do Associa Indústria, o Programa conta também com ações que visam aprimorar a atuação dos sindicatos industriais, foco do eixo Avança Sindicato.

    Fonte: CNI

  • Construção civil acumulou inflação de 5,96%, diz IBGE

    Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) acumulou, em agosto, inflação de 5,96% em 12 meses. Taxa superior aos 5,77% registrados em julho deste ano. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa acumulada no ano ficou em 4,58%.

    Apenas em agosto deste ano, a taxa ficou em 0,7%, acima da taxa de julho (0,69%). O metro quadrado da construção custava R$ 955,12 em agosto.

    A mão de obra teve uma inflação de 1,28% e passou a custar R$ 444,23. Já os materiais tiveram alta de preços de 0,21% e passaram a custar R$ 510,89 por metro quadrado.

    O Paraná foi o estado com maior inflação no mês de agosto (4,17%). Já o Rio de Janeiro teve a menor taxa, ao apresentar uma queda do custo de 0,38%. (AB)

    Fonte: Exame

  • Sindileq-PE promove workshop para área comercial de locadoras de máquinas e equipamentos

    Programação contou com a parceria da empresa HILTI

    Nesta quinta-feira (3), o Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco - Sindileq-PE, em parceria com a empresa HILTI promoveu o 1º Workshop HILTI, desenvolvido exclusivamente para empresas de locação e direcionado à área comercial. A capacitação aconteceu na sede do Sindileq-PE, das 14h às 17h. 

    O workshop contou com a participação de vendedores e supervisores da equipe comercial das locadoras. "Foi muito esclarecedor porque mostrou pontos importantes que dentro da empresa a gente não percebe. O modo de abordar o cliente, a atencipação às necessidades dos clientes, além das novidades relacionadas aos equipamentos que facilitam o dia a dia do cliente", pontuou Joss Cabral, vendedora interna da Real locadora.

    De acordo com Rodrigo Lopes, gerente regional da HILTI, a avaliação do workshop foi muito positiva. "A mudança de conceito hoje para o vendedor da locadora, a mudança de uma venda consultiva, são serviços que as empresas estão buscando hoje. Nosso trabalho foi divulgar alguns conceitos de algumas aplicações para quem negocia com o cliente poder fornecer uma assessoria de venda melhor", destacou o gerente regional da HILTI. . O workshop contou ainda com a presença de Marcelo Lima, gerente nacional da HILTI.

  • Anote na sua agenda!



    Sindileq-PE promove workshop para locadoras de máquinas e equipamentos

    O Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco - Sindileq-PE, em parceria com a empresa HILTI promove nesta quinta (3) das 14h às 17h, o 1º Workshop HILTI, desenvolvido exclusivamente para empresas de locação e direcionado à área comercial.

    A capacitação acontece na sede do Sindileq-PE, localizada no bairro da Imbiribeira. As inscrições podem ser feitas através do emailsecretaria@sindileq-pe.org.br ou pelo telefone (81) 3497-0461. Vagas limitadas.

  • Associados do Sindileq - PE visitam fábrica da Jeep nessa terça-feira (25) em Goiana - PE


    Durante a visita, os associados acompanharam todos os processos de produção da fábrica localizada
    na zona da Mata Norte de Pernambuco.

  • Loc Nordeste

    SINDILEQ - PE anuncia a nova data e local do IV Loc Nordeste

    O Sindileq - PE anuncia a nova data e local do IV Loc Nordeste 2015: 22 de outubro. O evento acontece no Centro de Convenções de Pernambuco - Auditório do Brum - em paralelo à FORIND - 7a. Feira de Fornecedores Industriais, de 20 a 23 de outubro de 2015. O seminário tem o objetivo de discutir os impactos da desaceleração da economia para o setor, tanto para a indústria como para os locadores, buscar soluções e compartilhar estratégias de sucesso, em paralelo a uma mostra da indústria, com vistas a potencializar a oportunidade de negócios.

    Confira a programação:

     

  • Economia verde avança no setor da construção civil

    Os chamados prédios verdes estão colorindo cada vez mais as cidades e ganhando força como um setor ativo da construção civil. Isso porque esse tipo de empreendimento, que inclui uma série de materiais e práticas menos prejudiciais ao meio ambiente, ainda ajuda o consumidor na economia de energia. Um estudo realizado pela consultora Ernst & Young em 2013 revelou que o número de edificações certificadas com o selo Leed – que atesta o nível de sustentabilidade – já representa 10% do PIB da construção civil no País. A maior feira nacional de negócios do setor, a Green Building Expo, recebeu 10 mil visitantes e reuniu mais de 100 empresas expositoras do mercado nacional e internacional na última edição.

    Pelo otimismo dos profissionais, parece que esse pensamento verde não é apenas uma brisa passageira. A arquiteta Ingrid Dahm trabalha com projetos de baixo impacto ambiental desde 2006, ano em que fundou o escritório de arquitetura Cuboverde em Porto Alegre, junto com um sócio. “Quando começamos, as pessoas achavam uma bobagem. Hoje, nos procuram porque fazemos justamente isso”, assegura Ingrid. Na lista de projetos, a empresa tem desde casas residenciais e restaurantes até grandes empreendimentos. Um deles é o Partec Green, prédio comercial de 11 andares e 21 mil metros quadrados que integrará o Tecnosinos. A construção foi projetada visando a eficiência energética, uma exigência dos clientes. “Tem empresas hoje que dão preferência por alugar uma sala em um prédio com certificação, então é interessante para a questão comercial”, avalia a arquiteta.

    Há mais de 10 anos no mercado de materiais de construção sustentáveis, Paulo Guimarães observa que o setor, apesar de muito novo, vem ganhando mais adeptos entre os especialistas e a população. “No momento em que os profissionais da área e do poder público se conscientizarem da grande importância que as construções sustentáveis têm para a sociedade e para a natureza, haverá uma revolução, principalmente nos grandes centros urbanos”, acredita o engenheiro civil e proprietário da Ecotelhado, empresa porto-alegrense que produz materiais como telhados verdes, jardins verticais e sistemas integrados de esgoto. Por ser uma das pioneiras do ramo no Rio Grande do Sul, a empresa cresceu rapidamente e hoje tem clientes em vários estados do Brasil e países da América do Sul e Central.

    Não é preciso investir muito dinheiro para a construção de uma casa mais sustentável, garante Ingrid, apontando que existem práticas simples de integrar às edificações. “Por exemplo, nós analisamos primeiro onde estamos inserindo o projeto. Cada região tem suas características, e nós usamos o material local”, explica. Outra medida acessível é o cuidado com a posição das janelas, de forma a diminuir o calor no interior do prédio.

    Além de trazer menos danos ao meio ambiente, medidas sustentáveis, se bem aplicadas, contribuem para a economia de energia das construções, diminuindo os valores nas contas de água e luz ao longo do tempo. Materiais como o telhado vegetado reduzem a velocidade de escoamento da água da chuva para rede pública, produzem oxigênio e melhoram o conforto térmico no interior de ambientes, gerando menos consumo de ar-condicionado, por exemplo. Sistemas que reutilizam a precipitação da chuva para o consumo ou integram a água de esgoto tratada para irrigação são fáceis de instalar e acessíveis economicamente.

    Há ainda tecnologias de maior investimento financeiro que potencializam a eficiência energética, como o painel fotovoltáico, usado para produção de energia elétrica, e o painel solar, voltado ao aquecimento da água. Opções mais avançadas, como elevadores inteligentes e iluminação de alta eficiência também começam a aparecer no mercado brasileiro. “Nesse caso, a proposta é fazer uma conta ao inverso. Pagar a mais pela tecnologia, mas com o tempo começar a render lucro”, explica Ingrid. Para Guimarães, “é necessário um projeto com especialistas em arquitetura sustentável para que as técnicas sejam bem aplicadas.”

    Procura pela certificação Leed vem crescendo no Brasil

    Um dos medidores que atestam o interesse crescente pela arquitetuira de baixo impacto ambiental é o aumento no interesse pelo selo Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), uma das certificações internacionais que comprovam que as construções são verdadeiramente sustentáveis. No Brasil, a certificação é realizada pela Green Building Council a qual é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a fomentar o crescimento do ramo, além de promover a maior feira de arquitetura sustentável do País.

    Segundo o diretor, Felipe Faria, a organização está perto de anunciar o total de mil empreendimentos certificados em quase todos os estados do País, o que comprova o interesse de empresários dos mais diversos setores. “Hoje, esses projetos deixaram de ficar restritos às edificações corporativas de alto padrão e passaram a abranger tipologias diversas, desde centros de distribuição até escolas e bibliotecas públicas”, afirma.

    Para ser certificada com o Leed, a construção precisa atingir metas em categorias como eficiência do uso da água, qualidade do ar, materiais e recursos. O profissional de arquitetura escolhe entre uma série de sugestões de práticas sustentáveis que o ajudam a cumprir o necessário. Assim, na questão da água, por exemplo, o prédio deve ser ao menos 20% mais eficiente que uma edificação convencional. À medida que a eficiência aumenta, o nível da certificação também sobe. “Como o Leed é baseado em metas de desempenho, ele evita influenciar uma tecnologia em detrimento de outra”, explica Faria.

    Além de economicamente interessante para a construção, o selo valoriza comercialmente a propriedade. “Ela muda o patamar do empreendimento e não custa mais, se houver planejamento desde o início. Como todos hoje em dia usam a palavra sustentável, a certificação comprova que de fato é”, avalia a arquiteta Ingrid Dahm.

    A organização vê com otimismo o aumento do interesse pela certificação, inclusive por órgãos públicos, mas destaca que ainda existem dificuldades a serem superadas para o crescimento do setor. A falta de diálogo entre os profissionais envolvidos na construção e o pensamento imediatista do setor são alguns dos obstáculos apontados.
    Fonte: Jornal do Comércio

  • SINDILEQ-PE em parceria com HILTI promove treinamento para área comercial

    Vagas limitadas!

  • Sistema eletrônico para controle de resíduos da construção civil inicia operação em setembro em São Paulo Ferramenta on-line permitirá o rastreamento dos caminhões e caçambas cadastrados desde a obra até o ponto de destinação

    Entrará em vigor no dia 8 de setembro em São Paulo o sistema de Controle de Transporte de Resíduos (CTR) Eletrônico, que terá que ser portado pelo transportador de resíduos da construção civil (RCCs) para agilizar a troca de informações e coibir os descartes irregulares de restos da construção nos pontos viciados. Por meio do documento, o caminhão ou caçamba poderá ser rastreado pelo município desde o ponto gerador até a sua unidade de destinação, como aterros, áreas de transbordo e triagem (ATTs) ou de reciclagem.

    O serviço eletrônico da Prefeitura, que também permitirá que o munícipe ou o contratante do serviço entre na página da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb) com o CPF, CNPJ ou com o número do CTR informado pelo transportador e verifique a destinação correta do resíduo. A medida pretende facilitar a fiscalização, que é realizada Amlurb, subprefeituras e Guarda Civil Metropolitana (GCM).

    Com o novo sistema, que começou a ser implantado em junho, basta apenas que o transportador acesse o sistema on-line com o registro de seu cadastro em Amlurb e preencha o CTR eletrônico com todas as informações referentes ao ponto gerador e à unidade de destinação antes da colocação da caçamba ou transporte do resíduo.

    Os CTRs eletrônicos serão baixados imediatamente, via internet, pelas áreas de destinação no ato da descarga. Os CTRs não baixados serão bloqueados e o transportador estará sujeito às sanções previstas nas leis 13.478/2002 e 14.803/2008.

    Fonte: Portal PINIweb

  • Indústria de materiais de construção diminui o pessimismo sobre vendas em agosto

    A Abramat deve reduzir a estimativa para as vendas de 2015, atualmente de recuo de 2%.

    A perspectiva de curto prazo da indústria de materiais de construção para vendas parou de piorar, mas as estimativas para o setor em 2015 devem ser revisadas para baixo.

    Os dados da Abramat apontam queda de 9,1% no acumulado jan-jul 2015 em relação ao mesmo período de 2014.

    Segundo Walter Cover, presidente da associação, na comparação de julho com o mês anterior houve crescimento de 5,8%. O resultado na comparação com julho de 2014 apresentou queda de 9,4%. Já no acumulado dos últimos 12 meses a queda é de 7,9%.

    O Executivo também acrescentou que o segundo semestre deverá ser melhor que o primeiro, mas insuficiente para manter o quadro nas vendas que deverá encerrar o ano com uma queda de 7% na comparação com 2014.

    Para 10% dos entrevistados pela Abramat, a previsão ainda é muito ruim para os próximos meses, enquanto outros 29% preveem vendas ruins. Ainda, 6,5% estão otimistas para agosto, no mesmo patamar previsto para julho, enquanto 55% esperam desempenho regular (ante 35%) e 6%, bom (estável).

    “As sondagens de confiança começam a indicar que julho atingiu um ponto mínimo, onde devem permanecer algum tempo, com vendas baixas”, afirma Walter Cover, presidente da associação.

    Além disso, a base de comparação fraca no segundo semestre de 2014 permite alguma melhora comparativa e a alta recente do dólar deve favorecer a substituição de importações, comenta Cover.

    Ainda assim, a Abramat deve reduzir a estimativa para as vendas de 2015, atualmente de recuo de 2%. Os dados de julho serão conhecidos no começo de agosto, provavelmente com nova projeção. Em 2014, a queda foi de 4,7%.

    A expectativa de lançamentos, ainda este ano, da terceira fase do programa habitacional Minha Casa Minha Vida e os leilões de concessão de infraestrutura podem melhorar o humor do mercado, segundo Cover.

    Os dados mais recentes da Abramat mostram que as vendas de materiais de construção caíram 0,1% em junho na comparação anual, a décima sexta queda consecutiva.

  • AVISO IMPORTANTE


    Comunicamos a todos os associados que no próximo dia 12/08/2015 às 16h30mim  haverá reunião do setor jurídico com a presença do nosso advogado Dr. Guilherme , na SEDE DO SINDILEQ-PE.

    PAUTA
     - Assuntos de interesse geral.
     

    Contamos com a presença de todos participem!!!!!

    Atenciosamente,

    Secretaria/SINDILEQ-PE

    Fone: (81) 3471-0453/3497-0461
    Rua Noruega, 523 loja 5 Imbiribeira 
    E-mail: secretaria@sindileq-pe.org.br
     

  • Sindileq - PE realiza debate insalubridade e periculosidade

    Meeting mensal aconteceu nesta sexta (24) e reuniu associados e empresários do setor de locação de máquinas e equipamentos

    O Sindicato dos Locadores de Equipamentos, Máquinas Ferramentas de Pernambuco – Sindileq - PE reuniu nesta sexta (24) associados e parceiros para debater sobre insalubridade e periculosidade O Meeting mensal aconteceu no restaurante Ponteio e contou com participação do técnico de segurança do trabalho e engenheiro ambiental Ricardo Fonseca Filho da NR Ocupacional – Segurança e Medicina do Trabalho.

    Ricardo Fonseca abordou sobre a questão da insalubridade e periculosidade dentro das empresas com destaque para os principais riscos (químicos, físicos e biológicos) e que os critérios para o reconhecimento devem ser institucionalizados. O técnico também colocou aos participantes que existem medidas para evitar os danos morais recorrentes na relação empregador-empregado.

    Na ocasião, também foi apresentada a feira Fimmepe Mecânica Nordeste (Indústria Metalmecânica e Eletroeletrônica) que reúne fabricantes e distribuidores de máquinas, equipamentos e componentes do setor. O encontro contou ainda com a participação de representantes da empresa Ticket, que apresentou produtos de interesse dos associados. Durante todo o meeting, os associados e empresários esclareceram dúvidas e compartilharam rotinas vividas no dia a dia. 

  • MEETING MENSAL - JULHO/2015

    Sindileq-PE reúne empresários para debater sobre insalubridade e periculosidade

    Encontro é direcionado aos locadores de máquinas e equipamentos de Pernambuco

    Nesta sexta - feira (24) às 12h, o Sindicato dos Locadores de Equipamentos, Máquinas Ferramentas de Pernambuco - Sindileq - PE reúne associados e empresários para debater sobre insalubridade e periculosidade. 

    O encontro acontece no Restaurante Ponteio, localizado no bairro de Boa Viagem e conta com a participação do técnico de segurança do trabalho e engenheiro ambiental Ricardo Fonseca Filho da NR Ocupacional – Segurança e Medicina do Trabalho.

    Na ocasião, também será apresentada a feira Fimmepe Mecânica Nordeste (Indústria Metalmecânica e Eletroeletrônica) que reúne fabricantes e distribuidores de máquinas, equipamentos e componentes do setor.

    Serviço:

    Meeting mensal Sindileq - PE

    Sexta (24) | 12h

    Restaurante Ponteio: Avenida Visconde de Jequitinhonha, 138 - Boa Viagem, Recife – PE

    Custo Individual

    (81) 3497 0461 (Sindileq-PE)

  • AVISO IMPORTANTE

    Sindileq-PE

    Prezados Senhores,

    Comunicamos a todos os associados que no próximo dia 15/07/2015 às 16h30mim  haverá reunião do setor jurídico com a presença do nosso advogado Dr. Guilherme , na SEDE DO SINDILEQ-PE.
     
     PAUTA:
     
    - Assuntos de interesse geral.
     
     Contamos com a presença de todos participem!!!!!
     
    Atenciosamente,
     
    Secretaria/SINDILEQ-PE
    Fone: (81) 3471-0453/3497-0461
    Rua Noruega, 523 loja 5 Imbiribeira 
    E-mail: secretaria@sindileq-pe.org.br
    Site: www.sindileq-pe.org.br

  • Adiamento da votação do projeto sobre remuneração do FGTS é positivo para a construção, avalia SindusCon-SP

    O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) avalia como positiva a decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de adiar a votação do Projeto de Lei 1.358/2015, que determina a correção dos depósitos no FGTS pelos mesmos parâmetros utilizados para atualizar os saldos dos depósitos da Poupança.

    Se o projeto fosse aprovado da forma como está, o segmento da construção que depende do FGTS para financiamento de habitação popular, saneamento e transporte urbano seria fortemente prejudicado, bem como a fase 3 do Programa Minha Casa, Minha Vida.

    Por ter um custo operacional muito superior ao da Caderneta, o custo de captação do FGTS se tornará mais oneroso do que a Poupança, caso o projeto seja aprovado. “As pessoas de menor poder aquisitivo terão mais restrições para o acesso à casa própria. O mesmo ocorrerá com o setor público, que obtém recursos do FGTS a menor custo para investimentos em saneamento, mobilidade, entre outros investimentos de infraestrutura urbana, além de energia e projetos de logística nos setores de rodovia, ferrovia, hidrovia, porto, aeroporto e infraestrutura complementar a estes setores”, alerta o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto.

    Proposta alternativa – O setor da construção apresentou uma alternativa que elevaria a remuneração dos depósitos do FGTS sem os prejuízos do projeto de lei original. A proposta é distribuir aos trabalhadores, a partir de 1º de janeiro de 2016, parte dos rendimentos das operações de crédito e aplicações financeiras feitas pelo FGTS. Assim, os depósitos renderiam os atuais 3% ao ano, acrescentados de uma parte variável que poderia ser “calibrada” para se aproximar ao aumento pretendido pelo projeto de lei.

    “A sugestão, se colocada em prática, terá eficácia imediata, pois determinará que esta divisão do rendimento variável seja creditada integralmente a partir de 2016, na proporção do saldo de cada cotista”, destaca a proposta. Com a vantagem de que, sem o aumento dos custos de captação, não haveria necessidade de elevar os juros dos financiamentos do FGTS à habitação, saneamento e transportes.

    Sobre o SindusCon-SP
    O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) é a maior associação de empresas do setor na América Latina. Congrega e representa 650 construtoras associadas e 15 mil filiadas em todo o estado. A construção paulista representa 34% da construção brasileira, que por sua vez equivale a 5,5% do Produto Interno Bruto do Brasil.

    Fonte: SindusCon-SP

     

     
  • Melhora percepção dos empresários da construção sobre a economia

    Depois de uma forte queda em maio, o Índice de Confiança da Construção manteve-se estável em junho, com variação de 0,1%. O índice chegou a 73,5 pontos, ficando abaixo da média dos últimos 60 meses, que é de 118,3 pontos. No mês anterior, houve recuo de 4,7%, com 73,4 pontos.

    O cálculo é da sondagem apurada pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em entrevistas com representantes de 667 empresas do setor, no período de 1º a 24 de junho.

    A estabilidade reflete a melhora de um dos componentes do indicador da construção, o Índice de Expectativas, que subiu 3%, após uma queda de 4% em maio.

    Segundo a FGV, os empresários mostraram-se mais otimistas com a possibilidade de uma situação econômica melhor daqui a seis meses. Já em relação ao Índice da Situação Atual (ISA), houve recuo de 4,2%, na sétima redução seguida.

    Em nota, a coordenadora de Projetos da Construção do Ibre/FGV, Ana Maria Castelo, informou que as condições financeiras das empresas pioraram. “Mesmo as expectativas, que registraram melhora neste mês, ainda estão bastante deprimidas, com predominância de projeções de queda da atividade da construção”. Ela destacou que, em junho, o nível de emprego no setor caiu 29%, em comparação a junho do ano passado.

    Fonte: Portal Obra 24 horas/original Portal EBC.

  • AVISO IMPORTANTE

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    Prezados Senhores,

     

    O SINDILEQ-PE - Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco, estará promovendo uma reunião da Câmara Setorial de Balancim, que será realizada no dia 08/07/2015 (quarta-feira)  as 16h30min na sede do sindicato, e tem o prazer de convidá-los a participar da pauta abaixo:

    - Contratos;

    - Mão de Obra;

    - Custos Operacionais;

    - Treinamento de Mão de Obra;

    - Produtividade;

    - Dificuldades;

    - Pontos Desfavoráveis;

    - Outros assuntos de interesse geral.

     

    Atenciosamente,

    Secretaria/SINDILEQ-PE

    Fone: (81) 3471-0453/3497-0461

    Rua Noruega, 523 loja 5 Imbiribeira 

    E-mail: secretaria@sindileq-pe.org.br

    Site: www.sindileq-pe.org.br

  • Ministério do Trabalho altera Norma sobre Segurança do Trabalho em Máquinas e Equipamentos

    Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira (26/06) a Portaria nº 857, do Ministério do Trabalho e Emprego, que altera a Norma Regulamentadora nº 12 – Segurança do Trabalho em Máquinas e Equipamentos. Dentre os pontos alterados, destacamos:
    – Simplificação das regras para micro e pequenas empresas, para máquinas e equipamentos instalados antes de 24/06/2012, item 12.126.1
    – Substituição da concepção do princípio de falha segura da máquina, item 12.5
    – Flexibilização dos sistemas de acionamento em extra baixa tensão para as máquinas e equipamentos fabricados até 24/03/2012, item 12.36.1
    – Anexos da NR-12 passam a ter caráter prioritário em relação aos demais requisitos da norma, item 12.152
    – A norma introduz obrigações específicas para os trabalhadores, como: cumprir todas as orientações relativas aos procedimentos seguros de operação entre outros, item 12.5A
    – As máquinas e equipamentos comprovadamente destinados à exportação ficam isentos do atendimento aos requisitos técnicos de segurança previstos no item 12.2A
    – A norma não será aplicada para máquinas e equipamentos: movidos ou impulsionados por força humana ou animal; expostos em museus, feiras e eventos, sem fins produtivos, desde que dotados de medidas de preservação da integridade física dos visitantes e expositores, e classificados como eletrodomésticos, item 12.2B.

    Fonte: CBIC

  • Concessões podem gerar R$ 12 bi às pequenas empresas

    Expectativa é que grandes empresas contratem companhias de menor porte como fornecedoras em obras

    O novo plano de concessões em infraestrutura do governo federal pode representar oportunidades de negócios da ordem de R$ 11,88 bilhões para micro e pequenas empresas de todo o país.

    O cálculo tem por base dados do Encadeamento Produtivo, programa promovido pelo Sebrae Nacional que capacitou cerca de 20 mil fornecedores de pequeno porte a fecharem negócios com grandes empresas nos últimos dez anos.

    O plano do governo federal prevê investimentos de R$ 198 bilhões em estradas, aeroportos, ferrovias e aeroportos.

    De acordo Luiz Barretto, presidente do Sebrae Nacional, as construtoras costumam comprar de 30% a 40% do valor da obra e as pequenas empresas participam com 20% a 30% desse número.

    Segundo Barretto, muitos empreendedores veem no relacionamento com gigantes do mercado uma oportunidade de crescimento.

    “Tornar-se fornecedor de uma grande empresa pode ser o caminho para o sucesso dos pequenos negócios no Brasil. Por isso, a palavra de ordem é competitividade, ou seja, é preciso atender aos requisitos exigidos pelas empresas contratantes, geralmente associados a prazo, preço e qualidade dos produtos e serviços ofertados”, destaca.

    Até dezembro, o Sebrae mantinha um portfólio de 52 projetos nacionais com investimentos da ordem de R$ 30 milhões em parceria com empresas como Braskem, Vale, Gerdau, Odebrecht, Nestlé e Aeroporto de Guarulhos (Consórcio GRU Airport), com uma expectativa de negócios entre empresas de pequeno e grande porte superior a R$ 1,5 bilhões.

    No Consórcio GRU Airport foram mapeados 104 fornecedores locais na base de compras em 42 categorias de possível fornecimento. O potencial de compra estimado pelo projeto foi de R$ 23 milhões, sendo que R$ 42 milhões já eram comprados localmente pelo aeroporto.

    Concessões

    No total, serão ofertadas pelo governo federal ao setor privado 11 novas rodovias em um total de 4.382 quilômetros. Outras cinco rodovias serão leiloadas e representarão 2.063 km. Ao todo, os investimentos em estradas devem somar R$ 66,1 bilhões tanto para novos trechos quanto para aqueles concedidos ao setor privado para revitalização e ampliação.

    Segundo Barretto, os segmentos demandados nas áreas de rodovias são, por exemplo, o fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPI), material elétrico e hidráulico, tintas, ferragens, blocos de concreto, cimento, uniformes.

    Os aeroportos de Salvador (BA), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC) serão concedidos à iniciativa privada, além de outros sete terminais regionais, em um total de R$ 8,5 bilhões de investimentos. As concessões de ferrovias envolvem aportes de R$ 18,3 bilhões e preveem a construção da ferrovia Bioceânica, ligando Brasil ao Peru.

  • Artigos » Negócios PE - 36ª Edição Cenário de rentall no Estado de Pernambuco por João Carvalho (Presidente do Sindileq-PE)

    O Sindicato da Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco (Sindileq) tem 13 anos de existência e 70 empresas associadas. Devemos destacar que a atividade vivenciou nos últimos anos um considerável desenvolvimento em decorrência dos projetos estruturadores no Estado, elevando a qualidade dos serviços prestados. Este segmento ainda contempla empresas pioneiras no setor de atuação, ou seja, empresas que ainda estão em fase de transição para a segunda geração de dirigentes, tornando o setor bem jovem. Sem contar com a quebra de paradigma de um mercado que não considerava a '’locação’’ como opção competitiva e estratégica em contratos de média a longa duração, tornando a cultura de aquisição o costume da época. Um grande erro.

    O fato é que não contemplávamos investimentos de porte necessários para o desenvolvimento do setor até 15 anos atrás. Era comum termos um ou outro investimento em infraestrutura por momento de Governo, como a BR-232, o Metrô do Recife, o Aeroporto, o Porto de Recife e o de Suape, que marcaram época, bem diferente do quadro atual de oportunidades. O que hoje não se faz representativo em meio aos últimos investimentos em Pernambuco, apesar de paralisados.

    Considero que o setor vive um momento nunca antes vivido. Com a chegada dos grandes investimentos, as locadoras tiveram de se adaptar ao novo '’momento’’, no aspecto organizacional, de incremento em número e qualidade nos equipamentos, acarretando em uma alavancagem de capital e comprometimento com bancos e investidores na modernização e aumento do parque de equipamentos. Temos hoje a capacidade de atender facilmente a grandes obras. Esse foi um grande passo, mesmo considerando as atuais consequências vividas, como inadimplência elevada e escassez de obras. Digo e repito: investir em equipamentos é investir a longo prazo. É uma atividade de capital intensivo; '’Quem tem um para locar, não tem nenhum’’.

    O setor de construção civil, nosso principal mercado de atuação, foi um dos primeiros a perceber o momento em que o Estado se encontra. Obras paralisadas, grandes empresas em processo de recuperação judicial, clientes envolvidos na operação '’Lava-Jato’’ e poucas perspectivas de melhoria a curto prazo. Os principais afetados estão sendo as pequenas empresas, que não possuem receita pulverizada ou mesmo as que possuem elevado comprometimento com financiamentos.

    Um dos indicadores que podem medir a realidade do setor é a '’taxa de ociosidade’’ de equipamentos das empresas. Quando comparadas com 2012, saltaram de uma média de 10% para 50% do parque de equipamentos ociosos. Isso significa que além do elevado índice de inadimplência, boa parte das empresas possui elevados comprometimentos financeiros para a manutenção da operação com significativa redução de receita. É bem preocupante.

    Apesar do delicado momento, podemos considerar que existem dois cenários: o do Brasil e o de Pernambuco, que é um dos Estados que possuem o maior número de obras inacabadas e estruturais para um sólido desenvolvimento. Em Suape temos, no mínimo, mais de dois anos de obra para a conclusão da Refinaria. No Interior, precisamos retomar investimentos essenciais para darmos continuidade ao desenvolvimento do Estado, como a Transposição e a Transnordestina. Em Goiana, precisamos viabilizar a infraestrutura necessária para atender à indústria automobilística. Deveríamos ter demanda para a vida inteira. O Estado carece de infraestrutura e sem equipamento não se faz obra.

    Temos orientado as empresas para que possam superar os próximos meses e sair preparadas para um novo ciclo de crescimento. Acreditamos que em 2016 a atividade será impulsionada pela retomada do crescimento. Afinal, a atividade de locação de equipamentos é parte fundamental do processo de realização de grandes obras. Onde o cliente evita o imobilizado, os desgastes operacionais e ainda não assume o risco de paralisações de frentes de serviço, o que tem sido bastante corriqueiro.

  • EDITAL DE CONVOCAÇÃO

  • I Seminário Mercado, Inovação e Produtividade na Construção Civil de Pernambuco

  • ANALOC DIVULGA DADOS DO MERCADO DE LOCAÇÃO DE EQUIPAMENTOS

    A Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas (Analoc) apresentou nesta quinta (11), um panorama do setor de locação de equipamentos. As projeções da entidade indicam que, apesar do desaquecimento geral da construção, a participação das locadoras no total de máquinas vendidas pelos fabricantes de máquinas deve crescer. A previsão é de que as cerca de 10 mil empresas que atuam no segmento alcancem um faturamento anual de R$ 8,5 bilhões neste ano. 

    Reynaldo Fraiha Nunes, presidente da Analoc, aposta em grandes oportunidades para o setor, mesmo diante da crise. No entanto, reforçou em seu discurso durante o M&T Expo Congresso, que está sendo realizado em São Paulo, que é preciso haver uma integração entre as entidades que compõem a ANALOC e a sua expansão para todo o Brasil, criando mecanismos que possam fomentar um desenvolvimento sustentável através de segurança jurídica, criação de um canal de comunicação com as empresas, relacionamento com o governo e contratos mais transparentes, uma vez que o setor é bastante heterogêneo quanto ao tipo de serviços e equipamentos oferecidos.

     

    Fonte: M&T Expo

  • Sindileq - PE fecha parceria com o Sebrae

     

     

    O Sindileq-PE (Sindicato dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco) acaba de fechar uma parceria com o Sebrae em Pernambuco. Iniciativa do Sebrae, o projeto “Fortalecimento da Cadeia da Construção Civil em PE” tem o objetivo de elevar o nível de competitividade das micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais da cadeia da construção civil de Pernambuco.

    "É o início de um relacionamento com o Sebrae. O projeto possui um modelo voltado para competitividade e conta com itens importantes como o acesso ao mercado, melhoria na gestão empresarial, melhoria na produtividade e o acesso à inovação. A expectativa com a parceria é dar continuidade aos ciclos de treinamentos e palestras que o sindicato vem promovendo", destaca João Carvalho, presidente do Sindileq-PE.

    A parceria pretende estender os benefícios do projeto às Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) ligadas ao sindicato e conta com visitas de consultores ou dos ALIs (Agentes Locais de Inovação) do Sebrae aos empresários das ME e EPP. As empresas selecionadas precisam ter perfil industrial e estarem no território do projeto, a RMR e Mata Norte. 

    A participação ao projeto "Fortalecimento da Cadeia da Construção Civil em PE” é formalizada através de termo de adesão. Maiores esclarecimentos podem ser obtidos através do Sindileq-PE, localizado na Rua Noruega, 523, Lojas 05 / 06 - Imbiribeira ou pelo telefone (81) 3497.0461.

     

  • Sindileq - PE realiza debate sobre renegociação de dívidas e recuperação judicial

    Meeting mensal aconteceu nesta sexta (22) com participação de Écio Costa e Charbel Maroun

    O Sindicato dos Locadores de Equipamentos, Máquinas Ferramentas de Pernambuco – Sindileq - PE reuniu nesta sexta (22) associados e parceiros para debater sobre renegociação de dívidas e recuperação judicial. O Meeting mensal aconteceu no restaurante Ponteio e contou com participação do economista Écio Costa da CEDES Consultoria e Planejamento e do advogado Charbel Maroun da Farias Janguiê e Maroun Advogados.

    O evento teve início com Écio Costa, que abordou as diversas formas de reorganizar a parte financeira das empresas, em detrimento à crise atual em que o País presencia. O economista destacou a situação de inadimplência no Brasil. “De 7milhões, 3,8% das empresas estão inadimplentes, ou seja, mais de 50%. A região Sudeste do País está bem pior que a região Nordeste”, afirmou o economista, baseado em uma pesquisa realizada pelo Serasa.

    Ele ainda compartilhou com os associados sobre a expectativa do PIB, que atualmente conta com uma retração de 1,2%; e com o consumo em baixa, a arrecadação de impostos e contribuições federais foi de R$ 109 bilhões no mês passado, 4,62% menor. Para Écio, uma solução para sobreviver durante o período de crise é alongar a dívida e tentar uma negociação. ”Conversar com o banco, conversar com o fornecedor antes que atrase algum pagamento”, explicou ele.

    Em seguida, o advogado e procurador geral do Município do Recife, Charbel Maroun, tratou com os presentes sobre recuperação judicial. Maroun apresentou um panorama sobre o capital social e dos riscos de investimentos. Para ele, a utilização da recuperação judicial se dá através de vários motivos, como dívidas em atraso (protesto); falta de capital de giro; redução ou cancelamento dos créditos (bancos, fornecedores); comprometimento do patrimônio da empresa e dos sócios. “É preciso começar a enxergar os sinais previamente para poder preparar os próximos passos”, destacou Maroun.

    Ainda sobre o tema, o advogado citou as empresas da Refinaria Abreu e Lima, que atualmente atravessam esta realidade. De acordo com ele a crise é temporária e existem elementos que podem ajudar a superar o momento: Alongamento, deságio, escalotamento, carência, percentual sobre o faturamento, venda de ativos (penhora, sucessão) e outros. “Bens essenciais às empresas não podem sofrer busca e apreensão”, relatou ele. Além disso, Maroun informou que micro e pequenas empresas podem solicitar a recuperação judicial e que durante o processo, as empresas podem participar de licitações públicas.

    Encerrando o encontro, Diogo Santos, do Banco Pan, falou sobre as mudanças do banco e apresentou opções de refinanciamento e solução financeira em curto prazo. Durante todo o meeting, os associados puderam participar tirando dúvidas e compartilhando sobre as rotinas vividas no dia a dia. “Diante do cenário das locadoras hoje, o alto nível de inadimplência, vários clientes em recuperação judicial, nada mais oportuno do que orientar as locadoras através de especialistas do setor”, ressaltou João Carvalho, presidente do Sindileq – PE.

     

  • MEETING MENSAL - MAIO/2015

  • Loc Show

  • Meeting

    Meeting

  • Mecan traz novidade para o LocShow 2015

    Evento promovido pelo Sindileq/PE é direcionado para o setor de máquinas e equipamentos

    Com o objetivo de aproximar os fabricantes e importadores de máquinas e equipamentos dos locadores e consumidores finais,  o Sindileq/PE (Sindicato dos Locadores de Equipamentos, Máquinas Ferramentas de Pernambuco) promove no mês de setembro o Locshow, evento que visa gerar oportunidades para realizar negócios e reforçar o relacionamento comercial entre empresas. 


    A Mecan, empresa que atua no segmento da construção civil como fabricante-locadora de andaimes, elevadores e escoramentos de obra do Brasil confirmou presença no evento. Como novidade para a feira este ano, a Mecan traz para os visitantes o "Mecanoflex", um tipo de Andaime Fachadeiro, com algumas características dimensionais.
     
    De acordo com João Neves, engenheiro da empresa, o equipamento é vantajoso para quem adquire. "O Mecanoflex" proporciona uma economia de até 20% em comparação com um andaime Fachadeiro, "convencional", explica o engenheiro. Na ocasião, a empresa vai expor também a  linha de andaime tubular "Mecanfix", um dos poucos andaimes que atendem por completo aos requisitos da NR-18, norma regulamentadora da indústria da construção.


    O LocShow 2015 será realizado na Haras Boa Viagem, localizado na zona sul do Recife e promete contar com a presença de vários expositores do segmento de construção civil. Sucesso na edição de 2013, o evento é fundamental para as empresas que buscam conquistar novos mercados ou ainda consolidar sua participação.

  • Reunião

    Recife, 20 de abril de 2015.

    Prezados Senhores,

    Comunicamos a todos os associados que no próximo dia 23/04/2015 (quinta feira) haverá reunião do setor jurídico, na SEDE DO SINDILEQ-PE conforme pauta abaixo:

     

    16h00 / 16h30

    - Orientação jurídica aos associados;

    - Assessoria jurídica do Sindicato estará à disposição dos associados interessados em esclarecer, individualmente, questões de natureza legal.

     

    16h30 / 17h30

    - Consulta fiscal: Tributação de ISS: Locação com operação;

    - Possibilidades de redução da carga tributária (receitas de indenização de equipamentos, folha de salários).

     

    Contamos com a presença de todos.

     

  • Sindileq - PE realiza debate sobre o mercado de locação na visão do cliente

    Meeting mensal aconteceu na última sexta (10) com participação de Gustavo de Miranda, presidente do Sinduscon - PE

     

    O Sindicato dos Locadores de Equipamentos, Máquinas Ferramentas de Pernambuco – Sindileq - PE reuniu na última sexta (10) associados e parceiros para debater sobre o mercado de locação de equipamentos na visão do cliente. O Meeting mensal aconteceu no restaurante Ponteio e contou com participação do presidente do Sinduscon - PE, Gustavo de Miranda, além da presença do Banco do Brasil S/A.

    O evento teve início com representantes do Banco do Brasil que discutiram temas recorrentes aos associados, como investimento, capital de giro, a atual situação do mercado além de apresentar alguns produtos e serviços oferecidos pela instituição bancária. "O mercado é inadimplente em relação ao capital de giro, a dificuldade é no fluxo de caixa. O grande segredo do negócio são os ciclos financeiros e a criatividade do empreendedorismo, o que não é uma tarefa fácil", explicou Alízio Mosca, gerente da agência do Banco do Brasil de Boa Viagem.

    Em seguida, Gustavo de Miranda defendeu a importância da seletividade do cliente no mercado de locação e também na engenharia. Discutiu a questão das obras da Refinaria Abreu e Lima, da Petroquímica de Suape e criticou o Governo Federal por interromper projetos por falta de dinheiro. "Não sabemos o que vai surgir nas emendas constitucionais, temos hoje muitas ingerências políticas e partidárias não cabíveis”. Segundo o presidente do Sinduscon – PE, Pernambuco é um Estado extraordinário, mas é preciso mudar a sistemática de conclusão das obras: "não se paga quando não se tem", destacou Miranda.

    Sobre o mercado de locação na visão do cliente, Gustavo de Miranda informou que o momento de incerteza política é um momento de oportunidades para o negócio. "Equipamentos específicos serão as grandes oportunidades da locação", ressaltou ele. Entre os problemas atuais, Miranda informou durante a conversa com os associados que a falta de incentivo ao estudo e ao conhecimento em relação às obras é um problema atual, além da falta de sondagem dos projetos. "É preciso estudar as obras no quesito orçamento e  licitações", disse ele.

    Durante o encontro foram discutidos assuntos juntos aos associados como a vinda da fábrica da Fiat ao Estado, a atual situação do Arco Metropolitano, do Cais José Estelita, das obras da transposição do Rio São Francisco, entre outros empreendimentos: “Precisamos ter decisões políticas firmes", informou Miranda. Acrescentou a importância de características inovadoras para a realização dos projetos. "Precisamos reequipar o Estado em seus cargos funcionais. O Brasil é um país de investimentos por conta das carências", destacou.

    Segundo Miranda, o número de construtoras vai crescer assustadoramente nos próximos anos e alertou os associados à demanda do mercado: Não entrar em aventuras com relação aos projetos básicos, não se começa uma obra sem projetos executivos, finalizou Miranda. Após a exposição dos assuntos, os associados puderam fazer perguntas e tirar dúvidas, além de opinar sobre o mercado atual.

    João Carvalho, presidente Sindileq - PE informou que o tema do meeting é de total importância para os locadores de equipamentos do Estado de Pernambuco e agradeceu a presença de Gustavo de Miranda e dos associados. "Tratamos de assuntos relevantes, como a falta de recurso e a visão dos clientes do ramo de locação. O Sinduscon é fundamental nos momentos bons e também nos momentos delicados como este em que o mercado passa atualmente", afirmou o presidente do Sindileq - PE.

     

  • Sindileq-PE reúne empresários para debater o mercado de locação de equipamentos na visão do cliente

    Evento acontece nesta sexta (10) às 12h e terá palestra com Gustavo de Miranda, presidente do Sinduscon - PE

    Nesta sexta - feira (10) às 12h, o Sindicato dos Locadores de Equipamentos, Maquinas Ferramentas de Pernambuco - Sindileq - PE reúne empresários para debater o mercado de locação de equipamentos na visão do cliente. O evento acontece no Restaurante Ponteio, localizado no bairro de Boa Viagem e conta com a participação do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Pernambuco (Sinduscon/PE), Gustavo de Miranda, além de associados e empresários convidados.

    Serviço

    Palestra - Locação de equipamentos na visão do cliente com Gustavo de Miranda

    Sexta (10) | 12h

    Restaurante Ponteio: Avenida Visconde de Jequitinhonha, 138 - Boa Viagem, Recife - PE

    (81) 3497 0461 (Sindileq-PE)

     

  • Financiamentos imobiliários crescem 1,6% em 2014, mas devem ter desempenho melhor neste ano

    Segundo a Abecip, crédito viabilizou a compra de 538,3 mil imóveis no ano passado – um resultado satisfatório devido à desaceleração da economia e ao desaquecimento do mercado imobiliário no País

    O volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis em dezembro de 2014 somou R$ 10,6 bilhões. O valor representa alta de 18,3% em relação a novembro de 2014 e de 2,7% em relação
    a dezembro de 2013. Segundo balanço divulgado nessa quarta-feira (21) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o resultado do mês se traduziu no melhor dezembro da série história do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).
    Em dezembro de 2014, considerando apenas a captação de poupança nos agentes financeiros do SBPE, os depósitos superaram os saques em R$ 4,77 bilhões. Em 2014, os ingressos líquidos alcançaram R$ 23,8 bilhões. Os resultados foram registrados num ambiente em que a taxa básica de juros subiu ao longo do ano (de 10% para 11,75%), o que reduziu a competitividade das cadernetas de poupança em relação aos concorrentes. Ainda assim, as cadernetas reafirmaram o seu grau de popularidade, ocupando as primeiras posições entre as alternativas de aplicação.
    Desde 2012, o endividamento das famílias vem crescendo exclusivamente em função do crédito habitacional. Em 2014, as dívidas com aquisição de imóveis chegou a 17,7% – 14,5% a mais que em 2005, por exemplo -, enquanto o endividamento sem o financiamento imobiliário vem caindo nos últimos três anos – de 31% em 2011, para 28,4% em 2014.
    “O endividamento das famílias vem diminuindo, sendo substituído por uma dívida saudável para o consumidor que quer ter sua a casa própria”, explica Octávio de Lazari Júnior, presidente da Abecip.
    Em todo o ano de 2014, os financiamentos imobiliários com recursos da poupança viabilizaram a compra e construção de 538,3 mil unidades, um crescimento de 1,6% ao registrado em 2013. A quase estabilidade se dá pela desaceleração da economia e o desaquecimento do mercado imobiliário no país.
    No estado de São Paulo, por exemplo, entre janeiro e novembro de 2014 foram lançadas 27,1 mil unidades, 21% a menos do que foi lançado no mesmo período de 2013 (34,3 mil).
    Em dezembro de 2014, foram financiadas aquisições e construções de 49,6 mil imóveis. Apesar disso, o número é 2,5% inferior ao resultado de dezembro de 2013, mas superior em 19,7% ao de novembro de 2014, com 8,2 mil unidades financiadas a mais.
    O volume de recursos para aquisição e construção de moradias, considerando o SBPE, somou R$ 112,9 bilhões no ano passado, R$ 3,7 bilhões a mais que em 2013 (resultado 3,4% superior).
    Com relação a empréstimos para aquisição de imóveis novos, foram somados R$ 35,3 bilhões, 27% a mais do que no ano de 2013, o equivalente a R$ 27,9 bilhões.
    Ainda segundo a Abecip, esse valor é reflexo do bom desempenho dos lançamentos imobiliários nos anos anteriores. Já os financiamentos para imóveis usados caíram 6%, somando R$ 46,2 bilhões, contra R$ 49 bilhões do ano anterior, devido o impacto da queda de confiança do consumidor ao longo de 2014.
    Referente a inadimplência do crédito imobiliário, houve uma queda em 2014, ficando em 1,3% dos financiamentos com alienação fiduciária e de 1,4% contando as hipotecas.
    A Abecip projeta um crescimento de 5% do crédito imobiliário no país em 2015, a R$ 119 bilhões de reais, dado o cenário atual, o que seria considerado o maior desembolso ao longo dos últimos anos. Octávio de Lazari Júnior explica que não é saudável e nem recomendado para o mercado brasileiro crescer mais de 30% ao ano, por exemplo. “Isso não vai acontecer mais, e é até perigoso que aconteça. O crescimento de 30 a 40% ano após ano significa gargalo de mão de obra, de matéria prima, de preço, e de mais uma série de coisas”, afirma Lazari.

    Fonte: Portal PINIweb

  • Loc Show Nordeste 2015

    Detentora dos mais altos índices de crescimento no setor da construção civil, a Região Nordeste vem gerando uma forte demanda para o setor de máquinas e equipamentos, graças às várias obras de infraestrutura, novas indústrias e o aquecimento do setor imobiliário. Diante do cenário favorável, Recife sedia pela terceira vez a feira Loc Show Nordeste – mostra de máquinas e equipamentos para construção, que vai acontecer entre os dias 23 e 25 de setembro, no Haras Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.

    O evento é organizado pelo Sindileq-PE e são esperados 25 expositores, seis a mais do que na última edição (2013). A compra dos estandes, assim como o espaço para patrocinadores, já está acontecendo através do e-mail locshow@assessor-pe.com.br ou por meio do telefone 3423.1300.

  • Termo de Compromisso foi assinado ontem entre a Procuradoria Geral do Estado e representantes da empresa Advance

  • FIIC publica ranking de construção

    A Federação Interamericana da Indústria da Construção (FIIC) publicou um ranking que determina o PIB produzido pelo setor em 18 países. O relatório tem dados de 2013 e foi elaborado ao longo de 2014.

    Segundo a FIIC o Brasil lidera o ranking com US$121,34 bilhões de PIB em construção, seguido pelo México com US$75,98 bilhões.

    Na metade da lista, em quinto, sexto, sétimo e oitavo lugar respectivamente estão a Colômbia (US$25,76 bilhões) o Chile (US$21,47 bilhões), o Peru (16,54 bilhões) e o Equador (US$8,02 bilhões).

    No final do ranking aparecem El Salvador, com US$695 milhões, a Honduras com US$613 milhões e em último lugar a Nicarágua, com US$240 milhões de PIB em construção em 2013.

    O relatório diz também que durante aquele ano, o PIB da construção da América Latina chegou a US$355,20 bilhões no total.

    Fonte: Construção Latino-Americana

  • FIIC prevê freio na construção

    Em visita ao Equador, o presidente da Federação Interamericana da Indústria da Construção (FIIC), Juan Ignacio Silva, afirmou que a construção na América Latina deverá diminuir o ritmo em 2015.

    Seu prognóstico foi divulgado enquanto ele se encontrava com o presidente da União das Nações Sul-Americanas, Ernesto Samper, para discutir investimentos latino-americanos em infraestrutura.

    De acordo com Juan Ignacio Silva, a América Latina representou em 2013 10% do produto global da construção. Mas em 2015, essa proporção poderia chegar a 8%, o que seria devido a uma série de fatores, desde a situação econômica complicada de países como o Chile e o Brasil até aos impactos do mercado internacional de matérias primas, que registrando preços em queda e gerando impacto nas regiões exportadoras de commodities.

    A FIIC é o órgão que representa as câmaras de construção e associações de construtoras e empresas de engenharia de 18 países latino-americanos.

    Fonte: Construção Latino-Americana

  • ALEC REALIZA MISSÃO TÉCNICA PARA THE RENTAL SHOW EM NEW ORLEANS

    A ALEC, Associação Brasileira dos Locadores de Equipamentos e Bens Móveis, realizou uma missão técnica para o evento “The Rental Show”, em New Orleans, nos Estados Unidos. Trata-se do evento mais importante do segmento rental no mundo, reunindo mais de 900 expositores de todos os tipos de equipamento. Para quem quer estar por dentro das novidades do setor é uma excelente oportunidade. A programação foi de 21 a 28 de fevereiro, incluiu visitação à Feira e às locadoras da região.

    A Associação também participou da reunião anual da GRA, Global Rental Alliance, da qual também fazem parte associações de locadoras dos Estados Unidos, Canadá, Europa, Reino Unido, Nova Zelândia e Austrália para intercâmbio de informações e experiências. Neste encontro, as entidades apresentam um resumo do ano anterior e avaliam o mercado como um todo. Em 2013, o mercado mundial de locação faturou mais de 64 bilhões de dólares.

  • Gerdau desenvolve método inédito no Brasil para construção civil

    A unidade da Gerdau em São José dos Campos está entre as quatro usinas da companhia que produzem as telas utilizadas para a aplicação da tecnologia, que já foi empregada em obras de grande relevância nacional, como a ampliação do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. 

    A Gerdau desenvolveu telas de aço que viabilizam a aplicação de um inovador sistema de construção civil no Brasil. A solução, criada pela dinamarquesa Bubbledeck, permite a diminuição do volume de concreto empregado em lajes por meio da utilização de esferas de plástico reciclável entre as telas. O método pode reduzir em até 35% o peso próprio da estrutura, o que possibilita eliminar a necessidade de vigas e vencer grandes vãos com menor consumo de materiais. O principal desafio da Gerdau foi criar um produto diferenciado, com composição, dimensões e espaçamentos personalizados, contribuindo para o aumento de produtividade nas construções.

    Em comparação aos métodos convencionais, o sistema BubbleDeck pode proporcionar a uma obra de 10 mil m², por exemplo, economia de até 882 m³ de concreto, redução de 60% na quantidade de escoramento e de mais de 2 mil toneladas de cargas nas fundações. Sob o ponto de vista ambiental, o método evita o descarte de 30 toneladas de plástico em aterros, a emissão de 400 mil kg de CO2 na atmosfera e o corte de 194 árvores.

    A unidade da Gerdau em São José dos Campos está entre as quatro usinas da companhia que produzem as telas utilizadas para a aplicação da tecnologia, que já foi empregada em obras de grande relevância nacional, como a ampliação do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.

    Fonte: Portal R3

  • Sindileq-PE realiza treinamento para associados da área comercial

    O Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco (Sindileq-PE), em parceria com a companhia Weber MT, realizou, na última terça-feira (03), um treinamento para a área comercial dos associados. A capacitação contemplou noções básicas de compactação de solos e contou com a participação de 50 trabalhadores.

  • Estudantes visitam a sede do Sindileq-PE

    Na tarde desta quinta-feira (05), o Sindileq-PE recebe a visita dos estudantes de edificações da Grau Técnico, da unidade de Piedade. O presidente do Sindicato, João Carvalho Neto, irá palestrar sobre as principais obras da construção civil no Estado, além de comentar sobre o atual cenário econômico da região. O evento acontece às 16h30.

  • Meetinge mensal de fevereiro traz debate sobre o cenário econômico para 2015

    O meeting mensal de fevereiro trouxe um importantíssimo debate sobre as perspectivas do cenário econômico para 2015. Com palestra do assessor econômico do Sindileq-PE, Écio de Farias Costa,  a conversa partiu das medidas adotadas pela equipe comandada por Joaquim Levy, atual ministro da Fazenda.

    Apesar dos impactos negativos que a economia sofreu no último ano, Écio prevê um segundo semestre melhor para o Brasil. "Possa ser que não seja melhor suficiente para conter a queda que vamos enfrentar no primeiro semestre, e que já sentimos em 2014", explicou. "Esperar o segundo semestre, porque tudo o que houve no primeiro semestre impactou na inflação acima de 7% nos últimos 12 meses", disse Écio.

    Dentre os assuntos, foi falado sobre a revisão das normas trabalhistas; em um mês, o índice de desemprego subiu de 4,3% para 5,3%. Também sobre como o Brasil está em relação ao cenário mundial. "O contexto atual é favorável ao Brasil, pois o país pede por investimentos externos. A taxa de juros está em zero ou negativa há mais de cinco anos no países desenvolvidos e não no Brasil, além de o nosso país financiar o seu déficit corrente com a poupança externa, trazendo grandes fluxos internacionais, que são capacitados em renda fixa, bolsa ou até mesmo em investimentos diretos de empresas", conta. 

    A expectativa é que haja retração em Pernambuco, mas não tanto quanto no Brasil.

    Também estiveram presentes no almoço Eduardo Fragoso, gerente de pessoa jurídica do Banco do Brasil e Alízio Mosca, gerente-geral também do Banco do Brasil. Além de empresários e associados do Sindileq-PE. 

  • Obra da transposição demite trabalhadores

    Segundo informações de empresários locais, eles trabalhavam para a Construtora Mendes Júnior, envolvida na Operação Lava Jato.

    Obra da transposição demite trabalhadores em Salgueiro  Priscila Bur/ JC Imagem

    Obra da transposição demite trabalhadores em Salgueiro. Priscila Bur/ JC Imagem

     

    Cerca de 2,5 mil trabalhadores foram demitidos pela construtora Mendes Júnior nas obras localizadas em Salgueiro da Transposição do Rio São Francisco, segundo empresários do setor da construção civil. A empresa é uma das acusadas de envolvimento na Operação Lava Jato que apura irregularidades na Petrobras (ver matéria acima). As obras da transposição estão desacelerando devido à dificuldade de caixa do governo federal e também porque algumas empresas envolvidas no esquema de corrupção estariam com dificuldades no seu fluxo financeiro pelo não recebimento de alguns serviços prestados à Petrobras.

    A transposição consiste na construção de dois grandes canais: o Eixo Norte e o Eixo Leste que vão levar a água do Velho Chico para os Estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. “Desde janeiro, que o coordenador do Eixo Norte disse que estava tudo parado e não havia data programada para a volta das obras. Nesse primeiro momento, o impacto é mais psicológico. A cidade ainda não sentiu muito, porque as pessoas estão entrando no seguro desemprego. Se as obras não forem retomadas dentro de quatro a cinco meses, vamos sentir falta desses empregos”, conta o prefeito de Salgueiro, Marcones Libório de Sá (PSB). O Eixo Norte começa em Cabrobó e vai pelo menos até um pouco depois do município de Jati, no Ceará

    A Mendes Júnior é responsável pelo lote 8 da transposição. Esse trecho apresenta 86,9% de execução física sendo composto pela construção das três estações de bombeamento do Eixo Norte, localizadas entre os municípios pernambucanos de Cabrobó e Salgueiro. Segundo a assessoria de imprensa do Ministério da Integração Nacional, não há pagamentos em atraso e o cronograma segue o fluxo normal com todas as faturas apresentadas quitadas até o presente momento. Ainda de acordo com o ministério, o projeto tem 70,7% de execução e deve ser concluído em 2016 e as obras da transposição não estão paralisadas.

    A reportagem do JC entrou em contato com o escritório da Mendes Júnior no Recife, que forneceu um telefone no qual ninguém atendia. Também enviou um e-mail a empresa, o qual ficou sem resposta até o fechamento desta edição.

     

    Fonte: Jornal do Commercio

     

  • Menos imóveis

    A desaceleração do mercado imobiliário em Pernambuco, no ano passado, foi sentida pela Caixa Econômica Federal. O banco informou à coluna que, em 2014, foram fechados 41.864 contratos de financiamento habitacional no estado, contra 48 mil em 2013. O volume de recursos liberado para a compra de imóveis, no entanto, foi maior: R$ 3,31 bilhões, contra R$ 3 bilhões no ano anterior. Só o Minha Casa, Minha Vida respondeu por R$ 1,47 bilhão.

     

    Fonte: Diário de Pernambuco - Diário Econômico

  • Meeting Mensal - Fevereiro

  • Convite

  • EMPRESA ARCA COM PRIMEIROS 30 DIAS DE AFASTAMENTO POR PROBLEMAS DE SAÚDE

    Entra em vigor em 1º de março de 2015 – e não desde janeiro, como informado pelo Construmail 2067 – a obrigação dos empregadores de pagar os primeiros 30 dias de afastamento do empregado por problemas de saúde, e não mais somente dos primeiros 15 dias, como era previsto anteriormente. A empresa que dispuser de serviço médico, próprio ou convênio, terá a seu encargo os exames médicos que se fizerem necessários para o empregado, e somente poderá encaminhar o segurado à perícia do INSS após 30 dias de afastamento. É o que dispõe a Medida Provisória 664/14, de 30 de dezembro de 2014, que aumentou alguns prazos de carência para concessão de benefícios da Previdência Social e tornou a pensão por morte temporária vinculada à expectativa de sobrevida do beneficiário, dentre outros itens. A MP foi publicada no DOU de 30/12/2014 e republicada no DOU de 31/12/2014.

  • TERMÔMETRO ABRAMAT: Indústria de materiais espera regularidade no primeiro bimestre

    ABRAMAT – Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção – divulga o termômetro referente às perspectivas para os meses de janeiro e fevereiro de 2015.

    O estudo mensal aponta expectativa regular para as vendas da indústria de materiais de construção nos primeiros meses de 2015. A pesquisa informa que 62% das empresas esperam faturamento regular em janeiro, e 55% em fevereiro.

    Confira os gráficos:

    A expectativa dos empresários da indústria de materiais nesse inicio de ano é compatível com a atual previsão de crescimento em 2015, de 1%. Ainda há muita incerteza na retomada do segmento imobiliário e no varejo, esse último fortemente afetado pela renda e emprego das famílias, bem como sobre o credito. Todas essas variáveis podem ser impactadas pelas medidas de ajuste econômico em curso”, afirma Walter Cover, presidente da ABRAMAT.

    O termômetro também indica retração na intenção de investimentos das indústrias para o ano. Em janeiro, apenas 56% das empresas apontaram que pretendem fazer investimentos. O número é 3 p.p. menor que o apresentado no mês anterior. Em relação a janeiro de 2014, o número é 15 p.p. menor.

    O mês também apontou que somente 6% das empresas estão otimistas com relação às ações do Governo para o setor.

  • CRH fecha compra de ativos da Holcim e Lafarge por US$7,4 bi

    Marcelo Villela

    O grupo irlandês de materiais de construção CRH acertou pagar 6,5 bilhões de euros (7,4 bilhões de dólares) pelos ativos que as rivais Lafarge e Holcim precisavam vender para garantir a aprovação regulamentar para sua planejada fusão.

    O CRH, principal produtor de asfalto para estradas nos Estados Unidos, informou nesta segunda-feira que o acordo expandirá seu alcance global, fazendo da companhia a maior fornecedora de construção na Europa Central e Oriental e a terceira maior do mundo.

    A empresa vai financiar a compra, que irá duplicar sua exposição aos mercados emergentes, com 2 bilhões de euros em dinheiro, nova dívida e uma colocação de ações de 9,99 por cento, segundo comunicado. “Estamos adquirindo uma carteira de ativos de qualidade que complementa as nossas posições existentes a um valor atrativo e no ponto certo do ciclo (econômico)”, disse o presidente-executivo do CRH, Albert Manifold.

    Lafarge e Holcim anunciaram planos de fusão no ano passado, na esperança de reduzir custos e combater o excesso de capacidade e fraca demanda. A nova empresa será a maior fabricante de cimento do mundo, com 44 bilhões de dólares em vendas anuais.

    Ambas disseram que a venda para o CRH assegurava que sua fusão estava no caminho certo para ser concluída no primeiro semestre deste ano, com a grande maioria dos ativos que precisavam vender sendo agora detidos por compradores.

    O CRH disse que estava comprando ativos principalmente na Europa, Canadá, Brasil e Filipinas, e que o negócio impulsionaria, se concluído em meados de 2015, seu lucro recorrente em cerca de 25 por cento no primeiro ano completo de propriedade. Cerca de 90 milhões de euros de sinergias –líquidas de custos de implantação– também deverão ser alcançados nos três primeiros anos pós-aquisição, acrescentou a empresa.

    Fonte: Exame

  • Nível de emprego na construção civil em 2014 cai após dois anos em alta

    O nível de emprego na construção civil brasileira caiu 0,51%, em 2014, depois de ter registrado altas de 3,02%, em 2012, e 1,54%, em 2013. Foram fechados 18 mil postos de trabalho com carteira assinada e, com a queda, a base de empregados atingiu em dezembro 3,285 milhões. Os dados fazem parte da pesquisa feita pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

    Apenas em dezembro, o setor eliminou 163,8 mil vagas o que significou recuo de 4,75% em comparação ao mesmo mês de 2013. Em relação ao mês anterior, em novembro, foi constatada queda de 4,34% e saldo negativo de 149.030 empregos.

    A retração não surpreendeu o setor, disse, por meio de nota, o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto. Segundo ele, o mercado mais enxuto e o desaquecimento nas obras de infraestrutura obrigaram as empresas a fazer cortes.

    “Além da desaceleração no volume de edificações imobiliárias, o setor de infraestrutura registrou diminuição do ritmo de obras em função de fatores como: interrupções de obras e demissões, em função de atrasos de pagamentos dos governos da União e dos Estados; adiamento de ordens de serviços para início da execução de obras e até cancelamento de contratos em decorrência dos desdobramentos da Operação Lava Jato”, informou no texto.

    O executivo observou que a recuperação pode ocorrer apenas a partir do próximo ano. Ao longo de 2015, conforme a análise dele, o emprego ainda estará ameaçado por conta das decisões tomadas nos dois últimos anos de se reduzir o volume de obras.

    “Para as obras de infraestrutura, esperamos que, passada a fase do ajuste, os governos coloquem seus pagamentos em dia e reiniciem contratações de novas obras, além de impulsionarem licitações de concessões e parcerias. Com isso, há expectativa de retomada do crescimento da construção em 2016.”

    No último mês de dezembro, o Centro-Oeste do país foi a região que apresentou o maior percentual de cortes (7,79%), comparado ao mês anterior com um saldo de 21.712 demissões. Em números absolutos, a Região Sudeste foi a que teve mais vagas suprimidas (60.822) em relação a novembro com queda de 3,59%. Nas demais regiões ocorreram as seguintes variações: Norte (-7,73% e 17.346 empregos eliminados), Nordeste (-4,11% e 30.268 cortes) e Sul (-3,77% e 18.882 cortes).

    Fonte: Estado de Minas

  • BNDES prevê investimento de R$600 bi em infraestrutura de 2015 a 2018

    É um crescimento de 4,3% na comparação com as estimativas anteriores

    O BNDES projeta investimentos de R$ 600 bilhões em infraestrutura nos próximos quatro anos, entre 2015 e 2018, de acordo com estudo divulgado, no Rio de Janeiro, sobre perspectivas de investimentos no Brasil, segundo a assessoria de imprensa do banco.

    É um crescimento de 4,3% na comparação com as estimativas anteriores, quando o banco projetava investimentos de R$ 575 bilhões nessa área entre 2014 e 2017.

    Segundo Luciano Coutinho, presidente do BNDES, o banco tem em sua carteira 253 projetos na área de mobilidade urbana, somado 3.800 km, sendo que desse total, 650 km são obras sobre trilhos, como o metrô.

    Fonte: Assessoria de Imprensa

  • Dezembro apresentou queda de 0,5 % em relação a dezembro do ano passado e o ano de 2014 fechou com queda de 6,6% em relação a 2013

    Neste mês de dezembro, o faturamento total deflacionado das vendas dos materiais de construção no mercado interno apresentou queda de 0,5% em relação a dezembro de 2013. Na comparação com novembro deste ano apresentou queda de 7,6%. O resultado acumulado no ano de 2014 apresentou queda de 6,6% em relação ao ano de 2013.

    O nível de emprego na indústria de materiais de construção, neste mês de dezembro, apresentou crescimento de 0,9% em relação a dezembro do ano passado. Na comparação com o mês de novembro deste ano apresentou queda de 2,8%.

    Neste mês de dezembro, os resultados das vendas da indústria de materiais de acabamento apresentaram quedas menores que nas vendas dos materiais básicos na comparação com novembro e no acumulado do ano. Na comparação com dezembro do ano passado o resultado dos materiais de acabamento apresentou ligeiro crescimento enquanto o dos materiais básicos apresentou queda. Na variação de nível de emprego, as indústrias de materiais básicos apresentaram crescimento em relação a dezembro do ano passado enquanto as de materiais de acabamento apresentaram queda e na comparação com novembro, ambas apresentaram queda, que foi maior na indústria de materiais básicos.

    O resultado das vendas de materiais de construção no ano de 2014 ficou próximo da última previsão, que apontava para uma queda de 7%, lembrando que houve várias revisões durante o ano. Para o ano de 2015 as previsões apontam que o resultado deverá apresentar um crescimento de 1% em relação a 2014. Essa expectativa está apoiada na manutenção dos atuais incentivos do Governo ao setor, assim como a expansão dos investimentos no Programa Minha Casa Minha Vida, na melhoria do nível de atividade das construtoras, na manutenção dos programas de emprego e renda e na política de câmbio mais realista, que dificulta importações e favorece as exportações.

    BÁSICOS:

    O faturamento deflacionado das vendas internas dos materiais básicos apresentou, neste mês de dezembro, queda de 8% em relação a novembro. Na comparação com dezembro do ano passado, apresentou queda de 1,2%. O resultado acumulado no ano de 2014 apresentou queda de 8,2% na comparação com 2013.

    Neste mês de dezembro, o nível de emprego nas indústrias de materiais básicos apresentou crescimento de 4,5% na comparação com dezembro do ano passado. Na comparação com novembro deste ano apresentou queda de 3,4%.

    ACABAMENTO:

    Neste mês de dezembro, o faturamento deflacionado das vendas internas dos materiais de acabamento apresentou queda de 6,5% na comparação com o mês de novembro. Na comparação com o mês de dezembro do ano passado, apresentou crescimento de 0,2%. O resultado acumulado de 2014 apresentou queda de 4,1% em relação a 2013.

    O nível de emprego na indústria de materiais de acabamento apresentou, neste mês de dezembro, queda de 4,5% em relação a dezembro do ano passado. Na comparação com novembro deste ano apresentou queda de 1,8%.

    ANÁLISE ANUAL:

    O resultado das vendas internas deflacionadas de materiais de construção no ano de 2014 apresentou queda de 6,6% em relação ao resultado de 2013. Para 2015, a previsão aponta para um crescimento de 1,0 % em relação a 2014.

    O mês de dezembro de 2014 apresentou queda de 0,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. O resultado deste mês de dezembro foi o décimo resultado negativo consecutivo da série de comparação com os mesmos meses do ano passado, após apenas dois meses de valores positivos observados no início do ano. Para o próximo mês as expectativas apontam modesta recuperação dos resultados, associada principalmente às vendas no varejo.

  • Edital busca empresas interessadas em construir arena multiuso no Anhembi, em São Paulo

    Novo complexo previsto para terreno ao lado do Sambódromo deverá ter capacidade mínima para 20 mil pessoas

    A Prefeitura de São Paulo, por meio da São Paulo Turismo (SPTurismo), lançou o edital de chamamento público de manifestação de interesse para receber de empresas da iniciativa privada propostas de construção de uma arena multiuso no Anhembi, na zona Norte. Publicado no Diário Oficial do Município da última terça-feira (27), o edital prevê a construção de uma arena coberta com capacidade mínima para 20 mil pessoas em um terreno de 21 mil m² ao lado do Sambódromo.

    As propostas deverão especificar as soluções arquitetônicas e de engenharia da nova arena, além de modelos de negócio e de exploração comercial do local, e contemplar uma infraestrutura interna que permita múltiplas configurações de uso, como eventos esportivos e culturais.

    De acordo com a prefeitura, o objetivo é selecionar um modelo de negócio que possibilite a construção do equipamento com capital privado e cujo retorno de investimento se dê por meio da exploração comercial. Além disso, haverá a possibilidade de exploração de naming rights, desde que a nova denominação inclua também o nome Anhembi. Não está prevista contrapartida financeira do poder público municipal para o desenvolvimento do projeto, e o terreno continuará pertencendo ao Complexo do Anhembi, que tem 300 mil m² no total.

    Após o recebimento das propostas, que deve ocorrer em até 90 dias após a publicação dos autorizados pelo credenciamento, uma comissão formada por funcionários da SPTuris, com consultoria da SPNegócios, irá analisar as propostas e, havendo viabilidade e interesse público, será lançado o edital de licitação com todas as especificações.

    As empresas interessadas deverão se credenciar para envio das propostas em até 15 dias após a publicação do edital, e elaborar projetos que contemplem estudo preliminar de engenharia e arquitetura; estudos de viabilidade técnica, operacional, financeira e econômica; e estudos jurídicos.

  • Além do MCMV, obras de infraestrutura também têm atrasos nos pagamentos

    De acordo com a CBIC, Ministérios das Cidades e do Planejamento repassam verba com atraso aos projetos rodoviários, energéticos e de saneamento

    A entidade solicitou audiência com ministros “para discutir questões como a situação do MCMV e buscar a regularização do fluxo de pagamento nas obras, tendo em vista a situação de crise que o País vive”.O Governo Federal tem atrasado os pagamentos de obras de infraestrutura, sem apresentar garantias de quando serão normalizados os prazos para a quitação dos débitos, de acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). A entidade informou que, além dos empreendimentos do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), projetos rodoviários, energéticos e de saneamento estão tendo pequenos atrasos nos pagamentos realizados pelos Ministérios das Cidades e do Planejamento.

    Para evitar o aumento de custos financeiros das construtoras, dispensas de trabalhadores e prejuízos para a população, com o atraso ou suspensão das obras, a CBIC tem mantido diálogo constante com o secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Barbosa Saintive, e com os ministros e secretários executivos dos ministérios responsáveis pelo repasse.

    Fonte: Portal PINIweb

  • Hoje acontece o primeiro meeting mensal de 2015

    Hoje acontece, a partir das 12h, o primeiro meeting mensal 2015, no Ponteio. Na ocasião será lançado o Loc Show Nordeste. 

  • O Loc Show Nordeste foi lançado hoje no meeting mensal do Sindileq-PE

    Aconteceu nesta sexta-feira (30), o primeiro meeting mensal de 2015, realizado pelo Sindileq-PE com as empresas associadas no Restaurante Ponteio, em Boa Viagem. Na ocasião, foi lançado o Loc Show Nordeste 2015 – mostra de máquinas e equipamentos para construção, que vai acontecer entre os dias 23 e 25 de setembro, no Haras Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.

    Gisela Latache, diretora da Assessor – que organiza o evento – palestrou durante o almoço de hoje sobre o que esperar da mostra. “É uma feira de negócios e cada um vai poder usar a unidade de maneira igualitária. É a oportunidade de estreitar o relacionamento e fechar negócios”, explicou. São esperados 800 visitantes nos três dias de exposição, que também vão poder participar dos seminários que abordarão temas como gestão de empresas e atividades de locação.

    Por ser uma feira com intuito comercial, o Sindileq-PE acredita na garantia do retorno para os expositores. “São visitantes convidados e, quem vai para feira, são pessoas atuantes no mercado da locação atrás de uma boa oportunidade de negócio”, ressalta João Carvalho, presidente do Sindileq-PE. 

  • SC consegue primeira liminar do brasil contra aplicação da NR-12

    Ação impetrada pelo Sindicato da Indústria da Madeira de Caçador, com o apoio da FIESC, assegura a aplicação da norma vigente até 2010 para máquinas adquiridas até

    O Sindicato da Indústria da Madeira de Caçador obteve nesta quinta-feira (18) liminar na Vara do Trabalho de Caçador assegurando a aplicação da Norma Regulamentadora 12 (NR-12) vigente até 24/12/2010 para máquinas e equipamentos adquiridos até aquela data. A decisão emitida pelo juiz Etelvino Baron estabelece que equipamentos obtidos após 2010 devem seguir os preceitos da nova redação do regulamento. A liminar, primeira do país em relação à aplicação da norma, beneficia as indústrias associadas ao Sindicato. A ação foi impetrada com o apoio da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC).

    A NR-12, editada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), regulamenta o uso de máquinas e equipamentos e passou por mudanças que agregaram 300 novas exigências às 40 que já estavam em vigor.

    A decisão da Justiça do Trabalho de Caçador também determina que o MTE se abstenha de realizar fiscalizações coletivas ou de forma indireta. Com isso, fiscais não podem autuar empresas sem visitar as instalações.

    Em sua argumentação, o juiz destacou que em algumas situações os investimentos para adequação à nova regra podem comprometer a viabilidade da própria empresa, atentando contra o princípio da razoabilidade, o que fecharia postos de trabalho, além de prejudicar a ordem econômica.

    O magistrado também entende que “nenhum empregador sério deixará de ampliar os mecanismos de segurança quando viável, se não o for em respeito ao princípio da dignidade humana, certamente, o fará para resguardar-se em face dos pleitos indenizatórios que advirão”.

    Obstáculos identificados pela FIESC para aplicação da NR-12
    – Alta complexidade: as obrigações acessórias passaram de 40 para 340.

    – Desconformidade com o padrão mundial: máquinas fabricadas na União Europeia, por exemplo, podem não estar adequadas à NR-12.

    – Retroatividade das obrigações: a norma se aplica inclusive às máquinas compradas antes da reformulação em 2010.

    – Custos: são elevados para adequação das máquinas e os prazos insuficientes para realizar as alterações.

    – Certificação: falta de órgão certificador para atestar a validade para máquinas e equipamentos. Cabe ao setor produtivo contratar consultorias especializadas.

    Assessoria de Imprensa da FIESC

  • Meeting mensal desta sexta-feira é tema da coluna Folha Econômica de hoje

  • Sindileq-PE lança o Loc Show Nordeste nesta sexta-feira

    O Sindileq-PE realiza, na próxima sexta-feira (30), o primeiro meeting mensal de 2015. Na ocasião, será lançado o Loc Show Nordeste – mostra de máquinas e equipamentos para construção, que vai acontecer entre os dias 23 e 25 de setembro, no Haras Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Para falar sobre a maior feira de locação de máquinas do Norte e Nordeste, o Sindicato convidou a diretora da Assessor, Gisela Latache, que prepara o evento para o Sindileq. O meeting mensal acontece no Restaurante Ponteio, a partir das 12h, para mais de 40 empresários.

  • Itaquitinga no Jornal do Commercio e Folha de Pernambuco de hoje

  • Macroeconomia

    Segundo o estudo da CNI, o Brasil caiu do 10º lugar em 2013 para o 12º no fator Ambiente Macroeconômico. “A piora no ambiente macroeconômico é resultado, sobretudo, da queda do investimento estrangeiro direto (IED) no país, que recuou de 2,9% para 2,85% do PIB, enquanto que, nos demais países avaliados, o investimento estrangeiro direto aumentou”, consta no relatório.

    Bicudo, por sua vez, discorda. O professor afirma que os IEDs são importantes, mas que no ano de 2014 o Brasil recebeu, até outubro, mais de US$ 66 bilhões em investimento estrangeiro, e isso não é pouco, dado o cenário econômico do ano passado.

    “Para melhorar o ambiente macroeconômico, é necessário mudar o foco da política econômica, isto é, deixar de objetivar apenas estabilidade de preços, e passar a perseguir estabilidade econômica, que engloba crescimento econômico, preocupação com renda e emprego”, explica.

    Já Fonseca acredita que uma das maneiras de atrair IED é, justamente, com obras de infraestrutura, mas que para isso acontecer o Brasil precisa de equilíbrio fiscal, além de segurança jurídica, dois pontos que, segundo o executivo, não demandam custos significativos por parte do governo.

    “Além disso, o ano de 2015 vai exigir disposição da presidente para buscar uma coordenação forte dos ministérios e secretarias. Andar na agenda de infraestrutura e de coordenação vai gerar um empresariado confiante e, consequentemente, um aumento da produtividade”, conclui.

  • Mão de obra

    No quesito Disponibilidade e custo da mão de obra, o País teve seu melhor desempenho, ficando em quarto lugar no ranking. Embora tenha boa oferta de mão de obra, o potencial competitivo do Brasil nesse fator fica comprometido pela baixa produtividade do trabalhador, segundo o estudo.
    Na avaliação de Bicudo, esse quesito é bom do ponto de vista das empresas, mas prejudica o processo de distribuição de renda do País, pois a população tem menos dinheiro disponível e acaba dependendo muito de crédito.

    Fonte: DCI

  • COP/CBIC discute pagamentos, pressão nos custos, saneamento e perspectivas para o setor de obras públicas na reunião do dia 29

    A primeira reunião de 2015 da Comissão de Obras Públicas (COP) da CBIC será realizada no próximo dia 29 de janeiro, na sede da entidade, em Brasília. Com início previsto para as 11h e término para as 16h, a comissão, presidida por Carlos Eduardo Lima Jorge, debaterá assuntos relacionados a pagamentos, pressão nos custos, saneamento, nova equipe de governo e perspectivas para o setor de Obras Públicas. Dentre os destaques da reunião, assuntos como os pagamentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Minha Casa Minha Vida (MCMV); os pagamentos e o desequilíbrio nos contratos de pavimentação em função da alta nos preços do asfalto, e a estruturação da área de Saneamento da Comissão.
    Fonte: CBIC

  • Nível de emprego na construção brasileira cai 1,57% em novembro

    Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o índice apresenta saldo negativo de 103,8 mil vagas.

    O nível de emprego na construção brasileira registrou declínio de 1,57% em novembro na comparação com o mês anterior. O saldo entre demissões e contratações ficou negativo em cerca de 54,9 mil trabalhadores com carteira assinada, de acordo com pesquisa elaborada pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) em parceria com a FGV (Fundação Getulio Vargas). Com isso, ao final do novembro o número de trabalhadores do setor somava 3,434 milhões. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, quando o setor empregava 3,538 milhões, a pesquisa indica queda de 2,94% (103,8 mil vagas). No acumulado do ano em relação ao mesmo período do ano anterior, o índice apresenta queda de 0,14%.

    “O setor já esperava a queda do emprego em novembro, mês em que tradicionalmente o número de demissões é maior que o de contratações na construção civil, em função do término de obras, o que deve ter voltado a acontecer em dezembro”, comenta o vice-presidente de Economia, Eduardo

    Em 2014, o saldo líquido de contratações está negativo em 14,8 mil vagas. No mesmo período do ano anterior, o setor registrava um saldo positivo de 141 mil vagas.

    Estado de São Paulo

    No Estado de São Paulo, o indicador apresentou declínio de 1,05% em novembro ante outubro, com o saldo entre demissões e contratações ficando negativo em 9 mil trabalhadores. Com o resultado, o número de empregados na construção civil no Estado ao final de novembro somava 857,2 mil pessoas com carteira assinada. Das dez regiões pesquisadas, apenas Santo André não apresentou retração no período.

    No acumulado do ano em relação ao mesmo período do ano anterior, o indicador registrou baixa de 0,42%, com o corte de 3,9 mil vagas. Na comparação com novembro de 2013, quando o Estado registrava 871,9 mil trabalhadores, o levantamento apresentou baixa de 2,73%.

    Fonte: Revista Grandes Construções

  • Infraestrutura é caminho apontado para elevar competitividade do País

    O Brasil continua em penúltimo lugar no ranking de competitividade de 2014 feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com especialistas, investir em infraestrutura é o caminho para reverter a situação.

    O País perdeu uma posição no fator infraestrutura e logística e, em 2014, ficou em penúltimo lugar nesse quesito, à frente da Colômbia. Já no ranking geral, o Brasil continua na mesma posição desde 2012.

    O professor de desenvolvimento econômico da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Raphael Bicudo, afirma que a infraestrutura é um dos principais gargalos da economia brasileira.

    “O crescimento sustentável exige melhores estradas, portos e ferrovias, precisa de uma parte logística melhor trabalhada, que tenha menor custo e maior eficiência. Investir em infraestrutura é fundamental para retomar o crescimento e também para sustentar esse crescimento”, explica Bicudo.

    Renato da Fonseca, gerente de pesquisa e competitividade da CNI, coloca ainda que a infraestrutura é um setor em potencial, pois pode ser encaminhado rapidamente (apesar do tempo necessário para as obras ficarem prontas, o País já realizou um procedimento de normatização de regras, que auxilia nas construções), além de exigir pouco ou nenhum custo do país, ou seja, através de Parcerias Público-Privadas (PPP) ou concessões.

    O especialista explica que o grande problema da cadeia industrial é a falta de melhorias na regulação e nas agências reguladoras, que garantem preço justo e segurança, ou seja, ajudam a reduzir as incertezas do investidor.

  • Caixa aumenta taxas de juros para financiamentos de imóveis

    Correção será válida para operações realizadas a partir do dia 19 deste mês e não afetará imóveis contratados pelo Minha Casa, Minha Vida

    De acordo com o banco, a correção se deve ao aumento da taxa básica de juros, que atualmente é de 11,75%, e irá afetar quem tem imóveis residenciais contratados com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE), sem utilizar verba do FGTS, e renda acima de R$ 5,4 mil.A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira (15) o aumento das taxas de juros do financiamento imobiliário para as operações realizadas a partir da próxima segunda-feira (19). Não sofrerão o reajuste apenas os financiamentos habitacionais contratados com recursos do programa federal Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

    Pelo Sistema de Financiamento Habitacional (SFH), que financia imóveis de até R$ 750 mil com recursos do FGTS e da poupança, a taxa de juros permanece em 9,15% para quem não é cliente e passa de 8,75% para 9% para os clientes do banco. Já pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que financia imóveis com valor acima de R$ 750 mil, a taxa de juros anual passará de 9,2% para 11% para os não-clientes, e de 9,10% para 10,70% para os clientes.

    Também sofrem reajustes as taxas de juros para financiamentos contratados por servidores e clientes que possuem conta salário na Caixa. Vale lembrar que os juros da Caixa para habitação costumam ser os menores no mercado e servem como referência para os demais bancos.

    Para Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), o aumento nas taxas do crédito imobiliário diminui o potencial de compra. “Quando se reduz os juros, mais pessoas são incluídas no mercado de imóveis. Se há aumento, ocorre o inverso: mais pessoas são colocadas para fora dele”, diz.

    A entidade espera que o governo crie incentivos, a fim de compensar a dificuldade gerada pela alta dos juros.

    Fonte: Portal PINIweb

  • Governo garante o Minha Casa Minha Vida

    O novo ministro das Cidades, Gilberto Kassab, informou que o ajuste fiscal que será realizado pelo governo federal nos próximos anos não afetará os gastos previstos com o programa de moradia social Minha Casa Minha Vida.

    De acordo com o ministro, a própria presidente Dilma Rousseff teria separado o programa de moradia do anunciado corte de despesas que deverá conter os gastos governamentais no país.

    Através do Minha Casa Minha Vida, o governo federal contrata grandes quantidades de edifícios e casas em terrenos públicos ou devolvidos ao Estado. Por intermédio da Caixa Econômica Federal, se oferecem financiamentos especiais a famílias de baixa renda que sejam sorteadas para ter acesso à compra de uma unidade habitacional.

    De acordo com números do Ministério das Cidades, desde 2009, quando começou, o programa já investiu mais de R$ 240 bilhões na contratação de mais de 3,7 milhões de moradias. Desse total, cerca de 1,9 milhão já foram entregues.

    O programa se tornou um pilar de sustentação para muitas empresas de construção brasileiras. Parte do setor se mostrou preocupado quando ficou claro, ainda no ano passado, que após os gastos excessivos do Estado nos últimos anos, seria necessário um ajuste. Temia-se a paralisação ou diminuição do programa.

    Apesar disso, ele não esclareceu se será cumprida a promessa feita pela presidente durante a campanha eleitoral de quase dobrar o volume de contratações ao longo do segundo mandato.

    Revista: Construção Latino Americana

  • Os impactos para empresas das mudanças do auxílio doença e seguro desemprego

    A partir de agora os empresários terão que arcar com 30 dias de auxílio doença de seus trabalhadores e não mais 15 como ocorrem atualmente

    A partir de março deste ano haverá mudanças na legislação trabalhista terão fortes impactos na vida das empresas e trabalhadores. Para as empresas a alteração que terá maior impacto será a que modifica os prazos do auxílio doença. A partir de agora os empresários terão que arcar com 30 dias de auxílio doença de seus trabalhadores e não mais 15 como ocorrem atualmente. Isso aumentará consideravelmente os gastos com esses trabalhadores.

    Já para os trabalhadores, terá grande impacto a mudança do seguro desemprego que aumenta o prazo para começar a receber o benefício de seis para dezoito meses para quem requisita o benefício pela primeira vez.

    Segundo o consultor trabalhista da Confirp Consultoria Contábil, Daniel Raimundo dos Santos, essas mudanças devem ser analisadas isoladamente por parte das empresas. “A medida que altera o prazo do auxílio doença é bastante prejudicial para os empresários, pois, aumentará consideravelmente os gastos. É compreensível que o INSS queira reduzir seus custos, mas fazer isso à custa do empregador é trabalhar contra o crescimento da economia nacional”.

    “Em relação ao seguro desemprego, pode ser que tenha um resultado positivo, pois serve para inibir os empregados de receber o Seguro Desemprego, incentivando-os a permanecer empregados ou, caso estejam em situação de desligamento, que busquem logo uma nova oportunidade, ao invés de esperar do governo o auxílio do seguro desemprego. Enfim, o objetivo é evitar o pagamento indevido do benefício, reduzindo o desembolso do Governo”, conta o consultor da Confirp.

    Saiba mais sobre auxílio doença

    Com a nova redação dada pela Medida Provisória nº 664, o empregado que se afastar por mais de 30 dias, receberá pela empresa o salário destes 30 primeiros dias e a partir do 31º dia ficará por conta da Previdência Social. Anteriormente a regra era dos 15 dias primeiros e a partir do 16º dia seria pago pela Previdência Social.

    Outro ponto importante é que a fórmula para cálculo do pagamento do benefício também será alterada, sendo equivalente à média dos últimos 12 salários recebidos. Já as perícias médicas deverão ser feitas em empresas que dispõem de serviço médico, desde que fechem convênio com o INSS e não mais direto no INSS.

    Lembrando que esse direito será devido ao segurado que ficar incapacitado para seu trabalho ou sua atividade habitual, desde que cumprido o período de carência, que é de 12 meses de contribuições.

    O empregado por sua vez terá o prazo de 15 dias, ou seja, do 31º até 45º dia para requer o benefício com a Previdência Social. Fazendo isto fora deste prazo, deixará de receber retroativo (desde o 31º dia) e passará a receber o benefício a partir da data que deu entrada.

    Veja o que mudou no seguro desemprego

    Com a publicação da Medida Provisória N° 665 foram alteradas as formas de recebimento do seguro desemprego. As alterações são desde mudanças na quantidade de meses de trabalho para adquirir o benefício até a criação de uma espécie de fracionamento de carência entre um benefício e outro para passar a ter o novo direito.

    Agora, para receber o benefício do Seguro Desemprego o empregado deverá ter recebido salários de pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada conforme o seguinte quadro:

    SITUAÇÃO DIREITO QUANTIDADE DE PARCELAS
    1ª Requerimento Pelo menos 18 meses nos últimos 24 meses imediatamente anteriores à data da dispensa 04 parcelas, se comprovado vínculo entre 18 e 23 meses, no período de referência; ou
    2ª Requerimento Pelo menos 12 meses nos últimos 16 meses imediatamente anteriores à data da dispensa 05 parcelas, se comprovado vínculo de no mínimo 24 meses, no período de referência.
    3ª Requerimento em diante do Seguro Desemprego A cada 06 meses imediatamente anteriores à data da dispensa 03 parcelas, comprovado vínculo entre 6 e 11 meses, no período de referência;04 parcelas, comprovado vínculo entre 12 e 23 meses, no período de referência; ou

     

    05 parcelas, comprovado vínculo de no mínimo 24 meses, no período de referência

     

     

    Também mudou a regra da entrega do CAGED para que seja cessado o recebimento do benefício de forma imediata quando o empregado que estiver recendo esse valor e é reintegrado ao mercado de trabalho.

    Fonte: Administradores

  • Ministério do Trabalho designa integrantes do Comitê Interministerial de Segurança em Máquinas e Equipamentos

     

    Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 24 de dezembro a Portaria nº 2026, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que designa os integrantes do Comitê Interministerial de Segurança em Máquinas e Equipamentos – CI Máquinas, sendo representado pelo Ministério do Trabalho, do Desenvolvimento e da Fazenda.

  • Alimentação puxa alta do IPC em dezembro, mostra a FGV

    A principal contribuição para a aceleração registrada no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apurado para composição do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) veio do grupo Alimentação. De novembro para dezembro, o IPC acelerou de 0,53% para 0,76%. No mesmo período, o grupo Alimentação saiu de 0,55% para 0,85%, puxado pelo comportamento do item carnes bovinas (de 1,94% para 4,71%).

    Segundo a FGV, outras seis das oito classes de despesas apresentaram um avanço nas taxas de variação, além do grupo Alimentação. Apresentaram acréscimo em suas taxas os grupos: Habitação (0,62% para 0,79%), Educação, Leitura e Recreação (0,75% para 1,23%), Transportes (0,52% para 0,73%), Comunicação (0,20% para 0,53%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,45% para 0,56%) e Vestuário (0,44% para 0,59%).

    A única classe de despesa que registrou uma desaceleração foi o grupo Despesas Diversas (0,29% para 0,19%). A maior contribuição para este movimento partiu do item: serviço religioso e funerário (0,57% para 0,05%).

    As maiores influências de alta para o IPC na passagem de novembro para dezembro foram Tarifa de eletricidade residencial (de 2,23% a 3,33%); Passagem aérea (de 10,81% para 26,76%); Aluguel residencial (de 0,83% para 0,90%); Batata-inglesa (de 40,09% para 21,92%) e Gasolina (de 0,87% para 1,30%).

    A lista de maiores pressões negativas, por sua vez, é composta por Leite tipo longa vida (de -4,10% para -5,55%); Tomate (de 4,21% para -2,93%); Protetores para a pele (de -1,31% para -1,53%); Queijo mussarela (de -0,50% para -3,04%) e Banana-prata (de -4,16% para -2,51%).

    Construção

    O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em dezembro, variação de 0,25%, pouco abaixo do resultado de novembro, de 0,30%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços exerceu a maior contribuição positiva para esse resultado. O indicador registrou variação de 0,27%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,40%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,24%. No mês anterior, este índice registrou taxa de 0,22%

    Entre as maiores pressões de alta do INCC-M em dezembro, estão: o reajuste para Ajudante especializado (de 0,26% para 0,23%); Esquadrias de alumínio (de 1,08% para 1,60%); Servente (de 0,27% para 0,24%); Refeição pronta no local de trabalho (de 1,92% para 0,84%) e Pedreiro (de 0,20% para 0,23%).

    Os itens que mais influenciaram o índice negativamente foram Vergalhões e arames de aço ao carbono (de -0,35% para -0,47%); Tubos e conexões de PVC (de 1,16% para -0,35%); Tinta a óleo (de 0,44% para -0,31%); Aluguel de máquinas e equipamentos (de 0,34% para -0,01%) e Taco/tábua corrida para assoalho (de 0,30% para -0,06%).

  • INDÚSTRIA

    A venda de equipamentos para construção caiu 6% em 2014, na comparação com 213, segundo a Sobratema. Foram vendidas aproximadamente 72 mil unidades em 2013, avanço de 2,6% e 67,7 mil máquinas em 2014.

    As empresas que atuam com locação, estão com uma grande quantidade de máquinas paradas por causa da baixa produtividade do setor de construção e por isso, algumas estão com dificuldades para pagar os empréstimos que contraíram para comprar as máquinas.

    Fonte: Folha de São Paulo 

  • Sinapi avança em dezembro e fecha 2014 com alta de 6,20%, diz IBGE

    Custo nacional da construção por metro quadrado ficou em R$ 913,32, sendo R$ 497,37 correspondente às despesas com materiais e R$ 415,95 à mão de obra.

    O custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 907,43 em novembro para R$ 913,32 em dezembro, sendo que R$ 497,37 correspondem às despesas com materiais e R$ 415,95 com a mão de obra. A variação da parcela relativa aos materiais foi de 4,90% em 2014, enquanto o indicador relativo à mão de obra variou 7,74% no período.O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) subiu 0,65% em dezembro contra 0,20% em novembro. Com o resultado, o indicador fechou o ano de 2014 com variação de 6,20%, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a Caixa Econômica Federal.

    Na comparação mensal, a parcela de materiais variou 0,49% em dezembro contra -0,07% em novembro; e a de mão de obra subiu 0,84%, resultado 0,52% maior que o registrado no mês anterior.

    A região Sudeste fechou o ano com o maior resultado no acumulado do ano, com variação de 6,61%. Os demais resultados de avanço entre janeiro e dezembro de 2014 foram: Norte (5,88%); Nordeste (5,62%); Sul (6,11%); e Centro-Oeste (6,60%). Assim, os custos regionais por metro quadrado ficaram em: R$ 922,27 na região Norte; R$ 851,61 na Nordeste; R$ 954,31 na Sudeste; R$ 927,22 na Sul e R$ 927,03 na Centro-Oeste.

  • Oito dúvidas sobre o INSS que tiram o sono de empreendedores

    Deixar de pagar a própria previdência social é uma realidade comum entre os pequenos empresários – e não acontece apenas por falta de dinheiro

    O assunto deve ter passado pela sua cabeça nos últimos anos – como será minha aposentadoria se não pago o INSS? Você até foi atrás de informação, mas, a cada palpite de colegas, horas amargadas em uma fila ou a explicação dada de má vontade por um funcionário da Previdência, deixava para lá. Matar um leão por dia ocupa tempo demais na vida de pequeno empresário. Mas, agora, perto da meia idade, não dá mais para jogar as dúvidas para debaixo do tapete. É hora de decidir.

    Vale a pena retomar as contribuições? Ainda tenho algum direito? A Previdência vai quebrar antes que eu consiga os benefícios? Vários mitos e muita complexidade complicam o acesso a informações básicas da previdência social e atrapalham a decisão de quem deixou um emprego para empreender – e desistiu de contribuir para o INSS.

    É verdade que, até anos recentes, o sistema de previdência social funcionava como um buraco negro, amedrontador e inacessível para quem não tinha carteira assinada ou não era funcionário público. Hoje, os dados de todos os contribuintes estão registrados; o acesso, automatizado e o atendimento, organizado. Não está perfeito, mas representa um avanço considerável.

    Mesmo que você já tenha ou pretenda ter algum tipo de reserva para financiar sua aposentadoria – com previdência privada, imóveis, fundos, ações ou aplicações no Tesouro Direto – as contribuições ao INSS devem ser vistas como a base da sua cesta de investimentos. O especialista em previdência Newton Conde, diretor da Conde Consultoria Atuarial e professor da Fipecafi-FEA/USP, esclarece as dúvidas mais frequentes para quem vive este dilema.

    Compensa contar com o INSS nos meus planos de aposentadoria, mesmo estando tanto tempo sem pagar as contribuições?

    Os especialistas em aposentadoria e finanças pessoais asseguram que sim. A renda proporcionada pela Previdência Social, embora seja insuficiente, garante um valor básico e vitalício para quem deixou de trabalhar e também ajuda a compor uma renda maior, caso você consiga fazer outros investimentos. Além disso, dá direito a outros benefícios que não dependem da idade e costumam ser subestimados pelos empreendedores. Um deles é a pensão por morte, estendida ao cônjuge viúvo ou aos herdeiros menores de idade. Não há no mercado nenhum plano de seguro tão completo e acessível quanto o da Previdência Social.

    O que significa perder a condição de segurado?

    Quando interrompe a contribuição, você perde o direito aos outros benefícios concedidos pelo INSS: auxilio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão, salário-maternidade, aposentadoria por invalidez e pensão por morte, recursos essenciais para enfrentar situações que podem levar a baques financeiros. Ao contrário da aposentadoria, eles podem ser acionados em qualquer período da vida, e fazem muita diferença especialmente para quem trabalha como empresário ou autônomo.

    Se eu interromper as contribuições e perder a condição de segurado, perco também o que já paguei ao INSS?

    Não, o que já foi pago, seja como empregado ou como autônomo, sempre fará parte do seu fundo de contribuição na Previdência. Mas se tiver feito menos de 180 contribuições (correspondente a 15 anos), precisará retomar os pagamentos até atingir este prazo mínimo de carência para que tenha o direito de receber a aposentadoria. Se já tiver completado 180 contribuições, mesmo que esteja há anos sem pagar, poderá se aposentar por idade, que é de 60 anos para mulheres e 65 para homens, sem precisar recuperar a condição de segurado. Para saber os detalhes destes procedimentos, consulte o portal do INSS.

    Consigo me aposentar por idade automaticamente?

    Não consegue. Você precisará combinar a idade mínima (60 anos para mulheres e 65 para homens) com a exigência de período mínimo de contribuições ou 180 meses. Isto vale independentemente do valor da sua contribuição. Lembre-se que vale a regra: quanto maior o valor da contribuição, maior o valor do benefício; idem para o tempo de contribuição.

    Em que situação eu perco o direito aos outros benefícios de segurado?

    Há duas situações. Se tiver feito menos de 120 pagamentos, perde os benefícios depois de um ano sem contribuir. Se tiver feito mais de 120 pagamentos, o prazo se estende para dois anos.  A previdência concede esta vantagem para que a pessoa tenha tempo de conseguir outro emprego ou condições financeiras para voltar a pagar. Passado o prazo, o direito aos benefícios é suspenso.

    Como recupero a condição de segurado?

    Assim que retomar o pagamento das contribuições como empregado ou como contribuinte individual você volta à condição de segurado. Mas precisará cumprir diferentes prazos de carência, entre 12 e 36 meses, para ter direito a cada um dos benefícios. Um dos mais importantes para um empreendedor, o auxílio-doença, exige 12 meses de pagamento..

    Quais os passos para retomar as contribuições e ser considerado de novo um segurado do INSS?

    Agende uma consulta em um posto de atendimento do INSS pelo telefone 135 ou pela internet. A data marcada pode demorar algumas semanas. Com a senha recebida, compareça ao posto de atendimento. A instituição exige a presença do interessado para dar as informações.

    Terei que pagar os atrasados dos anos em que não contribuí? É vantajoso?

    O INSS permite apenas a recuperação das contribuições dos últimos cinco anos e, mesmo assim, após analisar cada caso. Mas os especialistas em previdência não recomendam pagar os atrasados. Além dos pesados encargos de juros e multas, não valem para cobrir o período de carência necessário para os outros benefícios. É melhor retomar a contagem de tempo a partir do pagamento das parcelas atuais e retardar o pedido do benefício.

    Há risco de o INSS quebrar e eu perder o capital que já paguei de contribuição?

    Embora ainda tenha que arcar com um déficit bilionário herdado do passado, o INSS conta hoje com mecanismos de proteção e organização que conferem mais segurança e transparência ao sistema. Dificilmente vai quebrar, embora seja impossível oferecer garantia de 100% em um horizonte de longo prazo. No entanto, mudanças para adequar o modelo à evolução da sociedade, como o aumento da expectativa de vida, ocorrerão com certeza, com diferentes impactos para quem contribui. Um exemplo é a modificação anunciada no fim do ano prevendo novas regras para a concessão do auxílio-doença e pensão por morte.

    Fonte: Diário do Comércio

  • Infraestrutura deficiente é entrave ao crescimento

    Em seu discurso de posse, a presidente Dilma Rousseff antecipou que lançará a terceira fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e a segunda do Programa de Investimento em Logística (PIL). Os fracos resultados obtidos até agora por esses programas e as perspectivas econômicas não alimentam, porém, a expectativa de grandes avanços.

    No fim do ano, o governo divulgou o balanço do PAC 2, implementado no primeiro mandato de Dilma, de 2011 a 2014. Ele executou R$ 1,07 trilhão em investimentos, o equivalente a 96,5% do previsto para o período. A maior fatia do dinheiro investido é para financiamento habitacional, que melhora as condições de moradia e estimula a construção civil, mas significa quase nada para a infraestrutura da economia em geral.

    Nada menos do que R$ 449,7 bilhões do investimento total contabilizado pelo PAC 2, ou 42,2%, são financiamentos habitacionais, dos quais R$ 360,2 bilhões concedidos pelos bancos no âmbito do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) para a compra de imóveis novos e usados. Os investimentos no Minha Casa Minha Vida ficaram com R$ 88,8 bilhões.

    A sensível e deficitária área de energia recebeu investimentos de R$ 253,2 bilhões, praticamente a metade do destinado ao financiamento habitacional, incluindo os projetos na área do petróleo da Refinaria Abreu e Lima (PE) e do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), cujos valores e cronogramas estão sendo questionados. Há atrasos também em obras como as usinas de Belo Monte (PA) e Colíder (MT). No balanço do governo, porém, essas obras foram classificadas com o status “adequado” (Valor, 12/12/2014).

    O novo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, afirmou que dará prioridade à atração para a infraestrutura do investimento privado, que contribuiu com cerca de 19% dos recursos canalizados para o PAC 2, ou R$ 198,3 bilhões, menos do que os R$ 277,9 bilhões investidos por meio de estatais que tocaram projetos de energia e transporte. Acenou com “ampla agenda institucional de estímulo ao investimento de longo prazo”. Mesmo porque as restrições fiscais, que causaram atrasos nos pagamentos a empreiteiras de obras encomendadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e pelo Minha Casa Minha Vida no fim de 2014, vão limitar a ação do governo.

    Os problemas fiscais terão igualmente impacto no custo e na oferta de financiamento para a infraestrutura, limitando o interesse do setor privado. Pouco antes do Natal, o governo aumentou de 5% para 5,5% a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), que corrige 90% dos empréstimos concedidos pelo BNDES e também as taxas do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) do banco, além de restringir a participação dos recursos nos projetos.

    Os investidores privados no setor de infraestrutura dependem dos recursos do BNDES, atraídos pelo patamar das taxas e prazos oferecidos. A elevação da TJLP afeta a rentabilidade das empresas que venceram licitações de rodovias recentemente (Valor 18/12/2014) e influencia os próximos leilões. Fazem parte também do PIL projetos de arrendamento de terminais portuários e ferrovias, que não saíram do papel. As novas regras e custos dos financiamentos, além do envolvimento na Operação Lava-Jato de muitas das grandes empreiteiras com capacidade para esse tipo de empreendimento certamente vão dificultar a segunda fase do PIL.

    Em relação ao PAC 3, a presidente Dilma pretende contratar o financiamento de mais 3 milhões de moradias pelo Minha Casa Minha Vida, que contabiliza 2 milhões de unidades concluídas e 1,75 milhão em construção com promessa de entrega no segundo mandato. A presidente também indicou intenção de focar na implementação de uma carteira de R$ 143 bilhões em mobilidade urbana pelo país. Especula-se que o cenário leve o governo a deixar de lado os projetos bilionários que caracterizaram os dois primeiros PACs e volte-se para obras de pequeno e médio portes.

    Não há dúvida que grandes dificuldades nas áreas fiscais, monetária e cambial aguardam o novo governo. Desafio igualmente importante, porém, é superar os entraves da infraestrutura. Do sucesso de uma nova estratégia para os projetos de infraestrutura depende a necessária retomada do crescimento, sem pressão inflacionária e com benefícios para o aumento da produtividade.

    Fonte: Portos e Navios

  • Mercado de geradores pode crescer 15% no Brasil

    O contexto de crise na geração de energia no Brasil, fruto das poucas chuvas no ano passado, está abrindo uma oportunidade para os fabricantes de geradores elétricos e equipamentos de iluminação. As empresas do setor estão esperando um crescimento de até 15% este ano no país.

    Várias análises de risco de racionamento no Brasil apontam que este ano haverá menor disponibilidade de energia no país. Além disso, a tarifa vai subir devido ao uso constante de termoelétricas, cuja geração é mais cara. Como se sabe, várias hidroelétricas estão operando abaixo da capacidade devido à seca.

    Em horários de consumo mais alto, as tarifas ficarão muito acima da média, o que de acordo com o setor de geradores, obrigará principalmente as indústrias a optar por estes equipamentos para continuar funcionando sem perdas econômicas.

    Fonte: Revista Construção Latino Americana

  • Vendas de estande para a maior feira do Norte e Nordeste já estão acontecendo

    Vendas de estandes, assim como espaço para patrocinadores, já estão acontecendo.

    Detentora dos mais altos índices de crescimento no setor da construção civil, a Região Nordeste vem gerando uma forte demanda para o setor de máquinas e equipamentos, graças às várias obras de infraestrutura, novas indústrias e o aquecimento do setor imobiliário. Diante do cenário favorável, Recife sedia pela terceira vez a feira Loc Show Nordeste – mostra de máquinas e equipamentos para construção, que vai acontecer entre os dias 23 e 25 de setembro, no Haras Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.

    O evento é organizado pelo Sindileq-PE e são esperados 25 expositores, seis a mais do que na última edição (2013). A compra dos estandes, assim como o espaço para patrocinadores, já está acontecendo através do e-mail locshow@assessor-pe.com.br ou por meio do telefone 3423.1300.

    Como a maior parte das feiras está concentrada no Sul e Sudeste, o Loc Show desponta como um dos maiores eventos do segmento no Nordeste, atraindo indústrias especializadas, principalmente, de Fortaleza, Maceió, Natal e João Pessoa. O objetivo é aproximar fabricantes e importadores de máquinas e equipamentos dos locadores e consumidores finais, criando a oportunidade ideal para realizar grandes negócios e reforçar o relacionamento.

    Segundo estimativa do Sindileq-PE, Pernambuco conta com cerca de 400 empresas locadoras, que juntas, movimentam quase R$ 2 bilhões ao ano. O setor de rental no Estado, inclusive, vem cada vez mais ocupando espaço nas áreas petroquímica, naval e automobilística, segmentos onde antes Pernambuco praticamente não tinha atuação.

  • Loc Show Nordeste 2015

    O Loc Show Nordeste 2015, organizado pelo Sindileq-PE, foi destaque na coluna JC Negócios, do Jornal do Commercio.

  • Termômetro ABRAMAT: no último mês de 2014, indústria de materiais mantém regularidade das vendas

    A ABRAMAT – Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção – divulga o termômetro referente ao mês de dezembro de 2014.

    O estudo mensal aponta que dezembro apresentou queda do otimismo em relação ao mês anterior com 65% das empresas informando vendas regulares, 24% boas vendas enquanto que 9% das empresas indicaram vendas ruins e 3% muito ruins.

    Na projeção para janeiro de 2015 do ano há uma ligeira melhora, com 24% dos associados acreditando num mês ruim. Já 53% estimam vendas regulares e 24% acreditam que as vendas devem ser boas.

    Segundo Walter Cover, presidente da ABRAMAT, “a opinião dos empresários do setor nesse inicio de ano  é compatível com um cenário de baixo crescimento do setor em 2015. Ainda há uma expectativa sobre as mudanças na economia como um todo e seu impacto na renda, emprego e credito, bem como na politica fiscal“.

    O termômetro também indica que a intenção de investimentos das indústrias de materiais aumentou em relação a novembro. Atualmente 59% das empresas informaram que pretendem fazer investimentos nos  próximos 12 meses, lembrando que em dezembro de 2013 esse  índice atingiu 74%.

    A sondagem indicou que 6% das empresas têm boas expectativas em relação às ações do Governo para o setor da construção civil nos próximos 12 meses.

    Fonte: Assessoria de Imprensa

  • Setor de materiais de construção terá em 2014 a menor alta em dez anos

    O varejo de materiais de construção terminou 2014 com um crescimento bem abaixo da projeção de 7% que havia sido feita no início do ano pela Anamaco (associação da área). Após registrar estagnação nas vendas em novembro, a entidade revisou a estimativa para baixo pela segunda vez e agora calcula que o aumento será de 2%.

    "Esse percentual dificilmente vai mudar em dezembro. As vendas para as reformas de fim de ano já ocorreram", diz Cláudio Conz, presidente da Anamaco. Se o cálculo se confirmar, será o pior crescimento dos últimos dez anos para o setor. "Mais baixo até que o registrado na crise de 2009. Mesmo assim, em vista do PIB previsto para este ano, não será de todo ruim."

    Em julho, depois da Copa, a entidade já havia reduzido a estimativa para 3,5%. Mais do que a desaceleração da construção civil no país, a perda de dias úteis por causa do Mundial e das eleições foi a principal causa da evolução menor das lojas de materiais, segundo Conz. "A diminuição dos lançamentos imobiliários não impacta diretamente o nosso setor, quem sente mais são os fabricantes de materiais de construção", explica.

    Entre os segmentos que apresentaram quedas nas vendas em novembro, estão os de revestimentos cerâmicos (5%) e cimentos (3%).
    Com cerca de 145 mil lojistas no país, o setor movimentou R$ 57,4 bilhões em 2013.

    Fonte: Mercado Aberto/Folha de São Paulo

  • Custo da construção sobe 6,74% em 2014, mostra FGV

    Construção: o grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação positiva de 0,27% em dezembro

    O Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M) ficou em 0,25% em dezembro, mostrando desaceleração ante a alta de 0,30% registrada em novembro, divulgou nesta segunda-feira, 22, a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

    A taxa ficou dentro do intervalo das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo AE Projeções (que iam de 0,23% a 0,37%) e abaixo da mediana, de 0,29%. O INCC-M fechou o ano com alta acumulada de 6,74%.

    O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação positiva de 0,27% em dezembro, após o avanço de 0,40% apurado na leitura do mês anterior. Já o índice relativo a Mão de Obra variou 0,24%, após subir 0,22% na margem.

    Quatro das sete capitais analisadas registraram desaceleração em suas taxas de variação em dezembro ante novembro: Salvador (de 0,23% para 0,09%), Brasília (de 0,18% para 0,02%), Porto Alegre (de 0,28% para 0,25%) e São Paulo (de 0,22% para 0,13%).

    Por outro lado, houve aceleração em Belo Horizonte (de 0,09% para 0,17%), Recife (de 2,27% para 2,44%) e Rio de Janeiro (de 0,06% para 0,13%).

    Fonte: Bianca Ribeiro, do Estadão Conteúdo para Exame.com

  • Indústria de materiais de construção se mantém otimista em janeiro, diz Abramat

    Mais de 50% dos associados estimam vendas regulares no período. Em dezembro, 24% das empresas consideraram as comercializações boas

    A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) divulgou na última terça-feira (6) o termômetro que analisa a percepção do mercado em relação às vendas de materiais de construção. Para 65% das empresas pesquisadas, o mês de dezembro teve vendas regulares, enquanto para 24% as vendas foram boas e para 9% foram ruins. Classificaram dezembro como um período muito ruim para os negócios 3% das empresas.

    Para janeiro, a pesquisa indica leve avanço do otimismo da indústria: 53% dos associados estimam vendas regulares, 24% acreditam em boas vendas e 24% projetam um período ruim.

    Em relação à intenção de investimentos da indústria de materiais, o levantamento mostra que 59% das empresas pretendem investir nos próximos 12 meses. Em dezembro de 2013, 74% das empresas tinham intenção de investir.

    FONTE: Portal PINIweb

  • Brasil faz balanço do PAC 2

    O Ministério de Planejamento informou que até o fim do ano 99,7% das obras contempladas na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) estarão concluídas.

    Segundo a pasta, o Brasil investiu o equivalente a US$25 bilhões em obras de transportes entre 2011 e 2014 em razão do PAC 2.

    O relatório publicado pelo ministério afirma que receberam melhorias um total de 5.188 quilômetros de rodovias. Além disso, 1.088 quilômetros de ferrovias forma finalizados durante o período mencionado.

    Em quanto aos aeroportos, o documento diz que 37 trabalhos forma completados, entre eles os terminais de passageiros dos aeroportos do Rio de Janeiro, Cuiabá, Brasília e Manaus.

    Moradia e energia

    O documento afirma que o PAC contribuiu, através do programa Minha Casa Minha Vida, com a entrega de 1,87 milhões de moradias, beneficiando a mais de sete milhões de pessoas.

    Em relação ao setor energético, cerca de US$95 bilhões foram investidos em usinas geradoras, que agregaram 15.908 MW ao país.

    PAC 3

    O governo aproveitou de anunciar a sua intenção de executar o PAC 3. Com respeito a data estimada para o lançamento, a ministra de Planejamento, Miriam Belchior (foto), disse que será em “momento próprio”. Belchior agregou que “o governo vai continuar fazendo investimento em infraestrutura, certamente com um patamar ainda mais alto que a gente foi capaz de alcançar no PAC 1 e no PAC 2. Tenho certeza que anova edição que a presidente lançará em momento próprio vai dar prosseguimento ao este programa importante para o país”.

    Fonte: Revista Construção Latino Americana

  • Construção pode ser afetada pela Lava Jato em 2016, diz Sinduscon

    O presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), José Romeu Ferraz Neto, disse que não espera um impacto significativo da Operação Lava Jato no crescimento da construção de infraestrutura em 2015, mas prevê que os desdobramentos das investigações podem influenciar a atividade em 2016.

    “Acredito que (a Lava Jato) possa ter reflexo no assunto de desenvolvimento de obras de infraestrutura em 2016, porém, achamos que o fato de (o tema) estar sendo investigado e encaminhado da forma como está vindo é bom a médio e longo prazo, porque pode sanear o setor e gerar mais recursos”, disse o executivo a jornalistas.

    Ele lembrou que para a economia crescer com consistência seriam necessários investimentos em infraestrutura de pelo menos 5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, o dobro do verificado atualmente, da ordem de 2,5%.

    Ferraz Neto também comentou que a investigação das grandes empreiteiras pode se tornar uma oportunidade para empresas de construção de menor porte, que hoje passam ao largo das grandes licitações.

    Questionado se isso não seria muito utópico, tendo em vista que as exigências previstas nos editais já limitam a participação dessas empresas, ele comentou que exigiria uma adaptação das novas licitações, possivelmente com a quebra de obras, e lembrou que elas também poderiam participar em consórcio.

    Para 2015, a entidade espera estabilidade do setor, com a queda no segmento imobiliário sendo compensada pelo crescimento da infraestrutura.
    “A infraestrutura vai ter um crescimento positivo em função do que já está contratado; esse segmento é pouco influenciado pelo curto prazo”, disse o presidente de economia do sindicato, Eduardo Zaidan.

    Segundo ele, as projeções para o ano que vem consideram as concessões contratadas entre 2012 e 2013, especialmente para obras de aeroportos e rodovias. “O que for definido no primeiro semestre de 2015 vai gerar PIB um ano e meio depois”, acrescentou.

    Fonte: EXAME

  • Loc Show Nordeste já tem data e local definidos

    Vendas de estandes, assim como espaço para patrocinadores, já estão acontecendo.

    Detentora dos mais altos índices de crescimento no setor da construção civil, a Região Nordeste vem gerando uma forte demanda para o setor de máquinas e equipamentos, graças às várias obras de infraestrutura, novas indústrias e o aquecimento do setor imobiliário. Diante do cenário favorável, Recife sedia pela terceira vez a feira Loc Show Nordeste – mostra de máquinas e equipamentos para construção, que vai acontecer entre os dias 23 e 25 de setembro, no Haras Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.

    O evento é organizado pelo Sindileq-PE e são esperados 25 expositores, seis a mais do que na última edição (2013). A compra dos estandes, assim como o espaço para patrocinadores, já está acontecendo através do e-mail locshow@assessor-pe.com.br ou por meio do telefone 3423.1300.

    Como a maior parte das feiras está concentrada no Sul e Sudeste, o Loc Show desponta como um dos maiores eventos do segmento no Nordeste, atraindo indústrias especializadas, principalmente, de Fortaleza, Maceió, Natal e João Pessoa. O objetivo é aproximar fabricantes e importadores de máquinas e equipamentos dos locadores e consumidores finais, criando a oportunidade ideal para realizar grandes negócios e reforçar o relacionamento.

    Segundo estimativa do Sindileq-PE, Pernambuco conta com cerca de 400 empresas locadoras, que juntas, movimentam quase R$ 2 bilhões ao ano. O setor de rental no Estado, inclusive, vem cada vez mais ocupando espaço nas áreas petroquímica, naval e automobilística, segmentos onde antes Pernambuco praticamente não tinha atuação.

  • Locadora não é obrigada a emitir NF

    Da Impossibilidade de Emissão de Nota Fiscal na Locação de Bens Móveis – ISS

    O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza tem sua previsão legal no art. 156, II da Constituição Federal e regulamentação na Lei Complementar 116/2003, a qual estabelece em sua Lista Anexa o rol de serviços sujeitos a incidência do ISS.

    Podemos observar que dentre os serviços elencados da referida lista de incidência do ISS, a locação de bens móveis não é mencionada, e devido ao fato da norma tributária ter sua tipicidade fechada, o FISCO não pode fazer uma interpretação extensiva com o objetivo de exigir o pagamento do ISS dos Locadores de Bens Móveis, como já bem definido pelo Supremo Tribunal Federal, acerca do tema.

    Diante da não incidência do ISS na Locação de Bens Móveis, e consequentemente, a ausência da obrigação principal, o FISCO não poderia exigir do Locador a emissão Nota Fiscal, a qual tem como característica ser uma obrigação acessória, forma de declarar da existência do Fato Gerado do ISS, o qual não existe na referida prestação.

    Importante lembrarmos que a competência legislativa e arrecadatória do ISS é do Município e Distrito Federal, o que nos remete a uma infinidade de legislações municipais, regulando a tributação do ISS e suas particularidades. Por este motivo, não é raro nos depararmos com procedimentos totalmente distintos de um município para outro.

    A fim de exemplificar algumas distorções, destacamos o município de São Paulo, o qual em seu Decreto Municipal nº44.540/2004 é expressamente vedado aos Locadores de Bens Móveis, a emissão de nota fiscal de serviço sem autorização, sob pena de multa. Já em outro município, no próprio Estado de São Paulo, a municipalidade exige a emissão de Nota Fiscal, modelo B4, destacando a não incidência do ISS.

    Diante deste cenário, é muito comum a municipalidade exigir dos locatários a comprovação da efetiva locação, por meio da demonstração do contrato de Locação de Bens Móveis, no qual tem de estar claro que o objeto contratado está na disponibilização de determinados equipamentos. Em hipótese alguma pode haver a adição da disponibilização da prestação de algum tipo de serviço humano, como por exemplo, a prestação de serviço de operador de máquinas.

    Afirmando este mesmo entendimento, temos o comentário de Bernardo Ribeiro de Moraes: “Não será locação de bens móveis, quando o dono da máquina (locador) arca com as despesas de administração, operadores, combustíveis, lubrificantes, peças, manutenção, etc.” – Doutrina e Prática do ISS – pág. 247.

    Sendo assim, caso o contrato de locação de bens móveis vá além da pura locação de equipamento e adicione outro tipo de prestação de serviço, a municipalidade poderá autuar o Locador e exigir o recolhimento do ISS por ter havido fato gerado do referido imposto, desde que observada a incidência dentre o rol de serviços elencado na Lista Anexa da LC nº116/03.

    Por fim, concluímos que qualquer municipalidade que exija do Locador de Bens Móveis a emissão de nota fiscal, seja qual for o modelo, ou outro tipo de declaração, está agindo de forma arbitrária e ilegal.

    Douglas Cavalheiro Souza
    Palma, de Natale & Teracin

  • Sindileq-PE faz convênio o Veneza Water Park

  • Obra Itaquitinga

  • NR12 – Norma coloca fabricantes , locadores e usuários fora da Lei

    Parece coisa de cinema dizer que um setor tão importante quanto o de máquinas e equipamentos para construção civil esteja muito preocupado e se sinta acuado e sem condições de atender 100% a norma NR12 do Ministério do Trabalho.

    A rigor, se cumpridas todas as exigências desta Norma, o Brasil para. Palavras de especialistas renomados do setor e de vários técnicos do Ministério do Trabalho. Conseguimos criar um clima de terror e ficamos a mercê da interpretação e do bom senso de auditores fiscais de cada região.
    A resposta é bastante simples. Acha-se aprovada, desde de 2010, a NR12 – Norma do Ministério do Trabalho que regulamenta a fabricação, importação, locação, venda, cessão a qualquer titulo, e até a destinação final, de todas as máquinas existentes no Brasil, de agora (2010) em diante, obrigando ainda a readequação de todo os parques de máquinas já instalados às mesmas exigências, tornando TODO SETOR PRODUTIVO NUM PERFEITO FORA DA LEI.

    É claro que todos temos que apoiar as mudanças de Normas e tudo que venha melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores e diminuir acidentes do trabalho. A ALEC – Associação Brasileira das Empresas Locadoras de Bens Móveis, há várias gestões, através de seus ex-presidentes, presidente atual e representantes técnicos, tem participado e não tem poupado esforços para contribuir com estas mudanças. Acontece que, desta vez, nem a ALEC e nem membros de outras entidades, como Sinduscon-SP, foram chamados a participar.

    Por mais que esse assunto já tenha sido veiculado na mídia impressa, nos principais jornais e revistas semanais do Brasil, até o momento nada foi feito. Máquinas e equipamentos utilizados na Europa, Estados Unidos e países desenvolvidos, que estão sujeitos a normas internacionais, aqui, são tratados como fora da lei.

    Vejamos um exemplo: uma simples furadeira, usada em todos esses países citados, e obedecendo leis internacionais, fere, pelo menos, alguns itens da NR12.

    1) Princípio da ultrabaixa tensão – Embora esse equipamento seja duplamente isolado, ele funciona em 110/220 volts, e não em 24 volts, como deseja a Norma. Locadores não tem como cumprir este item, já que as furadeiras, e toda a linha de ferramentas elétricas manuais usadas aqui, são as mesmas encontradas nestes países desenvolvidos.
    2) Contato com partes em movimento – Quando o operador funciona a máquina, não pode ter contato com partes em movimento. Como fazer com o mandril da furadeira, o qual precisamos ver para saber aonde estamos furando?
    3) Toda máquina, quando cai a energia, não pode voltar a funcionar. Acontece que, se o gatilho estiver ligado e cair, a energia desta e de outras tantas máquinas (ferramentas elétricas manuais), voltarão a funcionar. É assim no mundo todo.
    Outras máquinas, como betoneiras, estão sujeitas a estas exigências.
    4) Botão de pânico – Toda máquina deve possuir botão de pânico que possa ser acionado facilmente por outra pessoa em casos de emergência. Todos os representantes das várias fábricas brasileiras de betoneiras têm estudado e até elaboraram, em conjunto com outros setores, o “Documento de Estudo de Norma Brasileira para Betoneira”. Para isto, contaram com o apoio da ABIMAQ e da ABNT para tentar unificar este e outros mecanismos, para que sejam aceitos em todos os Estados e Regiões.
    Todo dia chegam na ALEC reclamações de locadoras que estão tendo que assinar TERMOS DE COMPROMISSO com os técnicos locais do Ministério do Trabalho, que nem sempre tem um entendimento correto da Norma. Veja foto e exigência de um técnico em Santa Catarina.
    5) Chave – Fazendo o fechamento da parte que liga e desliga a máquina, de modo que, quando o operador deixa o local de trabalho, nenhum outro, sem conhecimento, possa acionar o equipamento . Este item parece bastante justo e simples de ser feito. Porém, ainda hoje, a maioria das máquinas sai de fábrica sem este dispositivo. O problema aqui é como fazer isto nas máquinas novas e ainda nas antigas, já que a exigência da Norma NR12 é para novas e para as antigas. Em muitas delas, não há como fazer a adequação. Simples, diria alguém.
    Basta trocá-la por uma nova. Como fazer isto com um parque de máquinas imenso? Não existem recursos e nem máquinas novas para suportar a necessidade do mercado. E não há como trazer de fora (importar), já que na Europa e Estados Unidos, as máquinas são iguais as daqui.
    Fazendo uma comparação, cumprir essa exigência é como impedir que os automóveis, fabricados anteriormente a 2014, não possam mais rodar, pois não possuem AIR BAG e ABS.
    Ou ainda melhor, seria como exigir que todos os consumidores fossem obrigados a instalar em seus carros AIR BAG e ABS na autoelétrica da esquina. Veja que essa solução não é viável econômica e nem tecnicamente. Na indústria de automóveis, modelos como a Kombi e Uno Mille foram tirados da linha de montagem, pois as fábricas não tinham como adequá-los.
    Já saiu também na mídia e encontra-se no site da CNI – Confederação Nacional das Indústrias, que este assunto preocupa os empresários, que já tentaram várias vezes se reunir com o governo e o Ministro do Trabalho, no sentido de encontrar um consenso entre aquilo que seja viável e exequível para toda a sociedade. Veja a seguir trecho da solicitação da CNI.
    (...) prorrogação de três anos para todos os prazos da norma, a fim de que seja promovida sua revisão pela CNTT-NR12, com alterações e adequações mediante consenso (unanimidade) condizentes com a realidade de cada segmento da economia;
    revisão do texto da norma de forma a torná-la de mais fácil entendimento, com a retirada dos detalhamentos técnicos que se aplicam aos fabricantes das máquinas e não aos consumidoresfinais; inclusão na norma de cláusula excluindo da aplicação da norma as máquinas e equipamentos já existentes e em uso no território nacional antes da publicação das alterações na NR12, a exemplo do que ocorre com a Diretiva 042/2006 da Comunidade Europeia estabelecer na norma que a fiscalização de seu cumprimento deve ficar a cargo de auditor-fiscal do trabalho que seja especializado em engenharia de segurança e medicina do trabalho, como prevê o art. 3º, parágrafo 2º, da Lei nº 10.593/02;
    estabelecer tratamento diferenciado para micro e pequenas empresas, em consonância com o Decreto n° 7.602/2011 e Lei Complementa n0 123/2006.
    A ALEC está atenta e vem tentando ser incluída nas discussões, uma vez que foi aberta a oportunidade de participação através da PORTARIA INTERMINISTERIAL N.º 8, DE 25 DE SETEMBRO DE 2014 publicada no Diário Oficial da União (DOU de 26/09/2014 Seção I Pág. 129) que institui Comitê Interministerial de Segurança em Máquinas e Equipamentos. Porém, apesar de todos os nossos esforços, até o momento, não conseguimos sequer garantir a participação na discussão.
    Temos conversado com os fabricantes de equipamentos de nossa cadeia de relacionamento. Até o momento, ninguém foi convidado ou convocado a participar. Esperamos, mais uma vez, que o erro não se repita. Ou seja, discutir a Norma e fazer alterações sem que os verdadeiros representantes do setor da construção, fabricantes, locadores e usuários sejam ouvidos.

     

  • CNI acredita em estagnação da construção civil brasileira em 2015

    Documento divulgado pela entidade prevê que o PIB da construção caia 4,7% em 2014 e não cresça no próximo ano
    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou na última terça-feira (16) o Informe Conjuntural da Economia Brasileira, que prevê estagnação da construção civil para o ano de 2015. Com baixos níveis de atividade e de confiança no setor, a perspectiva da entidade é de que o Produto Interno Bruto (PIB) da indústria da construção não cresça no próximo ano.

    Isso porque a atual situação do setor é considerada grave pela CNI, sendo que o PIB da construção deve fechar 2014 com queda de 4,7%. “A Sondagem Indústria da Construção mostrou forte deterioração de seus indicadores ao longo deste ano, quando todos ficaram abaixo dos 50 pontos, inclusive aqueles que captam as perspectivas para os próximos seis meses. O indicador do nível de atividade, por exemplo, registrou 42,7 pontos em outubro, o que representa manutenção da queda na atividade do setor”, diz o relatório.

    Assim, segundo a CNI, como os indicadores de expectativa do setor não apontam sinais de reversão no atual quadro de desaquecimento, o desempenho do PIB da construção deve ser nulo em 2015.
    Já para a indústria como o todo o índice deve alcançar 1% em 2015, enquanto o setor de serviços deve crescer 0,7% e o de agropecuária 2,4%. Dentro da indústria, o setor de transformação deve avançar 08% no próximo ano, o de serviços industriais de utilidade pública 1,7%, e o de extração 2,5%.

    Na avaliação da CNI, o aumento dos juros e os efeitos do ajuste fiscal frearão o consumo de famílias, que deve crescer apenas 0,7%, e os investimentos, que ficarão estagnados após a queda de 6,7% prevista para 2014.

  • Brasil gasta pouco com infraestrutura

    Relatório de competitividade do Fórum Econômico Mundial indicam que a qualidade geral da infraestrutura brasileira teve recuo de 2,1% entre 2010 e 2014. O desempenho do Brasil na área de infraestrutura nos últimos anos foi baixo em comparação ao de países emergentes e desenvolvidos.

    Dados levantados pelos economistas João Manoel Pinho de Mello, do Insper, e Vinícius Carrasco, da PUC-Rio, mostram que a qualidade da infraestrutura piorou em vários aspectos em anos recentes e que o volume de investimento ainda é baixo sob a perspectiva internacional.

    Estatísticas do relatório de competitividade do Fórum Econômico Mundial indicam que a qualidade geral da infraestrutura brasileira teve recuo de 2,1% entre 2010 e 2014. A pequena queda recente seguiu um período de alta a partir de meados da década passada, mas contrasta com o processo de melhoria contínua de outros países.

    Para a média dos países emergentes acompanhados pelo Fórum, a qualidade geral da infraestrutura aumentou 10,2% entre 2010 e 2014, embora já partisse de um patamar acima do brasileiro. Tendências semelhantes aparecem em setores específicos.

    A percepção negativa em relação à situação da infraestrutura no país pode indicar que o aumento dos investimentos nos últimos anos não tem sido capaz nem de recuperar o desgaste sofrido pelas estruturas já existentes, como estradas e ferrovias.

    “A piora na qualidade sugere que os investimentos não estão nem compensando a depreciação, o que é preocupante, já que precisamos ir muito além disso”, diz Mello.

    Estimativa dos economistas Cláudio Frischtak e Katharina Davies indica que os investimentos do Brasil em infraestrutura atingiram o equivalente a 2,45% do PIB em 2013.

    Segundo os especialistas, o valor é, de fato, menor do que o mínimo necessário para compensar a depreciação, que seria de 3% do PIB.

    Fonte: Grandes Construções

  • 2015 será melhor que o previsto

    O bloco de investimentos de R$ 100 bilhões que aportou em Pernambuco nos últimos anos vai sustentar o dinamismo da economia pernambucana acima do Nordeste e do Brasil. As projeções da Ceplan Consultoria para 2015 é de crescimento de 2,31% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado. O país deverá ficar com taxa de 0,32% e a Região Nordeste com 1,21%. A produção de óleo diesel e de derivados de petróleo da Refinaria Abreu e Lima e a entrada em operação da fábrica da Jeep, com a produção de veículos, são os diferenciais que deverão alavancar o PIB estadual para um novo patamar no cenário regional e nacional. 

    A XVIII Análise Ceplan apresentada ontem, com os cenários econômicos mundial, nacional, regional e local, confirma o descolamento do PIB pernambucano do restante do Nordeste e do país. A economista Tânia Bacelar, sócia-diretora da Ceplan, avalia que a economia do estado sai da etapa de construção das obras e entra na fase operacional, com o papel preponderante do funcionamento das novas empresas. “Agora entra o diferencial da indústria de petróleo e gás, a construção de navios e a produção de veículos. Muda a estrutura do produto industrial de Pernambuco”, pontua. 
    O economista Jorge Jatobá, sócio-diretor da Ceplan, aponta outros diferenciais que devem alavancar o PIB de Pernambuco nos próximos anos. Ele cita como exemplo a indústria criativa, incluindo a tecnologia da informação (TI), além das produções culturais e artísticas, com atividades que agregam valor e renda ao PIB. Segundo ele, outro investimento importante é o Centro de Tecnologia da Fiat, previsto para ser instalado na antiga fábrica Tacaruna, que vai agregar a pesquisa e o conhecimento ao estado. 

    Mesmo com o otimismo do cenário local, os economistas da Ceplan Consultoria alertam para as dificuldades da economia mundial e brasileira em 2015 e para o aperto fiscal que deve ser adotado pelo segundo governo Dilma. Jatobá diz que o Brasil vivencia um período de baixo crescimento econômico com a inflação em alta e baixa taxa de investimento. Outro fator preocupante é a crise de duas grandes empresas públicas (Petrobras e Eletrobrás), o que poderá provocar a perda de grandes investimentos externos, pela quebra da confiança e da credibilidade, motivadas pelos casos de corrupção. 

    Para completar o cenário adverso, Jatobá chama a atenção para o câmbio valorizado e a falta de investimentos da indústria nacional, o que retira a produtividade do setor frente à economia nacional e mundial. O economista defende ajustes na atual política de reajuste do salário mínimo, hoje atrelada ao PIB de dois anos anteriores e à inflação. “O novo governo terá que conectar o crescimento da produtividade com o salário mínimo, para realinhar os preços da indústria”, assinala.

  • Recesso Sindileq-PE

     

    Prezados Associados,

    O Sindileq-PE deseja a todos um Feliz Natal e um Ano Novo de Muitas realizações.

    Fique ligado nos nossos dias de funcionamento:

    Dias: 22 - 23 - 29 - 30/12/2014 – Expediente normal.

    Dias: 24 - 26 - 31/12/2014  e 02/01/2015 -  Fechado.

  • Segunda fase do PAC já investiu R$ 1,1 trilhão em obras

    Desse montante, R$ 796,4 bilhões representam projetos concluídos nos eixos Transportes, Energia, Petróleo e Gás Natural, Cidade Melhor, Comunidade Cidadã e Água e Luz Para Todos

    A segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) do Governo Federal atingirá até 31 de dezembro deste ano a execução de R$ 1,066 trilhão em obras, de acordo com o 11º Balanço do programa, apresentado na última quinta-feira (11). O valor representa 96,5% do total de R$ 1,104 trilhão previsto para o período 2011-2014. Em relação às obras concluídas no período, foram R$ 796,4 bilhões utilizados nos seis eixos contemplados, o que representa 99,7% do valor global previsto para 2014.

    O Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), um dos eixos do PAC, concluiu empreendimentos no valor de R$ 449,7 bilhões, com a contratação de 3,7 milhões de moradias. Desse total, 1,87 milhão já foram entregues, beneficiando cerca de sete milhões de pessoas. Na região Nordeste, o programa concluiu 483 mil unidades habitacionais; enquanto no Sul foram 429,6 mil; no Sudesde 637,6 mil; no Norte 85,5 mil; e no Centro-Oeste 221,9 mil.

    Já no eixo Transportes, foram aplicados R$ 66,9 bilhões em empreendimentos. Em rodovias finalizou-se obras em 5.188 km, dos quais 1.413 km foram concessões, e há obras em andamento em mais 7,002 km. As obras em 2.612 km consistem em duplicação e adequação das vias e 4.390 são de construção e pavimentação. Ao longo dos quatro anos, 1.088 km de ferrovias entraram em operação, com destaque para o trecho de 855 km da Ferrovia Norte-Sul (FNS), de Palmas, no Tocantins, a Anápolis, em Goiás. O programa entregou ainda 30 empreendimentos de portos e 37 de aeroportos em todas as regiões do País.

    No eixo Energia, o programa concluiu R$ 253,3 bilhões de ações em Geração de Energia Elétrica e Petróleo e Gás Natural. Foi promovida a entrada de 15.908 MegaWatts (MW) em hidrelétricas no parque gerador brasileiro, além de 2.849 MW em 108 novas usinas eólicas. Estão em construção oito hidrelétricas (18.839 MW), três termelétricas (1.992 MW), 89 usinas eólicas (2.324 MW) e quatro pequenas centrais hidrelétricas (84 MW), que aumentarão em 23.239 MW a capacidade de geração de energia do País.

    No setor de Petróleo e Gás Natural foram concluídos 28 empreendimentos em exploração e produção de petróleo, 21 em refino e petroquímica, 11 em fertilizantes e gás natural e três em combustíveis renováveis. Foi contratado o financiamento de 426 embarcações e 13 estaleiros.

    Investimentos de R$ 10,7 bilhões foram utilizados no eixo Cidade Melhor, com 1.600 empreendimentos de saneamento, incluindo esgotamento sanitário e saneamento integrado. Também foram entregues 86 projetos de drenagem, 27 de contenção de encostas e 46 de pavimentação, além de 31 empreendimentos em Mobilidade Urbana, que incluem trechos de metrô e sistemas de Bus Rapid Transit (BRT).

    No eixo Comunidade Cidadã, foram contratadas a construção ou ampliação de 14.448 Unidades Básicas de Saúde (UBS), com investimentos de R$ 3,7 bilhões em 4.145 municípios. Do total de projetos, 3.326 foram concluídos até 2014 e outros 9.002 estão com obras em andamento. Também foram contratadas 484 Unidades de Pronto Atendimento (UPA), que terão capacidade mensal de até 3,1 milhões de atendimentos. Desse total, 39 foram concluídas e 283 estão em obras.
    Por fim, no eixo Água e Luz Para Todos, foram concluídas ações no valor de R$ 10,3 bilhões, incluindo 538 mil ligações de energia elétrica, 238 implantações de sistemas de abastecimento de água e 58 sistemas de esgotamento sanitário.

    Segundo o balanço, as obras da ,zsegunda etapa do programa superou a execução total da primeira em 72%.

    Fonte: Portal PINIweb

  • BNDES prevê investimentos de R$ 598 bilhões em infraestrutura entre 2015 e 2018

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prevê, de acordo com o Boletim Perspectivas de Investimentos, recursos de R$ 598 bilhões para obras de infraestrutura em todo o País entre 2015 e 2018. O valor é 30,8% maior do que os R$ 457 bilhões investidos entre 2010 e 2013.

    Considerando os setores da indústria, infraestrutura, residências e agricultura e serviços, os investimentos do banco para o próximo quadriênio somam R$ 4,1 trilhões. Segundo o boletim, os principais investimentos serão feitos no setor elétrico, que receberá R$ 192,2 bilhões com base em leilões de geração e transmissão de energia já realizados e indicações de planejamento realizado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para o setor.

    Do total previsto para o setor de energia, R$ 56,3 bilhões são para empreendimentos hidrelétricos. Os setores com maior variação nos investimentos, na comparação com o quadriênio anterior, são portos (com aumento de 141% dos recursos, totalizando R$ 36 bilhões), e ferrovias (com variação de 98,9% e investimentos que somam R$ 45 bilhões).

    Fonte: CBIC

  • Custo da construção civil sobe 0,2% em novembro

    IBGE mostra que a construção civil teve inflação menor, em novembro, se comparado ao mês anterior.

    A inflação medida pelo Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) foi 0,2% em novembro deste ano. A taxa é inferior à observada no mês anterior, que foi 0,3%.

    O Sinapi, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Caixa Econômica Federal (CEF), acumula taxas de 5,5% no ano e 6,54% em 12 meses.

    Enquanto o custo com materiais caiu 0,07%, passando a ser de R$ 494,93 por metro quadrado, a mão de obra ficou 0,52% mais cara, com custo de R$ 412,50 por metro quadrado. No total, o custo médio da construção civil por metro quadrado foi R$ 905,65, em novembro.

    Entre os estados, Pernambuco teve a maior alta (3,98%), e foi o único com inflação acima de 1%. Dez estados tiveram deflação (queda de preços), com destaque para os recuos de preços de 0,57% em Minas Gerais e 0,5% no Maranhão.

    (Agência Brasil)

    Fonte: EBC

  • Fitch prevê vulnerabilidades para setor bancário brasileiro em 2015

    A agência de classificação de risco Fitch afirmou que o setor bancário brasileiro enfrenta uma perspectiva negativa em 2015 que reflete a deterioração do ambiente operacional e da qualidade dos ativos. Na avaliação da agência, o forte crescimento dos empréstimos pressiona a qualidade dos ativos dos bancos de propriedade pública. A rentabilidade deve enfrentar pressão adicional devido à pequena margem de manobra das instituições. O recente crescimento das carteiras mais arriscadas representa outra vulnerabilidade, de acordo com a Fitch.

    "A lucratividade também enfrenta pressão adicional devido ao esperado aumento do custo do crédito e da concorrência acirrada, apesar do benefício marginal temporário frente aos recentes aumentos das taxas de juros", disse Eduardo Ribas, diretor da Fitch's Latin America para instituições financeiras.

    A perspectiva do rating para os bancos brasileiros, contudo, se mantém estável com base em seus fundamentos, que incluem gestão conservadora de risco de crédito e desempenho consistente, de acordo com a agência. Grandes bancos privados têm sido capazes de enfrentar um cenário de fraqueza econômica e de limitar o impacto potencial sobre a sua rentabilidade e qualidade de ativos. Mudanças nas carteiras de empréstimos para aumentar a segurança também contribuem para um perfil financeiro resiliente.

    A diversificação de negócios e de financiamentos são a chave para os bancos de médio porte, de acordo com a Fitch. A agência acredita que "os bancos médios mais bem avaliado devem ser capazes de lidar com o ambiente desafiador devido a uma estrutura de financiamento de mais baixo custo e modelos de negócio mais flexíveis".

  • Para S&P, novo ministro da Fazenda está dando sinais importantes

    O futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy, está dando sinais importantes na condução da política econômica do segundo mandado da presidente Dilma Rousseff, mas o mais importante é que esses sinais possam ser realizados em medidas concretas. A avaliação foi feita nesta segunda-feira, 15, pelo diretor de risco soberano da agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P), Sebastian Briozzo. "Para nós, os sinais são importantes, mas, como sempre, mais importante é a realidade mesmo", afirmou Briozzo, em palestra durante seminário promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio.

    O executivo ressaltou que, no passado, a equipe econômica já deu sinalizações que não foram confirmadas posteriormente em medidas. Ele deu como exemplo o recente aporte de R$ 30 bilhões do Tesouro Nacional no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), medida teoricamente contrária à sinalização de Levy.

    Segundo Briozzo, maiores níveis de dívida e um comprometimento mais fraco com o ajuste fiscal poderiam levar a nota do Brasil na S&P para a perspectiva negativa, passo anterior a um rebaixamento na nota. )

    A questão política envolvendo os escândalos de corrupção na Petrobras será um ponto importante na avaliação da agência de risco S&P sobre a nota soberana do País. Segundo Briozzo, o principal efeito será sobre os investimentos na economia como um todo. "Uma questão é como os problemas da Petrobras afetam seu plano de investimentos", afirmou Briozzo. Segundo o executivo, a ampliação da taxa de investimentos na economia é o ponto mais importante para o crescimento do País.

    Nota de risco do Brasil
    Segundo Briozzo, o principal ponto fraco para a nota de risco do Brasil é a dívida relativamente grande do País e sua necessidade de refinanciamento, o que poderia levar a um rebaixamento do rating, que seria sinalizado antes por uma mudança de perspectiva para negativa. Atualmente, o grau de investimento do País (BBB-) tem perspectiva estável.

    Além disso, o diretor da S&P apontou que o nível de investimentos do setor público é muito baixo, assim como o privado. Segundo ele, o mundo ajudou em 2002 e 2003, quando o Brasil saiu de uma pequena crise, após as eleições. "Agora o mundo não vai ajudar tanto assim", observou.

    A presidente da S&P no Brasil, Regina Nunes, lembrou que o Brasil de hoje é muito maior do que era em 2002. "O Brasil tem empresas com valor de mercado maior que o tamanho da economia de países da América Latina", apontou Regina.

    Briozzo afirmou que o Brasil tem todas as ferramentas para continuar avançando em seu rating no futuro. Entre os pontos favoráveis estão a situação pouco dependente do resto do mundo, comprometimento com políticas econômicas prudentes, peso pequeno da dívida em dólar, mercado doméstico expressivo, potencialidades em setores como petróleo e estabilidade política.

    "O Brasil não é um país de crescimento alto. Nos últimos 15 anos ficou em torno de 3%. Mas o principal fator é que é país estável, politicamente estável", ressaltou Briozzo.

     

    Fonte: Agência Estado

  • Indústria de materiais de construção civil aguarda ligeira melhora em 2015

    Com uma taxa mais realista do câmbio, espera-se que uma boa parte das importações de materiais de construção seja retomada pela indústria nacional.

    O ano de 2014 foi frustrante para a maioria da indústria de materiais de construção, explica Walter Cover, presidente executivo da Abramat.

    Na média da indústria o faturamento, descontada a inflação, será 4 a 5% menor que em 2013.
    As vendas para o varejo são dependentes da renda e emprego e do crédito, afirma Cover. Renda e emprego ainda estiveram bem em 2014, mas o crédito foi muito prejudicado pela política restritiva dos bancos e pelo aumento dos juros.

    “O pessimismo generalizado com a economia afetou os planos de investimento, assim como a compra da casa própria pelas famílias. As obras públicas de infraestrutura, embora com as dificuldades de demora nas licenças, imprevisibilidade de desembolso, problemas com projetos, ainda caminharam razoavelmente”, diz.
    O clima de expectativa se reduziu com o resultado das urnas e a definição da equipe econômica. “Mas o retorno da confiança virá aos poucos com as primeiras medidas. Com confiança o empresário começa a repensar os investimentos”, explica.

    Outro fator que pode ajudar a indústria em 2015 é uma taxa mais realista do câmbio. Há sinais que ela permanecerá nos níveis de R$ 2,50 a R$2,55/US$ até o final de 2014 e mais próximo de R$ 2,70/US$ em 2015.
    Com essas taxas, uma boa parte das importações de materiais de construção será retomada pela indústria nacional e, como bônus, aumentarão as exportações, que hoje estão menores que em 2007.

    De acordo com Cover, o programa do governo, Minha Casa deverá ser bastante incrementado.
    “Hoje o programa é responsável por cerca de 7% da venda de materiais e a perspectiva de construir três milhões de moradias nos próximos quatro anos é muito animadora”, comenta.

    É possível imaginar um cenário ligeiramente melhor para a indústria de materiais em 2015, embora longe de atingir as taxas de crescimento que o setor necessita para retomar o importante papel que desempenhou na economia nos últimos anos.

    Fonte: DCI

  • Analoc trabalha pelo fortalecimento do setor de locação

    O setor de locação de equipamentos vem crescendo nos últimos anos no País em decorrência do aumento do número de obras de edificações e infraestrutura em todo o território nacional. Empresas consolidadas ampliaram seus mercados e novas companhias aproveitaram a oportunidade e iniciaram suas atividades.

    Nesse contexto de crescimento e consolidação, estão em fase final os estudos para criação da Associação Brasileira dos Sindicatos, Associações e Representantes dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas (Analoc), com o intuito de promover ações e atividades para o desenvolvimento e evolução do segmento de locação de equipamentos móveis, incluindo, por exemplo, o incentivo para a criação de novas entidades em locais em que ainda não existe uma representação instaurada. “Nosso papel é fortalecer as associações existentes e fomentar a constituição de novos sindicatos, profissionalizando, dessa maneira, a atividade como um todo”, explica o presidente da Associação, Reynaldo Fraiha.

    Para alcançar esse objetivo, a Analoc vem promovendo reuniões periódicas com sua diretoria, que são realizadas em cidades distintas, em função da sua composição. No encontro realizado na sede da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema), em 13 de novembro, participaram executivos da Bahia, de Minas Gerais, da Paraíba, de Pernambuco, do Rio Grande do Norte e de São Paulo, que compõe parte importante do setor de locação de equipamentos.

    De acordo com Eurimilson Daniel, vice-presidente da Sobratema e secretário geral da Analoc, essa diversidade de profissionais demonstra o empenho na formação de uma entidade para o desenvolvimento do setor, além de trazer as realidades distintas de cada estado, a fim de conciliar diferentes interesses em um objetivo comum: o fortalecimento e crescimento organizado do mercado. “Estamos trabalhando fortemente para estabelecer as diretrizes que irão contribuir com nossas atividades”, afirma.

    Durante a reunião, foram definidas a identidade visual da marca Analoc e seu estatuto. Também foram propostos temas para discussão entre seus dirigentes, que interferem diretamente na produtividade das empresas, como os investimentos em infraestrutura, as reformas políticas e tributárias, a questão do crédito, entre outros. Para o próximo encontro, foi proposto o debate sobre o alinhamento e a definição da visão, da missão e dos valores da Associação.

    Daniel afirma que o setor apresenta muitos benefícios, mas possui muitos desafios a serem vencidos. “Por esse motivo, é importante que as empresas de locação se reúnam, discutam e encontrem soluções que favoreçam toda a cadeia. Entendemos que as entidades devem fomentar esse debate propositivo”.

    A Analoc congrega todos os segmentos da cadeia da construção civil e para maior penetração da nova entidade no mercado, foram organizadas a diretoria de equipamentos de pequeno porte, tendo como diretor o engenheiro Fernando Augusto L. de Moraes Forjaz, presidente da Associação dos Locadores de Equipamentos para a Construção Civil (Alec) e do Sindicato das  Empresas de Locação de Equipamentos, Máquinas, Ferramentas e serviços para a Construção do Estado de São Paulo (Sindileq-SP), e a diretoria de equipamentos da linha Amarela, tendo como diretor Flavio Figueiredo Filho, vice-presidente da Associação Paulista dos Empreiteiros e Locadores de Máquinas de Terraplenagem e Ar Comprimido (Apelmat) e do Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos e Máquinas de Terraplenagem do Estado de São Paulo (Selemat).

    Segundo levantamento realizado pela Alec eplo Sindileq-SP, existem hoje 6.500 locadoras de equipamentos em todo o Brasil, sendo 2.500 no Estado de São Paulo. De acordo com Forjaz, a grande maioria das locadoras de equipamentos de pequeno porte dos estados de Pernambuco, Minas Gerais, Bahia, Goiás, Rio Grande do Norte, Alagoas, Ceará e São Paulo tem entidades que as representam e que vem atuando fortemente em prol do rental. “Com a participação de todos fortaleceremos nossa atividade”, diz.

     

    Escrito por Tatiana Alcalde

  • Santander promete seguir investindo no Brasil

    A presidente do banco espanhol Santander disse em visita ao Brasil que continuará investindo no país, principalmente disponibilizando fundos para alimentar financeiramente os programas de infraestrutura nacionais.

    Ana Botín prometeu trazer ao Brasil US$ 10 bilhões a mais em fundos especiais para projetos de obras de infraestrutura. A executiva declarou que, em 2014, o banco investiu US$ 4 bilhões no país, e que em 2013 já havia colocado à disposição da economia outros US$ 10 bilhões.

    O capital do Santander compõe os aportes de crédito disponíveis para que órgãos públicos e empresas privadas possam viabilizar o início dos projetos existentes no país.

    “O Brasil é estratégico para o Grupo Santander, seguiremos investindo porque temos plena confiança no desenvolvimento do país”, disse ela. Além da infraestrutura, Ana Botín também pôs ênfase no apoio financeiro às pequenas e médias empresas do Brasil, que geram a maior proporção de emprego e renda para a sociedade.

    Fonte: Revista Construção Latino Americana

  • Economia retoma crescimento com alta do PIB, diz Fazenda

    Ministério destacou também, por meio de nota, a expansão de 1,7% da indústria e de 1,3% dos investimentos
    O Ministério da Fazenda avalia que o aumento de 0,1% do PIB no terceiro trimestre na comparação com o trimestre anterior mostra que a economia entrou em processo de retomada do crescimento econômico, embora em ritmo ainda modesto. O ministério destacou também, por meio de nota, a expansão de 1,7% da indústria e de 1,3% dos investimentos.

    “Os indicadores antecedentes e coincidentes sinalizam a continuidade dessa trajetória de melhora no quarto trimestre. A retomada do investimento é fundamental para que o crescimento econômico se acelere e tenha sustentação ao longo do tempo”, informa a nota.

    Outro destaque, informou o ministério, é que a queda de 1,9% na agricultura no terceiro trimestre foi provocada basicamente pela seca prolongada, que afetou importantes culturas, como a de cana-de-açúcar e a de café.
    Na avaliação do ministério, é importante mencionar que a demanda interna mostrou enfraquecimento no terceiro trimestre, situação expressa na queda de 0,3% do consumo das famílias, que reflete a escassez de crédito em um ambiente de restrição monetária para combater a inflação.

    “É importante destacar que o crédito começa a dar sinais de melhora, mas ainda está aquém do necessário para levar a taxa de crescimento do consumo das famílias para uma situação de normalidade.”

    Outro destaque na nota é para o baixo desemprego no país, com a menor taxa de desemprego da série histórica (4,7% em outubro) e para a continuidade do aumento da renda dos trabalhadores. Para o ministério, isso significa que a massa salarial continuou crescendo, mas o desempenho do mercado interno tem sido contido pela falta de crédito.

    “O bem-sucedido desempenho do mercado de trabalho brasileiro é resultado da estratégia de política econômica anticíclica, que mitigou os impactos da desaceleração econômica mundial e doméstica sobre os trabalhadores”, diz a nota.

    O ministério destaca ainda que a economia brasileira apresenta fundamentos macroeconômicos sólidos e tem todas as condições para apresentar, no quarto trimestre e em 2015, crescimento mais intenso, garantindo e ampliando as conquistas sociais, em especial da população trabalhadora e de menor renda.

    Fonte: Agência Brasil

  • Em confraternização, Sindileq-PE brinda os anos de 2014 e 2015

    Os associados ao Sindileq-PE se encontraram em mais uma confraternização de final de ano oferecida pelo Sindicato. O evento aconteceu no último dia 28, com a animada apresentação da cantora Cibelle Alves, mais conhecida como Cibelle do Cavaco, que cantou clássicos de Alcione, Caetano Velos, Maria Bethânia, entre outros representantes da MPB e do samba.

    A festa, que aconteceu na Arcádia Domingos Ferreira, em Boa Viagem, foi a ocasião perfeita para brindar o ano de 2014, que trouxe novidades para a instituição. “Nós tivemos um crescimento razoável em termos de associação. Por ter sido um ano considerado difícil, o mercado não favoreceu e esperamos uma retração até o meio do ano”, comentou João Carvalho, presidente do Sindileq-PE.

    Mas ele também tem uma visão positiva para 2015. “Apesar do sentimento existente, queremos acreditar na demanda pontual. Há uma atividade permanente – para renovar frota ou para manutenção da existente. Então, por isso, hoje estamos reunindo todas as empresas, de todos os setores, para brindarmos o ano, como já fazemos há 12 anos”, continua João Carvalho.

    E não faltou animação, que acompanhou muito bem as fartas e boas comidas e bebidas do evento.

  • Confraternização na Arcádia

    A confraternização dos empresários do ramo de locação de equipamentos, associados ao Sindileq-PE, foi destaque hoje, na coluna de João Alberto, do Diario de Pernambuco. A festa acontece hoje, a partir das 21h, na Arcádia Recepções da Domingos Ferreira, em Boa Viagem. Quem comanda a animação da festa é a cantora e sambista Cibelle Alves, mais conhecida como Cibelle do Cavaco.

    Arcádia Domingos Ferreira

    Rua Tenente Cícero Dias, 202

    Boa Viagem, Recife-PE

  • Confraternização

    A confraternização dos empresários do ramo de locação de equipamentos, associados ao Sindileq-PE, acontece amanhã (28), a partir das 21h, na Arcádia Recepções da Domingos Ferreira, em Boa Viagem. Quem comanda a animação da festa é a cantora e sambista Cibelle Alves, mais conhecida como Cibelle do Cavaco.

    Arcádia Domingos Ferreira

    Rua Tenente Cícero Dias, 202

    Boa Viagem, Recife-PE

  • Confraternização acontece na próxima sexta-feira

    A confraternização dos empresários do ramo de locação de equipamentos, associados ao Sindileq-PE, acontece na próxima sexta-feira (28), a partir das 21h, na Arcádia Recepções da Domingos Ferreira, em Boa Viagem. Quem comanda a animação da festa é a cantora e sambista Cibelle Alves, mais conhecida como Cibelle do Cavaco.

    Arcádia Domingos Ferreira

    Rua Tenente Cícero Dias, 202

    Boa Viagem, Recife-PE

  • Curso é destaque na Folha de PE

    O Sindileq-PE foi destaque na coluna Folha Econômica, de Jamille Coelho, na Folha de Pernambuco. Trata-se do curso que o Sindileq-PE oferece em parceria com a CSM. As inscrições acabam hoje e as vagas são limitadas.


    PROGRAMAÇÃO            

    Dia 01/12 - Guincho de Coluna:

    Período da manhã: parte teórica sobre diagrama elétrico com referência aos seus componentes e ligações elétricas;

    Período da tarde: montagem e desmontagem da parte interna do painel com componentes e ligações elétricas;

    Dia 02/12 - Guincho de Coluna, Betoneiras e equipamentos comercializados com os locadores:

    Período da manhã: montagem e desmontagem parte interna do painel elétrico guincho de coluna, simulações dos possíveis e mais frequentes defeitos apresentados em obra;

    Período da tarde: parte mecânica do guincho de coluna, análises com esclarecimentos da parte mecânica de betoneiras, placa vibratória, serra de cortar piso e asfalto, vibradores de imersão, compactador de percussão.

    HORÁRIOS:

    Manhã: 08h30min às 12h00min

    Tarde: 13h15min às 17h00min

     

     

  • Sindileq-PE oferece confraternização para os associados

    A confraternização dos empresários do ramo de locação de equipamentos, associados ao Sindileq-PE, acontece na próxima sexta-feira (28), a partir das 21h, na Arcádia Recepções da Domingos Ferreira, em Boa Viagem. Quem comanda a animação da festa é a cantora e sambista Cibelle Alves, mais conhecida como Cibelle do Cavaco.

    Arcádia Domingos Ferreira

    Rua Tenente Cícero Dias, 202

    Boa Viagem, Recife-PE

  • Sindileq-PE oferece curso de capacitação para empresários de PE

    O Sindileq-PE, em parceria com a CSM, oferece curso de capacitação aos empresários do ramo de locação de Pernambuco. As palestras e aulas práticas sobre guincho de coluna, betoneiras e equipamentos comercializados com os locadores acontecem nos dias 1º e 2 de dezembro, das 8h30 às 12h e das 13h15 às 17h. As inscrições podem ser feitas até o dia 25 de novembro, na sede do Sindicato. As vagas são limitadas. Para outras informações, no site do Sindileq-PE:http://www.sindileq-pe.org.br.

  • Sindileq-PE oferece curso de capacitação para os associados

    O Sindileq-PE, em parceria com a CSM, oferece curso de capacitação para todos os associados do Sindicato. As inscrições vão até o dia 25 de novembro e as vagas são limitadas.

    PROGRAMAÇÃO            

    Dia 01/12 - Guincho de Coluna:

    Período da manhã: parte teórica sobre diagrama elétrico com referência aos seus componentes e ligações elétricas;

    Período da tarde: montagem e desmontagem da parte interna do painel com componentes e ligações elétricas;

    Dia 02/12 - Guincho de Coluna, Betoneiras e equipamentos comercializados com os locadores:

    Período da manhã: montagem e desmontagem parte interna do painel elétrico guincho de coluna, simulações dos possíveis e mais frequentes defeitos apresentados em obra;

    Período da tarde: parte mecânica do guincho de coluna, análises com esclarecimentos da parte mecânica de betoneiras, placa vibratória, serra de cortar piso e asfalto, vibradores de imersão, compactador de percussão.

    HORÁRIOS:

    Manhã: 08h30min às 12h00min

    Tarde: 13h15min às 17h00min

     

  • País cresce e sai da recessão técnica

    CONJUNTURA Resultado verificado pelo Banco Central, de expansão de 0,59% no terceiro trimestre, surpreendeu os analistas. Ainda assim, clima não é nada positivo.

    A economia brasileira saiu da recessão técnica ao voltar a crescer no terceiro trimestre deste ano. Nas contas do Banco Central, a atividade aumentou 0,59% no período. Esse é o resultado do IBC-Br (índice da autoridade monetária que mede a atividade no Brasil). O dado foi melhor que o esperado pelos analistas do mercado financeiro. Na média, era aguardada uma expansão de 0,2%.

    Até os economistas mais otimistas não apostavam em algo maior que 0,5%. Os números oficiais do IBGE mostram que a economia encolheu nos dois primeiros trimestres deste ano. Por isso, havia um quadro de recessão técnica, que foi encerrado agora, já que o desempenho do terceiro trimestre foi o melhor desde o segundo trimestre do ano passado, quando os dados oficiais revelaram que o Brasil cresceu 2,1%.

    Os especialistas, entretanto, chamam a atenção para o fato de a economia continuar num processo de desaceleração. Nos últimos 12 meses, o crescimento medido pelo IBC-Br foi de 0,6%. Até o mês passado, essa taxa era de 0,8%. O ritmo de expansão da economia acumulado é de apenas 0,01% nos nove primeiros meses de 2014. E os economistas do mercado financeiro não projetam melhora para este ano. A estimativa é que o Brasil tenha um crescimento pífio, perto de zero. A aposta é de 0,21% em 2014. Para o ano que vem, a ideia é que não haverá uma recuperação tão forte: a expectativa é de 0,8% de expansão econômica.

    No mês passado, o Banco Central mostrou que a economia brasileira cresceu 0,4% em setembro. É mais do que apostavam os economistas. Há diferenças metodológicas importantes entre o cálculo do BC e os dados oficiais do IBGE. A conta da autoridade monetária é muito mais simples. No entanto, ela é divulgada com antecedência e pode nortear decisões do mercado financeiro, empresários e consumidores. "A despeito do resultado reportado, mantemos a nossa expectativa de expansão de 0,2% para o PIB do terceiro trimestre (que será divulgado no final da próxima semana pelo IBGE), levando em conta as diferenças metodológicas entre os dois indicadores", disse o diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros em comunicado aos clientes.

    Por causa dessas divergências, o IBC-Br mostra uma retração maior que a oficial no segundo trimestre: de 0,79%. O dado do IBGE era de queda de 0,6%. Por outro lado, o PIB do BC mostra um leve crescimento no primeiro trimestre deste ano de 0,09%. Já o dado oficial é que a economia encolheu 0,2% nesse período. Apesar de incompleto, o IBC-Br serve para balizar as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom). A cúpula do BC iniciou no mês passado um movimento de alta de juros para conter a inflação mesmo com a economia em quadro de recessão técnica.

     

    Fonte: Jornal do Commercio

  • Convite Sindileq-PE

    O Sindileq-PE convida empresários do ramo de locação de equipamentos para a reunião setorial do mês de novembro com o tema “Cortes e furos de concreto". O encontro acontece nesta quinta-feira (20), a partir das 16h30, na sede do Sindicato, localizada na Rua Noruega, 523, na Imbireira.

  • Abreu e Lima já pode operar

    A partir de hoje, a Petrobras pode dar a partida no primeiro trem de refino da Refinaria Abreu e Lima (Rnest). Ou seja, pode colocar as máquinas para operar e, se quiser, agendar uma data oficial para a inauguração. A Agência Nacional de Petróleo (ANP) publicou no Diário Oficial da União de ontem a autorização de funcionamento do empreendimento. O anúncio da publicação do documento foi feito pela presidente da estatal, Maria das Graças Foster, durante teleconferência de apresentação de resultados operacionais do terceiro trimestre. Graça Foster confirmou também que o investimento no empreendimento será de US$ 18,5 bilhões (pouco mais de R$ 48 bilhões pelo câmbio atual).

    Assim como já tinha estabelecido a Agência de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH) em sua licença de operação, a ANP ressalta que a carga processável fica limitada 7.154 metros cúbicos por dia, o equivalente a 39% da capacidade nominal desta primeira etapa, até que a Unidade de Abatimento de Emissões, chamada de SNOX, esteja em perfeito funcionamento. Apesar da autorização, a Petrobras ainda não declarou quando iniciará o processo de refino. Procurada pelo Diario, até o fechamento desta edição, a petrolífera não respondeu para quando a inauguração está agendada. Fontes do setor afirmam que a solenidade aguarda agenda da presidente Dilma Rousseff. A assessoria de imprensa da Presidência diz que não há previsão de visita presidencial ao estado.
     

    Capacidade

    A Abreu e Lima terá capacidade de processamento de 230 mil barris de petróleo por dia e será a unidade da Petrobras com maior taxa de conversão de Petróleo cru em óleo diesel (70%). Com isso, suprirá cerca de 17% do consumo nacional de combustível. A expectativa é de que o empreendimento esteja 100% em operação em maio de 2015, quando o segundo trem de refino entrará em operação. Desde o início de novembro, todas as subestações e equipamentos de distribuição de energia necessários para o início da operação já estão funcionando. Além disso, o petróleo necessário já está armazenado no parque de tanques da refinaria. A carga do óleo chegou ao Porto de Suape em setembro.

    Em comunicado divulgado no início deste mês, a estatal informou que as obras civis atingiram 90,2% de avanço físico em setembro. No total, a produção de diesel será de 161 mil barris por dia. A cada 100 barris de petróleo processados, 70 barris de diesel S-10 (com baixo teor de enxofre) serão produzidos.

    Fonte: Diario de Pernambuco

  • Confusão na floresta

    O governo se prepara para divulgar dados de que o desmatamento ficou estável, mas ele está subindo. Ao adiar a divulgação do Deter, o governo espera o resultado do Prodes, que sai em novembro e vai mostrar estabilidade em 12 meses. A confusão é deliberada. A verdade: nos meses de maio, junho, julho, agosto e setembro houve um salto de 214% no desmatamento, segundo o Imazon.

    O ano, para efeito dessa estatística, vai de agosto a julho. Existem dois sistemas de avaliação das imagens geradas por satélites que nos sobrevoam: Deter foi montado em 2004 para ser um sistema de alerta, divulgado mensalmente. Tem que ser imediato para alertar e mobilizar governos, autoridades locais, ONGs na repressão. São esses dados que o governo segurou, quando voltaram a subir.

    O Prodes é o dado anual. Normalmente, sai em novembro, e depois o número revisto sai em maio. O último índice mostrou um aumento anual de 29%, e agosto de 2012 a julho de 2013. Saiu de 4.500 km2 para 5.800 km2 . Um salto de 1.300 km2 em um ano, após cair desde 2004. Um retrocesso.

    Logo depois que saiu, no ano passado, o dado preliminar mostrando que, pelo Prodes, o desmatamento havia voltado a subir pela primeira vez em 10 anos, houve queda nos meses seguintes. A expectativa de quem acompanha a Amazônia, como o Imazon, era de que em 2014 fosse haver a reversão do aumento, o que faria 2013 ser um ponto fora da curva. O problema é que em maio, junho e julho subiu muito. Aí, mesmo no Prodes, não haverá queda importante. Ela foi anulada pelo aumento nos meses finais. Em agosto começa o ano seguinte para efeitos dessa estatística, e o desmatamento continuou se elevando. Setembro, também.

    Com a alta dos últimos meses de 2013/2014, (maio, junho, julho) o que havia caído voltou a subir, mas o ano terminará estável. A realidade dos últimos meses, no entanto, é de aumento no desmatamento e na degradação florestal.

    O Imazon, que processa as mesmas imagens do Inpe, mostra que nos últimos cinco meses houve alta em todos. Desses cinco meses, três entram na estatística de 2014 e dois na de 2015. Segundo Beto Veríssimo, do Imazon, mesmo a estabilidade que o Prodes vai mostrar não é um bom resultado:

    — Estava caindo todos os anos desde 2004 e no ano passado passou de 4.500 km2 de área desmatada para 5.800 km2. São 1.300 km2 a mais. Isso não foi revertido. O Brasil tem compromisso de chegar em 2020 com 3.300 km2 em média de 2016 a 2020. Tem que retomar a queda agora.

    O governo não divulgou os dados do Deter, que mostraria mês a mês a alta do desmatamento e ligaria o alerta para as operações de combate. Agora, anunciou-se um acordo entre o Inpe e o Ibama para divulgar só trimestralmente o dado. Isso significa que haverá menos transparência e menos alerta para a sociedade.

    O governo está fazendo isso para tirar do noticiário a incômoda verdade de que nos últimos meses houve uma escalada de destruição da floresta amazônica.

    — As florestas podem morrer de morte súbita, que é a derrubada imediata de toda uma área, ou pode ser uma morte lenta, em que o desmatador entra para tirar as mais nobres, depois as vermelhas, as brancas, e deixa só um paliteiro doente e sem vida. Este tipo de degradação também tem aumentado, diz Veríssimo.

    O governo começa a fazer nos dados de desmatamento o que faz nos índices fiscais. Tenta divulgar de forma que pareçam ser o que não são. O desmatamento está subindo. É a verdade que se quer esconder.

    Coluna: Miriam Leitão / Diario de Pernambuco

  • Canteiro pernambucano

    O conjunto de obras previstas para serem realizadas em Pernambuco até 2019 deve fazer com que o estado alcance posição de destaque nos investimentos em infraestrutura e, por tabela, no mercado mundial de máquinas e equipamentos. Mas nem tudo é como parece. São dois lados. O positivo salta aos olhos. A estimativa é de que, com as obras previstas e em andamento entre 2014 e 2019, nada menos que R$ 45,6 bilhões sejam investidos por aqui. A cifra é a terceira maior do Nordeste - perdemos apenas para o Ceará e o Maranhão. Em Pernambuco, o setor de óleo e gás está entre os que demandaram os maiores recursos, seguido de energia e transporte. O levantamento é da Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção (Sobratema), cujo mapeamento detalha os investimentos e as demandas por região do país. Até aí tudo bem, certo?! Nem tanto. O problema é que o estudo leva em consideração não apenas projetos em andamento mas também os que estão previsto, inclusive alguns que estão sendo contestados e, para muitos, já foram descartados, a exemplo da Usina Termonuclear em Pernambuco. No setor de óleo e gás, a Refinaria Abreu e Lima é o principal chamariz contabilizado pela Sobratema. Acontece que, mesmo que atrasado, o empreendimento está em fase de conclusão de obras e início da operação. O mesmo acontece com a Fiat, que  já está em fase de conclusão das obras. É o lado negativo. Neste caso, as fichas serão depositadas em obras públicas, como a Ferrovia Transnordestina (trecho Salgueiro/Suape) e o Ramal do Agreste (Sertânia e Arcoverde), grandes projetos que, sim, devem se estender por mais alguns longos anos. Isso se as obras não forem paralisadas. Enquanto isso, a torcida é que novos grandes projetos sejam captados - aí sim! - garantindo a posição estadual de destaque.

    Fonte: Diário Econômico / Diario de Pernambuco

  • Vale e siderúrgicas derrubam Bolsa

    SÃO PAULO - A Bovespa fechou em queda ontem afetada pela queda das ações da Vale e siderúrgicas. A notícia de que o governo enviou ao Congresso Nacional um projeto de lei alterando a LDO e que elimina o limite para abatimento de desonerações e investimentos do PAC da meta do superávit primário e especulações em torno da formação da equipe econômica contribuíram para o recuo da Bolsa. O volume de negócios foi bastante reduzido tanto no mercado doméstico quanto no exterior, devido a um feriado nos EUA.

    No fim da sessão, o Ibovespa caiu 0,48%, aos 52.474,27 pontos. O volume de negócios totalizou R$ 4,886 bilhões. Na máximas da sessão, a Bolsa registrou 52.718 pontos (-0,01%) e, na mínima, atingiu 52.003 pontos (-1,37%). No ano, o Ibovespa acumula alta de 1,88% e no mês de novembro, declínio de 3,94%.

    A queda da Bolsa foi conduzida principalmente pelo recuo das ações da Vale, que foram pressionadas pela trajetória de queda do preço do minério de ferro. Ontem o Citi rebaixou a recomendação para os papéis da mineradora de neutro para venda, após a equipe de commodities do banco revisar suas projeções para os preços do minério de ferro de US$ 80 a tonelada para US$ 65 para 2015 e 2016. Os preços-alvos caíram de US$ 12,50 e US$ 11,00 para US$ 8 e US$ 7, no caso dos ADRS referentes às ações ordinárias e preferenciais, respectivamente.

    Os papeis ON da mineradora recuaram 3,13% e os PNA caíram 3,67%. As ações do setor de siderurgia também terminaram em baixa. Usiminas PNA (-3,07%), Metalúrgica Gerdau PN (-2,34%), Gerdau PN (-2,20%) e CSN (-4,47%). Cresceram hoje os rumores de que o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, estaria na lista dos possíveis candidatos para comandar o Ministério da Fazenda no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. As especulações ganharam força devido à participação de Tombini no encontro do G-20, na Austrália, ao lado de Dilma Rousseff.

    A recuperação das ações da Petrobras na reta final da sessão também ajudou a aliviar a pressão negativa na Bolsa. A queda dos papéis da estatal mais cedo foi provocada pelas denúncias sobre corrupção na estatal e por expectativas sobre um julgamento na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) relativo à governança da companhia. No fim do dia, as ações da Petrobras subiram e fecharam nas máximas: ON, +0,60%, e PN, +0,14%. O dólar terminou a sessão de ontem em alta ante o real, ajudado pelas incertezas com o futuro da política econômica. No mercado de câmbio no balcão, o dólar à vista fechou cotado a R$ 2,5630 (-0,31%). O volume de negócios totalizou US$ 638 milhões.

  • Inflação perde força em outubro

    O dragão cuspiu menos fogo na inflação da Região Metropolitana do Recife em outubro. No mês passado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,25%, contra os 0,57% de setembro. Foi o segundo menor índice entre as 13 regiões pesquisadas pelo IBGE, atrás apenas de Salvador (0,05%). A puxada no freio na RMR foi semelhante à observada no conjunto das regiões, com queda de 0,57% para 0,42%. Os alimentos e bebidas, que tanto já deram dor de cabeça os consumidores, ajudaram a manter a inflação em um patamar mais baixo em outubro. 

    O aumento dos preços dos alimentos e bebidas na RMR foi de apenas 0,17%. A menor alta entre as regiões pesquisas. A cebola, por exemplo, que fez muita gente chorar meses atrás, teve uma redução de 19,17%. Já o preço da batata inglesa baixou 8,51%. Nem tudo caiu. As carnes tiveram alta de 2,24%. Os pescados subiram ainda mais: 4,86%. Desta vez, o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, preferiu não sugerir que os consumidores substituam a proteína no prato, investindo nas aves e nos ovos, como fez um mês atrás. De qualquer forma, eles ficaram 0,13% na RMR no mês passado.

    Mesmo perdendo força em outubro, a inflação segue acima do teto da meta estabelecido pelo Banco Central, de 6,5%, tanto na Região Metropolitana do Recife quanto na média das regiões. Considerando os últimos 12 meses, o índice ficou em 6,72% na RMR e em 6,59% na média do país. A expectativa para o IPCA nacional de novembro não é das mais animadas, por conta da recente escalada do dólar e do impacto dos reajustes nas tarifas de energia, autorizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), e na gasolina, anunciado na quinta-feira pela Petrobras.

    “A energia elétrica e o combustível são itens muito importantes no bolso das famílias. As pessoas gastam muito dinheiro com esses dois itens. E ambos têm reflexo relativamente grande sobre vários setores da economia, como a indústria. E tem ainda o calor, já que estamos entrando numa fase mais quente, e o volume de quilowatts aumenta”, destacou a coordenadora de Índices de Preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos.

    Fonte: Diario de Pernambuco

  • Incertezas econômicas derrubam mercados

    A Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa) caiu ontem 1,98%, ainda afetada pelo mau humor dos investidores com a indefinição em torno da equipe econômica que irá compor o segundo governo de Dilma Rousseff. Dúvidas a respeito do reajuste de combustíveis pressionaram novamente as ações da Petrobras, que caíram mais de 2%, puxando o pregão para baixo. Entre os destaques negativos também estavam as quedas dos papéis preferenciais (PN) do Itaú (-3,63%) e do Bradesco (-2,15%).

    O dólar subiu ontem mais 2,39%, para R$ 2,568, o maior valor desde 19 de abril de 2005, quando fechou a R$ 2,575. O quinto dia seguido de alta continuou refletindo o quadro de incertezas sobre o futuro da política econômica. Nesse contexto, a moeda norte-americana acumulou uma valorização de 6,35% desde a última sexta-feira. “As indefinições locais pesaram nos negócios com dólar. Quando não se sabe o que vem pela frente, o investidor corre para o dólar”, explicou Italo Abucater, especialista em câmbio da corretora Icap.

    O mercado quer mais detalhes sobre como a economia será tocada a partir de 2015, sobretudo em relação à política fiscal, considerada excessivamente expansionista e pouco transparente. Outra curiosidade está em torno do nome de quem vai substituir o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Essa pergunta só será respondida pela presidente Dilma Rousseff após a reunião do G-20, grupo das 20 maiores economias desenvolvidas e emergentes, em 15 e 16 de novembro.

    As dúvidas têm dominado o mercado cambial, deixando cotações vulneráveis a qualquer notícia. “As operações têm como base expectativas e muitas incertezas”, observou Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da corretora Treviso.

     

    Fonte: Diario de Pernambuco

  • Refinaria sob risco de parar

    Mais um problema para a Refinaria Abreu e Lima. (Rnest), em fase de conclusão da construção no Complexo Industrial Portuário de Suape. O Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou a retenção de parte dos valores destinados à realização da obra devido a “indícios de irregularidades graves”. Se a sugestão for aceita, o impacto será na partida do segundo trem de refino da Rnest, ou seja, na operação da segunda etapa do empreendimento, agendada para o primeiro semestre de 2015.

    A recomendação será enviada ao Congresso e faz parte do relatório anual de fiscalização de obras do TCU, chamado Fiscobras 2014. Essas informações ajudam a Comissão Mista de Orçamento (CMO) no Congresso a definir a distribuição de recursos para o orçamento do próximo ano. Tradicionalmente, parte das obras questionadas pelo TCU é retirada da lista pelo Congresso. 

    O início da operação da Rnest já está atrasada. A primeira parte havia sido anunciada para a última terça-feira mas a meta não foi cumprida. A Petrobras ainda aguarda a emissão da licença da Agência Nacional de Petróleo (ANP), o que, segundo expectativa da estatal, deve acontecer até o dia 15 de novembro.

    Não é a primeira vez que o TCU encontra irregularidades na obra. Nos últimos anos, o órgão vem sempre trazendo alertas. Neste ano, em um dos relatórios divulgados, foi registrado superfaturamento em algumas etapas do processo. Na ocasião, o órgão recomendou a retenção dos valores destinados à terraplenagem e aos serviços complementares de drenagens, arruamento e pavimentação. 

    O valor destinado à construção do empreendimento salta aos olhos. Inicialmente orçado em US$ 2,3 bilhões o montante já chega a quase US$ 20 bilhões. A construção também está sendo alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga supostos desvios de recursos e pagamentos de propina comandados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso no Paraná e em processo de delação premiada.

    A Abreu e Lima terá capacidade de processamento de 230 mil barris de petróleo por dia e será a unidade da Petrobras com maior taxa de conversão de petróleo cru em diesel (70%). Com isso, suprirá cerca de 17% do consumo nacional de combustível. A produção diária de diesel S-10 é de aproximadamente 26 mil metros cúbicos por dia (cerca de 160 mil barris por dia). Além de diesel, a refinaria ainda produzirá gasolina, Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), óleo combustível e coque.

    Em observação

    Além da Refinaria Abreu e Lima, o TCU observou indícios de irregularidades graves em outras 49 obras. Porém, o órgão entendeu que os problemas foram corrigidos a tempo, permitindo sua continuidade. Assim, em 58 obras, mais da metade das 102 fiscalizadas, havia indícios de irregularidades graves. O relatório do TCU também recomenda a paralisação de quatro obras que recebem recursos do governo federal.

     

    Fonte: Diario de Pernambuco

    Foto: Inês Campelo/DP/D.A Press - 05.04.10

  • Projeto do Arco volta a ser analisado

    MOBILIDADE CPRH inicia processo de licenciamento ambiental do lote 2 do corredor viário. Em 10/12 ocorre consulta pública

    Arco ligará Suape a Goiana, por fora da BR-101

    A Agência estadual de Meio Ambiente (CPRH) iniciou a análise do Estudo de Impacto Ambiental (EIA-Rima) do lote 2 do Arco Metropolitano apresentado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). O Arco Metropolitano é uma alça rodoviária que vai ligar Suape a Goiana, passando por fora da congestionada BR-101. "Começou o processo de licenciamento ambiental do lote 2. A nossa expectativa é chegar a um denominador comum, porque sabemos da importância dessa obra", explica o diretor presidente da CPRH, Paulo Teixeira. A estatal vai realizar uma audiência publica sobre o estudo no próximo dia 10 de dezembro, mas o local ainda não está definido.

    A CPRH vai publicar o EIA-Rima do lote 2 na página da estatal na internet a partir de hoje. O lote 2 do Arco Metropolitano começa na altura do Hospital Dom Helder Câmara, no Cabo de Santo Agostinho, e vai até a BR-408 em São Lourenço da Mata. Ainda de acordo com Paulo, o lote 1 do Arco terá o seu traçado refeito pelo Dnit, porque inicialmente a estrada foi projetada para passar pela Área de Proteção Ambiental (APA) Aldeia-Beberibe, o que provocou muitas críticas dos ambientalistas.

    Ainda no cronograma do licenciamento da obra, a CPRH vai apresentar um parecer preliminar ao Dnit sobre a viabilidade ou não da obra no dia 15 de dezembro. O parecer definitivo deve ser publicado no dia 5 de janeiro de 2015. "Caso esse parecer seja favorável, daremos a licença prévia para a realização da obra no dia seguinte", afirma Paulo.

    Segundo o presidente da CPRH, o Dnit pode lançar o edital de licitação para contratar as obras do lote 2 do Arco paralelamente ao ficenciamento ambiental. "Pelas informações que temos, o Arco será realizado pelo Regime Diferenciado de Contratações (RDC), que permite que esses dois passos andem em paralelo", conta. O RDC é um processo de licitação mais simples. De acordo com Paulo, a licença ambiental será necessária quando for declarada a empresa vencedora da concorrência para a execução das obras do lote 2.

    O Arco é uma obra estratégica para a economia e para melhorar o trânsito no Grande Recife. Quando o empreendimento estiver pronto, será usado para escoar a produção da fábrica da Jeep (braço da Fiat), de Goiana, que deverá produzir cerca de 250 mil veículos por ano. Inicialmente, a expectativa era de que o Arco estivesse pronto antes da inauguração da unidade, prevista para o primeiro semestre de 2015.

    O projeto do Arco começou a ser citado como uma solução para o trânsito do Grande Recife há seis anos. Depois disso, o governo já pensou em implantá-lo numa Parceria Público-Privada, projeto que não avançou. No ano passado, a obra passou a ser dividida em dois grandes lotes. A sua execução será bancada com recursos do governo federal. O custo da implantação é estimado em R$ 1,2 bilhão.

    Fonte: Jornal do Commercio

  • Refinaria perto do início da operação

    A Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) emitiu ontem a Licença de Operação (LO) da Refinaria Abreu e Lima (Rnest). O documento tem validade até 30 de outubro de 2015 e diz respeito ao processamento máximo de 45 mil barris de petróleo por dia, ou seja, a operação da primeira etapa do empreendimento. Porém, para dar a largada ao primeiro trem de refino (o que marca o início da operação) a Petrobras ainda necessita de uma licença emitida pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) e de um espaço na agenda da presidente da República, Dilma Rousseff. 

    O documento liberado ontem pela CPRH autoriza a operação com algumas exigências. A principal delas diz respeito ao pleno funcionamento de um equipamento chamado snox, que controla a poluição. “Também será necessária a apresentação mensal de um balanço de processamento de barril de petróleo e de outros documentos. Estaremos acompanhando de perto a operação”, afirmou o diretor -presidente da CPRH, Paulo Teixeira.

    Procurada pelo Diario, a ANP informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “a autorização para operação do empreendimento ainda depende do atendimento da documentação prevista na Resolução ANP 16/2010, relativa à autorização para operação”. No último dia 27, a agência concedeu autorização para que a Rnest recebesse petróleo em três tanques. Esses equipamentos são utilizados para lastreamento e preparação do petróleo necessário para início da operação.

    A Petrobras foi procurada pelo Diario para comentar o assunto mas, até o fechamento desta edição, não enviou um posicionamento. Inicialmente, a Petrobras havia anunciado para hoje o início da operação da primeira unidade de refino da Rnest, que está sendo alvo de investigações sobre superfaturamento da obra, cujo custo chega a quase US$ 20 bilhões. A segunda etapa seria inaugurada apenas no primeiro semestre de 2015. 

    A Abreu e Lima terá capacidade de processamento de 230 mil barris de petróleo por dia e será a unidade da Petrobras com maior taxa de conversão de petróleo cru em diesel (70%). Com isso, suprirá 17% do consumo nacional de combustível. A produção diária de diesel S-10 é de aproximadamente 26 mil metros cúbicos por dia (cerca de 160 mil barris por dia). Além de diesel, a refinaria ainda produzirá gasolina, gás liquefeito de petróleo (GLP), óleo combustível e coque.

    Reajuste ainda sem definição

    As denúncias de corrupção na Petrobras atropelaram a divulgação de seu balanço do terceiro trimestre e, por tabela, o reajuste nos preços da gasolina e diesel. A situação da estatal, que acumula dívidas de mais de R$ 300 bilhões, é delicada. Nesta manhã, será retomada a reunião do seu Conselho de Administração. A estatal só deve divulgar o balanço às vésperas do prazo final e acabou ficando em segundo plano o reajuste dos combustíveis.

     

    Fonte: Diario de Pernambuco

  • Fiat já recebeu R$ 893 mi

    A Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) já liberou R$ 893 milhões para a construção da fábrica da Jeep, do grupo Fiat Chrysler, em Goiana, Zona da Mata Norte. Até 2015, outros R$ 815 milhões devem ser repassados. Os recursos integram o financiamento do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE). 

    “A liberação dos recursos depende do andamento da obra. Quando a empresa solicita, nós fazemos uma vistoria e realizamos o desembolso. Como a obra está evoluindo em um ritmo muito bom acreditamos que o repasse pode acontecer até mesmo antes de 2015”, afirmou o diretor de Gestão de Fundos, Incentivos e Atração de Investimentos da Sudene, Henrique Tinoco. 

    O projeto possui um investimento total de R$ 7,5 bilhões, incluindo fábrica, pista de testes, centro de engenharia e as empresas sistemistas (fornecedoras). Deste total, R$ 1,9 bilhão são oriundos do financiamento obtido pelo FDNE. Segundo informações da Diretoria de Gestão de Fundos e Incentivos e de Atração de Investimentos da Sudene (DFIN), responsável pelo FDNE, estão sendo financiados 72,66% das obras civis da fábrica de automóveis, 100% das obras civis do parque de fornecedores e 100% das máquinas compradas no país.

    O empreendimento da Fiat é o segundo maior em volume de recursos oriundos do FDNE. O primeiro é o da Transnordestina. O financiamento tem 12 anos de amortização com taxas de juros de 2,5% ao ano. O grupo também possui empréstimos junto ao Banco do Nordeste do Brasil (BNB) – R$ 888 milhões – e ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – R$ 2,4 bilhões. O valor restante é do cofre do montadora.

    O projeto Pernambuco do Grupo Fiat Chrysler ocupa um terreno de 14 milhões de metros quadrados e está sendo considerado o mais moderno do mundo. A unidade terá capacidade para produzir 250 mil veículos por ano e 120 mil motores. A promessa é de que todo o polo automotivo gere 12 mil empregos. A previsão da montadora é iniciar a comercialização de automóveis no primeiro trimestre de 2015.

     

    Fonte: Diario de Pernambuco

  • Arco pode iniciar a partir de janeiro

    Aobra do Arco Metropolitano poderá sair do papel a partir de 6 de janeiro de 2015. Ontem, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) cumpriu, a priori, a responsabilidade de entregar o estudo que inclui o relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima) para a construção do primeiro bloco da estrada, que trata dos 75 quilômetros do Lote 2 do projeto. Mas o calendário obrigatório a ser seguido até o parecer conclusivo de viabilidade da obra não sai antes dessa data. O processo põe fim à esperança do Dnit de iniciar as obras ainda em 2014. O Lote 1, cujo projeto está em reelaboração para desviar de áreas ambientais, pode ter um aumento significativo de tamanho. Um desvio pode levar a extensão total da estrada para 150km ao invés de 77km.


    O EIA-Rima era pendência do órgão federal para a CPRH, que havia recomendado alterações e mais clareza no primeiro bloco do projeto. Segundo o diretor-presidente da CPRH, Paulo Teixeira, caso o documento entregue esteja a contento, a publicação do edital de divulgação do Rima será em 5 de novembro, dando início ao calendário oficial até a licença prévia. “Em 12 de dezembro, será feita audiência pública para ter retorno da sociedade sobre o ‘novo’ traçado e, em 15 de dezembro, sairá o parecer preliminar de viabilidade do empreendimento. Estando tudo de acordo, o parecer será emitido no dia 5 de janeiro, com licença prévia emitida no dia subsequente. Já para o segundo trecho, estamos aguardando o projeto”, detalhou.

    O primeiro trecho trata de uma etapa menos complexa e com traçado já previamente aprovado. Ele terá 75 quilômetros, corta as BRs-101, 232 e 408 e não possui muitos entraves nas áreas de vegetação. “As recomendações que fizemos ao Dnit eram relacionadas a mais detalhes quanto à fauna e à flora a serem atingidas pela obra, que impactos diretos a rodovia irá trazer”, detalhou o presidente. “A segunda etapa está em readaptação de traçado para livrar a Área de Proteção Ambiental (APA) Aldeia – Beberibe e deve ter 75km”.

    Teixeira explicou que o formato de contratação da obra permite entregar as etapas em sequência. “Por se tratar de um RDC (Regime Diferenciado de Contratação), é possível contratar separadamente. Inclusive, é possível acelerar o processo de início de obra com a contratação da empresa paralelamente à emissão da licença.” A obra do Arco é promessa do governo federal como contrapartida à instalação da Fiat na Mata Norte, região do estado limitada à BR-101 para escoamento de produção.

     

    Fonte: Diário de Pernambuco

  • BC surpreende e os juros sobem

    Brasília – Numa decisão totalmente inesperada, o Banco Central (BC) decidiu elevar a taxa básica de juros, para 11,25% ao ano, na primeira ação depois da reeleição da presidente Dilma Rousseff. Desde abril, a Selic estava em 11% anuais. Segundo o comunicado que se seguiu à decisão, a diretoria da instituição avaliou que seria oportuno ajustar as condições monetárias para garantir, a um custo menor, a prevalência de um cenário mais benigno para a inflação em 2015 e 2016. 

    Com a surpresa, os economistas já vão hoje cedo refazer os cálculos para as projeções de vários indicadores e também definir as apostas para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para o início de dezembro. Até porque havia unanimidade entre os analistas do mercado financeiro de que a taxa seria mantida em 11% ao ano. 
    Um fator que será fundamental para o BC nas próximas decisões de política monetária é o comportamento do dólar. Do lado doméstico, a elevação da taxa ontem se deu em meio a indefinições sobre a permanência dos membros do Copom em seus cargos. Apesar de haver um consenso no mercado sobre a manutenção de Alexandre Tombini à frente do BC, aguarda-se a oficialização dessa expectativa pela presidente Dilma Rousseff. Se a estabilidade da Selic já era bola cantada, os diretores tiveram que lidar com um fator exógeno na reunião, que são os rumores sobre os possíveis desligamentos de seus cargos. Muitos estão “incomodados” com essa situação de indefinição. 



    Consenso

    Há um consenso, no entanto, de que nenhum deles baterá o martelo sobre o rumo de suas carreiras antes da definição na alta cúpula da instituição. Antes disso, é aguardado o novo nome do Ministério da Fazenda, que hoje tem como titular Guido Mantega. Vale lembrar que o BC é subordinado à Pasta e que em casos como o de um possível descumprimento da meta de inflação, por exemplo – que pode ocorrer este ano –, o presidente da instituição tem que dar satisfação ao ministro da Fazenda. 
    Apesar do marasmo da economia, pesou na decisão sobre os juros, segundo as primeiras análises de economistas, a tendência altista dos preços. A inflação oficial do país escapou do teto da meta de 6,5% – em 12 meses até setembro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) estava 6,75%. Há ainda uma expectativa de redução da taxa até o fim do ano, mas convergência para o centro da meta de 4,5% mesmo, como até o BC admite, só deve ser vista em 2016. A autoridade monetária já deve ter incorporado em sua decisão de ontem a informação também de que a política fiscal não tem contribuído para a administração da política monetária ao longo deste ano, com reflexos em 2015.

     

    Fonte: Diario de Pernambuco

  • Peso da Fiat no PIB pernambucano

    A operação do Polo Automotivo de Pernambuco, capitaneado pela fábrica da Jeep, do grupo Fiat Chrysler, em Goiana, Zona da Mata Norte pernambucana, terá um reflexo considerável na economia estadual. A projeção é de que, em 2020, quando os empreendimentos estiverem em plena produção, o impacto do polo no Produto Interno Bruto estadual será de 6,5%. Nas fases de implantação e operação, que seguem até 2018, a contribuição para o PIB varia entre 0,8% e 6,9%. 

    A consequência direta será na indústria de transformação. Em 2010, o segmento representou 11,31% do PIB de Pernambuco. A estimativa é de que em 2020, o percentual chegue a, pelo menos, 12,31%. Os dados fazem parte do Diagnóstico Socioeconômico e Territorial para a Gestão Integrada na Área de Influência do Polo Automotivo, encomendado em julho de 2013 pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Sdec) ao consórcio formado pelas empresas Diagonal/Ceplan.

    “Ao contratar o consórcio o objetivo foi traçar um diagnóstico para equacionar os impactos sociais, econômicos e territoriais gerados com a implantação e a operação do polo automotivo. O que notamos é que o desafio maior, tanto da iniciativa pública quanto da privada, é transformar o PIB em renda”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico do estado, Márcio Stefanni Monteiro. 

    Assim como aconteceu no Complexo Industrial Portuário de Suape, com o diagnóstico em mãos, o estado parte para uma segunda etapa: a construção de um plano gestor. O documento irá sugerir ao estado e aos municípios projetos de melhorias em diversas áreas para informar quais as prioridades de cada município que compõe o território estratégico da Zona da Mata Norte. O contrato para elaboração deste projeto teve um investimento de R$ 5 milhões e deve ser finalizado em até 18 meses. 

    A projeção dos impactos econômicos foi feita a partir do modelo de insumo-produto, com base nos investimentos e do valor da produção, a partir da entrada em operação do empreendimento. O polo, formado pela Jeep e 14 empresas fornecedoras, deve iniciar a produção em 2015. A construção já ultrapassa a marca de 95% de conclusão. 

    Esta será a unidade mais moderna do grupo no mundo, responsável pela produção anual de 250 mil carros.

    41.250 empregos em 2020

    Pelas estatísticas apresentadas no diagnóstico, em 2020, quando o projeto estará em plena operação, o número de postos de trabalho, diretos e indiretos, gerados pelo empreendimento chegará a 41.250. Neste ano, na fase de implantação, a geração de empregos chega a 22.798. 

    “Desde o anúncio do empreendimento, já era sabido que emprego direto seria sentido pela segunda geração. Por enquanto, o que se percebe é que, com o aumento da migração, existe uma grande demanda por serviços como padarias, lanchonetes e pousadas. Muitos estão sendo capacitados e buscam cursos técnicos para garantir melhores postos. Estes serão absolvidos a partir do amadurecimento do projeto”, disse o secretário executivo de projetos especiais da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do estado, Luiz Quental. 

    Com relação à massa salarial, os dados apontam que em Goiana, Igarassu e Itapissuma o montante era de R$ 347 milhões em 2010. Em 2020, os assalariados destes três municípios vão receber anualmente R$ 2,3 bilhões. Já no que diz respeito ao fluxo migratório, o levantamento aponta que, entre 2014 e 2020, as três localidades atrairão 22.794 migrantes.

    “É bom lembrar que será em Igarassu ou em Itapissuma onde ficará instalado o segundo parque de sistemistas do polo. Além disso, outros projetos industriais estão instalados nesses municípios o que aumenta ainda mais o número”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Márcio Stefanni Monteiro. O município de Itapissuma já opera grandes plantas industriais, a exemplo da Alcoa, Ambev e Itaipava. Em Igarassu está instalada a Brasil Kirin.

    Fonte: Diario de Pernambuco

  • Mercado reage mal à pesquisa

    Brasília - O nervosismo no mercado financeiro com o quadro eleitoral brasileiro chegou a níveis alarmantes ontem. Apenas o temor de que as pesquisas de intenção de voto mostrassem o avanço da presidente Dilma Rousseff (PT) sobre o senador Aécio Neves (PSDB) no pleito de domingo, o que se concretizou no fim do dia, foi suficiente para levar pânico a investidores. As incertezas políticas levaram a uma queda da bolsa, de 3,24% e foram o estopim para a disparada do dólar, que atingiu o maior patamar em seis anos.

    A avaliação dos investidores é que a possível reeleição da petista poderá levar a uma piora do crescimento econômico e uma escalada ainda maior do custo de vida, que, em setembro, rompeu pela quarta vez no ano o teto da meta de inflação, e cravou alta de 6,51%.

    Diante do quadro de aversão a riscos, a ordem foi se desfazer de ativos no país e buscar proteção no dólar. A debandada do mercado financeiro elevou a procura pela moeda norte-americana, que encerrou o dia cotada a R$ 2,516 para a venda, com alta de 1,48%.

    Crise financeira
    A última vez que o dólar esteve tão caro havia sido em 4 de dezembro de 2008. Naquela época, as incertezas provocadas pela quebra do banco de investimentos Lehman Brothers, em 11 de setembro, levaram o mundo a mergulhar na maior crise financeira em 80 anos.

    Ainda pior do que o número em si, dizem os analistas, é o movimento de instabilidade do câmbio. Há a penas um mês a divisa dos EUA era cotada em R$ 2,40. Hoje está 2,51, e pode continuar subindo amanhã (hoje), já que nada leva a crer que, em apenas um dia, haverá uma reversão desse mau humor generalizado com o quadro político, já que a presidente Dilma Rousseff parece mesmo estar consolidando a liderança na reta final das eleições”, vaticinou o economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito.

    O analista se referia à divulgação da mais recente pesquisa do Ibope para presidente da República. “Quando você abre os dados, é impressionante ver a rejeição do Aécio, que subiu bastante (de 35% 42%) disse Perfeito. Os dados favoráveis à petista levaram parte do mercado a rever parte das apostas feitas em Aécio: 71,7% dos investidores acreditam em vitória de Dilma.
    Fonte: Diario de Pernambuco

  • Mantega faz projeção positiva

    A economia brasileira está numa trajetória positiva e deve crescer em um ritmo de 2% no segundo semestre deste ano, segundo estimativa do ministro da Fazenda, Guido Mantega. "2% (de avanço da economia) é um ritmo bom para um período de crise sem recuperação da economia internacional", afirmou. Ele lembrou que 2014 foi ano difícil para a economia, pois combinou fraca recuperação da economia internacional com pressão da estiagem na inflação.

  • Bolsa em queda e dólar em alta

    Apesar da queda de 7,3% nos papéis da Petrobras, no pregão da Bolsa de Valores de São Paulo, ontem, o desempenho das ações nada tem a ver com o rebaixamento que a estatal sofreu da agência de classificação de risco Mood’s. A redução da nota ocorreu quando o mercado financeiro brasileiro já estava fechado. “Dos males, o menor”, constatou um operador da bolsa, reforçando que, se o anúncio fosse feito durante o pregão, as consequências seriam “devastadoras”. A queda dos papéis da estatal detonou perdas em todo o mercado.

    A Petrobras é a maior empresa do país, e responde por um quarto do índice que acompanha as principais ações da Bolsa de Valores de São Paulo, o Ibovespa, que teve ontem mais um dia de perdas. Em caminho inverso seguiu o dólar, que chegou a romper a casa dos R$ 2,50, mas, ao fim do dia, reduziu a intensidade da alta, para R$ 2,476, elevação de 0,52%.

    O receio de que a presidente Dilma Rousseff (PT) consiga reverter a recente tendência de alta do senador Aécio Neves (PSDB) nas pesquisas de intenção de voto, justamente na reta final das eleições, levou pânico à Bolsa de Valores de São Paulo.

    Perdas
    Mesmo antes da abertura oficial do mercado financeiro, ontem, às 10h, os negócios no pregão paulista já sinalizavam mais um dia de fortes perdas. Às 9h45, o Ibovespa futuro, indicador que mede a procura pelos papéis das principais empresas no país, já recuava em mais de 5%. Ao fim do dia, após os ânimos se acalmarem, as perdas foram reduzidas para 3,44%. Em dois dias, no entanto, o Ibovespa está negativo em 6%.

    Mais uma vez, o motivo de tamanho o pessimismo foi a divulgação de uma nova pesquisa de intenção de voto, ainda na noite de terça-feira, que mostrou a presidente Dilma empatada tecnicamente, mas com uma vantagem numérica de quatro pontos percentuais para seu adversário Aécio Neves. Pelo levantamento do Datafolha, a petista teria 52% das intenções de voto, enquanto o tucano seria o preferido para 48% do eleitorado. Foi a primeira vez no início do segundo turno que Dilma apareceu à frente de Aécio numa pesquisa do instituto.

    Não por acaso, os números caíram como uma bomba no mercado financeiro. Em 20 minutos de pregão, o Ibovespa despencou 4,4%.  

  • Divergências quanto à inflação

    O desafio de fazer a taxa de inflação convergir para o centro da meta anual do governo, de 4,5%, expôs diferenças entre a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e o seu adversário Aécio Neves (PSDB). Eles personificam pensamentos antagônicos sobre como domar os preços sem, contudo, sacrificar empregos e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Uma das duas posições divergentes irá conduzir o país a partir de 2015, conforme o resultado do segundo turno das eleições, no próximo domingo.

    A julgar pela equipe de Aécio, tudo leva a crer que, se eleito, haverá uma ruptura na condução da economia. Já nomeado ministro da Fazenda num eventual governo tucano, o ex-presidente do Banco Central (BC) Arminio Fraga, que não é filiado ao PSDB, defende uma guinada à ortodoxia. A ideia do economista é trazer de fato o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dos atuais 6,75%, acumulados em 12 meses até setembro, para 4,5% ao ano. Com isso, o governo sinalizaria ao setor privado que persegue mesmo o centro da meta, e não o teto dela, de 6,5%.

    Isso seria o oposto do que fez Dilma, que durante um terço do mandato conviveu com preços acima da margem de tolerância para o IPCA. Em quatro anos, a meta de inflação não foi alcançada em nenhum mês sequer. O patamar mais baixo obtido foi 4,92%, em julho de 2012. Esse caminho serviu como combustível às expectativas de inflação. "Se o empresário entende que os preços vão subir muito no futuro, ele já reajusta os valores que pratica hoje, de forma a se precaver contra perdas que ainda nem teve", explica Roberto Luis Troster, ex-economista-chefe da Federação de Bancos (Febraban).

    Para o consumidor resta conviver com itens mais caros, se tiver como comprá-los. "Quem sai perdendo sempre é o trabalhador, que não consegue embutir nos salários uma perspectiva de inflação elevada, assim como os patrões", observa Troster. "Na prática, uma inflação mais elevada prejudica de forma mais forte sempre os pobres. Não é uma questão ideológica, política ou partidária. É a constatação de anos de observação empírica do comportamento perverso da inflação", reforça.

    Arrocho
    Uma das formas de conter a inflação, porém, é equiparar a produtividade dos trabalhadores aos reajustes concedidos pelos patrões. O próprio BC, no mais recente relatório trimestral de inflação, citou como motivos para a carestia a elevação dos salários acima da produtividade. No fim de setembro, o diretor de Política Econômica, Carlos Hamilton Araújo, sacramentou o pensamento da autoridade econômica: "Moderação salarial é um elemento-chave para que se tenha estabilidade macroeconômica". Na oportunidade, ele reiterou que o descasamento entre salários e produtividade leva "mais adiante" à inflação elevada de bens e serviços.
    Dilma defende o contrário. Para a presidente, o rigor no combate à alta de preços, inclusive com moderação dos salários, tem um único prejudicado: o consumidor. "Não fui eleita nem serei reeleita para reduzir salário do trabalhador", disse ela no fim de setembro, a uma plateia formada por sindicalistas da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em evento em Guarulhos (SP).

    O recado da petista é claro: a prioridade de um eventual segundo mandato seu será a manutenção emprego, e não a busca pela inflação baixa. Trata-se de uma aposta de risco, segundo André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos. "Ao não dar a atenção devida ao combate à carestia, a presidente assumiu a imagem de tolerância com preços altos.

    A receita para conciliar emprego e estabilidade monetária, diz Claudio Porto, presidente da consultoria Macroplan, é buscar alternativas à política econômica que vigora nos últimos quatro anos. "Não adianta agredir os fatos. O país está estagnado e a inflação estourou o teto da meta. É preciso admitir que o modelo atual não deu certo", reitera o economista, acrescentando que o controle da inflação é condição imprescindível para que o país retome o crescimento de forma sustentada.
    Para isso, é preciso recompor preços administrados pelo governo, como combustíveis, eletricidade e tarifas de transporte público, represadas para evitar que a inflação estourasse o teto da meta. Porto vê duas formas de implementar o ajuste: ou se faz um processo cirúrgico, de uma só vez, ou clínico, de maneira progressiva. "No primeiro, haveria recessão de fato, com crescimento zero e desemprego mais elevado. No segundo, apesar de não ser o ideal do ponto de vista macroeconômico, é o mais adequado ao momento brasileiro", diz.

    Seja qual for a forma escolhida pelo próximo governo, reitera o economista-chefe da Sul América Investimentos, Newton Rosa, é importante que seja feita o quanto antes. "O ideal era que o ajuste tivesse sido feito antes, num período em que o cenário global era mais favorável às economias em desenvolvimento", emenda. O cenário externo agora é de muitas incertezas, sobretudo quanto à recuperação dos Estados Unidos e da Europa, e ao risco de forte desaceleração na China. Fabio Silveira, diretor de pesquisa da GO Associados, é enfático: "O mundo viverá nova onda de pessimismo forte em 2015, e o Brasil estará no centro do furacão. Resta saber como vamos enfrentar a tempestade", finaliza.

  • Mercado se recupera

    Omercado internacional teve uma reviravolta ontem e recuperou perdas acumuladas na semana, contribuindo para a alta da Bolsa de Valores de São Paulo, que subiu 2,63%, chegando aos 55.723 pontos. O principal índice acionário europeu teve o maior ganho diário em três anos, reagindo a indicadores econômicos positivos nos Estados Unidos, após as fortes quedas dos últimos dias, provocadas pelo pessimismo em relação à economia global.

    Nos EUA, também houve ajuste. Na quarta-feira, os ativos tiveram perdas de até 4%, quando as cotações retrocederam ao patamar de fevereiro. Ontem, porém, os principais indicadores fecharam em alta: o Nasdaq subiu 1,09%, o Dow Jones avançou 1,63% e o S&P 500 teve valorização de 1,29%.

    “A precificação foi exagerada durante a semana. Hoje (ontem), houve uma força compradora para fazer um ajuste em todas as bolsas”, explicou o analista da DX Investimentos Pedro Ivo Queiroz Bittelbrunn. No Brasil, segundo ele, ainda houve o componente político. “O mercado refletiu a percepção de que o candidato Aécio Neves, da oposição, se saiu melhor no debate da noite anterior. A pesquisa Sensus também aponta que ele estaria 13 pontos à frente da presidente Dilma”, analisou.

    Com isso, as ações das estatais tiveram altas significativas. As ações preferenciais da Petrobras tiveram ganho de 2,36% e as ordinárias subiram 3,06%. As ações do Banco do Brasil se valorizaram 2,66%. O dólar recuou 1,3%, a maior queda diária desde o primeiro turno das eleições, fechando a R$ 2,432. A desvalorização, contudo, foi suficiente apenas para reduzir o ganho acumulado entre terça e quinta-feira.

  • Mercado de carro novo tem pequena melhor

    O mercado de carros novos apresentou leve melhora na primeira quinzena de outubro em relação ao mesmo período do mês passado, mas segue abaixo dos números de um ano atrás.

    Até o dia 15, foram licenciados 143,4 mil veículos, 1,9% a mais que na primeira metade de setembro (140,7 mil), e quase 5% abaixo na comparação com outubro de 2013 (150,9 mil).

    No acumulado do ano, a vendas estão 8,9% abaixo do volume registrado em igual período de 2013, com um total de 2,669 milhões de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. A média diária de vendas nesta primeira quinzena está em 13.036 unidades, em comparação a 12.792 de setembro.

    Segundo o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall, para recuperar as perdas acumuladas pelo setor até agora seriam necessárias vendas diárias de 14,7 mil veículos até o fim do ano número que não será atingido.

    “Infelizmente, teremos uma queda em torno de 8% a 10% em relação a 2013”, disse Schmall. O presidente da General Motors América do Sul, Jaime Ardila, também projeta uma queda de 10% no ano.

    Já a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) mantém sua previsão de queda de 5,4% nas vendas em relação a 2013, para cerca de 3,5 milhões de veículos. Em todo o ano passado foram vendidos 3,767 milhões de veículos, quase 1% abaixo do volume de 2012, a primeira queda após dez anos seguidos de crescimento.

    Fabricantes de veículos, autopeças e consultores apostam na volta do crescimento das vendas apenas para 2016. Para Stephan Keese, responsável pela área automotiva da consultoria Roland Berger no Brasil, o que afeta o mercado atualmente é a falta de confiança dos consumidores e o financiamento ainda restrito e caro, cenário que, em sua opinião não mudará em 2015.

    Keese calcula em um terço a capacidade ociosa das montadoras atualmente. As fábricas atuais têm capacidade para produzir 4,5 milhões de veículos, mas o volume esperado para este ano é de cerca de 3 milhões de unidades. “Além disso, as novas fábricas que estão se instalando no País devem acrescentar mais 1 milhão de veículos à essa capacidade”, afirmou.

    Fonte:

    Agência Estado

  • Sindileq-PE reúne empresários para debater o perfil do ramo da locação em Pernambuco

    O Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco (Sindileq-PE) realiza almoço no próximo dia 17 de outubro, no Restaurante Ponteio, em Boa Viagem, onde irá discutir com os associados a pesquisa de mercado realizada em parceria com a Fcap JR. Consultoria, da Universidade de Pernambuco. No total, 123 empresas do Recife e Região Metropolitana, associadas ou não ao Sindileq-PE, contribuíram com a pesquisa. “É um primeiro passo. Vamos fazer outras pesquisas, atrás de informações mais detalhadas”, afirma João Carvalho Neto, presidente do sindicato. Entre os resultados, estão a baixa expectativa de investimento em 2015 – devido ao mercado incerto; pouca demanda em 2014 quando comparado ao ano passado; e um mercado relativamente novo no estado.

    A pesquisa traça o perfil das empresas de Pernambuco e, consequentemente, mostra a demanda do estado. Hoje, mais de 51% (ou 63 empresas) são de alugueis de máquinas e equipamentos leves, que obtiveram maior faturamento no último ano. Empresas de máquinas pesadas e movimentação de máquinas ocupam o segundo lugar, com o total de 42 (34,15%); seguida das empresas de ferramentas elétricas, cortes e furos, que somam 35 (28,46%).

    Também foi levantado que 37% das empresas estão no mercado há, apenas, cinco anos. “É um mercado relativamente novo, devido à demanda que surgiu no estado. É preciso que haja renovação de investimento no estado para ter demanda”, afirma João Carvalho Neto. Apenas três empresas têm mais de 30 anos de mercado.

    A maioria das empresas de locação é de pequeno porte. Foi levantado que 54 empresas funcionam com até nove funcionários; outras 54 empregam de 10 a 49 funcionários; apenas nove empresas têm de 50 a 99 empregados; e seis empresas têm 100 funcionários ou mais.
    No total, 48 donos de empresas (39,2%) acreditam que o mercado está pior, quando comparado ao ano de 2013. No entanto, os que consideram que o mercado melhorou somam 37 empresas (30,8%). “Ano passado nós tínhamos Suape e uma demanda específica de máquinas e equipamentos. Agora, temos Goiana”, justifica João Carvalho Neto.

    Foi apontado, ainda, que o principal desafio para 58,20% dos empresários – o que equivale a 71 empresas – são os impostos; seguido de concorrência desleal, com 45,90% ou 56 empresas; e falta de mão de obra especializada, com 31,97% (39 empresas) do total. “Quando um concorrente aluga uma máquina de R$ 10 mil por R$ 8 mil, visando ganhar um cliente, nunca mais será aceito que aquela máquina volte a custar R$ 10 mil. É muito arriscado e todas as demais empresas vão ter que baixar o preço”, acrescenta Marco Aurélio, presidente do Sindileq-MG.

    Em relação aos investimentos para o ano de 2015, a pesquisa trouxe um dado preocupante. Noventa e cinco empresários (77,24%) não sabem quanto de dinheiro pretendem colocar na empresa. “É incerto demais. Não sabemos se podemos comprar uma máquina e não ter nenhuma demanda no estado”, insiste João Carvalho.

    Por fim, a pesquisa mostrou que do total de empresas que alcançaram o faturamento maior do que R$ 2 milhões em 2013, 68% são associados ao Sindileq-PE. “Isso mostra a importância de se sindicalizar, porque se pensa junto, as empresas crescem juntas, e não tentam colocar outro empresário para baixo”, conclui João Carvalho.

    A pesquisa foi divulgada no mesmo dia do lançamento do Guia Sindileq-PE 2015, na última quinta-feira (18), durante um coquetel oferecido na IX Feira Internacional de Materiais, Equipamentos e Serviços da Construção (Ficons 2014). Entre os presentes, o economista Écio Costa; Reinaldo Nunes, presidente da Analoc; o professor da UFPE e engenheiro civil Maurício Viana, entre outros.

  • Petrobras tem novo recorde de produção de petróleo em setembro

    Volume é 0,3% maior do que o de agosto, que já havia sido recorde

    A Petrobras obteve mais um recorde de produção de petróleo no Brasil, no mês de setembro. Segundo a empresa, foi produzida uma média de 2,23 milhões de barris de óleo no país, em setembro, incluindo os campos operados pela estatal para seus parceiros. O volume é 0,3% maior do que o de agosto, que já havia sido recorde.


    O resultado foi motivado, principalmente, pelo aumento da produção das plataformas P-55 e P-62, no campo de Roncador - Bacia de Campos -, e Cidade de Paraty, no campo de Lula Nordeste - Bacia de Santos. Cinco novos poços de produção marítima iniciaram operações nas duas bacias.

    Com a produção apenas em campos do pré-sal, o volume médio diário chegou a 532 mil barris. O volume produzido em 18 de setembro, de 618 mil barris, foi um recorde na exploração diária da estatal, na camada pré-sal.

    Já a produção de gás natural da Petrobras, chegou a 80,13 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), considerando-se a produção operada pela estatal para empresas parceiras. A produção de petróleo e gás no Brasil e no exterior - exploração total - foi 2,8 milhões de barris de óleo equivalente.

    Da Agência Brasil

  • Jeep de Goiana entra em fase de testes

    Fábrica começa a produzir os primeiros protótipos para testar sua linha de produção

    A fábrica da Jeep, em Goiana, Zona da Mata Norte, do grupo Fiat Chrysler Automobiles (FCA), iniciou este mês os testes nos equipamentos de sua linha de produção. Em outras palavras, o grupo iniciou a produção do jipinho Renegade que começará a sair comercialmente do complexo industrial a partir do primeiro trimestre do ano que vem. Segundo a empresa, esses primeiros veículos em produção são protótipos e não serão comercializados. A montadora de veículos é considerada um dos investimentos mais cobiçados pelo Estado em várias décadas. A unidade de Goiana exigiu um investimento de R$ 4 bilhões.

    Em nota, a empresa confirmou o início das atividades da fábrica. “Desde o início de outubro, a Jeep iniciou testes nos equipamentos da fábrica em implantação em Goiana, Zona da Mata Norte de Pernambuco. Eles ocorrem por meio da produção de modelos do tipo pré-série do Jeep Renegade. São protótipos não destinados ao mercado comercial e que têm como objetivo verificar a correta instalação e desempenho das máquinas e dos processos desenhados para cada uma das unidades que compõem a planta. A etapa obedece o cronograma do projeto e marca a reta final de implantação do Polo Automotivo Jeep. A produção comercial, conforme anunciado oficialmente, só acontecerá no primeiro trimestre de 2015.”

    Os protótipos são analisados em testes de qualidade e podem ser reaproveitados de várias maneiras para novos testes e processos, podendo ser desmontados e remontados para checagem de possíveis erros durante o processo da linha de produção. Nesta fase de testes, o chão de fábrica já conta com 950 funcionários e a previsão é gerar até 850 novas vagas até 2015, quando a unidade entrará em fase de produção comercial.

    A Fiat Chrysler Automobiles (FCA) fez sua estreia ontem em Wall Street. Sétimo maior grupo automobilístico do mundo, a FCA busca com sua abertura de capital nos Estados Unidos capital suficiente para se manter como competidor global. A chegada da companhia à Bolsa de Nova Iorque é fruto de uma jornada encabeçada pelo presidente-executivo da FCA, Sergio Marchionne, que comprou a americana Chrysler depois de sua concordata em 2009. Em seu primeiro dia de pregão, a FCA começou a ser negociada por US$ 9 dólares por ação, uma alta de US$ 0,30 em relação ao papel da empresa anterior, a Fiat SpA, que fechou na semana passada a US$ 8,7. Terminou o dia sendo negociada a US$ 8,92.

    A operação de Goiana é considerada a primeira empreitada do grupo unido pelas marcas Fiat e Chrysler, que ainda possuem marcas de peso como Ferrari, Masserati, Dodge, Alfa Romeo, RAM e outras.

    Em apresentação da FCA em maio, sobre o plano de crescimento do grupo para os próximos cinco anos, o chefe da FCA em Pernambuco, Stefan Ketter, disse que a fábrica da Jeep em Goiana terá o compromisso de comprar 70% de equipamentos em solo brasileiro, além de manter 2% de suas receitas em pesquisa e desenvolvimento, que serão desenvolvidas no centro que será erguido no local da Fábrica Tacaruna.

    Já o parque de fornecedores da montadora contará com empresas como Pirelli, Magneti Marelli, Saint-Gobin e outras, numa cadeia de 16 empresas com 17 linhas de produção, empregando mais de 4.000 pessoas.

    Fonte: JC Online

  • Últimos lugares Missão Empresarial SOBRATEMA bauma China 20

    A SOBRATEMA - Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração, em parceria com a Trend Operadora está organizando mais uma Missão Empresarial para visitar o evento, oferecendo seu tradicional acompanhamento técnico especializado.
  • País crescerá 0,28% em 2014, prevê a Focus

    Após 19 semanas sofrendo reduções consecutivas, a mediana das expectativas para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2014 foi aumentada levemente no Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira, 13, pelo Banco Central. Pelo documento, a economia brasileira crescerá 0,28% este ano ante previsão de 0 24% da semana passada. Apesar disso, a projeção segue mais baixa do que a vista um mês atrás, de 0,33%.

    Os economistas continuam a acreditar em alguma retomada da atividade no ano que vem, e mantiveram a taxa mediana para o período recuou em 1,00%. Quatro semanas antes, a estimativa de crescimento para o próximo ano estava em 1,04%.

    Conforme a pesquisa, o setor manufatureiro terá retração de 2 16% este ano ante previsão de queda de 2,14% esperada na semana passada. Vale lembrar que um mês antes, a expectativa era de uma diminuição da atividade de 1,98%. Para 2015, a previsão também é de recuperação mais fraca do setor, que deve ter expansão de 1 30% - estava em 1,40% no documento anterior e em 1,50% um mês antes.

    Os analistas mantiveram suas estimativas para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB em 2014. A Focus de hoje aponta a mesma mediana da semana passada, de 35,00%, que também era o ponto central da pesquisa um mês atrás. Para 2015, a mediana permaneceu em 35,50% de um levantamento para o outro. Quatro semanas antes, porém, estava em 35,30%.

    Câmbio

    Com as incertezas em relação ao desfecho das eleições, o mercado financeiro optou por não mexer nas estimativas para a cotação do dólar para o final deste ano e de 2015. A pesquisa revela que a mediana para o fim de dezembro de 2014 continuou em R$ 2,40 como na semana passada - há um mês, estava em R$ 2,30.

    Já para 2015, a cotação permaneceu em R$ 2,50 de uma semana para outra - um mês antes estava em R$ 2,45. Com essa permanência, a projeção mediana para o câmbio médio deste ano seguiu em R$ 2,32 como no levantamento anterior, levemente maior do que a cotação apontada um mês antes, de R$ 2,28. Para o ano que vem, a mediana do dólar médio foi ajustada de R$ 2,45 para R$ 2,46. No levantamento de um mês atrás estava em R$ 2,41.

    Selic

    O relatório de mercado Focus mostrou que os analistas ainda não chegaram a um consenso sobre o patamar da Selic ao final do ano que vem. Assim como no levantamento passado, a mediana das projeções segue em 11,88%, o que demonstra uma divisão do mercado entre uma taxa de 11,75% e 12,00% ao final do período, já que o Banco Central apenas promove alterações de múltiplos de 0,25 ponto porcentual por vez. Um mês antes, a mediana estava em 11,50%.

    Com essa manutenção das projeções, a Selic média de 2015 continuou em 11,69%, como no levantamento anterior. Quatro semanas atrás estava em 11,36%.

    Já para 2014, com a expectativa de que o Comitê de Política Monetária (Copom) não promoverá mais qualquer mudança até o fim do ano, a mediana das estimativas para a taxa básica de juros segue em 11,00% - patamar atual - pela 19ª semana consecutiva. Com a estagnação das previsões, a Selic média deste ano também não sofreu alterações e está estacionada em 10,91% também pelo mesmo número de semanas.

    Conta corrente

    O mercado financeiro prevê um rombo ainda nada desprezível, mas cada vez menor para as transações correntes em 2014. A mediana das projeções para esse indicador estava em US$ 80,50 bilhões na semana passada e agora ficou em US$ 80,00 bilhões. Um mês atrás, a mediana das estimativas era de US$ 81,60 bilhões.

    Para 2015, também houve uma redução da mediana em um patamar negativo de US$ 76,50 bilhões para US$ 75,00 bilhões, o mesmo nível verificado quatro semanas atrás.

    Para esses analistas consultados semanalmente pelo BC, o ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) será insuficiente para cobrir o rombo, já que a mediana das previsões para esse indicador de 2014 segue em US$ 60,00 bilhões há 27 semanas. Para 2015, no entanto, houve uma melhora da perspectiva já que a mediana passou de um saldo de US$ 57,70 bilhões, mesmo volume de um mês atrás, para US$ 59,20 de uma semana para outra.

    Na mesma pesquisa, os economistas elevaram marginalmente a estimativa de superávit comercial em 2014, de US$ 2,41 bilhões para US$ 2,44 bilhões, mesmo patamar verificado um mês atrás. Para a balança em 2015, a projeção subiu de US$ 7,24 bilhões para US$ 7,27 bilhões. Um mês antes, a mediana para a balança em 2015 era de US$ 9,00 bilhões.

  • Da construção para a fábrica

    A Jeep de Goiana, fábrica da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) em Pernambuco, está finalizando a elaboração do plano de desmobilização dos profissionais que atuam na construção civil do polo automotivo que está sendo construído em Goiana. O objetivo é proporcionar a migração de atividade econômica, da construção civil para a indústria automotiva. Hoje, aproximadamente quatro mil trabalhadores estão atuando no local.

    Para aproveitar estes profissionais, a primeira etapa do processo será a análise dos perfis dos trabalhadores hoje empregados nas obras físicas. Segundo a empresa, essas informações irão nortear a elaboração de programas de qualificação, que seria uma segunda etapa do programa.

    Por enquanto, a montadora não divulga qual o percentual de profissionais que será aproveitado ou o tipo de vaga ofertada. Tudo dependerá da necessidade de mão de obra ao final da construção. Todos os funcionários que hoje atuam na obra civil poderão se inscrever no processo seletivo, inclusive os que são de outros estados estão no local. Porém, os pernambucanos têm prioridade nas contratações.

     

    Com isso, a montadora espera evitar os transtornos ocorridos, por exemplo, na construção da Refinaria Abreu e Lima, no Complexo Industrial Portuário de Suape, que está no processo de desligamento de mais de 40 mil funcionários e não possui um plano de reaproveitamento. Os processos referentes ao pagamento de indenizações se acumulam no Ministério Público de Trabalho de Pernambuco (MPT/PE).

    Atualmente, as obras da Jeep de Goiana já estão 95% concluídas. Até o final do ano, ocorre a finalização de todos os prédios que integram o polo automotivo, incluindo o parque de fornecedores (Supplier Park) e serão iniciadas as etapas de testes. Por isso, em paralelo a construção dos prédios, a empresa já deu início a contratação dos funcionários próprios. A planta já conta com cerca de 950 colaboradores. Até o final de outubro, serão mil profissionais.

    Pelo planejamento da empresa, até o final do ano, ainda deverão ser preenchidas aproximadamente 300 vagas. Em todo o polo automotivo, o que inclui os sistemistas, já são dois mil empregos diretos. Até 2015, o total de contratados subirá para 2.800 pessoas e, até o polo atingir 100% de produção, serão entre 3.500 e quatro mil funcionários da Fiat Chrysler e aproximadamente oito mil pessoas em todo o polo automotivo, o que inclui o parque de fornecedores.

    A previsão é de que o polo automotivo como um todo gere 12 mil empregos. As oportunidades estão abertas para diversas áreas que podem ser encontradas no www.fiat.com.br/trabalhe-conosco. No site, além de cadastrar o currículo é possível conhecer quais as vagas que estão abertas no momento. Com capacidade de produção de 250 mil automóveis por ano e investimento de R$ 7 bilhões, a planta pernambucana será a mais moderna do grupo. A previsão é de que os primeiros carros com o selo estadual aconteça nos primeiros meses de 2015.

  • Inflação estoura o teto da meta

    Brasília – Pela 12ª vez na era Dilma Rousseff, a inflação estourou o teto da meta anual fixada pelo próprio governo. Puxado pelo grupo alimentação, que voltou a atormentar os brasileiros, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais que dobrou de agosto para setembro, acelerando de 0,25% para 0,57%, segundo divulgou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado de 12 meses, o indicador oficial da inflação alcançou 6,75%, o maior patamar desde outubro de 2011, superando a margem de tolerância de 6,5% ao ano.

    Além de dar sinais de que segue avançando de maneira firme e desenfreada, a inflação se mostrou disseminada e ficou acima de todas as expectativas do mercado. O IPCA insiste em contrariar o discurso da presidente, em campanha pela sua reeleição, de que a escalada dos preços está sob controle. Contra ela, os números não deixam dúvidas quanto ao aumento consistente dos preços. O chamado índice de difusão subiu de 53,3% para 61,4%. Ou seja: a alta se espalhou pela cesta de produtos dos consumidores.

    Todos os nove grupos pesquisados pelo IBGE registraram avanço, incluindo o de habitação (0,77%), impulsionado pelo reajuste da energia elétrica. Em setembro de 2012, Dilma anunciou, em cadeia nacional, a redução da energia. A “excelente notícia” não vingou. Os itens que ficaram bem mais caros na mesa, como carne (3,17%) e cebola (3,17%), deram a tônica do IPCA no mês passado.

    Nem mesmo os juros altos, os preços represados artificialmente — como o de combustíveis — e a economia em recessão técnica têm conseguido deter a pressão inflacionária. A meta de 4,5%, que deveria nortear as ações da política econômica, acabou sendo ignorada, virando um referencial fictício, impossível de ser alcançado no curto prazo.

    Não é surpresa, disse a coordenadora de índices de preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos, que os preços dos alimentos retomem a força neste período de entressafra, embora reconheça que a alta tenha sido “considerável”. Ela fez questão de destacar um novo aumento das passagens aéreas (17,85%), que pesaram no grupo transportes.

    Recife
    As despesas com energia elétrica e gás de cozinha pegaram pesado no bolso do consumidor da Região Metropolitana do Recife, em setembro. Os gastos com a conta de luz subiram 3,51%. O que pesou nesse caso, segundo o IBGE foi o aumento no PIS/Pasep/Cofins, já que o último reajuste na fatura foi aplicado em abril passado. Já o botijão de gás subiu 5,49%. Esses dois itens pesaram na conta e fez com que a inflação medida pelo IPCA na RMR fechasse em 7,16% no acumulado do ano. Juntos, impactaram no item habitação, que teve a maior alta, de 1,45%.

  • Incentivo fiscal passa a considerar o território

    O governo de Pernambuco passa a incorporar um fator agregador aos benefícios fiscais concedidos a empresas que têm interesse em investir em Pernambuco. Trata-se do incentivo territorial, que garante ao investidor descontos na compra do terreno pernambucano no qual pretende implantar ou ampliar o projeto. Os descontos vão de 30% a 80% do valor da área e seguem vários requisitos para chegar ao percentual. O grau de redução do valor a ser pago continua com a lógica de ofertar mais vantagens para quem decidir acompanhar a interiorização do desenvolvimento, mas terá uma composição de outros fatores determinantes, que dizem respeito ao empreendimento e a indicadores municipais.

    No caso dos indicadores do empreendimento, as variações estão ligadas ao porte do negócio, à quantidade de hectares que vai exigir e à geração de empregos do empreendimento. Já nos indicadores municipais, são cruzadas informações socioeconômicas, tais como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o percentual do PIB municipal em relação ao estadual. O empresário que adquirir o terreno tem 12 anos para começar a pagar o valor negociado (carência), mas precisa quitá-lo em cinco anos.

    De acordo com o presidente da Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (AD Diper), Jenner Guimarães, apesar do perfil de conceder mais vantagens para quem se instala mais distante da RMR, como ocorre com incentivos fiscais, esse fator não é o mais determinante, como se observa no quadro acima. “Apesar de Manari estar no centro do estado, antes mesmo que Orocó, no Sertão, os descontos nas áreas são maiores por deficiências socioeconômicas da cidade (o quadro considera investimentos, geração de empregos e áreas semelhantes em todas os pontos destacadas). Manari possui um IDH muito baixo, um dos menores do Brasil. Esse fator foi determinante para considerarmos um atenção especial para quem aplicar investimentos por lá”, pontuou. “Ainda concedendo vantagens promovidas pela Lei Complementar 153, os microempresários possuem vantagens representativas nos descontos, independentemente da área em que decidir se instalar.”, complementou.

    Sobre a política de doação de terrenos, ocorrida em setores essenciais para o estado, Guimarães afirma que a prática ainda se justifica. “Se o investimento for de extrema relevância e ceder o terreno passa a ser essencial para validar o negócio, o governador tem a prerrogativa de garantir, ainda que não seja política da AD Diper”, disse. As negociações também precisaram de critérios porque o crescimento do estado promoveu uma valorização dos terrenos, como em Goiana.

  • O risco do desequilíbrio

    CONTAS Embora tenha as contas em ordem, Estado gasta numa velocidade maior do que arrecada. Isso vai trazer problemas no futuro

    O governo do Estado publicou esta semana no Diário Oficial o balanço da execução orçamentária do bimestre julho/agosto. O resultado mostra que os gastos correntes do governo vêm crescendo numa velocidade superior à da arrecadação. Todas as comparações são com o mesmo período do ano passado.

    As receitas primárias correntes subiram 6,31% no acumulado do ano até agosto, em relação ao mesmo período do ano passado. Em valores, isso representa um aumento de R$ 15,956 bilhões para R$ 16,963 bilhões. Nas receitas primárias estão incluídas todas as fontes de recursos do governo incluindo os impostos, contribuições previdenciárias, receita patrimonial, transferências e convênios governamentais e de operações de investimentos de capitais.

    Enquanto isso, as despesas correntes aumentaram em 10,8%. Saíram de R$ 14,514 bilhões no período, para R$ 16,080 bilhões. Nesse grupo entram os gastos do governo para manter a estrutura do Estado, com pagamento do funcionalismo e encargos sociais, juros e encargos da dívida e despesas de capital com investimentos e amortização das dívidas.

    A diferença entre o crescimento da despesa e o da receita é de 4,5 pontos percentuais. No que se refere ao ganho com tributos, que representa metade de toda a receita do Estado, a arrecadação aumentou em 8%, passando de R$ 7,741
    bilhões nos oito meses do ano de 2013, para os atuais R$ 8,804 bilhões deste ano. O secretário Décio Padilha deve falar sobre os resultados na próxima terça-feira em audiência na Assembleia Legislativa.

    O gerente da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), Thobias Silva, acredita que o governo precisa melhorar a qualidade dos gastos por causa do desempenho da economia nacional em tendência de desaceleração, que repercutirá numa arrecadação menor. "Se olharmos a rubrica investimentos subiu de R$ 1,4 bilhão para R$ 1,8 bilhão. Um aumento de 33%, mas dentro de uma base pequena. Quando a gente faz a relação de investimento com o PIB, isso representa apenas 1,7% da economia de Pernambuco", comparou o economista.

    Em 2013 o Produto Interno Bruto do Estado foi de R$ 104 bilhões.

    Fonte: Jornal do Commercio

  • Alta do dólar pesa no bolso

    Brasília – A disparada do dólar na reta final da campanha presidencial mexe com os planos de fim de ano dos brasileiros, interfere em viagens, cobra mais atenção nas compras do mês e, de modo geral, freia o ímpeto do consumo, que já vinha definhando. Endividadas como nunca e com o poder de compra sufocado por uma inflação alta e persistente, as famílias terão, ainda, de ficar atentas à cotação da moeda norte-americana, uma vez que quase tudo o que é vendido no Brasil está atrelado a insumos importados e, portanto, fica sujeito às oscilações do mercado de câmbio.

    Depois de fechar setembro com a maior alta mensal em três anos, de 9,33%, o dólar mostrou ontem que ainda tem fôlego para continuar subindo. Em meio à divulgação de pesquisas indicando a candidata Dilma Rousseff (PT) firme na liderança de intenções de voto, a moeda norte-americana chegou a R$ 2,48, avançando mais 1,4% e alcançando valor recorde em quase seis anos. Alguns analistas apostam em cotação de até R$ 2,60 ainda esta semana, sobretudo se novos levantamentos consolidarem o favoritismo da petista.

    O real segue no topo do ranking da perda entre as moedas emergentes frente ao dólar. O maior patamar desde 8 de dezembro de 2008, quando a divisa atingiu R$ 2,501 em plena crise financeira mundial, evidencia a posição defensiva do mercado, que, desde o fim do mês passado, quando as pesquisas apontaram recuo da candidata Marina Silva (PSB) na corrida eleitoral, tem se reposiconado. Fatores externos, como a melhora da economia norte-americana, também têm contribuído, em menor escala, para o novo cenário.

    A escalada do dólar também reforça preocupações inflacionárias em razão do encarecimento de produtos importados. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Paulo Rogério Caffarelli, tentou amenizar ontem a preocupação com o câmbio. “A recente alta do dólar não traz riscos para inflação no curto prazo”, afirmou.

    Fonte: Diario de Pernambuco

  • Meeting Mensal

  • 2015 não vai ser fácil

    CENÁRIO Independentemente das urnas, ano será marcado por aperto financeiro. Será o reflexo dos erros cometidos.

    Não importa o nome do próximo presidente. O ano de 2015 será difícil para o brasileiros, principalmente no que se refere ao custo de vida. A inflação será pressionada não só pelos preços hoje represados, caso da energia e da gasolina, mas também por causa do câmbio.

    Raphael Juan, gestor da BBT Asset, diz que 2015 será o ano dos ajustes. "A regularização dos preços terá de ser feita, senão entraremos em colapso, pois aí vamos ter alta no desemprego", diz. "Se entrar a oposição os ajustes serão mais imediatos. Se for governo, será mais gradual", completa.

    O fato é que 2015 reserva para o presidente o pior início de mandato desde que Fernando Henrique foi reeleito, em 1998, e o Plano Real entrou em colapso devido à escalada da dívida pública e ao esgotamento das reservas em dólar.

    Em junho de 99, a economia acumulava queda de 0,6% em quatro trimestres. Nos dois primeiros trimestres deste ano, a economia recuou, 0,2% e 0,6% respectivamente.

    Para o gestor da CRPC Asset, Luiz Fernando Araújo, o Brasil vive hoje um problema de credibilidade e isso afeta toda a perspectiva de melhora. A desconfiança afasta os investidores e com eles vão os dólares que poderiam estar sendo usados na economia. "O mercado teme o cenário da Argentina ou da Venezuela (intervencionismo na economia). Mas com a volta da confiança, o dólar volta a entrar e os juros futuros caem. Com isso cria-se um ambiente melhor de investimentos e há menos pressão inflacionária", diz.

    Neste sentido, quem mais vem sofrendo são as pessoas ligadas à indústria. "Se não houver melhoras na taxa de investimento, é difícil aumentar a produção. Esse ano a queda na produção deverá ficar em 1,95% e a expectativa para o ano que vem é de 1,5%. Ou seja, significa recuperar o que perdeu este ano e ainda ficar devendo", diz o economista da Fiepe, Thobias Silva.

    Para melhorar essa produção é necessário ajustar a contas públicas, de forma a estimular o investimento privado. "O governo terá de tomar algumas medidas de austeridade para ganhar a confiança e retomar o investimento", disse.
    Juan admite que boa parte dos ajustes terão efeitos amargos sobre a população. "No curto prazo são medidas impopulares. Mas no longo prazo, precisamos das reformas internas, que começam com a reforma política porque sem essa, não se tem ambiente político para reformas tributária e fiscal que deixarão o ambiente mais competitivo. E essas reformas a população quer"

    Inflação seguirá acima da meta

    Com a economia ainda em ritmo lento, o Banco Central projeta que a inflação recuará no primeiro ano do próximo governo, mas permanecerá acima da meta oficial. Os dados foram apresentados ontem, no Relatório Trimestral de Inflação. Na comparação com o documento de junho, há mais pessimismo com a economia, o BC, porém, ainda é mais otimista que os investidores e analistas do mercado.

    A estimativa para o crescimento do PIB, a renda gerada no País), neste ano foi reduzida de 1,6% para 0,7%, exatamente uma semana antes, o Ministério do Planejamento havia calculado 0,9%. "A economia está crescendo a ritmo baixo, é verdade, certamente abaixo do potencial da economia brasileira", afirmou Carlos Hamilton, diretor de Política Econômica do BC.

    Os números são bem superiores às expectativas recém-divulgadas de bancos e consultorias, que apontam uma expansão de 0,29%. Não há ainda uma previsão oficial para 2015, mas o BC projeta que, no período de quatro trimestres até junho, o PIB terá crescido 1,2%. Em outras palavras, a produção e a renda continuarão em ritmo lento, com melhora modesta nos primeiros seis meses do próximo governo.

    Trata-se do pior início de mandato desde que o tucano FHC foi reeleito, em 1998, e o Plano Real entrou em colapso devido à escalada da dívida pública e ao esgotamento das reservas em dólar. Em junho de 1999, a economia acumulava queda de 0,6% em quatro trimestres.

    IPCA

    Para o BC, a inflação, que se mantém acima da meta de 4,5% desde 2010, fechará mais este ano eleitoral em 6,3% e só cederá à estagnação da economia a partir do início de 2016. Estima-se um IPCA de 5,8% em 2015 e de 5% nos 12 meses encerrados em setembro de 2016, até onde vai o olhar do BC.

    O mercado também é mais pessimista nesse caso: acredita-se que a inflação repetirá no próximo ano os 6,3% de 2014, em grande parte porque há reajustes represados de preços como os da gasolina e da energia elétrica.

    Fonte: Leonardo Spinelli / Jornal do Commercio

  • De bolso cheio, mas infeliz

    ESCOLHA Profissionais trocam satisfação pessoal por salário e deixam de lado qualidade de vida. A decisão pode prejudicar a saúde

    "Se no domingo à noite você já está deprimido porque terá de trabalhar no dia seguinte ou se você acorda na segunda-feira desejando a sexta, pode ter certeza: algo está errado e você precisa mudar de vida." É assim que o coach de carreira, orientador vocacional e educador Maurício Sampaio resume um profissional que não aguenta mais a função que desempenha. Insatisfeitas com o trabalho, muitas pessoas insistem em seguir uma rotina a contragosto, influenciadas, sobretudo, por uma condição: o dinheiro. Segundo Sampaio, um dos fatores que levam à escolha errada da profissão é a questão financeira. "Hoje em dia tem muita gente com dinheiro, mas infeliz. São pessoas que poderiam estar fazendo algo que pudesse proporcionar mais prazer para si." Ele alerta que a escolha pode causar no profissional um declínio emocional capaz de mexer com a qualidade de vida, além de potencializar as chances de apresentar problemas de saúde como estresse e depressão.

    A insatisfação no trabalho afeta o funcionário público federal Caio Matos, 29 anos. "No geral, o que estou fazendo não está beneficiando realmente ninguém. Não acredito na qualidade do serviço. As rotinas são difíceis e difusas e estão sempre mudando, tanto que trabalho há mais de três anos e não consigo me sentir bom no que estou fazendo, porque as regras mudam todo dia. Fico lá só pelo dinheiro enquanto estudo para outro concurso ou junto dinheiro para empreender", confessa Matos, formado em uma área diferente da que atua. Sampaio conta que adota outra estratégia para "diagnosticar" se o profissional está ou não satisfeito com o seu emprego atual: a "regra do 70 x 30." Ele explica: "Se em 70% do tempo da pessoa ela está contente, colocando em prática o que sabe fazer com satisfação e em 30% está cumprindo com sua obrigação, OK. Porém, se a proporção for inversa, está na hora de pensar numa mudança", aconselha. INFLUÊNCIA

    Outra condição apontada pelo educador é a influência dos pais. "Muitas pessoas que já me procuraram para pedir ajuda na carreira atribuem a culpa aos pais, que impuseram a decisão da futura profissão ao filho", conta, ressaltando que hoje há maior liberdade de escolha. "Durante palestra, um senhor relatou que havia se tornado megaempresário por influência do pai, que era ligado ao comércio, mas, anos depois, abandonou tudo para se tornar chefe de cozinha."

    O orientador considera que o problema pode ter origem mais cedo, a partir da escolha, quando a pessoa, ainda jovem, não tem boa orientação para decidir o que irá exercer. Alunos do ensino médio com 16, 17 anos já têm de escolher a profissão que terá de seguir, argumenta. "Há uma defasagem muito grande nas escolas quanto à orientação vocacional, sobretudo nas da rede pública. Mas é possível encontrar o serviço em universidades ou mesmo contratar um orientador."

    A forma de enfrentar esse dilema dependerá de cada profissional, diz Sampaio. Apesar disso, aconselha a procurar um psicólogo. "Mas é possível começar olhando alguns detalhes. A pessoa pode anotar no dia a dia o que gosta e o que não gosta de fazer. Ao final da semana, ela terá um balanço. É uma tarefa simples, mas que ninguém faz."

    Fonte: Rossini Gomes / Jornal do Commercio

  • Entenda o fator previdenciário e a polêmica atual

    PREVIDÊNCIA Regras precisam ser mudadas para evitar que o País seja obrigado a gastar cada vez mais recursos públicos com aposentadorias

    O tema fator previdenciário entrou nos discursos dos principais candidatos à Presidência, com ideias vagas de que seria necessário acabar com o mecanismo, como chegou a defender Aécio Neves, ou aperfeiçoá-lo, segundo Marina Silva, ou mesmo não mexer com ele, como defende Dilma Roussef. O fator previdenciário é um mecanismo criado para desestimular as aposentadorias precoces, implantado em 99, na gestão de Fernando Henrique Cardoso como um "esparadrapo" - disse o ex-presidente recentemente - para resolver provisoriamente a polêmica da idade mínima de aposentadoria no Brasil.

    À época, o Congresso não aceitou os 65 anos como prazo mínimo para a aposentadoria e a solução foi a fórmula matemática que multiplica o tempo de contribuição com a idade da pessoa e a expectativa de vida da população. O problema é que a expectativa de vida do brasileiro aumenta a cada ano e, se aposentando cedo demais, a sua contribuição ao longo de três décadas de trabalho não é suficiente para cobrir outras décadas de aposentadoria.

    Segundo o professor da Faculdade de Economia (FEA/USP) José Roberto Savoia, nesses 15 anos, o fator previdenciário puxou a idade média de aposentadoria do brasileiro em três anos, passando de uma idade média de 52 anos para 55 anos no caso dos homens e de 50 para 53 no caso das mulheres. Uma economia estimada em R$ 70 bilhões. "Comparando-se aos padrões internacionais, o brasileiro se aposenta muito precocemente. Em outros países iguais da América Latina, a média é acima de 60 anos. A Previdência no Brasil é muito generosa, mas isso tem um custo", adverte.

    O problema, diz a professora de atuária da PUC de São Paulo, Fabiana Lopes, neste período, o fator previdenciário, já perdeu a sua eficácia, já que a expectativa do brasileiro aumentou em quatro anos. "Atualmente, o trabalhador contribui com 31% (11% dele e 20% do empregador) de seu salário durante 30 anos. Essa contribuição paga 10 anos de benefícios. Por causa da maior expectativa de vida, ele passa mais 20 anos recebendo. A conta não fecha, por isso vem a questão da reforma", avalia.

    A reforma da Previdência não é um tema que mexe apenas com o rendimento dos aposentados e pensionistas, mas com todas as contas nacionais de gastos e arrecadação de impostos e taxas. Em outras palavras, é um tema que interfere diretamente na estabilidade econômica do País e no tamanho de sua carga tributária.

    Com uma diferença de mais de R$ 50 bilhões entre o que arrecada e o que paga a Previdência, esse buraco é pago por toda a sociedade. "O sistema é deficitário. É a constatação do custo Brasil. Pagamos vários impostos e contribuições para a Previdência, como Cofins, receita de loteria, folha de pagamento, contribuição social sobre lucro. O custo é alto para sustentar a Previdência e, se ela não for ajustada, ou se aumenta impostos ou vai faltar água nessa caixa", compara o advogado previdenciário Paulo Perazzo.


    Fonte: Jornal do Commercio

  • A diferença dos investimentos

    O atual modelo de desenvolvimento focado no consumo das famílias e nas baixas taxas de investimentos esgotou. Para voltar a crescer, além de reduzir os gastos e aumentar as receitas, o país precisa de um plano de investimentos de longo prazo, com recursos públicos e de parceiros privados. Esta é a conjuntura econômica atual traçada pela Ceplan Consultoria Econômica e Planejamento. Neste cenário Pernambuco não é uma ilha, mas o bloco de cerca de R$ 100 bilhões de investimentos atraídos dos últimos anos fará a diferença. Ainda neste ano e em 2015, entram em operação a Refinaria Abreu e Lima e a fábrica da Fiat, empreendimentos “motores” da criação de emprego, da geração de renda e estímulo do consumo.

    Na 17ª Análise Ceplan, os economistas confirmam a desaceleração do consumo das famílias a partir de 2010, quando a taxa de crescimento foi de 6,9%, despencando para 1,2% entre abril e junho deste ano. Jorge Jatobá, sócio-diretor da consultoria, aponta a alta da inflação, o crédito mais caro e restrito e o alto endividamento como as causas da queda do consumo nos últimos meses. “A inflação afeta a renda real e o poder de compra das pessoas. “Houve tolerância com a inflação, que hoje é renitente e está no limite da banda superior da meta de 4,5%.”

    De acordo com o economista, as políticas de desoneração tributárias (redução do IPI da linha branca e de automóveis) estimularam o consumo de bens duráveis, mas puxaram para cima o endividamento das famílias, que atingiu a faixa de 46%. Por outro lado, os incentivos à compra de imóveis provocaram o comprometimento de 16% da massa salarial. Para completar, 21% da renda são usados para o pagamento dos encargos das dívidas. Justifica a retração das vendas no comércio varejista no país e, em menor proporção ,em Pernambuco.

    Diante de um cenário de recessão técnica, a economia pernambucana descola do desempenho do país. O Produto Interno Bruto de Pernambuco (PIB) do estado cresceu 3,5% no primeiro semestre de 2014, enquanto a economia do Brasil teve alta 0,5% no mesmo período. Um sinal do vigor da economia pernambucana é o crescimento de 3,9% da indústria contra a queda de 1,4% no país.

    A economista Tânia Bacelar, sócia-diretora da Ceplan, destaca o bom momento da indústria de transformação com a instalação do bloco de investimentos industriais (estaleiro, refinaria, petroquímico, automobilístico) no estado. Para a economista,  2015 será diferenciado para Pernambuco. Ela cita a entrada em operação da refinaria ainda neste ano e da fábrica da Fiat no próximo ano.  

    Em relação ao país, as expectativas são de arrocho monetário e fiscal. Segundo Jatobá, o governo que assumir em 2015 terá que cortar os gastos públicos, aumentar os juros e, de cara, reajustar as tarifas de energia. “É necessário fazer um arrocho monetário e fiscal para a economia voltar a crescer.”


    Fonte: Diario de Pernambuco

  • Agenda negativa reforça pessimismo

    A escalada do dólar e o aumento das incertezas de investidores com países emergentes, entre os quais o Brasil, não podiam vir em pior hora. Ontem, enquanto as principais bolsas de valores do mundo registravam perdas diante de temores de uma possível retirada dos estímulos econômicos nos Estados Unidos, o Palácio do Planalto se preparava para enfrentar, também no quadro doméstico, uma semana recheada de indicadores negativos.

    Entre hoje e sexta-feira serão divulgados diversos índices que, conforme previsões do mercado financeiro, tendem a derrubar ainda mais a confiança do setor privado, que já está nos piores patamares históricos. Um deles é a Sondagem Industrial, cuja prévia de setembro será divulgada hoje pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

    Em agosto, o indicador registrou queda de 1,2%, a oitava consecutiva. Com isso, atingiu o menor patamar desde abril de 2009. “São índices só comparáveis aos registrados no auge da crise, o que dá a dimensão exata do quão pessimista está o empresariado com o Brasil”, diz o economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito.

    As apostas dos principais bancos e corretoras para a produção industrial, por exemplo, ainda são de uma forte retração, acima de 2,5%. Mesmo a mediana das projeções do mercado, divulgada ontem pelo boletim Focus, aponta para uma queda de 1,94%. Os prejuízos do setor, dizem os especialistas, se devem a fatores como falta de competitividade da indústria, que está com margens estranguladas, e o baixo desempenho do consumo interno, que perde força devido à escalada do custo de vida.

    Faz cinco anos que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) sempre oscila acima do centro da meta de inflação, de 4,5% ao ano, com tolerância de dois pontos para cima ou para baixo. Dois indicadores divulgados hoje pela FGV, o Indicador de Expectativa de Inflação dos Consumidores e o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), poderão indicar se já alguma reversão na tendência de alta dos preços. Mas, a que tudo indica, não é esse o cenário com que o mercado financeiro tem trabalhado. Também ontem o Banco Central divulgou que as projeções de alta do IPCA, ao fim de 2014, se elevaram para 6,30%. Há quatro semanas, as estimativas eram de uma elevação de 6,27%.

    O pessimismo também é grande com o crescimento econômico. Pela 17ª semana consecutiva, os analistas ouvidos pela pesquisa Focus revisaram para baixo as apostas de alta do Produto Interno Bruto (PIB). A última estimativa, divulgada ontem, apontava para uma elevação de apenas 0,3%.

  • Revisões apenas para baixo

    Sempre que questionado sobre a recuperação interna, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, tem reiterado, a interlocutores, que as perspectivas não são nada animadoras. Um exemplo disso, ele observa, é que se considerar apenas as revisões feitas para baixo, já são 32 semanas de apostas de desaceleração no PIB, por parte de bancos e financeiras. Ou seja, durante mais de metade do último ano, os analistas não fazem outra coisa que não seja prever dias piores para a economia.

    Não por outro motivo o sinal de alerta já foi aceso no Palácio do Planalto. A avaliação dos técnicos do governo é que as notícias econômicas, apesar de surtirem pouco efeito junto ao eleitorado, poderão sacramentar a já conturbada relação entre a presidente Dilma Rousseff e o empresariado, com consequências ainda mais desastrosas para o investimento.

    Diante do baixo crescimento econômico, boa parte do setor produtivo botou o pé no freio. E pode ainda piorar, já que ao longo da semana, serão divulgados outros índices que também tendem a aprofundar a tensão entre o empresariado e o governo. Na quarta-feira, o Banco Central anunciará o resultado das transações correntes de agosto. É previsto novo rombo, acima de US$ 5,5 bilhões, o que poderá ter implicações negativas também para o dólar, com possível fuga de investidores.

    Na quinta, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deve divulgar parte da Pesquisa Mensal de Emprego, que ainda terá resultados incompletos por causa da greve de servidores no órgão. Também são esperados números negativos, com leve alta da taxa, mas ainda em patamares historicamente baixos.

    Por fim, na sexta-feira, a Receita Federal deverá divulgar os dados da arrecadação federal. O maior temor é que o governo admita que não conseguirá juntar recursos suficientes para pagar os juros da dívida pública, e cumprir o prometido superavit primário de 1,9% do PIB. Entre o mercado, o pessimismo é geral com esse compromisso.

  • Reunião da Câmara Setorial de Contêineres e Alojamentos móveis

    O Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco (Sindileq-PE), promove uma reunião da Câmara Setorial de Contêineres e Alojamentos móveis nesta terça-feira (23), às 15h, na sede do sindicato. Entre os assuntos abordados estão:

    - Contratos;
    - Mão de Obra;
    - Custos Operacionais;
    - Treinamento de Mão de Obra;
    - Produtividade;
    - Dificuldades;
    - Pontos Desfavoráveis;
    - Outros assuntos de interesse geral.

  • Pesquisa Sindileq-PE traça perfil da empresas de Pernambuco

    O Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco (Sindileq-PE) divulgou os resultados da pesquisa de mercado realizada em parceria com a Fcap JR. Consultoria, da Universidade de Pernambuco. No total, 123 empresas, associadas ou não ao Sindileq-PE, do Recife e Região Metropolitana contribuíram com a pesquisa. “É um primeiro passo. Vamos fazer outras pesquisas, atrás de informações mais detalhadas”, afirma João Carvalho Neto, presidente do sindicato.

    A pesquisa traça o perfil das empresas de Pernambuco e, consequentemente, mostra a demanda do estado. Hoje, mais de 51% (ou 63 empresas) são de alugueis de máquinas e equipamentos leves, que obtiveram maior faturamento no último ano. Empresas de máquinas pesadas e movimentação de máquinas ocupam o segundo lugar, com o total de 42 (34,15%); seguida das empresas de ferramentas elétricas, cortes e furos, que somam 35 (28,46%).

    Também foi levantado que 37% das empresas estão no mercado há, apenas, cinco anos. “É um mercado relativamente novo, devido à demanda que surgiu no estado. É preciso que haja renovação de investimento no estado para ter demanda”, afirma João Carvalho Neto. Apenas três empresas têm mais de 30 anos de mercado.

    A maioria das empresas de locação é de pequeno porte. Foi levantado que 54 empresas funcionam com até nove funcionários; outras 54 empregam de 10 a 49 funcionários; apenas nove empresas têm de 50 a 99 empregados; e seis empresas têm 100 funcionários ou mais.

    No total, 48 donos de empresas (39,2%) acreditam que o mercado está pior, quando comparado ao ano de 2013. No entanto, os que consideram que o mercado melhorou somam 37 empresas (30,8%). “Ano passado nós tínhamos Suape e uma demanda específica de máquinas e equipamentos. Agora, temos Goiana”, justifica João Carvalho Neto.

    Foi apontado, ainda, que o principal desafio para 58,20% dos empresários – o que equivale a 71 empresas – são os impostos; seguido de concorrência desleal, com 45,90% ou 56 empresas; e falta de mão de obra especializada, com 31,97% (39 empresas) do total. “Quando um concorrente aluga uma máquina de R$ 10 mil por R$ 8 mil, visando ganhar um cliente, nunca mais será aceito que aquela máquina volte a custar R$ 10 mil. É muito arriscado e todas as demais empresas vão ter que baixar o preço”, acrescenta Marco Aurélio, presidente do Sindileq-MG.

    Em relação aos investimentos para o ano de 2015, a pesquisa trouxe um dado preocupante. Noventa e cinco empresários (77,24%) não sabem quanto de dinheiro pretendem colocar na empresa. “É incerto demais. Não sabemos se podemos comprar uma máquina e não ter nenhuma demanda no estado”, insiste João Carvalho.

    Por fim, a pesquisa mostrou que do total de empresas que alcançaram o faturamento maior do que R$ 2 milhões em 2013, 68% são associados ao Sindileq-PE. “Isso mostra a importância de se sindicalizar, porque se pensa junto, as empresas crescem juntas, e não tentam colocar outro empresário para baixo”, conclui João Carvalho.

    A pesquisa foi divulgada no mesmo dia do lançamento do Guia Sindileq-PE 2015, na última quinta-feira (18), durante um coquetel oferecido na IX Feira Internacional de Materiais, Equipamentos e Serviços da Construção (Ficons 2014). Entre os presentes, o economista Écio Costa; Reinaldo Nunes, presidente da Analoc; o professor da UFPE e engenheiro civil Maurício Viana, entre outros.

  • Guia Sindileq-PE 2014

  • Programação do Sindileq-PE na FICONS/2014

  • Guia Sindileq-PE será lançado na Ficons 2014

    O Sindileq-PE lança amanhã (18) o Guia 2015, durante coquetel oferecido no estande de número 118, na IX Feira Internacional de Materiais, Equipamentos e Serviços da Construção (Ficons 2014), no Centro de Convenções, em Olinda. O material traz uma lista das empresas de locação de equipamentos dos mais variados segmentos do estado. No material, há ainda uma entrevista exclusiva com o prefeito Geraldo Julio, além de artigos de engenheiros, advogados e economistas, sobre o atual cenário econômico de Pernambuco.

  • Primeiro dia da Ficons, no Centro de Convenções

    Começou hoje (16) e segue até o dia 20 de setembro, a IX Feira Internacional de Materiais, Equipamentos e Serviços da Construção (Ficons 2014), que acontece a cada dois anos e conta com mais de 300 expositores e 30 mil visitantes. O Sindileq-PE participa do evento no estande de número 118, e, na próxima quinta-feira (18), irá lançar o Guia Sindileq-PE 2015, apresentar os resultados de uma pesquisa inédita sobre o mercado da locação de equipamentos - feita em parceria com a Fcap -, além de ministrar palestras.

  • Sindileq-PE na Ficons

    O Sindileq-PE estará presente na IX Feira Internacional de Materiais, Equipamentos e Serviços da Construção (Ficons 2014), no estande de número 118. O evento, que acontece a cada dois anos e conta com mais de 300 expositores e 30 mil visitantes, será realizado de 16 a 20 de setembro, no Centro de Convenções, em Olinda. No dia 18, próxima quinta-feira, a partir das 16h, o sindicato irá lançar o Guia Sindileq-PE 2015, apresentar os resultados de uma ampla pesquisa de mercado feita em parceria com a Fcap, além de ministrar palestras. Para demais informações e credenciamentos, basta acessar o site www.ficons.com.br.

  • Sindileq-PE lança Guia 2015 e divulga resultados da pesquisa de mercado inédita feita em Pernambuco

    O Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco (Sindileq-PE) tem participação de peso na IX Feira Internacional de Materiais, Equipamentos e Serviços da Construção (Ficons 2014). O evento acontece de 16 a 20 de setembro, no Centro de Convenções, em Olinda, e atrai mais de 30 mil visitantes e 300 expositores. Na ocasião, o sindicato irá lançar o Guia Sindileq-PE 2015, divulgar uma ampla pesquisa de mercado feita no segmento da locação, além de ministrar palestras e participar da reunião dos Sindileq’s, promovida pela Associação Nacional das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas (Analoc).

    O Guia 2015 será lançado no dia 18 de setembro, a partir das 16h, no estande de número 118, durante um coquetel. O material traz uma lista das empresas pernambucanas de locação de equipamentos dos mais variados segmentos do ramo da construção civil. Ainda podem ser vistos artigos de engenheiros, advogados e economistas, sobre o atual cenário econômico do estado, além de uma entrevista exclusiva com o prefeito Geraldo Julio. “O Guia 2015 é reflexo dos investimentos realizados no passado em empresas de pequeno porte, que ganharam força e hoje competem a nível nacional, com qualidade e sortimento em equipamentos para o setor”, ressalta o presidente do Sindileq-PE, João Carvalho Neto.

    No mesmo dia, será divulgada pesquisa inédita encomendada pelo sindicato e realizada pela Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco (Fcap/UPE). São 15 indicadores que traçam o perfil do segmento de locação de equipamentos no estado e trazem dados como o número de empresas, o porte, o índice de inadimplência, os obstáculos do setor, perspectivas, entre outros. “Essa é a primeira pesquisa realizada a nível estadual em Pernambuco, e traz números importantíssimos para entender o mercado. Esperamos, com isso, divulgar a existência de uma classe organizada, que é capacitada a atender às demandas locais com a diversidade de tipos e de portes de maquinas que aqui estamos representando'', continua João Carvalho Neto.

    A feira acontece de terça-feira a sexta-feira, das 16h às 22h, e no sábado, das 14h às 20h. Para demais informações e credenciamentos, basta acessar o site www.ficons.com.br.

  • É só um negócio, Alerta ou alarmismo?

    POLÊMICA Analista cria vídeo que detona gestão econômica do governo Dilma e profetiza "o fim do Brasil". Por trás dos prognósticos, no entanto, há só o interesse de prospectar clientes e ganhar dinheiro.

    Em um filme curto de um minuto, intitulado “O Fim do Brasil” – que passa como comercial antes de vídeos no YouTube e chama para outro maior com duração de 1h30 –, a consultoria financeira Empiricus, de São Paulo, conseguiu viralizar seu nome. Atacando ferozmente a política econômica do atual governo, seu autor prevê uma “catástrofe econômica”, caso a administração da presidente Dilma Rousseff seja aprovada nas urnas em outubro. A visão apaixonada também gerou críticas agudas contra o autor do texto, o sócio da Empiricus, Felipe Miranda. Não é a primeira vez que o profissional do ramo financeiro enfrenta acusações de que faz campanha política contra o governo. Outras de suas opiniões divulgadas na internet já foram julgadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que entendeu como improcedente as acusações. Para Felipe, a controvérsia tem se mostrado uma ótima estratégia de marketing.

    “Em dois meses dobramos a nossa base de clientes. Fizemos neste período o que conseguimos em cinco anos de empresa. Hoje temos 18 mil clientes”, contabiliza. O assinante da Empiricus paga R$ 9,90 mensais para receber relatórios com recomendações sobre empresas listadas na Bolsa.

    Entre as críticas que se faz ao trabalho de Felipe, estão seus erros de análise, inclusive indicando como negócio a OGX, do empresário Eike Baptista, hoje em descrédito. “Quando se lida com ativos de risco, como são as ações, ninguém supõe que a consultoria vai acertar todas. Meu nível de acerto é de 80%, altíssimo”, defende-se. Sobre Eike, ele diz que suas análises foram baseadas em informações truncadas divulgadas pela empresa. “Tanto que a CVM [Comissão de Valores Mobiliários investiga o grupo por conta de suas informações incompletas.” Felipe aproveita o caso para alfinetar mais o governo. “O único fato que pode ligar o vídeo O Fim do Brasil à OGX, é que ela é campeã em receber recursos públicos. Quem ajudou a formação do Grupo X foi o governo”.

    Felipe defende que o seu vídeo não traz nenhuma crítica nova em relação à condução econômica do governo Dilma. Ele diz que a única diferença para os economistas com uma visão menos pessimista é que ele não acredita que a administração da presidente vá mudar num eventual segundo governo, mesmo com o anúncio de que Guido Mantega vai deixar o Ministério da Fazenda.

    “Vínhamos dentro do tripé de câmbio flutuante, metas de inflação e responsabilidade fiscal. E essa política começa a morrer com a meta de câmbio, política fiscal irresponsável e taxa de juros mais baixa do que deveria. Esse governo usa o câmbio para controlar a inflação, não a Selic. Não há nada que prove que eles vão fazer diferente.”

    Entre os economistas, as opiniões se dividem com relação à mensagem catastrófica da Empiricus, narrada pelo próprio Felipe. “O vídeo tem um pouco de verdade, mas cria muita expectativa ruim”, diz o gestor de fundos de investimentos da Multinvest, Osvaldo Moraes. A professora de economia da Faculdade Boa Viagem Amanda Aires critica a postura de Felipe.

    “Ele quer implementar o pânico. A economia vive de expectativas e, por isso, não se pode cultuar a histeria.” Já sua colega da UFPE Tatiane Menezes concorda totalmente com as ideias expostas no filme. “Não tenho dúvidas disso, o que foi feito está sendo destruído. Numa possível reeleição, os problemas podem se agravar”.

    Não é a primeira vez que o PT briga com aqueles que criticam a política econômica do Governo Dilma. Em julho, o Santander distribuiu comunicado aos clientes informando que a reeleição seria prejudicial à economia. Pressionado, pediu desculpas e demitiu o analista. Já o economista Alexandre Schwartsman enfrenta uma queixa-crime movida pelo Banco Central por ele ter dito que a gestão do BC é temerária por subserviente às determinações do Planalto. Com a proximidade das eleições, toda a polêmica só tende a aumentar. Felipe descobriu um jeito de ganhar dinheiro com ela.

    Fonte: Jornal do Commercio

  • Tabela da Contribuição Sindical 2015

  • Monitoramento para não deixar o petróleo escapar

    A Refinaria Abreu e Lima (Rnest) entrou em pré-operação na última semana. A unidade – que está em fase final de construção em Suape – já começou a receber e estocar petróleo. Por conta isso, a responsabilidade ambiental passa a ser preventiva e de monitoramento. Agora a Petrobras deve ter o poder de resposta nos casos de situações adversas. No apoio à unidade, a estatal implantou um Centro de Defesa Ambiental, no Cabo de Santo Agostinho. Inicialmente, a ideia era construir o centro dentro da unidade industrial, mas ficou menos oneroso o aluguel de um galpão no Cabo.

    “Ele está todo equipado e já fizemos simulados para o tempo de resposta a chamados de grandes necessidades. Para os pequenos, a Rnest e a Transpetro, braço logístico da Petrobras, têm capacidade de resolver”, garante o gerente geral da Rnest, Valdison Moreira. A professora da UFPE e presidente da Comissão de Direito Marítimo Portuário e do Petróleo da OAB-PE Ingrid Zanella destaca que é necessária atenção redobrada para um atividade do tipo, que é de extremo risco ambiental.

    “Resíduo oleoso precisa ser tratado com cuidado. Produto químico em oceano pode ser irreversível e é preciso atender critérios fortes para operar, como documentações, comprovações de cenários de risco com simulações de teste dos equipamentos de segurança, tanto para prevenção como para ação emergencial em riscos ao meio ambiente, como vazamento, por exemplo”, detalha Ingrid.

    A primeira carga que entrou nos tanques da refinaria veio do Rio Grande do Norte. E serão do Nordeste todas as embarcações que vão fornecer os quase 1,5 milhão de barris de petróleo até o dia 4 de novembro, data prevista para a operação oficial. De acordo com o gerente geral da Rnest, o petróleo do Nordeste será tipo “mistura”, por ser de fonte terrestre ou marítimo. “A prioridade é tratar e produzir com petróleo de baixo teor de enxofre, que é mais sustentável. E as navios previstos para abastecer a refinaria atendem a esse critério.”

    Ainda segundo o diretor, os equipamentos da unidade industrial têm toda a qualidade de se adaptar a qualquer diferenciação de tipo de petróleo que chegar na refinaria, apenas com mudanças de parâmetros eletrônicos, tudo para aproveitar o máximo do petróleo.

     Fonte: Diario de Pernambuco

  • Copom mantém Selic em 11% pela 3ª vez

    POLÍTICA MONETÁRIA Decisão já era aguardada pelo mercado, devido à economia fraca e cenário de recessão técnica com recuo do PIB por dois trimestres consecutivos

    SÃO PAULO - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu por unanimidade ontem manter a taxa Selic em 11% ao ano. Foi a terceira
    manutenção seguida do juro básico, após uma sequência de nove altas, iniciada em abril do ano passado.

    A decisão já era aguardada pelo mercado, devido à economia fraca, após dois trimestres seguidos de queda do Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com o
    IBGE, o PIB brasileiro caiu 0,6% no segundo trimestre na comparação com os três primeiros meses deste ano. Em relação ao segundo trimestre de 2013, a
    economia do País encolheu em 0,9%.

    O resultado do primeiro trimestre também foi revisado para queda de 0,2% (contra alta de 0,2% informado anteriormente). Isso, segundo alguns economistas, coloca o Brasil em um quadro de recessão técnica.

    Os juros altos estão entre os motivos apontados para o baixo nível de investimentos por parte da iniciativa privada. No segundo trimestre, por exemplo, os investimentos em máquinas para a produção, transporte, agropecuária, energia, entre outros, e em construção civil tiveram forte retração de 5,3%.
    O próximo encontro do Copom está marcado para 28 e 29 de outubro, logo após a data marcada para o segundo turno das eleições.

    A maior parte dos economistas vê a estabilidade no juro básico até o fim de 2014, pelo menos. Levantamento feito pela Bloomberg mostrou que a manutenção
    era a aposta de 53 dos 54 economistas ouvidos - apenas um via corte de 0,25 ponto percentual, o que levaria a Selic a 10,75% ao ano. A avaliação se baseia
    no enfraquecimento da economia e no alívio recente na inflação, apesar de os preços ainda permanecerem pressionados em 12 meses.

    O IPCA, índice oficial da inflação no País, ficou em 0,01% em julho, ante 0,40% no mês anterior. Em 12 meses, porém, alcançou 6,5%, exatamente o teto da
    meta estabelecida pelo governo, que é de 4,5% ao ano, com margem de dois pontos para cima ou para baixo. De acordo com a versão mais recente do relatório Focus, do Banco Central, as instituições financeiras consultadas pela autoridade esperam que o índice oficial de preços no País tenha alta de 6,27% em 2014.

    A Selic é um instrumento usado pelo governo para conter o consumo, uma vez que o crédito (tanto empréstimos em instituições financeiras quanto parcelamentos em lojas, por exemplo) fica mais caro/barato, conforme os juros sobem ou descem. Analistas ouvidos pela reportagem descartam novas elevações -ou cortes- na Selic até o final deste ano.


    Fonte: Jornal do Commercio

  • Sindileq PE na FICONS 2014

  • Economia andou para trás

    RECESSÃO País acumula dois trimestres seguidos de queda no PIB e governo Dilma enfrenta saraivada de críticas a um mês da eleição

    RIO E SÃO PAULO - Com investimentos e indústria em baixa, além dos impactos negativos da Copa do Mundo, a economia brasileira encolheu no segundo trimestre, e as projeções agora apontam para crescimento perto de zero neste ano. O Produto Interno Bruto (PIB, renda total gerada no País por um período) recuou 0,6% de abril a junho, na comparação com o primeiro trimestre, revelou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Como houve revisão para baixo no dado do primeiro trimestre, o quadro da economia se divide entre recessão e estagnação, segundo economistas, e o assunto entrou de vez no debate eleitoral, atingindo frontalmente a campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT).
    O desempenho do primeiro trimestre frente o último de 2013 foirevisado de uma alta de 0,2% para um recuo de 0,2%. Com duas retrações seguidas, na
    comparação com o trimestre anterior, há "recessão técnica", segundo a teoria econômica. Economistas se dividem sobre o efeito disso na economia real: para
    alguns, há recessão, para outros, estagnação, mas todos concordam que o resultado é muito ruim para um país em desenvolvimento.
    A recessão técnica e o mau desempenho das contas públicas, também divulgado ontem, poderão levar a rebaixamento nas notas do Brasil nas agências de risco.
    A Fitch, uma das três grandes agências, afirmou em relatório que a contração na economia ressalta desafios importantes para enfrentar após as eleições.
    Após uma onda de revisões, o mercado aponta para crescimento de apenas 0,35% neste ano, pior desde 2009, auge da crise internacional. Assim, a média de crescimento econômico do governo Dilma Rousseff ficaria em 1,6%, a pior desde o governo Fernando Collor (1990-1992).
    A presidente Dilma classificou como "momentânea" a retração no segundo trimestre e disse esperar uma "grande recuperação" no segundo semestre. Assim como o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ela citou o excesso de feriados, por causa da Copa do Mundo, e a economia internacional como responsáveis
    pelo resultado.
    A maioria dos economistas ouvidos discorda. "Que crise? A estagnação é efeito direto da política econômica do governo", disse José Luís Oreiro, professor do
    Instituto de Economia da UFRJ, criticando a falta de estratégia na gestão da economia e lembrando o forte crescimento nos Estados Unidos.
    Pela ótica da demanda, os investimentos tiveram as maiores quedas desde o auge da crise internacional, entre 2008 e 2009. O consumo das famílias teve o 43º trimestre seguido de alta (na comparação com igual período do ano anterior), mas com redução no ritmo, de 2,2% no primeiro trimestre para 1,2% no segundo.
    Pela ótica da oferta, o PIB industrial recuou 3,4% em relação ao segundo trimestre de 2013, pior queda desde 2009. O PIB de serviços, por sua vez,
    desacelerou para alta de 0,2% ante 2013, menor avanço desde 2003.

    Fonte: Jornal do Commercio.

  • Veja os destaques da edição 2014 do Concrete Show South America

    Termina hoje a 8ª edição do Concrete Show South America, principal feira da cadeia da construção civil do país. O evento, que começou no dia 27 de agosto, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, é vitrine para os lançamentos em soluções tecnológicas e serviços para obras de infraestrutura, residenciais e industriais.

    Ao todo, 600 empresas nacionais e internacionais estão presentes no Concrete Show. A expectativa é que passem pelos estantes montados no pavilhão de exposições mais de 30 mil visitantes, grande parte deles profissionais com poder de decisão e influência sobre a compra de equipamentos e serviços.

    ABERTURA – Durante a solenidade de abertura, a presidente do Concrete Show, Claudia Godoy, destacou que ao longo da última década o evento trouxe para o Brasil as grandes novidades do mundo da construção, ajudando a impulsionar a cadeia produtiva nacional do concreto. Outra grande contribuição para o desenvolvimento do segmento são as ações de capacitação. Nesta edição, por exemplo, serão realizados 18 seminários e 150 palestras ao longo dos três dias, sobre temas como industrialização da construção, paredes de concreto, ecoeficiência, gestão de obras e melhores práticas construtivas.

    O presidente do Sindileq-PE, João Carvalho Neto, prestigiou os três dias do evento. Também presente na abertura, o presidente da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), Renato Giusti, afirmou que o Concrete Show, além de antecipar o futuro da construção civil, tem ainda papel importante ao disseminar as inovações junto à comunidade brasileira e capacitar os profissionais. Ao final de sua fala, o executivo da ABCP lamentou a morte do empresário Antônio Ermírio de Moraes, ocorrida nesta semana. “Perdemos o maior líder da indústria brasileira. Um trabalhador, um nacionalista”, disse.

  • Tributação nas empresas de locação é tema de encontro no Sindileq-PE

    O Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco (Sindileq-PE) promove, na próxima terça-feira (02), a partir das 16h, reunião na sede do sindicato. No evento, será discutido o impacto da tributação nas empresas de locação.

    Tema: Tributação nas Empresas de Locação.
    Apresentação: Henrique Vilela e Renato Vilela (Contadores do SINDILEQ-PE)

  • Meeting mensal debateu NR 12 e prevenção ao acidente de trabalho

    O debate do último Meeting Mensal foi sobre a Norma Regulamentadora (NR) número 12. O evento aconteceu na última sexta-feira (22), no Restaurante Ponteio, em Boa Viagem. Mais de 30 associados tiveram a oportunidade de assistir à palestra ministrada pelo engenheiro e mestre em engenharia civil Maurício Viana.

    Para contextualizar, o encontro foi iniciado com uma apresentação sobre acidentes de trabalho. “Hoje são registrados mais de 720 mil acidentes de trabalho por ano. Isso de empregos formais, fora os informais”, afirmou Mauricio Viana. “25% desses acidentes acontecem justamente devido à utilização incorreta de máquinas e equipamentos.”

    Falou-se, ainda, sobre a revisão pela qual a NR 12 está passando. Além disso, os presentes puderam aprender um pouco mais sobre análises de risco, como tornar uma máquina segura, capacitação e medidas de proteção coletiva. “Vale ressaltar a importância da capacitação. Não somente do empregado, mas também dos empresários”, continuou Maurício Viana.

    Depois, os associados puderam fazer perguntas e tirar dúvidas, além de dar opinar sobre as normas que hoje norteiam o ramo de aluguel de equipamentos no Brasil.

     

  • MEETING MENSAL

  • GOIANA PERTO DO PRIMEIRO JEEP

    FISCO Estado publica lista com benefício fiscal para importações "mais urgentes" necessárias ao início da produção da Fiat Chrysler
     
    A Jeep de Goiana, fábrica da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) em Pernambuco, recebeu benefícios fiscais para as primeiras importações de ferramentas e peças para a produção de veículos no Estado, a exemplo de tintas e vernizes, espelhos retrovisores, fechaduras e motores. Procurado, o grupo não comenta o assunto. A Secretaria da Fazenda (Sefaz), no entanto, informa que a lista de itens beneficiados, divulgada por obrigação legal, reúne os insumos "mais urgentes" para dar início à produção em Goiana. A lista tende a crescer entre a fase atual, de obras e pré-operação, e a fabricação em escala comercial da Jeep, prevista para o primeiro trimestre do ano que vem.
     
    O veículo que vai inaugurar a linha de produção em Pernambuco é o Renegade, primeiro modelo global da FCA após a fusão oficial da italiana Fiat com a americana Chrysler. "Modelo global" é o que tem lançamento e produção quase simultâneos em mercados diferentes ao redor do mundo, como Brasil, China e Itália. A unidade de Goiana, a mais moderna da Fiat Chrysler, tem posição estratégica para o novo supergrupo, um investimento de R$ 4 bilhões.
     
    E o cronograma da montadora já prevê para Pernambuco o segundo modelo em 2015 e o terceiro em 2016. A capacidade de produção de Goiana será de 200 mil veículos por ano. "A relação de produtos com benefícios fiscais para importação já divulgados é parcial. São os que têm mais urgência para a Fiat. Até o fim do ano teremos uma série de novos itens", diz o superintendente jurídico da Secretaria da Fazenda, Nilo Silva.
    O benefício, o diferimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), transfere o "momento" da incidência do tributo para outra etapa da produção e vendas, e é previsto no Programa de Desenvolvimento do Setor Automotivo de Pernambuco (Prodeauto), criado em 2008. Já na época a lei previa a divulgação de uma lista de importações beneficiadas, relação divulgada só na última terça-feira. Até o ano que vem, fornecedores da Jeep também devem ter uma lista própria.
     
    Segundo a FCA, 80% dos componentes usados em Goiana terão origem nacional – desses, 40% virão de 16 fornecedores no terreno da montadora, que vão entregar autopartes em tempo real, os sistemistas. Os outros 20% virão do exterior.
    Como na indústria automotiva o segredo é levado a sério, a FCA não respondeu à reportagem e os Portos do Recife e Suape não souberam informar quando e como serão as importações. Mas é certo: a fábrica trará uma rotina logística por mar e terra de componentes internacionais para Goiana.
     
    Texto: Giovanni Sandes

  • SINDILEQ-PE TAMBÉM NO FACEBOOK

    Visando uma maior interação não só com os associados, mas também com o público em geral, o Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco (Sindileq-PE) agora está presente, também, na rede social Facebook.

    A página pode ser acessada por meio do link:  https://www.facebook.com/sindileqpe. Lá, podem ser conferidas as novidades do sindicato, eventos, além de reportagens sobre os principais acontecimentos da economia nacional e internacional. Não deixe de conferir e acompanhar a nossa Fanpage.

  • BRASIL ESTÁ EM RECESSÃO TÉCNICA

    Após meses de indicadores ruins em todas as áreas da economia, o Banco Central selou o que muitos especialistas do setor já suspeitavam: o Brasil está em recessão. Ontem, o BC divulgou o Índice de Atividade Econômica, que mostrou um recuo de 1,2% no segundo trimestre, o terceiro seguido, configurando uma recessão técnica.

    A preocupação do governo agora é que o Produto Interno Bruto, que será divulgado em duas semanas, acompanhe o resultado de queda, já que o IBC-Br é considerado uma prévia desse indicador. Os analistas já preveem um recuo de 0,5% da economia para os últimos três meses. Para o ano, as expectativas estão cada vez piores.

    O quadro de recessão começou a se confirmar após a autoridade monetária rever o indicador do primeiro trimestre, de alta de 0,03%, para uma retração de 0,02%. No quarto trimestre do ano passado, o resultado também havia sido negativo, em 0,3%.

    A economista chefe da ARX Investimentos, Solange Srour, acredita que, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está fazendo mudanças na metodologia de cálculo do PIB, o resultado do primeiro trimestre, de crescimento de 0,2%, também deve ser revisado para 0,1% negativo, consolidando o cenário ruim da economia, uma pedra no sapato na campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff.

    “O indicador do BC é um sinalizador do resultado do IBGE. Mesmo que o PIB não confirme essa variação negativa, vai haver um quadro forte de desaceleração”, pontuou o economista André Nassif, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV). Apesar de o governo manter a previsão de crescimento em 1,8% para o ano, o mercado vê como certo que a economia não vai crescer em 2014 mais do que 1%. Há quem aposte, inclusive, em um avanço de só 0,5%.

    Para o sócio da GO Associados, Gesner Oliveira, a economia apresenta problemas em todos os fatores que compõem o cálculo do PIB. O consumo foi prejudicado pelo endividamento das famílias e pela inflação que, em julho, atingiu o teto da meta no acumulado em 12 meses. Não à toa, pela primeira vez na história, o comércio caiu mais do que a indústria.

    Texto: Bárbara Nascimento

  • Na contramão de todo o mundo

    A piora visível no cenário econômico brasileiro está contaminando cada vez mais a América Latina. O Índice de Clima Econômico (ICE) do país ficou em apenas 55 pontos em julho, e só não foi pior que o de janeiro de 1991, que atingiu 54 pontos. O indicador, medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) em parceria com o Instituto Ifo, da Alemanha, divulgado ontem, mostra que o ambiente doméstico de negócios continua piorando.
     
    “O Brasil vem contribuindo para que o indicador médio da região caia e se descole do índice mundial, que vem subindo”, destacou a pesquisadora do Ibre Lia Vals. De acordo com ela, o Brasil, na América Latina, ficou à frente apenas da Venezuela, que recebeu a pior avaliação.
     
    Pela metodologia de elaboração do ICE, uma pontuação menor que 100 indica que o ambiente econômico do país pesquisado é considerado desfavorável. Acima desse patamar, é favorável. O levantamento é feito trimestralmente com mais de 1,1 mil especialistas de 121 países, dos quais 140 latino-americanos.
     
    O estudo traz também a classificação média dos últimos quatro trimestres. Nesse ranking, a liderança é da Colômbia, com 130 pontos, seguida pelo Paraguai (126). O Brasil, com uma média 78 pontos, fica à frente apenas da Argentina, com 72, e da Venezuela, que tem apenas 20.
     
    VILÃO
     
    O economista Paulo Rabello de Castro, coordenador do Movimento Brasil Eficiente, disse que a piora da avaliação do Brasil na pesquisa do Ibre não surpreende, dado o quadro crítico da indústria brasileira e as perspectivas de que o país crescerá menos de 1% neste ano. “Para nós, isso não é novidade. O problema é a conjunção da retração da demanda com a grande resistência à queda dos custos de produção”, explicou. Segundo ele, a ação do governo é a principal responsável por essa resistência.
     
    “Essa situação, em termos econômicos, é paradoxal. Os especialistas que ainda defendem a política econômica são de formação keneysiana (desenvolvimentista). Mas se (o economista britânico John Maynard) Keynes estivesse vivo, e no Brasil, cortaria os pulsos”, ironizou. “O governo, visto como salvador na teoria de Keynes, é o que está levando o país para a recessão, ao criar gastos públicos excessivos, cobertos com impostos elevados, que fazem os custos industriais carregarem essa carga tributária direta e indireta, comprometendo a competitividade”, emendou.
     
    Texto: Rosana Hessel

  • Nota oficial de solidariedade

    O Sindileq-PE lamenta profundamente a morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, vitimado em um acidente aéreo no fim da manhã desta quarta-feira (13), em Santos, São Paulo.

    Nesse momento de dor e tristeza para todo o país, o presidente do Sindicato, João Carvalho Neto, presta as mais sinceras condolências em nome de todos os associados à família e amigos de Eduardo Campos, e dos integrantes de sua equipe: Carlos Percol, Alexandre Severo, Marcelo Lyra, Pedro Valadares, e dos pilotos Geraldo Cunha e Marcos Martins.

    “Uma grande perda para todo o Brasil, que é sentida, principalmente, pelos pernambucanos. Eduardo Campos mudou o rumo da economia do nosso estado e é desse jeito que devemos lembrar dele: um homem de fibra, que ficará para história pelo excelente trabalho desenvolvido”, diz João Carvalho Neto.

    O governador de Pernambuco, João Lyra Neto, decretou luto oficial de sete dias. O anúncio foi feito durante um pronunciamento no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual, no Recife.

  • Brasileiro sonha em empreender

    ESTUDO Dados da Endeavor Brasil mostram que 76% dos brasileiros querem ser donos do próprio negócio. Porém 66% dizem que a falta de verba atrapalha

    A relação dos brasileiros com o empreendedorismo vem se definindo e melhorando a cada ano. Mas existem alguns obstáculos que limitam os brasileiros na hora de abrir seu próprio negócio. É o que mostra pesquisa feita pela Endeavor Brasilsobre o perfil dos empreendedores no Brasil.
     
    Segundo dados da pesquisa, força de vontade não falta: 76% dos brasileiros prefeririam ter um negócio próprio a ser empregado ou funcionário de terceiros. É a segunda maior taxa do mundo, ficando atrás somente da Turquia, segundo dados da Eurobarometer (2012). Além disso, empreender é considerado um meio de alcançar mais prazer, autonomia e realização. Quase 90% da população acredita que empreendedores são geradores de empregos.
     
    Embora 3 em cada 4 brasileiros prefira empreender, apenas 19% acha muito provável abrir um novo negócio nos próximos cinco anos. O motivo? Falta de recursos financeiros. A pesquisa mostra que 66% das pessoas dizem que a falta de recursos financeiros é a principalrazão pela qual empreender é um ato pouco provável no futuro. Esse é um dos maiores índices do mundo.
     
    Mesmo com esses fatores limitadores, nos últimos anos o brasileiro tem buscado sua autonomia através de um negócio próprio. Segundo dados da Global Entrepreneurship Monitor no Brasil em 2013, 32,3% da população brasileira de 18 a 64 anos é empreendedora. Isso representa cerca de 40 milhões de pessoas, indicando a alta relevância do empreendedorismo no País.
     
    E é para inspirar e incentivar a população que a Editora Globo promove o Movimento Empreenda, que terá seu segundo evento do ano realizado na próxima quinta-feira (14), no auditório do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. No Recife, o evento conta com o Jornal do Commercio como media partner.
     
    A ideia é inspirar através de exemplos reais. Para isso sempre são convidados profissionais que investiram na carreira de empreendedor e hoje colhem os bons frutos do esforço e dedicação. É o caso de Fábio Pires, diretor comercial da Jurandir Pires. O pequeno negócio iniciado no Sertão de Pernambuco se transformou em uma das maiores redes de varejo do Nordeste especializadas em artigos para o lar.
     
    O evento de quinta-feira, que é aberto ao público e gratuito, também contará com a participação de Ecio Costa, professor de economia da Universidade Federal de Pernambuco e consultor de empresas. Ecio, que também é colunista da Rádio JC news, conta que percebe a questão financeira como limitador para as pessoas que o procuram e que querem abrir um negócio. Mas nem sempre é um caso sem solução: "Nos últimos 10 anos o crédito para empreendedor tem crescido significativamente no Brasil. De 2013 para 2014 o crédito passou de 20% para 50% do PIB".
     
    Outro fator encorajador para quem está prestes a abrir um negócio é a baixa taxa de desemprego. "Com o índice de desemprego baixo, é mais fácil um profissional qualificado largar uma carreira estável, buscar abrir um negócio e ter chance de voltar ao mercado de trabalho caso a iniciativa não dê certo", explica o professor.
     
    PALESTRAS
     
    O Movimento Empreenda chega ao Recife na próxima quinta-feira, às 18h30, no auditório do SJCC. As inscrições são gratuitas, através do site www.eventick.com.br/empreendarecife2014, porém as vagas são limitadas. Ao final das palestras, os convidados vão participar de um debate sobre empreendedorismo mediado por Sandra Boccia, diretora de redação da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios e colunista da Rádio JC News.
     
    Fonte: Jornal do Commercio
    Foto: Divulgação

  • Ampliação favorece as pequenas

    Apresidente Dilma Rousseff sancionou ontem a ampliação do Simples Nacional (Supersimples), que entre outras medidas aumenta em 142 o número de atividades que passam a ser cobertas com a redução da burocracia e dos impostos. As principais mudanças no que está sendo considerada uma Nova Lei Geral estão na retirada das micro e pequenas empresas do sistema de substituição tributária e a possibilidade de adesão apenas de acordo com o faturamento anual, segundo os limites da Receita Federal.

    A expectativa é que aconteçam pelo menos 500 mil formalizações de empresas – gerando aumento da arrecadação. Na prática, qualquer atividade que se enquadre no faturamento limite de R$ 3,6 milhões/ano poderá se beneficiar, incluindo instituições de ensino, empresas de prestação de serviço e clínicas médicas.

    Das atividades incluídas, advocacia, fisioterapia, corretagem de seguros e administração e locação de imóveis de terceiros contribuirão no limite de tributação anterior, com impostos variando entre 6% e 17,42%. As demais atividades inseridas formarão um novo conjunto de tributação, entre 16,93% e 22,45%.

    “Quem já tinha o benefício não foi excluído e os que desejarem aderir ao Supersimples devem analisar o porte da empresa e o percentual de impostos para definirem. Uma clínica médica com nenhum ou um funcionário talvez não se beneficie. Para quem tem mais empregados pode seja mais vantajoso. É preciso analisar caso a caso”, explica Albérico Morais, presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis de Pernambuco (Sescap).

    Outra medida comemorada é exclusividade de licitações públicas com valor de até R$ 80 mil – nos três níveis de poder (federal, estadual e municipal) – para pequenas e microempresas. “Antes a lei falava que as licitações até este valor ‘poderiam’ ser voltadas apenas para as micro e pequenas; agora o texto diz que ‘deverão’ ser exclusivas. O limite representa 25% das compras públicas e abre um mercado novo”, destaca José Gilvan dos Santos, presidente em exercício da Femicro.

    O Supersimples unifica oito impostos num único boleto e reduz a carga tributária para micro e pequenos empresários. A nova lei também cria uma série de medidas que protegem o microempreendedor individual (MEI), impedindo, por exemplo, cobranças sem autorização por parte de associações de classe. “Isso acabava provocando desistência ou inadimplência. A nova lei proíbe essa prática”, explica Fernando Clímaco, analista do Sebrae-PE.

    Fonte: Diario de Pernambuco

  • Tombini nega haver crise no País

    Em debate na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, saiu em defesa da política econômica e afirmou que o Brasil está longe de um quadro de estagflação, ou seja, de inflação alta e crescimento baixo. Ele rebateu perguntas dos parlamentares sobre a crise vivida pelo Brasil.

    "Que crise é essa? Em que estamos no menor nível de desemprego de todos os tempos. Que a inflação está sob controle. Estamos longe do conceito de estagflação. Estamos longe desse tema", disse.

    Tombini reforçou que os juros não devem cair por um bom tempo. Segundo ele, isso fará com que a inflação entre na trajetória do centro da meta de 4,5% nos próximos trimestres.

    "Não estamos condenados à inflação de 6%. O cenário que contempla inflação resistente nos próximos trimestres tende a entrar em trajetória de convergência para a meta nos trimestres finais do horizonte de projeção", disse Tombini, repetindo recado da última ata do Comitê de Política Monetária (Copom).

    Ele disse que não há "contradição ou incompatibilidade" entre a manutenção dos juros em 11% ao ano e as medidas "macroprudenciais" recentes para incentivar o crédito e injetar até R$ 45 bilhões na economia.

    "Em momentos de euforia, como em 2010, tais políticas visam moderar excessos. Mas quando não há indícios de potencial risco ou observamos desaceleração indesejada do crédito, é justificável que medidas macroprudenciais apontem na direção oposta, como o BC fez", disse e garantiu que a inflação continua sob controle e encerrará 2014 abaixo do teto de 6,5%.

    De acordo com Tombini, as pressões sobre a inflação diminuirão daqui para a frente. Entretanto, defendeu que o BC se mantenha vigilante porque há novos desafios como o represamento de reajustes de tarifas de serviços públicos. Ele citou ainda novas pressões sobre o câmbio, que tem impacto direto nos preços.

    Uma das incertezas que podem provocar turbulências no mercado financeiro internacional é a tensa situação no Oriente Médio. "Haverá implicações para o mercado financeiro", previu Tombini.

    Fonte: Jornal do Commercio/ Economia

  • Expansão do País será pífia, diz Cepal

    CONJUNTURA Projeções do organismo internacional apontam um crescimento de 1,4% para o Brasil, um dos menores da região

    A economia brasileira deverá crescer 1,4% este ano, uma das menores taxas dos países da América Latina, segundo relatório divulgado ontem Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). Na média, as economias latino-americanas e do Caribe crescerão 2,2%, abaixo dos 2,7% previstos anteriormente em abril pela Cepal.

    De acordo com os analistas da Cepal, as economias da região estão sendo afetadas pela queda da demanda externa, pelo baixo dinamismo da demanda interna, pelo investimento insuficiente e por um limitado espaço para a implementação de políticas que impulsionem a reativação.

    O relatório indica que a desaceleração econômica observada no último trimestre de 2013 manteve-se nos primeiros meses de 2014, o que fará com que a região apresente um crescimento inferior ao do ano passado, de 2,5%. Entretanto, a Cepal aponta que uma possível melhora no desempenho de algumas das principais economias do mundo poderá permitir mudança a essa tendência para o final de 2014.

    "Em todos os casos é importante aumentar o investimento e a produtividade, para garantir, no médio prazo, uma mudança estrutural com igualdade", afirmou Alicia Bárcena, secretária-Executiva da Cepal.

    Na região, o maior crescimento em 2014 será apresentado pelo Panamá, segundo a Cepal, com uma elevação em seu Produto Interno Bruto (PIB) de 6,7%. Em seguida, aparece a Bolívia (5,5%), a Colômbia, a República Dominicana, o Equador e a Nicarágua, com expansões de 5,0%.

    Espera-se que a América Central com o Haiti e a República Dominicana cresça 4,4%, enquanto que a América do Sulse expandirá 1,8%, ainda que com uma ampla diversidade entre os países. O Caribe crescerá 2,0%, um crescimento acima dos 1,2% registrado em 2013.

    Fonte: Jornal do Commercio/ Economia

  • Copa ruim para a indústria

    PESQUISA Dados do IBGE mostram que mês do Mundial 2014 teve recuo de 1,4% na produção, quarta queda mensal consecutiva
     
    A produção industrial do País recuou pelo quarto mês consecutivo, segundo dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor teve uma queda de 1,4% no mês da Copa, junho, frente a maio. Foi a maior retração desde o recuo de 3,6% em dezembro passado, na série com ajuste sazonal. Nos últimos quatro meses, a queda é de 3,4%. Já o resultado acumulado em 12 meses mostra uma retração de 0,6%, o primeiro dado negativo desde março de 2013.
     
    Frente a junho do ano passado, o tombo de 6,9% é o maior na comparação anual desde o recuo de 7,4% em setembro de 2009.
     
    Na comparação anual, o resultado de junho teve impacto principal de veículos automotores, reboques e carrocerias, que caiu 36,3%. Vinte e um dos 26 ramos pesquisados pela indústria registraram queda nessa base de comparação, além das quatro categorias de uso da indústria.
     
    No segundo trimestre, a indústria recuou 5,4% na comparação com igual período de 2013. No primeiro semestre, essa queda foi de 2,6%, também nesta comparação. Os resultados acumulados em 12 meses vêm desacelerando desde março. Na avaliação de André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE, a Copa do Mundo ajudou a potencializar a queda que já vinha sendo registrada pela indústria brasileira nos últimos meses. "São quatro meses de resultado negativo, mas é claro que a magnitude da queda tem relação com menor número de dias de trabalho no mês de junho e com redução de turnos de trabalho, ligados ao evento Copa do Mundo, não só pelos jogos do Brasil, como pelos feriados por causa dos outros jogos", comenta Macedo.
     
    O IBGE destacou o predomínio de taxas negativas na passagem entre maio e junho, que se viu em 18 dos 24 ramos da indústria pesquisados. Mais uma vez a indústria de veículos automotores, reboques e carrocerias exerceu a principal influência no resultado geral, com queda de 12,1%. Houve impacto também de equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos, com um tombo de 29,6%, e de máquinas e equipamentos, de 9,4%.
     
    Entre as categorias de uso, a indústria de bens de capital, um dos principais indicadores de investimento, registrou queda de 9,7%, a mais intensa desde dezembro de 2013. Já os bens de consumo duráveis caíram 24,9%, a maior da série histórica iniciada em 2002, ao lado de recuo de 7,9% de bens de consumo e de 1,3% em bens de consumo semiduráveis e não duráveis.

    Fonte: Jornal do Commercio
    Foto: Igo Bione/ JC Imagem

  • Caso Jaraguá será enviado ao Ministério Público de Pernambuco

    O presidente do Sindileq-PE (Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco) João Carvalho Neto, participou nesta quarta-feira (23), de audiência no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em mais uma etapa do caso Jaraguá. Na reunião, ficou decidido, entre outras coisas, que um ofício deve ser entregue à Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco para informar a existência de contratos de prestação de serviços e eventuais créditos em poder do Estado de Pernambuco pertencente à empresa Jaraguá, assim como em até dez dias, serão colhidas declarações que estiveram presentes na assembleia convocada pela empresa Jaraguá e Petrobrás, em agosto de 2013.

    “Na reunião que aconteceu em agosto, foi garantido ao grupo que os pagamentos seriam feitos e pedido que o trabalho não fosse parado”, explica o presidente do Sindileq-PE João Carvalho Neto. Jaraguá Equipamentos Industriais Ltda, contratada pela Petrobras para a obra da refinaria Abreu e Lima, em Suape, mantém uma dívida que passa dos R$ 700 milhões, em todo o Brasil. No encontro realizado nesta quarta-feira (23), sob a presidência da procuradora do trabalho Débora Tito Farias, estiveram presentes representantes da Jaraguá, da Petrobras e das empresas prejudicadas.

    CASO JARAGUÁ - A companhia ganhou contratos no total de R$ 1,3 bilhão para construir fornos petroquímicos, além de outras unidades da Refinaria Abreu e Lima, mas não concluiu o projeto e deixou um débito de R$ 46 milhões com os funcionários que trabalhavam na obra, além de dívidas com empresas terceirizadas. Há um mês, a Jaraguá entrou com pedido de recuperação judicial em São Paulo, onde está localizada a matriz do grupo (valendo também para seus braços no país – Jaraguá Nordeste e Jaraguá Engenharia). Como justificativa, afirmou que não tem conseguido honrar os compromissos assumidos com os credores, mesmo tendo alcançando um faturamento de R$ 1 bilhão no ano passado.

    No início de maio, o Sintepav-PE (Sindicato dos Trabalhadores das Industrias de Construção de Estradas Pavimentação e Obras de Terraplanagem em Geral no Estado de Pernambuco) conseguiu, na 2ª Vara de Ipojuca, que os direitos dos 1.338 funcionários da empresa Jaraguá fossem garantidos e que atividades fossem encerradas de maneira oficial (registrado na Carteira de Trabalho), pondo fim ao impasse com os trabalhadores. O Sindileq-PE luta agora, com a intervenção do Ministério Público do Trabalho, para que a Petrobras assuma a dívida com as empresas. “O grupo, aqui em Pernambuco, é formado por 12 empresas. Representantes de cada uma delas formam uma comissão para discutir esse assunto. A dívida passa de R$ 50 milhões, com esse grupo” continua João Carvalho.

  • MEETING MENSAL É MARCADO POR CELEBRAÇÃO E POR DEBATES SOBRE A ECONOMIA NACIONAL E PERNAMBUCANA

    Dando início às comemorações pelos 12 anos do Sindileq-PE (Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco), um encontro realizado no Restaurante Ponteio, em Boa Viagem, reuniu empresários, economistas e políticos do Estado. Na ocasião, foram debatidos os planos de governo dos presidenciáveis e o impacto na economia do Nordeste, os investimentos e a atual situação de Pernambuco no cenário nacional.

    O meeting acontece mensalmente entre os associados da instituição, com debates,  conversas e importantes palestras sobre a economia pernambucana. Porém, o presidente do sindicato, o empresário João Carvalho Neto, aproveitou o evento para brindar os 12 anos do Sindileq-PE, comemorados na última sexta-feira (25). “Mas estamos organizando um evento maior, porque todos merecem, depois dessa longa estrada que percorremos juntos”, ressalta.
     
    Em 2002, quando nasceu o Sindileq-PE, eram apenas cinco empresas associadas. “Que bancavam o sindicato, porque não tinha pernas próprias. Mas muito se cresceu mediante a economia. O mercado foi favorável, principalmente nos últimos cinco anos, e, consequentemente a isso, nós conseguimos unir de forma organizada as empresas, evitando a desvalorização do mercado”, lembra João Carvalho. Hoje, o Sindileq-PE conta com 35 empresas associadas.
     
    E as comemorações não pararam por aí. Durante o almoço, Reinaldo Fraiha Nunes, ex-presidente da instituição, anunciou que no dia anterior havia sido criada a Analoc (Associação Nacional das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas), uma primeira etapa para a criação da Federação Nacional. “Tem que se ter essa base para viabilizar a criação da Federação”, explica Reinaldo. “Já a criação da Federação é crucial, de muita importância, para não ficarmos desamparados a nível nacional.”
     
    PALESTRA – Após a abertura do evento, feita pelo presidente do Sindileq-PE João Carvalho Neto, o economista Ecio Costa palestrou sobre como as propostas de governo dos três principais candidatos à presidência e de como elas vão interferir na economia nacional e, consequentemente, na do Estado. “Dá para ter uma noção do que vai repercutir a nível nacional, em termos de PIB, em taxas de juros, crescimento da inflação, de acordo com as propostas dos três candidatos”, explica Écio.
     
    Sobre a atual presidente, Dilma Rousseff, Écio explicou que a proposta não indicam muitas alterações. “Ela vai manter o tipo de política dela, de incentivo às indústrias e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) como canal direto para financiar o desenvolvimento”, conta. “Porém, não temos uma certeza muito boa com a política em relação à taxa de juros relacionada à inflação, de gastos governamentais.”
     
    Já em relação a Aécio Neves, algumas mudanças são previstas, porém, não tão populares assim. “Mas o setor empresarial tem visto com bons olhos. Por exemplo, a reforma tributária, reforma política, desvinculação do Banco Central em relação ao governo, deixando-o com autonomia.” Por último, foi falado sobre Eduardo Campos. “Muitas das políticas do ex-governador de Pernambuco vão ser relacionadas diretamente ao desenvolvimento do Nordeste.” Além de promover reformas tributárias no sistema de acompanhamento do setor público, com implantação de metas, Eduardo também propõe a desvinculação do Banco Central, de acordo com Ecio. “As demais propostas são semelhantes ao trabalho que ele promoveu em Pernambuco.”

  • Reunião Mensal

  • Sindileq PE na FICONS 2014

  • Convite - Argos

  • SINDILEQ-PE LUTA PARA QUE LOCADORAS DE MÁQUINAS RECEBAM PAGAMENTOS

    O Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco (Sindileq-PE) vem batalhando há cerca de uma semana para que algumas empresas associadas, que foram contratadas por construtoras para realização das obras da Refinaria Abreu e Lima, em Suape, sejam pagas. Segundo o presidente do Sindileq-PE, João Carvalho, há aproximadamente seis meses, algumas construtoras não pagam as fornecedoras de máquinas e equipamentos, que totalizam mais de 15 empresas prejudicadas. Na quinta-feira (19), o sindicato se reuniu com a Petrobras que se dispôs a negociar junto aos credores em busca de solução, mas afirmou não assumir a dívida. O sindicato ainda aguarda um posicionamento das construtoras.

  • SINDILEQ-PE PROMOVE PALESTRA PARA ASSOCIADOS SOBRE GESTÃO

    Para 14 proprietários de empresas locadoras de máquinas e equipamentos, filiadas ao Sindileq-PE (Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco), esta sexta-feira (13), foi um dia para aprimorar os conhecimentos. É que a instituição promoveu a 2º edição do Meeting Mensal no restaurante Ponteio, em Boa Viagem, na zona sul do Recife, onde além de almoçar, os participantes puderam conferir uma palestra sobre gestão empresarial.

    O palestrante, economista e consultor empresarial, Antonio Augusto Moreira, abordou o tema “custos invisíveis nas empresas”. O profissional, que tem ampla experiência no mercado e foi diretor financeiro em grandes empresas, como a rede Bompreço, buscou ajudar os empresários a identificar os custos que não são contabilizados mas que, no fim das contas, pesam muito no orçamento.

    As atitudes e situações citadas pelo consultor e que trazem problema ao empresário e ao negócio foram as seguintes: amadorismo, fofoca, adiar tudo, falta de manutenção, estresse, comunicação deficiente, desconfiança, falta de determinação e resistência, falta de criatividade, falta de controles, subutilizar talentos, excesso de rotação de pessoal, críticas destrutivas, competição exagerada entre os dirigentes, falta de pulso, não se importar (não ligar), lentidão, estrutura desorganizada, sistemas antigos, status, desatualização dos dirigentes, burocracia, viver do sucesso passado, ativos ociosos, negociações mal feitas, começar e não terminar, não corrigir erros, desperdícios, absenteísmo e seleção de pessoas incompetentes.

    Uma lista de erros aparentemente simples, mas que podem arruinar uma empresa. “São decisões importantes que ao longo do tempo começam a fazer diferença principalmente no orçamento, e o empreendimento vai perdendo espaço no mercado”, afirmou o economista, que acredita que uma maneira dos empresários identificarem esses “males” é ouvindo mais as opiniões dos funcionários, clientes e fornecedores a respeito do negócio.

    O presidente do Sindileq-PE, João Carvalho, pretende realizar essas reuniões mensalmente com os associados. “O sindicato já promove reuniões formais e constantes com eles, e esse encontro informal é mais uma oportunidade para debatermos sobre diversos assuntos de nosso interesse e que fazem parte do dia a dia das empresas, como novas oportunidades de clientes, os preços de mercado, entre outros”, declarou.

    De acordo com o presidente, todos os temas discutidos nesses encontros serão voltados para a gestão do negócio (financeira, de pessoas, de vendas, etc). “É um espaço onde podemos atrair novos associados também, já que existem muitas empresas do setor de locação que necessitam de iniciativas como essa”, completou.

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  • Meeting Mensal

  • Sindileq-PE e Saint-Gobain promovem encontro com locadoras em Paulista

    Nesta sexta-feira (30), representantes de locadoras de máquinas e equipamentos, filiadas ao  Sindileq-PE (Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco), tiveram a oportunidade de aprofundar os conhecimentos. É que o sindicato em parceria com o grupo Saint-Gobain, promoveram uma visita à Fábrica da empresa, localizada em Paulista, na Região Metropolitana do Recife e os visitantes puderam conhecer mais sobre os produtos da Norton, fabricados pelo grupo.

    Na ocasião, houve uma palestra com exibição de vídeos e os visitantes ainda puderam acompanhar as máquinas em funcionamento, além de fazer um passeio pela área de produção da fábrica. Claudeci Barbosa é gerente da Locadora Nordeste, filiada ao Sindileq-PE, e há 25 anos trabalha com produtos para a construção civil, como máquinas e abrasivos. A gerente considera muito importante esse acesso às informações sobre os produtos. “A maioria dos nossos clientes perguntam sobre o rendimento do disco, a profundidade de corte e o funcionamento da máquina, então é fundamental termos esse conhecimento para repassá-lo. É dessa forma que promovemos um bom atendimento e ganhamos credibilidade”, afirmou Claudeci.

    A Norton engloba a produção de máquinas, como cortadoras de bloco, de piso, e de rochas ornamentais (cerâmica, porcelanato, etc.), além de discos diamantados, lixas, rebolos, e outros. A marca está no mercado há 150 anos e é líder absoluta de vendas no Brasil e no mundo. A vendedora da Saint-Gobain, Ana Cristina Macêdo, que foi uma das palestrantes, disse que um dos objetivos do encontro foi que as locadoras pudessem conhecer as novas tecnologias do mercado.

    Uma das características da Norton, por exemplo, que foi repassada para os visitantes é que todas as máquinas trabalham refrigerado, atendendo à portaria 43, que proíbe o processo de corte e acabamento a seco de rochas ornamentais. “O corte a seco gera a emissão de sílica, uma substância que após longa exposição, pode causar uma doença pulmonar grave, chamada silicose e que pode levar a morte. As nossas máquinas trabalham com emissão de água, que absorve a poeira e evita esse problema”, declarou Ana Cristina.

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  • CAPACITAÇÃO DO SINDILEQ-PE COM A DEWALT TRATA SOBRE MECÂNICA

    Esta segunda (19) e terça-feira (20) foram de treinamento na sede do Sindileq-PE (Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco). Dezesseis profissionais da área de locação, que trabalham em empresas filiadas ao sindicato, participaram, gratuitamente, da capacitação, que iniciou às 8h e terminou às 18h nos dois dias.

    O treinamento, promovido em parceria com a empresa Dewalt, fabricante de ferramentas elétricas, como furadeiras, rompedores, blocos, discos, serra mármores, dentre outros, foi voltada para a mecânica e teve o propósito principal de ensinar como fazer a manutenção desses instrumentos. “Nosso objetivo é profissionalizar trabalhadores do setor. Para isso, estamos promovendo a demonstração de equipamentos líderes de mercado e essa troca de conhecimentos com os técnicos de manutenção das empresas. É um trabalho gradual e queremos que seja uma constante, porque sabemos que sem treinamento não se profissionaliza”, disse o presidente do Sindileq-PE, João Carvalho.

    Durante as aulas, foram abordados os seguintes conteúdos: aplicação correta, manutenção preventiva e corretiva, diagnósticos de falhas, além de montagens e desmontagens. As aulas foram ministradas pelo Coordenador Técnico de Serviços e Produtos da Dewalt, Rogério Berto, que esteve pela 1º vez no Sindileq-PE e segunda em Pernambuco. O coordenador falou sobre o Programa Dewalt Rental que existe há mais de oito anos e realiza uma média de 25 treinamentos por ano em todo o Brasil. “Oferecemos capacitações de pós-venda com o intuito de aperfeiçoar o conhecimento dos técnicos para que a locadora tenha o conhecimento necessário para fazer manutenção de seus equipamentos”, explicou Berto.

    O programa oferece ainda treinamento de aplicação, fornecimento de peças e suporte administrativo e técnico. Após a conclusão do estudo, cada um dos dezesseis participantes recebeu um certificado.

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  • SINDILEQ–PE E DEWALT PROMOVEM CAPACITAÇÃO GRATUITA

    Na próxima segunda (19) e terça-feira (20), o Sindileq-PE (Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco) vai realizar um treinamento em sua sede, localizada na Rua Noruega, Nº 523, na Imbiribeira, Zona Sul do Recife. A capacitação, promovida em parceria com a empresa Dewalt, fabricante de ferramentas elétricas, como furadeiras, rompedores, blocos, discos, serra mármores, dentre outros, é voltada para a mecânica e tem o propósito de ensinar como fazer a manutenção desses instrumentos.

    Dezesseis profissionais da área de locação, que trabalham em empresas filiadas ao Sindileq-PE, vão participar, gratuitamente, do treinamento, que vai das 8h às 18h dos dois dias. “É de suma importância que todos os fabricantes promovam este tipo de capacitação para que esses profissionais possam fazer uma manutenção mais rápida desses equipamentos, aumentando assim a vida útil da ferramenta”, declarou Carlos Lima, representante comercial da Dewalt em Pernambuco.

    As aulas serão ministradas pelo Engenheiro da Dewalt, Rogério Berto, e o técnico de treinamentos da empresa, Frederico Correia. Após a conclusão, cada participante vai receber um certificado.


  • Stand do Sindileq-PE na Forind Nordeste foi um sucesso

    Foi bem movimentado o stand montado pelo Sindileq-PE na Forind Nordeste, que realizou sua sexta edição entre os dias 22 e 25 de abril, no Centro de Convenções de Pernambuco. Com cerca de 300 expositores, a Feira de Fornecedores Industriais atraiu milhares de visitantes. A visibilidade do evento foi uma aposta do presidente do Sindileq-PE, João Carvalho, para divulgar a trabalho que vem sendo realizado pelo sindicato, além de captar novos associados. “É importante estar próximo de quem não conhece o sindicato e a feira é mais um meio de aproximação também junto aos nossos associados. Visitamos cinco empresas locadoras que ainda não conheciam o sindicato. Avalio que o nosso potencial de crescimento é enorme”, explicou João Carvalho. Todos que passaram pelo Stand do Sindileq-PE receberam o Guia de Locação de Máquinas e Equipamentos. “O guia é uma de nossas ferramentas importantes. Trata-se de um cartão de visita do nosso sindicato” ressaltou João, que avaliou como positiva a feira este ano.

    A Forind Nordeste - foi criada para aproximar pequenos, médios e grandes fornecedores de equipamentos, suprimentos e serviços industriais dos grandes grupos empresariais instalados na região Nordeste, onde estão reunidos polos industriais de vários segmentos, distribuídos por várias cidades. A novidade desta 6ª edição é atender demandas de setores que estão em crescimento na região Nordeste como Energia, Metalmecânica, Elétrica e Eletrônica, Refrigeração, Marcenaria e Móveis.

    “É muito importante para o Sindileq-PE está na Forind Nordeste, como também em outras feiras. A indústria e a construção civil estão em alta no estado e esta feira divulga muito o nosso guia, que passa a circular mais. Estes segmentos locam muito equipamento” disse Claudeci Codeceira, Gerente Comercial da Locadora Nordeste, durante visita ao stand do sindicato.

     

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  • Meeting Mensal

  • Sindileq-PE participa do Forind Nordeste

    Como tradicionalmente faz todos os anos, o Sindileq participa com um stand da Forind Nordeste, que realiza sua 6ª edição entre os dias 22 e 25 deste mês, no Centro de Convenções de Pernambuco. Com cerca de 300 expositores, a Feira de Fornecedores Industriais deve atrair cerca de dez mil visitantes. A visibilidade do evento é uma aposta do presidente do Sindileq-PE, João Carvalho,  para divulgar a trabalho que vem sendo realizado pelo sindicato, além de captar novos associados.

    ''A feira é mais um meio de aproximação junto aos nossos associados e também as empresas locadoras de equipamentos, que muitas vezes desconhecem até da existência de nosso sindicato no Estado”, diz João Carvalho, ao explicar que o público alvo são as empresas locadoras de máquinas de terraplanagem. O horário de visitação da feira é das 16h às 22h.

    A Forind Nordeste  foi criada para aproximar pequenos, médios e grandes fornecedores de equipamentos, suprimentos e serviços industriais dos grandes grupos empresariais instalados na região Nordeste, onde estão reunidos polos industriais de vários segmentos, distribuídos por várias cidades. A novidade desta edição da feira é atender demandas de setores que estão em crescimento na região Nordeste como Energia, Metalmecânica, Elétrica e Eletrônica, Refrigeração, Marcenaria e Móveis.

    + imagens: https://www.flickr.com/photos/forindnordeste/

  • Tabela de Contribuição Sindical 2015 Sindileq-PE

    Foi realizada na tarde do último dia 20, na sede do Sindileq-PE, Assembléia Geral Ordinária, com presença da diretoria para aprovação das contas 2013. As contas foram aprovadas. Na ocasião, foi lançada a nova tabela de contribuição sindical (ver arte) para o próximo biênio.